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Joker Jackson e Noah Cullen são dois prisioneiros que conseguem fugir depois que o ônibus que os transportam para o presídio sofre um acidente. Ocorre que eles estão acorrentados um ao outro. E pior: Jocker é branco e Noah é negro. Ao mesmo tempo em que ambos tentam de lidar com suas 'diferenças', precisam contar um com o outro para poder escapar dos policiais que os perseguem.
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The Defiant Ones de 1958, no Brasil Acorrentados. Conheci esse filme através do documentário Sidney (2022), sobre a vida e o legado de Sidney Poitier. É um bom filme e com um final esperado.
Pra quem já conhece os filmes dessa época, sabe que era impossível eles se darem bem de verdade.
Mas enfim, o filme me surpreendeu. Esperava algo mais parado, porém a química e a sintonia dos atores principais funcionam muito bem. Os diálogos são um dos pontos altos do filme, e a primeira cena deles no pântano, comendo a rã, tem um que é sensacional e acho que o melhor do filme.
Conforme seus personagens vão quebrando os preconceitos que têm, especialmente Joker (Tony Curtis), eles vão se entendendo e até criando uma amizade a ponto de um nunca abandonar o outro em qualquer situação, até o final
Tem várias cenas que simbolizam isso, mas gostaria de destacar
a cena em que Joker vai atrás de Cullen (Sidney Poitier) quando aquela vadia tinha mandado ele pra morrer no pântano. E a mais foda: quando Cullen diz que Joker tava segurando a corrente, antes de eles pegarem o trem. Mesmo a corrente já tendo sido arrancada, ele se referia à corrente imaginária que os unia.
Participação de qualidade também, e que agrega, de Lon Chaney Jr., mesmo que em um papel menor e sem muita importância na trama.
No geral, um filme forte, com boa química entre os protagonistas e uma mensagem que ainda ecoa.
Assistido em 19/08/2026
Finalmente vi este filme depois de tê-lo procrastisnado por algum tempo. O filme mostra uma boa interação entre os protagonistas, Tony Curtis e Sidney Poltier, como dois prisioneiros acorrentados após fugirem de um ônibus cujo eram transportados. O filme possui bons diálogos e boa química entre os dois atores, de modo que, o discussão sobre o racismo e seus preconceitos estão marcandos nos diálogos dos personagens. Algo do seu meio terço final quanto o desfecho não agradou-me por completo. Creio que numa revisão futura ele crescerá. Há um movimento remake com o nome de A Caçada refilmada na década de noventa com Laurence Fishburne e Stephen Baldwin, em 1996, que serviu apenas para divertir os telespectadores numa exibição da tela quente da época.
Que dupla! Tony Curtis e Sidney Poitier acorrentados um ao outro. Imagino o impacto da mensagem do filme na época de seu lançamento.
Esse filme tem sim mais camadas do que uma cebola, tenta ser uma crítica e acaba sendo outra coisa e blablabla, mas mesmo assim eu adorei. Virou um dos meus favoritos.
"Disse para não nos preocuparmos em capturá-los. Provavelmente vão matar um ao outro...antes que percorram 5 km."
Um filme lançado no auge das leis Jim Crow, nos EUA, em que existia uma segregação racial e fora as cenas delicadas e de cuidados entre as duas personagens.
Ambos são de origem minorias no país, um de origem húngara e outro de afro, mesmo querendo construir suas vidas de uma forma "honesta", eles nunca conseguiram sobreviver ganhando tão pouco e vivendo na miséria.
O que peca nesse filme é que carrega muito da parte de "o branco salvador" e "negro que aceita as situações", mas para o período que foi lançado já apresenta uma certa crítica aquele contexto.