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Data de lançamento
10 Junho 2016Duração
Um ano após despistar o FBI e ganhar a adulação do público com seus números de mágica ao estilo Robin Hood, os Quatro Cavaleiros (Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Lizzy Caplan) ressurgem em um espetáculo que pretende expor as práticas sem ética de um magnata da tecnologia, mas ao final do número, são desmascarados e raptados por um inimigo desconhecido. O homem por trás do ato de desaparecimento dos ilusionistas é nada menos que Walter Mabry (Daniel Radcliffe), um prodígio que ameaça os mágicos e os obriga a fazer um roubo dos mais espetaculares e impossíveis. A única esperança é conseguir produzir um golpe sem precedentes para limpar seus nomes e revelar o real mandante por trás de tudo.
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gosto bastante desse filme simplesmente pela cena maravilhosa de serem revistados, so que nao gosto muito do decorrer, n sei se é pq enjoei e ja vi varias vezes ou é pq realmente n gosto mesmo. 18/11/2025
forçaram na cena da cartas na sala do supercomputador...mas manteve a pegada do primeiro.
Tem uma boa continuação mas não é dos melhores. Te envolve, tem história mas já começa ter umas mágicas meio nada haver.
"num mundo de vigilância total, a única liberdade verdadeira está em não ser visto."
a primeira vez que vi esse não curti muito. deve ter sido o momento, pois sempre revia somente o filme 1 e dessa vez com este a experiência foi diferente.
o ego do Atlas (que sobrenome apropriado!) ameaçando trair toda a equipe e seu líder. uma nova integrante tão autêntica e elétrica quanto a empolgação juvenil e amadora do Jack Wilder. os problemas familiares de um recém descoberto pela equipe gêmeo do Merritt. tudo aparentemente saindo do controle do
quando mostram que Os Cavaleiros sempre foram vigiados pel'O olho, não de um jeito ruim mas para sua própria segurança quando necessário, e até na belíssima cena final da escadaria em formato de olho impossível não pensar no olho mágico que nos permite ver sem nos expor e, principalmente no olho que tudo vê, símbolo de proteção que reafirma o tempo inteiro que não estão sozinhos.
por um lado, a vigilância como algo desejavel; por outro, o sensível tópico da auto exposição e vigilância desenfreada como invasiva e destruidora da privacidade individual. o bem versus o mal. uma linha tênue difícil de ser traçada mas que, de alguma forma, o filme faz direitinho.
aqui o senso de justiça dos cavaleiros só cresce para além das vinganças pessoais do Dylan para abarcar também aquelas sofridas por pessoas que nada têm a ver com ele ou com o passado de seu pai. e ele também ultrapassa os limites do próprio ego para proteger seus cavaleiros. um gesto nobre que, assim como a sua companheira de FBI ao deixá-lo partir, mostra que os conceitos de certo ou errado não são preto no branco, há sempre nuances.
por fim, não duvidaria se o Lionel Shrike voltasse no filme 3, na real eu até espero isso. um grande mágico que aparentemente "morreu" num truque onde jamais encontraram seu corpo? fala sério. se até o Thaddeus escondeu por tanto tempo que era amigo do pai do Dylan, imagina se o GRANDE Lionel Shrike não conseguiria esconder isso como seu último grande truque.
indo ver o terceiro ato com a mesma sensação com a qual vi o primeiro pela primeira vez: com o enorme desejo de ser surpreendida.
visto em 22/11/2025
consegue ser mais chatinho q o primeiro