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Por que ter um namorado se ela pode ter dois? A vida amorosa sem graça de Verônica muda completamente quando numa louca noite ela conhece o sensível escritor Abel e o sexy baterista Zed - e se apaixona pelos dois! Logo, os três começam a viver juntos em total harmonia, mas seu romance incomum está ameaçado quando um novo pretendente aparece em cena com uma oferta que Verônica não pode recusar...
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Premissa que deveria ser regra no mundo real - pra quê brigar se podemos fazer um trisal? E assim haveria menos feminicidio se os homens fossem mais mentes abertas.
Elenco competente, mas o drama da gravidez e a mudança repentina da personagem em optar por um outro relacionamento deixou o enredo insosso e chato. Além dos dois bonitões se tornarem dois imbecis infantilizados.
como se por obstante SODOMIAS o fossem padrões comportamentais enrrabisticos passiveis de outrora o serem normatizados, ao menos como entendemos relacionamentos comuns como os demonstrados no dia a dia, em especial ao livre conhecimento e visualização por parte de todos, e não o que efetivamente denotam se, ou seja INDECENCIAS, sem que claro adentremos ao merito do que conhecemos em plena realidade contemporanea como TRISAIS, pois contanto que materializados na privacidade aliado a dependencias domicliiares ou espaços alheios, o direito de fazerem o que quiserem estará garantido, ja que desde que não ULTRAPASSEM os limites de suas fronteiras, NINGUEM SE IMPORTA, tão pouco deve intrometer se a respeito, no entanto senhoras e senhores, conforme aferido na aqui FEMEA yanke compartilhada com plena conciencia de que nada mais traduzia se do que um DESCARTAVEL pedaço de carne humano sem " dono exclusivo ", e no que sabemos que quem é de todo mundo, NÃO SERÁ DE NINGUEM, muito menos MERECEDORA do respeito como MULHER virtuosa portando valor social ao inves de PATETICAS condições ideologicas diga se passagem ha exatos 26 anos, alem de DANEM SE opiniões divergentes, " tal importancia", diiferente do as vezes vistos na setima arte, inclusive neste MEDIANO exemplar bem ? determinadas premissas o são INEGOCIAVEIS, em outras palavras, ou são padronizadas conforme os costumes e MORALIDADE, ou caso contrario, MELHOR que busquem um mundo paralelo onde possam seguir mundanismos invencionistas a contento, resumindo a quem interessar ou nao possa, se PUTARIA disfarçada ate pode ser sob quantas vidas quiser, no entanto AMOR ? ou será em apenas um, OU Não será em NENHUM, ja que portadoras de " somente" duas coisas publicas coletivas, O TRASEIRO E TODO O DEMAIS RESTO, caso " amem " algo, será apenas o valor do CACHE como MERETRIZES que receberem nao importando QUANTAS VEZES, e fim de papo. " Não Amoristicamente " TRES ESTRELAS.
E foi com esse filme que o Gregg Araki inventou o trisal.
é, não tem jeito, eu amo muito tudo que esse diretor se propõem a fazer kkkkk.
De inicio eu já senti orgulho de mim mesmo, porque conhecia a musica inicial (Shine-Slowdive), e cocteau twins nos meados do filme (o que é essencial nos filmes do Araki), mas quando tocou Bizarre Love Triangle (QUE FAZ TOTAL SENTIDO TER) do New Order, eu gritei tão, mais tão alto e comecei a dançar feito um louco.
O filme tem uma fotografia e cenários típicos "arakianos" e seu desenvolvimento é apaixonante e tesudo, como costuma a ser em quase todos os filmes desse diretor. a surpresa maior foram os rostos muito conhecidos, Geralmente temos um ou dois rostos conhecidos em um filme do Araki, aqui eu conhecia quase todo mundo kkkkkkk
Resumindo, Splendor é um grande filme, com assuntos polêmicos para a época e que ainda tem um pouco de polêmica hoje, mas é tratado de maneira tão doce, apaixonante e sexy que EMOCIONA.
Agora vamos aos aplausos, Kelly Macdonald (minha linda Evangeline de babá Mcphee e minha nervosa Helena Ravenclaw de HP7 pt2) como Mike, me deixou absurdamente apaixonado, como eu queria uma melhor amiga dessas; Eric Mabius (meu tesudo Matt de Resident Evil) está mais gostoso do que nunca aqui, meu deus, a juventude lhe caiu bem; Quando a Mink Stole (uma das garotas de John Waters, de But i'm a cheerleader e da saga Eating Out) apareceu, eu dei um grito de felicidade, só fez uma pontinha,mas com grande presença.
Agora o nosso trio tesudo, já vi outros filmes do Araki, então Johnathon Schaech era muito familiar para mim, ele está maravilhoso como Abel,vou confessar que o corte de cabelo está péssimo e o fez parecer mais velho do que é, mas até que combina com o personagem (aquele cabelo longo em The Doom Generation deixou ele muito mais tesudo);Matt Keeslar como Zed, Crlh que delicia, nossa que sabor, ainnnnn kkkkkkk meu lindo Tom Prinze de Pânico 3, está no ápice da beleza e vem com uma atuação tão doce, tão bebezão e tão carinhoso, dá muita vontade de levar pra casa, nos dois sentidos da coisa kkkkkkkk; Kathleen Robertson como Verônica me surpreendeu no papel, já tinha visto pontinhas dela na saga Todo mundo em pânico (o que sabemos não requerer grandes atuações nos personagens de pontinhas), mas aqui a mãe transcendeu sendo tesuda, gostosa e LOBA!
Obrigado Araki, não sei o que seria de mim sem você
Achei bem ruim… uma doideira sem fim que não conquista
O velho conteúdo de Araki.Reúne um time pequeno dessa vez e a trama funciona melhor no romance.A trilha sonora é um absurdo de bom.
>Assistido em 20 de Outubro de 2023