Vim parar neste filme depois de procurar o 1º filme do Al Pacino e ver que, inclusive, este possuía uma nota boa aqui e no IMDB (ainda não tive coragem de fazer o mesmo com o De Niro rs). Segunda aparição dele, sendo a primeira um episódio do seriado N.Y.P.D., que também já assisti e está disponível no YT. Dito isso, a participação dele é minúscula, questão de segundos. Sobre o filme... Não é uma obra-prima, longe disso, nem se propõe a isso. Mas é um filme gostoso de assistir. Algumas partes soam bastante datadas hoje, mas considero que dentro do seu período histórico, ele tinha alguns pontos bem progressistas para a Hollywood da época, ainda muito envolta do Código Hays.
Comecei a assistir na intenção de ver Al Pacino, mas me encantei tanto com a personagem de Patty Duke e na participação de Nancy Marchand que só na metade do filme percebi que ele só fez uma aparição de segundos.
Comédia dramática da Cinema Center Films e Nob Hill Productions Inc. que no Globo de Ouro venceu como melhor atriz de comédia ou musical, Patty Duke (1946-2016). O roteiro de A. Martin Zweiback foi baseado em uma história original de Stanley Shapiro (1925-1990). Este foi apenas o 5° de 7 filmes realizados por Fred Coe (1914-1979), um diretor e produtor cuja carreira se notabilizou em dirigir episódios e seriados na televisão.
Patty Duke escreveu que ela brigou com o diretor Fred Coe no set, devido a um episódio maníaco-depressivo. Estréia no cinema de Al Pacino. O ator surge no início da estória e sua participação dura poucos segundos em cena. Estréia no cinema de Daniel Keyes (1914-1995). Alguns dos destaques do filme são os veteranos Martin Balsam (1919-1996) e Elsa Lanchester (1902-1986). As músicas no filme pertencem a Henry Mancini (1924-1994). O diretor teve o truque de tornar os personagens assustadoramente pouco promissores... mais humanamente suportáveis do que a situação realmente justificava.
Desde criança, Natalie Miller sempre pensou que ela era um patinho feio. Apesar do incentivo de sua mãe de que ela cresceria bonita, Natalie nunca acreditou que isso fosse acontecer. Ela aluga um apartamento em Greenwich Village de uma senhoria excêntrica e consegue um emprego no Topless Bottom Club. Ela vai de moto para o trabalho, decora seu loft com uma cabeça de alce e sobe e desce em um elevador para chegar ao seu apartamento. Lá Natalie conhece David Harris, um artista pintor, e os dois têm um caso de amor antes que ela descubra que ele é casado.
Vim parar neste filme depois de procurar o 1º filme do Al Pacino e ver que, inclusive, este possuía uma nota boa aqui e no IMDB (ainda não tive coragem de fazer o mesmo com o De Niro rs). Segunda aparição dele, sendo a primeira um episódio do seriado N.Y.P.D., que também já assisti e está disponível no YT.
Dito isso, a participação dele é minúscula, questão de segundos.
Sobre o filme...
Não é uma obra-prima, longe disso, nem se propõe a isso. Mas é um filme gostoso de assistir. Algumas partes soam bastante datadas hoje, mas considero que dentro do seu período histórico, ele tinha alguns pontos bem progressistas para a Hollywood da época, ainda muito envolta do Código Hays.
Porém, a piadinha feita sobre estupro foi de extremo mal gosto e non sense... MESMO PARA A ÉPOCA. Nojento!
A Patty Duke é uma excelente atriz e carrega muito do filme nas costas... Qualquer premiação que essa mulher já recebeu é MUITO merecida.
Comecei a assistir na intenção de ver Al Pacino, mas me encantei tanto com a personagem de Patty Duke e na participação de Nancy Marchand que só na metade do filme percebi que ele só fez uma aparição de segundos.
Comédia dramática da Cinema Center Films e Nob Hill Productions Inc. que no Globo de Ouro venceu como melhor atriz de comédia ou musical, Patty Duke (1946-2016). O roteiro de A. Martin Zweiback foi baseado em uma história original de Stanley Shapiro (1925-1990). Este foi apenas o 5° de 7 filmes realizados por Fred Coe (1914-1979), um diretor e produtor cuja carreira se notabilizou em dirigir episódios e seriados na televisão.
Patty Duke escreveu que ela brigou com o diretor Fred Coe no set, devido a um episódio maníaco-depressivo. Estréia no cinema de Al Pacino. O ator surge no início da estória e sua participação dura poucos segundos em cena. Estréia no cinema de Daniel Keyes (1914-1995). Alguns dos destaques do filme são os veteranos Martin Balsam (1919-1996) e Elsa Lanchester (1902-1986). As músicas no filme pertencem a Henry Mancini (1924-1994). O diretor teve o truque de tornar os personagens assustadoramente pouco promissores... mais humanamente suportáveis do que a situação realmente justificava.
Desde criança, Natalie Miller sempre pensou que ela era um patinho feio. Apesar do incentivo de sua mãe de que ela cresceria bonita, Natalie nunca acreditou que isso fosse acontecer. Ela aluga um apartamento em Greenwich Village de uma senhoria excêntrica e consegue um emprego no Topless Bottom Club. Ela vai de moto para o trabalho, decora seu loft com uma cabeça de alce e sobe e desce em um elevador para chegar ao seu apartamento. Lá Natalie conhece David Harris, um artista pintor, e os dois têm um caso de amor antes que ela descubra que ele é casado.
No youtube tem uma versão não muito de boa qualidade, mas já é alguma coisa: https://www.youtube.com/watch?v=W5IMkGga1YI
Gente, quanto à aparição de Al Pacino: dura menos de 1 minuto.