O viúvo Tom Winston está tentando criar seus três filhos sozinho. Ele recebe uma ajuda inesperada de Cinzia, quando as crianças decidem que ela vai ser a nova empregada. Na verdade, ela é uma socialite italiana que está tentando se afastar do seu pai superprotetor.
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A estória de mulher rica filha de um famoso maestro italiano que quer viver a vida em liberdade em pleno solo americano e encontra casualmente um homem através das peripécias de um garotinho e resolve envolver-se com a família dele. TENTAÇÃO MORENA, parecia ter a dupla certa, Cary Grant e Sophia Loren, dois astros do cinema. Contudo o roteiro esquemático demais e a forçação de barra para as situações cômicas soam artificiais. Parece que o filme foi aquela encomenda de Grant e Loren trabalharem juntos a qualquer custo. O resultado foi morno. Pelo menos a fotografia as locações de Washington D.C é muito boa servindo como cenário e pano de fundo para as peripécias familiar. E só as presenças carismáticas de Cary Grant e Sophia Loren já valem uma espiada. Mas que poderia ser melhor, poderia.
Uma comédia romântica que estacionou no tempo (nada menos do que 63 anos!) mas que dá para se divertir.
Ver a diferença nos costumes e padrões por si só já vale o filme mas tem a Sophia Loren... (suspiro).
A trama é bobinha mas vale a pena assistir por ela.
Pena que é pouco conhecido.
Neste filme a Sophia Loren é uma filha birrenta, que recebeu do bom e do melhor do pai, um maestro famoso e viúvo, mas segue agindo como se fosse uma criança mimada.
Do outro lado há Cary Grant, um recém viúvo que estava separado de sua falecida mulher há alguns anos e vai ter que reconquistar seus três filhos.
Fazendo birra para seu pai, a moça italiana acaba se tornando empregada de Cary Grant e suas crianças. Ela não sabe cozinhar, limpar ou lavar roupas, mas consegue ajudar o pai a recuperar o vínculo com os pequenos.
É claro que depois de alguns reviravoltas e um triângulo amoroso, os dois vão se apaixonar e, é claro, ela vai aprender com o protagonista masculino a entender o pai e deixar de ser mimada, enquanto o sujeito vai aprender com ela a entender os filhos.
O filme é um pouco arrastado, cheguei a acelerar algumas cenas, ainda assim, é uma daquelas comédias leves, para ser visto sem preocupações.
Gosto de ver estes filmes da Sophia Loren produzidos antes da "revolução sexual" com um olhar sociológico, ela era uma das mulheres mais bonitas da época e é interessante que sempre colocam ela em uns finais felizes que hoje em dia seriam entendidas como grandes presepadas. O final feliz de uma moça mimada da alta sociedade dos anos 1950 era se casar com um viúvo e se tornar mãe de três, indo morar em um lugar rústico, saindo da órbita do pai e entrando diretamente na órbita do marido.
Longo e cansativo. Apenas duas coisas não deixam o filme ainda com nota mais baixa: o carisma eterno de Cary Grant e a estonteante beleza de Sophia Loren.
Pelo elenco eu esperava bem mais! Eu amo Cary Grant mas nem ele pode salvar o filme!