A série da Prime Video foi a que mais repercutiu em 2025.
Baseada nos livros "Suzane - assassina e manipuladora", "Elize - a mulher que esquartejou o marido" e "Tremembé - a prisão dos famosos", a trama, dirigida por Vera Egito, que também assina o roteiro com Ulisses Campbell, conseguiu prender o público através de um elenco muito bem escalado e com uma caracterização impressionante, que deixou quase todos os atores idênticos com os criminosos.
Já o roteiro deixou bastante a desejar, mas o show dos atores compensou, como Marina Ruy Barbosa, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Anselmo Vasconcelos, Felipe Simas, Carol Garcia, entre tantos mais.
A segunda temporada foi anunciada perto do final do ano passado e explorou a prisão do jogador Robinho, condenado por estupro. Ainda não há maiores informações sobre os novos presidiários da continuação e nem se todos os da primeira permanecerão.
Impressões:
A trama, que é baseada em fatos reais e nos relatos dos livros do jornalista Ullisses Campbell, foca nas vivências e interações de criminosos notórios do Brasil. Campbell, autor de títulos como Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido e Suzane: assassina e manipuladora, continuará na produção da série.
A série manterá o foco nas protagonistas femininas, com
o retorno de Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane von Richthofen e Carol Garcia como Elize Matsunaga. Suzane continuará sendo a protagonista da ala feminina, enfrentando o grande desafio de ser aceita pela sociedade na vida fora da prisão.
A nova temporada também deve explorar o desfecho do drama de
Suzane, que na primeira parte foi agredida e ficou desacordada no presídio após ser ameaçada por Dadá. Já Elize Matsunaga também buscará recomeçar a vida em regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão.
O principal destaque da 2ª temporada de Tremembé é a ampliação da narrativa para a ala masculina, com a inclusão de histórias de novos criminosos. Foram oficialmente confirmados o ex-jogador de futebol Robinho e o empresário Thiago Brennand, ambos condenados por crimes sexuais.
A chegada desses dois “milionários” condenados por crimes sexuais à Tremembé irá instaurar um contraste de poder e privilégio entre os presos. Robinho, condenado a nove anos de prisão por participação em um estupro coletivo ocorrido na Itália em 2013, estava preso no local desde 2024.
No entanto, o ex-jogador pediu para ser transferido dias antes do anúncio da 2ª temporada. O pedido da defesa foi acatado, e ele foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira no dia 17 de novembro. Até o momento, a produção não divulgou quais atores interpretarão Robinho e Thiago Brennand.
Apesar da saída de Robinho de Tremembé, sua história segue confirmada na 2ª temporada. Além dele, Thiago Brennand, que estava na Penitenciária 2, foi transferido em novembro de 2025 para Guarulhos, mas
também está confirmado nos novos episódios.
Dica de livro: Lady Killers
CURIOSIDADES:
Na opinião de alguns, não deveria nem deixar fazer nem filmes e nem séries, sobre esses crimes. Qual a sua opinião?
⚖️ 📚 A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que impede pessoas condenadas pela Justiça de ganhar dinheiro com obras intelectuais relacionadas ao crime que cometeram. O texto foi analisado em caráter conclusivo e agora segue para o Senado.
Na prática, a proposta busca barrar lucros obtidos com livros, filmes, séries, documentários ou entrevistas que tenham como tema o próprio crime. A intenção é evitar que a notoriedade de delitos se transforme em fonte de renda para quem foi condenado.
O texto aprovado é um substitutivo apresentado pela relatora, a deputada Bia Kicis, a um projeto de autoria do deputado Altineu Côrtes. Durante a tramitação, foi citado como exemplo o caso do assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, crime pelo qual Suzane von Richthofen foi condenada.
Em vez de alterar o Código Penal, a relatora optou por incluir a proibição na Lei de Direitos Autorais. O entendimento é de que a medida limita a exploração econômica da obra, e não acrescenta uma punição penal adicional.
O projeto também garante às vítimas ou a seus herdeiros o direito de pedir judicialmente a totalidade dos valores recebidos pelo condenado com essas obras. Além disso, é possível solicitar indenização por danos morais, mesmo que outras reparações já tenham sido pagas.
