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Data de lançamento
16 Junho 1983Duração
Conheça Gus Gorman (Richard Pryor), um programador de computador quase brilhante. Em suas mãos, um teclado torna-se uma verdadeira arma. Christopher Reeve retorna em seu mais celebrado papel, aprofundando ainda mais seu alter-ego Clark Kent, quando encontra uma paixão do passado Lana Lang (Annette OToole), em uma reunião de sua antiga classe do colégio em Smallville. E quando Superman torna-se seu maior inimigo, após a exposição intensa à Kriptonita, sua vida corre grande perigo.
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Desfocado e incoerente!
IMPRIMATUR - visto pela primeira vez em 1987:
Uma vergonha essa produção sem pé nem cabeça... que ideia foi essa de alçar o Richard Pryor como protagonista do filme? Talvez no papel fosse tudo maravilhoso, mas na prática...
Avaliação em nota: 2.4
Infelizmente desde a epoca do lançamento, nunca gostei desse filme, nao é um filme do superman mas sim do Richard Pryor um ótimo comediante que sempre gostei, mas aqui com piadas sem graça e sem um personagem adequado, roteiro péssimo, vilões ruins, sem Gene Hackman e uma Participação menor da Margot Kidder muito ruim.
Ao destacarem o comediante Richard Pryor como protagonista (inclusive no poster) já era uma indicação que a intenção da produção era mesmo transformar o filme em uma comédia pastelão. Com isso a sequência foge totalmente do estilo dos anteriores, que apesar da parte cômica, ainda mostravam uma conexão mais séria com a mitologia do Superman.
Desta vez não sobrou nada, o Superman está totalmente a serviço da palhaçada de um roteiro que parece feito para crianças de 8 anos. As motivações dos vilões e a forma como executam seus planos são uma piada e nunca conseguem passar a sensação de que o mundo estaria realmente ameaçado, tirando toda a importância do herói na história.
Entre tantas partes constrangedoras as piores são: a simulação do videogame, Superman carregando um lago congelado pelos ares quando poderia ter apagado o incêndio simplesmente soprando, cena do tornado na Colômbia e toda a sequência final onde um supercomputador é destruído graças a um vidro de ácido.
Além disso incomoda o humor exagerado para fazer uma crítica as ameaças do mal uso da tecnologia da época, hackers e até sobre inteligência artificial. Mas apesar de tudo ainda é interessante ver os gadgets e computadores antigos sendo utilizados e considerados quase como ficção científica.
Christopher Reeve faz o que pode mas acaba desperdiçado pelo roteiro tosco. No meio de tanta besteira as únicas ideias mais inspiradas foram a famosa cena do Superman endireitando a torre de Pisa, a "luta" no ferro-velho e uma quando os desenhos do semáforo brigam.
Curiosidade: Consta que Gene Hackman e Margot Kidder ficaram irritados com a maneira como os Salkinds trataram o diretor do primeiro filme, Richard Donner. Com isso Hackman se recusou a reprisar o papel de Lex Luthor e Margot Kidder foi punida pelos diretores, tendo seu papel como Lois Lane reduzido a uma breve aparição.
Filme ruim infelizmente. Mais parece uma paródia do que uma sequência.
Humor irritante, pouca ação e um romance sem graça.
Gosto do Richard Pryor, mas nesse filme ele foi o maior responsável por me fazer não gostar.
15-07-2025 - Revisto