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Data de lançamento
3 Set. 2024Duração
Ruth Goldman, uma idosa que sofre de demência, passa a viver em uma moradia assistida. Lá, ela precisa lidar com diversos e novos rostos, rotinas e ambientes enquanto sua identidade e seus desejos se transformam. Embora resista a se identificar com os vizinhos idosos, Ruth se conecta com os cuidadores e confunde o próprio filho com um pretendente, desenvolvendo uma atração por ele.
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Uma história densa apresentada com simplicidade e amor. Esse filme é mais pra você sentir do que assistir!!
Premiado em três categorias da seção Horizons do Festival de Veneza de 2024 (dentre eles melhor atriz e melhor diretora), o drama intimista de Sarah Friedland fala, de maneira sentimental, sobre a senilidade, explorando como a memória e o afeto se tornam territórios instáveis diante da deterioração física e mental. O roteiro acompanha um filho que entrega sua mãe para uma casa de repouso. A idosa, Ruth (uma interpretação solar de Kathleen Chalfant, na época com 79 anos), tem demência, diagnosticada há pouco tempo. De início, não entende o motivo de estar naquela moradia assistida, reluta em ficar lá e receber atenção de enfermeiros. Com os dias ela vai compreendendo e lidando com as dificuldades da memória e da locomoção, à medida que estabelece novas relações afetivas. O filme se destaca pelo trabalho sensível de Kathleen, cujas lentes ficam nela o tempo todo, captando toques, olhares e gestos. A fotografia é espetacular, que inspira leveza em cada detalhe. Os momentos de silêncio da personagem traduzem a impotência diante da inevitabilidade da condição humana – veja que mesmo contida, a atriz tem forte presença em um papel que diz tudo, mesmo sem usar palavras. Curtinho (em seus 89 minutos), o delicado filme tem um tom naturalista, que parece um documentário de tão verdadeiro. Disponível no streaming da Reserva Imovision. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Um filme de certa forma burocrático acerca da demência. Mas eu gosto do toque leve que ele se sustenta mesmo em um clima tenso. A fotografia solar coloca isso. Pois, por mais que a memória já não exista, os lapsos estão presentes e a pessoa ainda permanece viva. Mesmo não sento mais quem era, ela ainda está ali.
Adoro a performance delicada de Kathleen Chalfant e sem artifícios cênicos para chamar a atenção é linear. Gostei muito da Karolyn Michelle Smith como a enfermeira. O melhor sentido da palavra coadjuvante que rouba a cena e deixa a sua marca.
Hahahah que velha danadinha :) Filme bem básico sobre demência funcional. Tema sempre relevante, aqui tratado de forma simples, quase introdutória.
Enredo muito mediano... 🙄🙄🙄