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O enredo do filme se passa em 1921, uma equipe de arqueologistas no Egito liderados por Sir Joseph Whemple (Arthur Byron) descobre a múmia do príncipe Imhotep (Boris Karloff), que vivera há 3.700 anos e que, por ter cometido um sacrilégio, teve como castigo ser enterrado vivo. Também foram encontrados manuscritos que tinham o poder de fazer os mortos ressuscitarem. Uma noite um dos membros da expedição lê os manuscritos e traz o príncipe de volta à vida. Após dez anos, Sir Joseph retorna com seu filho Frank (David Manners). Eles ignoram que Imhotep agora existe e se faz passar por Ardath Bay, um egípcio contemporâneo que ajuda a expedição que descobre a tumba do seu milenar amor, uma princesa que reencarnou em Helen Grosvenor (Zita Johann), uma bela e jovem mulher.
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Pela época em que foi produzido, pela interpretação de Boris Karloff, uma das maiores lendas da história do cinema, e pela importância histórica da produção, visto hoje em dia envelheceu e não possui o mesmo impacto, mas merece ser respeitado e vale como curiosidade.
A história é sobre um homem que lê um pergaminho antigo e acidentalmente desperta Imhotep, uma múmia obcecada por uma mulher que ele acredita ser a reencarnação de seu grande amor do passado, uma princesa egípcia.
Assisti dublado. É uma trama simples, mas com boa atmosfera de suspense e terror. Boris Karloff se destaca ao fazer um vilão ameaçador, enquanto Zita Johann interpreta uma mocinha carismática e elegante; sua personagem é bem construída ao longo da narrativa. O final é satisfatório.
É um bom filme e, de longe, o melhor da quintologia.
Ranking:
7.0/100=(A Múmia 1) A Múmia (1932)
6.1/100=(A Múmia 2) A Mão da Múmia (1940)
5.0/100=(A Múmia 3) A Tumba da Múmia (1942)
5.0/100=(A Múmia 4) A Sombra da Múmia (1944)
5.0/100=(A Múmia 5) A Praga da Múmia (1944)
Tem sua importância por ser um filme antigão sobre múmia, já que depois foram feitos muitos outros. E Boris Karloff tem sua costumeira atuação soturna e eficiente.
Mas o filme é bem fraquinho e desinteressante, nunca engrena, há mais drama e romance do que propriamente terror.
Belo clássico, mesmo sendo um filme tão antigo, a atmosfera disso daqui transmite o puro horror, a maquiagem da criatura surpreende, difícil de acreditar que isso tenha sido feito em 1932.
Boris Karloff não precisava de muito pra assustar!
“A Morte é apenas o portão para uma nova vida”
⚰️ Eu não sei vocês, mas se existe um negócio de onde eu não subestimo são lendas antigas. Do nada, podemos estar em volta de uma espécie de Maldição terrível, daí você vai jogar culpa no azar, mas não, foi o seu desrespeito com a cultura alheia, pois o deus Amon-Rá já vagou por essa realidade muito antes de nós meros mortais pensamos de existir.
⚰️ Sarcófagos e pós vida, o que transforma A Múmia em um filme acima da média é a injeção violenta de conceitos e teorias ancestrais que permeiam o seu roteiro. De onde são jorrados nomes que fazem parte da mitologia egípcia. Um tal de Imhotep é invocado, daí mais uma vez me fez lembrar de algum conto febril de H. P. Lovecraft.
⚰️ Nas entrelinhas de seu enredo, doses de Ciências Ocultas deixam esse negócio uma delícia maluca. Seu enredo não menospreza o telespectador, o que faz o enredo de A Múmia (1932) não envelhecer nada. Daí eu te pergunto: Múmias são imortais? Tenho a impressão que o espírito dessa galera ainda perambula por aí. Catacumbas mentais, transes existenciais, somos prisioneiros de hieróglifos malditos.
Você estaria pronto para enfrentar o terror em busca em troca do amor eterno?
⚰️ Com uma produção, fotografia e atuações muito acima da média, assistir a esses clássicos da Universal é como estar lendo algum pulp fiction desse período, é impressionante como esses filmes carregam tal atmosfera. O que era considerado baixa cultura, hoje se encontra um mar de criatividade intelectual e imaginativa.
⚰️ E o que falar da presença / atuação do amigo Boris Karloff? Fantasmagórico, estranho e misterioso, entrincheirando tudo que o terror permite. A Múmia é mais um filme muito interessante dos tempos de ouro do Studio Universal, fazendo força ao lado dos mais conhecidos Drácula e Frankenstein.