Tendo passado toda a sua vida em uma cela escura, sem nunca ter visto a luz do dia ou outro ser humano, um "prisioneiro" é lançado na sociedade e deve aprender como viver pela primeira vez como um adulto.
Com uma premissa interessante e com aura de mistério, nos prende a atenção no começo,porém no decorrer,vemos muitos erros no roteiro que acaba prejudicando. O principal erro,acho
que foi o mendigo o avisando que deveria confiar somente nele mesmo e ele indo sempre pelas atitudes do mendigo. Atores feios e com fracas atuações, que não conquistam nossa empatia. E o protagonista que não é nada mais,nada menos do que o Alfafa dos Batutinhas,que sempre fez filmes de comédia, e do nada surge aqui como um homem sério? O romance forçado é uma tentativa falha e não condiz com a história,pois seria a última coisa que eu recém liberta, iria querer e até mesmo ter conhecimento disso com tanta coisa para desbravar. Final bem sem graça,que pode gerar continuação,mas acredito que não tenham tido essa ousadia.
Dos produtores da cultuada fita scifi “O homem da Terra” (2007), chega às locadoras pela Flashstar esse bom trabalho independente de um diretor estreante, Matthew Miller, que mistura drama, suspense na linha do mistério, um toque de ficção científica e um ousado teor psicológico. Como agir em uma sociedade à beira do caos, para uma pessoa inexperiente no trato com os homens, como se fosse um bebê recém-saído do ventre? Este é o dilema do protagonista que não tem nome, conhecido apenas por “O Capturado”, jovem que sempre ficou confinado numa cela, sem ver a luz do sol ou ouvir sons. Quando fica livre das quatro paredes, cai no mundo material, cercando-se da estranheza da vida comum – ele fez parte de um experimento científico-social, explicado ao longo do filme – e terá a árdua missão de se adaptar ao meio. Às escondidas, uma série de armadilhas e interpretações perigosas aguardam o personagem, interpretado por Bug Hall, ex-ator mirim, lembrado pelo papel de Alfafa em “Os Batutinhas” (1994). Partindo para um lado filosófico, o experimental e criativo “Subterrâneo” busca referências pragmáticas no álbum musical “Subterranea”, da banda inglesa de rock progressivo IQ, de 1997, fundada por Mike Holmes, que assina a curiosa trilha sonora do filme. Achei o trabalho bem diferente, com temática e técnica inovadoras, por isso indicado a todo público. Já em DVD. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Com uma premissa interessante e com aura de mistério, nos prende a atenção no começo,porém no decorrer,vemos muitos erros no roteiro que acaba prejudicando.
O principal erro,acho
que foi o mendigo o avisando que deveria confiar somente nele mesmo e ele indo sempre pelas atitudes do mendigo.
Atores feios e com fracas atuações, que não conquistam nossa empatia. E o protagonista que não é nada mais,nada menos do que o Alfafa dos Batutinhas,que sempre fez filmes de comédia, e do nada surge aqui como um homem sério?
O romance forçado é uma tentativa falha e não condiz com a história,pois seria a última coisa que eu recém liberta, iria querer e até mesmo ter conhecimento disso com tanta coisa para desbravar.
Final bem sem graça,que pode gerar continuação,mas acredito que não tenham tido essa ousadia.
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A parte final é até um pouco interessante, mas tudo que acontece antes é chato e cansativo.
Não apenas o personagem era confuso, mas o filme em si também. (15.10.20)
A premissa é boa,mas achei o desenvolvimento e o filme em si, um pouco chato.
Com mais recursos financeiros,um bom diretor e atores mais talentosos,pode ser um grande filme.
Christopher Nolan e Dicaprio,só dando um toque em vcs!hehehe
Dos produtores da cultuada fita scifi “O homem da Terra” (2007), chega às locadoras pela Flashstar esse bom trabalho independente de um diretor estreante, Matthew Miller, que mistura drama, suspense na linha do mistério, um toque de ficção científica e um ousado teor psicológico. Como agir em uma sociedade à beira do caos, para uma pessoa inexperiente no trato com os homens, como se fosse um bebê recém-saído do ventre? Este é o dilema do protagonista que não tem nome, conhecido apenas por “O Capturado”, jovem que sempre ficou confinado numa cela, sem ver a luz do sol ou ouvir sons. Quando fica livre das quatro paredes, cai no mundo material, cercando-se da estranheza da vida comum – ele fez parte de um experimento científico-social, explicado ao longo do filme – e terá a árdua missão de se adaptar ao meio. Às escondidas, uma série de armadilhas e interpretações perigosas aguardam o personagem, interpretado por Bug Hall, ex-ator mirim, lembrado pelo papel de Alfafa em “Os Batutinhas” (1994).
Partindo para um lado filosófico, o experimental e criativo “Subterrâneo” busca referências pragmáticas no álbum musical “Subterranea”, da banda inglesa de rock progressivo IQ, de 1997, fundada por Mike Holmes, que assina a curiosa trilha sonora do filme. Achei o trabalho bem diferente, com temática e técnica inovadoras, por isso indicado a todo público. Já em DVD.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web