Estação balnear abandonada. Fim das filmagens de um filme de fantasia sobre o fim do mundo. Duas mulheres, membros da equipe de filmagem, uma atriz, a outra diretora, APOCALYPSE e JOY, estão prestes a terminar o relacionamento.
é uma metalinguagem hora facil, hora dificil de entender. mas um filme muito belo na iluminação, cenario, efeito pratico, roteiro, erotismo atuação. Mas é uma salada de coisas que precisa ver algumas vezes, acredito que o diretor esteja testando sua estetica nesse curta e tentou efetiva no filme afterblue, mas o afterblue é muito confuso e longo
Mano, que viagem! Achei conceito muita coisa, principalmente a vibe setenta/oitentista com o francês e delírios cinematográficos! Mas fiquei um pouco perdida nos cortes de episódios, o que tirou meu foco um pouco. Tem que estar disposto a abraçar a causa e se jogar nesse mundo insano de pós apocalipse. Vale conferir, mas não dou meu mundo não.
É um curta louquíssimo sobre o cinema e o fazer cinema. Tem metáforas até certo ponto, o macaco como o espectador, a loirinha como o público e etc, mas a loucura está mesmo na transgressão de um surrealismo inspirado nos anos 80. Cronenberg, Cocteau, D`Amato, Fassbinder (Querelle) e tudo que se pode imaginar.
Estética e artes visuais são a marca desse especialista em tesouras de neon.
é uma metalinguagem hora facil, hora dificil de entender. mas um filme muito belo na iluminação, cenario, efeito pratico, roteiro, erotismo atuação. Mas é uma salada de coisas que precisa ver algumas vezes, acredito que o diretor esteja testando sua estetica nesse curta e tentou efetiva no filme afterblue, mas o afterblue é muito confuso e longo
Depois da trilogia do Apocalipse do Gregg Araki vieram os filmes do Bertrand Mandico.
Mano, que viagem! Achei conceito muita coisa, principalmente a vibe setenta/oitentista com o francês e delírios cinematográficos! Mas fiquei um pouco perdida nos cortes de episódios, o que tirou meu foco um pouco. Tem que estar disposto a abraçar a causa e se jogar nesse mundo insano de pós apocalipse. Vale conferir, mas não dou meu mundo não.
Tem referencias a tudo, só não tem sentido.
É um curta louquíssimo sobre o cinema e o fazer cinema. Tem metáforas até certo ponto, o macaco como o espectador, a loirinha como o público e etc, mas a loucura está mesmo na transgressão de um surrealismo inspirado nos anos 80. Cronenberg, Cocteau, D`Amato, Fassbinder (Querelle) e tudo que se pode imaginar.
Me lembrou bastante os filmes do Guy Maddin.