Com o ganhador do Oscar Humphrey Bogart (melhor ator por Uma Aventura na África, 1951). O piloto Joe Barrett (Bogart) volta para Tóquio para reconquistar a mulher que ele tinha como morta. Mas, para reaver o seu amor e salvar a sua filha ele terá de enfrentar um perverso barão japonês, na mais dura e cruel missão da sua vida.
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Tokyo Joe 1949, no Brasil Tóquio Joe. Achei o enredo meio chato e cansativo, sem muitos atrativos. Aliás, a única coisa realmente boa desse filme é a presença de Bogart.
Faltou também um ou mais bons coadjuvantes. Ito (Teru Shimada) tinha tudo pra ser um deles: o reencontro com Joe (Humphrey Bogart), a luta de judô e aquela amizade que parecia que ia ser desenvolvida.
Mas o personagem some do filme em certo momento e só volta no final pra morrer sem causar muito impacto.
Trina (Florence Marly) também é um personagem que poderia ter recebido bem mais desenvolvimento, assim como a relação dela com Joe, que praticamente não avança. O que mais chegou perto de ter um arco interessante foi a relação paterna de Joe com Anya (Lora Lee Michel), especialmente no final.
Enfim, o tema do filme é meio confuso e pouco atrativo, faltaram bons personagens secundários. Mas Bogart está muito bem e competente como sempre, segurando o filme nas costas. Mesmo assim, confesso que não foi tão interessante quanto eu esperava que fosse.
Assistido em 20/07/2026
Drama noir e suspense policial em preto e branco da Columbia Pictures e Santana Pictures Corporation. Este foi o 1° de 2 filmes de Stuart Heisler (1896-1979) estrelados por Humphrey Bogart (1899-1957), o outro foi A morte não é o fim (50), que também foi concluído em 1949, mas teve seu lançamento adiado até 1950.
Este foi o 1° filme autorizado a ser filmado no Japão pós-guerra. No entanto, parece que qualquer filmagem de Joe Barrett, personagem de Humphrey Bogart, que aparece em locação em Tóquio foi filmada com um dublê de corpo. É mais do que possível que Bogart tenha filmado apenas nos EUA e nunca tenha ido ao Japão. Perto do final do filme, a fala de Joe: "O que você está olhando, baby?" é uma provável referência à frase "Here's looking at you, kid" dita por Rick para Ilsa em Casablanca (42). Destaque para a bela atriz tcheca Florence Marly (1919-1978) e pra garotinha Lora Lee Michel (1940-1979), que faleceu precocemente de um câncer com apenas 38 anos.
Muito interessante, mesmo que não seja muito bom. O sempre sisudo Bogart dá até algumas raras risadas nesta trama. Heisler era esse tipo de diretor duvidoso, que sempre trouxe sua habilidade como editor de um filme, mas nem sempre teve o melhor material ou resultado na direção. É uma visão tentadora, quase expressionista, mas não realizada, da psique do pós-guerra, mesmo até os dias de hoje.
Começa bem morno, mas vai melhorando com o desenrolar da trama. Como não poderia deixar de ser o filme puxa a sardinha pros americanos.
Como é legal a gente ver filmes antigos...os efeitos especiais são tão simples, nostálgicos...a luta de judô é uma coisa divina...Não é o melhor filme de Bogart...mas ele sempre a pena.
tenta repitir um pouco a fórmula de Casablanca numa trama envolvendo o alto escalão do exército, seu lado podre e a máfia japonesa, mas o resultado não é tão certeiro. Bogart tá ótimo como sempre.
destaque pra cena da luta de judô entre ele e seu sócio japonês.