Uma jovem mãe cria sozinha sua filha de oito anos enquanto cuida do pai, que foi diagnosticado com uma doença neurodegenerativa. Enquanto procura uma casa de repouso decente, ela encontra um amigo com quem começa um caso, embora ele seja casado.
Um filme tão bom e tão bem contado, que parece que a gente tá sentado com um grande amigo ouvindo a história de sua vida com atenção e empatia. Gostosinho e muito realista… a atuação de Léa Seydoux sempre muito convincente e carregada emocionalmente. Indico demais!
Reflete o que são difícil as escolhas da vida por si e pelos outros, tendo que lidar nem tudo ao alcance. Cabendo se adaptar dentro do que pode das escolhas ou falta delas. Todas geram consequências boas e ruins, mas a ela foi aceitar o pouco para tentar ser feliz ou tentar amenizar o tanto de sofrimento por alguém tão próximo num estágio pior.
Um filme tão bom e tão bem contado, que parece que a gente tá sentado com um grande amigo ouvindo a história de sua vida com atenção e empatia. Gostosinho e muito realista… a atuação de Léa Seydoux sempre muito convincente e carregada emocionalmente. Indico demais!
Gosto das emoções próprias que os olhos de Lea tem.
30/03/24
Léa Seydoux tem expressões que realçam aparência do início da carreira da Scarlett Johansson.
Reflete o que são difícil as escolhas da vida por si e pelos outros, tendo que lidar nem tudo ao alcance. Cabendo se adaptar dentro do que pode das escolhas ou falta delas. Todas geram consequências boas e ruins, mas a ela foi aceitar o pouco para tentar ser feliz ou tentar amenizar o tanto de sofrimento por alguém tão próximo num estágio pior.