Um audacioso trio composto por um garoto de 13 anos (Mitch Vogel), um adulto rude (Steve McQueen) e um astuto negro (Rupert Crosse) toma emprestado o carro do Patrão e parte em viagem a fim de três dias de prazer ilícito.
Não conhecia nem o filme nem o romance em que ele foi baseado, mas, curiosamente, recebi o livro de presente de um amigo virtual. E o achei fraquíssimo, apesar de meu fascínio pelo autor. Assim que terminei a leitura, descobri o filme e o encontre disponível via YouTube: conferi imediatamente e, conforme eu esperava, é ainda pior, sobretudo na lamentável condescendência à "conjuntura de época" (leia-se machismo e racismo). Por mais que Rupert Crosse tenha merecido a sua pioneira indicação ao Oscar. o seu personagem é ridículo, em termos de composição infatilizante do negro sulista. Por mais inteligente que ele seja (o que já era manifesto no romance), não é melhor tratado que uma mercadoria familiar. Um ponto positivo: ao eliminar algumas subtramas digressivas (o sumiço do dente de uma prostituta e as complicadas condições do roubo do cavalo), o filme desvia o clímax da corrida de cavalos para uma conversa emocionada entre o garotinho protagonista e seu avô, o que reitera quão bom diretor de atores é o Mark Rydell. Mas a condução pueril do enredo é vexatório. Idem para a interpretação do Steve McQueen! (WPC>)
Fotografia muito bonita que provavelmente deva ter sido rodada no Alabama/Tennessee/ou/ Mississipi. Steve MacQueen para mim não tem uma boa atuação e a direção de Mark Rydell vai do nada a nada com uma "estorinha" insossa e sem graça. Ambos, MacQueen e Rydell já fizeram coisas melhores. Fui esperando uma boa aventura de época, mas não foi o que esperava. Além de tudo, o filme é longo demais e na metade do filme perdi o interesse.
Datado e sem graça.
Eu gostei do filme. Me diverti bastante... Fiquei meio parado com aquela última cena!
Não conhecia nem o filme nem o romance em que ele foi baseado, mas, curiosamente, recebi o livro de presente de um amigo virtual. E o achei fraquíssimo, apesar de meu fascínio pelo autor. Assim que terminei a leitura, descobri o filme e o encontre disponível via YouTube: conferi imediatamente e, conforme eu esperava, é ainda pior, sobretudo na lamentável condescendência à "conjuntura de época" (leia-se machismo e racismo). Por mais que Rupert Crosse tenha merecido a sua pioneira indicação ao Oscar. o seu personagem é ridículo, em termos de composição infatilizante do negro sulista. Por mais inteligente que ele seja (o que já era manifesto no romance), não é melhor tratado que uma mercadoria familiar. Um ponto positivo: ao eliminar algumas subtramas digressivas (o sumiço do dente de uma prostituta e as complicadas condições do roubo do cavalo), o filme desvia o clímax da corrida de cavalos para uma conversa emocionada entre o garotinho protagonista e seu avô, o que reitera quão bom diretor de atores é o Mark Rydell. Mas a condução pueril do enredo é vexatório. Idem para a interpretação do Steve McQueen! (WPC>)
P.S.: a narração de Burgress Meredith é ótima!
MqQueen em uma de suas piores apresentações.O filme dependia bastante de seu rendimento,mas é visível a falta de ânimo do ator.
Fotografia muito bonita que provavelmente deva ter sido rodada no Alabama/Tennessee/ou/ Mississipi. Steve MacQueen para mim não tem uma boa atuação e a direção de Mark Rydell vai do nada a nada com uma "estorinha" insossa e sem graça. Ambos, MacQueen e Rydell já fizeram coisas melhores. Fui esperando uma boa aventura de época, mas não foi o que esperava. Além de tudo, o filme é longo demais e na metade do filme perdi o interesse.