O filme é uma adaptação do livro homônimo de Violette Leduc. Therese decide visitar o colégio onde estudou há 20 anos, o que lhe traz lembranças de sua época de adolescente e de Isabelle, com quem desenvolveu uma relação de amizade e amor.
Esse é um filme de sexplotation um pouco mais profundo que outros desse tipo, com um recurso de flashback interessante e boas passagens de cena. No entanto, acaba sendo demorado demais em alguns pontos, no que resulta em tédio atrapalhando a narrativa. O romance das personagens-título, duas meninas estudantes de um colégio interna, é retratado de forma a ser descrito mais do que mostrado, o que o faz parecer meio bastante discreto e comedido para o espectador atual, mas na época com certeza chamaria a atenção. A atuação das duas atrizes principais é um tanto quanto risível e os diálogos são superficiais. Mesmo assim, é um filme que vale a pensa para quem se interessa pelo cinema lésbico e pelo gênero sexplotation.
Os momentos narrados através de poemas criados pela personagem da Therese são simplesmente a pureza da sua sensibilidade exaltante. É de se esperar, e a mistura das épocas, a lembrança que invade pela presença no local, desenvolveram a simplicidade do filme e permaneceu apesar da efêmera exploração relacionamento. O que surpreende é o ano de realização do filme, 1968, mas que com certeza, não ganhou destaque. Não li o livro mas também não me despertou esse interesse. É o que está ali, como na última frase:
When one loves one is always on the platform of a station.
Esse é um filme de sexplotation um pouco mais profundo que outros desse tipo, com um recurso de flashback interessante e boas passagens de cena. No entanto, acaba sendo demorado demais em alguns pontos, no que resulta em tédio atrapalhando a narrativa. O romance das personagens-título, duas meninas estudantes de um colégio interna, é retratado de forma a ser descrito mais do que mostrado, o que o faz parecer meio bastante discreto e comedido para o espectador atual, mas na época com certeza chamaria a atenção. A atuação das duas atrizes principais é um tanto quanto risível e os diálogos são superficiais. Mesmo assim, é um filme que vale a pensa para quem se interessa pelo cinema lésbico e pelo gênero sexplotation.
Download legendado também quero. Eta que já faz um ano que ninguém fala nada aqui ):
Os momentos narrados através de poemas criados pela personagem da Therese são simplesmente a pureza da sua sensibilidade exaltante. É de se esperar, e a mistura das épocas, a lembrança que invade pela presença no local, desenvolveram a simplicidade do filme e permaneceu apesar da efêmera exploração relacionamento. O que surpreende é o ano de realização do filme, 1968, mas que com certeza, não ganhou destaque. Não li o livro mas também não me despertou esse interesse. É o que está ali, como na última frase:
"Nunca mais vi Isabelle novamente."
Li o livro e não gostei, vamos ver o filme.
Obrigada, diáfana, pelo link e pela dica do site.