A série da Prime Video foi a que mais repercutiu em 2025.
Baseada nos livros "Suzane - assassina e manipuladora", "Elize - a mulher que esquartejou o marido" e "Tremembé - a prisão dos famosos", a trama, dirigida por Vera Egito, que também assina o roteiro com Ulisses Campbell, conseguiu prender o público através de um elenco muito bem escalado e com uma caracterização impressionante, que deixou quase todos os atores idênticos com os criminosos.
Já o roteiro deixou bastante a desejar, mas o show dos atores compensou, como Marina Ruy Barbosa, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Anselmo Vasconcelos, Felipe Simas, Carol Garcia, entre tantos mais.
A segunda temporada foi anunciada perto do final do ano passado e explorou a prisão do jogador Robinho, condenado por estupro. Ainda não há maiores informações sobre os novos presidiários da continuação e nem se todos os da primeira permanecerão.
Impressões:
A trama, que é baseada em fatos reais e nos relatos dos livros do jornalista Ullisses Campbell, foca nas vivências e interações de criminosos notórios do Brasil. Campbell, autor de títulos como Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido e Suzane: assassina e manipuladora, continuará na produção da série.
A série manterá o foco nas protagonistas femininas, com
o retorno de Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane von Richthofen e Carol Garcia como Elize Matsunaga. Suzane continuará sendo a protagonista da ala feminina, enfrentando o grande desafio de ser aceita pela sociedade na vida fora da prisão.
A nova temporada também deve explorar o desfecho do drama de
Suzane, que na primeira parte foi agredida e ficou desacordada no presídio após ser ameaçada por Dadá. Já Elize Matsunaga também buscará recomeçar a vida em regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão.
O principal destaque da 2ª temporada de Tremembé é a ampliação da narrativa para a ala masculina, com a inclusão de histórias de novos criminosos. Foram oficialmente confirmados o ex-jogador de futebol Robinho e o empresário Thiago Brennand, ambos condenados por crimes sexuais.
A chegada desses dois “milionários” condenados por crimes sexuais à Tremembé irá instaurar um contraste de poder e privilégio entre os presos. Robinho, condenado a nove anos de prisão por participação em um estupro coletivo ocorrido na Itália em 2013, estava preso no local desde 2024.
No entanto, o ex-jogador pediu para ser transferido dias antes do anúncio da 2ª temporada. O pedido da defesa foi acatado, e ele foi transferido para o Centro de Ressocialização de Limeira no dia 17 de novembro. Até o momento, a produção não divulgou quais atores interpretarão Robinho e Thiago Brennand.
Apesar da saída de Robinho de Tremembé, sua história segue confirmada na 2ª temporada. Além dele, Thiago Brennand, que estava na Penitenciária 2, foi transferido em novembro de 2025 para Guarulhos, mas
Dica de livro: Lady Killers
CURIOSIDADES:
Na opinião de alguns, não deveria nem deixar fazer nem filmes e nem séries, sobre esses crimes. Qual a sua opinião?
⚖️ 📚 A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que impede pessoas condenadas pela Justiça de ganhar dinheiro com obras intelectuais relacionadas ao crime que cometeram. O texto foi analisado em caráter conclusivo e agora segue para o Senado.
Na prática, a proposta busca barrar lucros obtidos com livros, filmes, séries, documentários ou entrevistas que tenham como tema o próprio crime. A intenção é evitar que a notoriedade de delitos se transforme em fonte de renda para quem foi condenado.
O texto aprovado é um substitutivo apresentado pela relatora, a deputada Bia Kicis, a um projeto de autoria do deputado Altineu Côrtes. Durante a tramitação, foi citado como exemplo o caso do assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, crime pelo qual Suzane von Richthofen foi condenada.
Em vez de alterar o Código Penal, a relatora optou por incluir a proibição na Lei de Direitos Autorais. O entendimento é de que a medida limita a exploração econômica da obra, e não acrescenta uma punição penal adicional.
O projeto também garante às vítimas ou a seus herdeiros o direito de pedir judicialmente a totalidade dos valores recebidos pelo condenado com essas obras. Além disso, é possível solicitar indenização por danos morais, mesmo que outras reparações já tenham sido pagas.