HERANÇA NUCLEAR foi um filme catástrofe e dramático (apesar de moderadíssimo se tratando de fitas desta temática cujo O Dia Seguinte, filme da mesma temática filmado mesmo ano e mais dramático e superior a este título). Mãe de família perde o marido após um os Estados Unidos ser atacado por uma bomba nuclear e precisa criar forças para criar seus filhos e retomar sua vida. A falta de verossimilhança deste filme é algo que nos incomoda. Como uma bomba nuclear é atirada numa cidade e ela permanece intacta?? Após o ocorrido, muitos moradores estão bem levam sua vida como se nada tivesse acontecido??? Pensei que este título fosse bem melhor. Adentrei na sessão esperado algo como o O Dia Seguinte ( citado aqui na minha resenha anteriormente). Entretanto, o ocorrido da bomba nuclear é muito rápido (apenas uma cena com uma claridade) e o filme nem sequer constrói um suspense do feito. Se ele chama um pouco a atenção é pelo elenco; Kevin Costner e Rebecca De Mornay aparecem rápido numa participação. William Devane é o marido vitimado pela bomba e aparece mais no primeiro terço do filme. Lukas Haas era um garoto filho do casal protagonista. Talvez Jane Alexander tenha a melhor atuação, carregando boa parte da trama nas costas. Mas confesso que a indicação dela para o Oscar na época foi equivocada.
As sequências de flashback foram filmadas com uma câmera de mão Super 8mm, para dar o efeito de vídeo caseiro.
Originalmente filmado para ser lançado direto na TV, só que os executivos da Paramount ficaram tão impressionado com o filme que decidiram lançá-lo nos cinemas. O elenco processou os produtores alegando que seus salários foram de um filme para televisão e não para cinema, que geralmente é maior. O caso foi encerrado fora dos tribunais.
O último filme de Lurene Tuttle.
Kevin Costner usa no filme uma jaqueta que ele ganhou por jogar beisebol na Villa Park High School.
06.05.1988
06.02.2025
Filme triste mas belíssimo. Aqui nessa película você não vai encontrar razões para romantizar a bomba atômica.
HERANÇA NUCLEAR foi um filme catástrofe e dramático (apesar de moderadíssimo se tratando de fitas desta temática cujo O Dia Seguinte, filme da mesma temática filmado mesmo ano e mais dramático e superior a este título).
Mãe de família perde o marido após um os Estados Unidos ser atacado por uma bomba nuclear e precisa criar forças para criar seus filhos e retomar sua vida.
A falta de verossimilhança deste filme é algo que nos incomoda. Como uma bomba nuclear é atirada numa cidade e ela permanece intacta?? Após o ocorrido, muitos moradores estão bem levam sua vida como se nada tivesse acontecido???
Pensei que este título fosse bem melhor. Adentrei na sessão esperado algo como o O Dia Seguinte ( citado aqui na minha resenha anteriormente). Entretanto, o ocorrido da bomba nuclear é muito rápido (apenas uma cena com uma claridade) e o filme nem sequer constrói um suspense do feito.
Se ele chama um pouco a atenção é pelo elenco; Kevin Costner e Rebecca De Mornay aparecem rápido numa participação. William Devane é o marido vitimado pela bomba e aparece mais no primeiro terço do filme. Lukas Haas era um garoto filho do casal protagonista. Talvez Jane Alexander tenha a melhor atuação, carregando boa parte da trama nas costas. Mas confesso que a indicação dela para o Oscar na época foi equivocada.
As sequências de flashback foram filmadas com uma câmera de mão Super 8mm, para dar o efeito de vídeo caseiro.
Originalmente filmado para ser lançado direto na TV, só que os executivos da Paramount ficaram tão impressionado com o filme que decidiram lançá-lo nos cinemas. O elenco processou os produtores alegando que seus salários foram de um filme para televisão e não para cinema, que geralmente é maior. O caso foi encerrado fora dos tribunais.
O último filme de Lurene Tuttle.
Kevin Costner usa no filme uma jaqueta que ele ganhou por jogar beisebol na Villa Park High School.
O primeiro filme de Lukas Haas.