Uma Vida Marcada

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Uma Vida Marcada (1948)
Cry of the City
Média do filme: 3.6 de 5 — baseado em 56 votos
MÉDIAFILMOW
3.6
56 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Robert Siodmak
Data de lançamento 29 Set. 1948 Outras datas
Duração 95 min (1h35)
Classificação indicativa de Uma Vida Marcada: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

29 Set. 1948

Duração

95 minutos Classificação indicativa de Uma Vida Marcada: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

Nova York. Os detetives da polícia Collins (Fred Clark) e Candella (Victor Mature) observam um trapaceiro insignificante, Martin Rome (Richard Conte), que matou um policial, receber a extrema unção, pois acabou sendo baleado. No entanto Martin se recupera e planeja enganar Collins e Candella, pois só assim irá escapar do seu destino, que é a pena de morte. Rome recebe duas visitas no hospital: Teena Riconti (Debra Paget), sua namorada e a única mulher que realmente amou, que foi secretamente visitá-lo, e Niles (Berry Kroeger), um advogado corrupto que tenta fazer Rome assinar uma confissão dizendo que participou de um grande roubo de jóias, pois confessando ou não ele irá para a cadeira elétrica e em troca Teena receberia 10 mil dólares para começar a vida em outro lugar. Rome se recusa a assinar e Niles ameaça incriminar Teena como seu cúmplice. Preocupado que Candella, que foi seu amigo de infância, possa encontrar Teena, Rome foge da prisão e vai ao escritório de Niles para aparentemente aceitar a oferta, mas na verdade planeja deixar o país com Teena.

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VisionQuest

Comentários 0
amigos querem ver
rafinhaqq
rafinhaqq
½
11 meses atrás

O filme Cry of the City (1948) é bom, mas desperta certa frustração pela teimosia de Martin Rome. Ele teve várias oportunidades de deixar tudo para trás, mas insistiu em agir do jeito errado. Ainda assim, há momentos menores, quase discretos, que acabam se destacando no meio da trama e mostram como o filme é cheio de boas ideias e detalhes que às vezes passam despercebidos.

Logo no começo, por exemplo, há uma cena excelente em que o irmão de Martin fala em italiano ao telefone. É um detalhe rápido, mas muito inteligente — a confusão dos policiais, sem entender uma palavra, cria um contraste interessante entre o improviso da família Rome e a rigidez da lei. É uma dessas passagens sutis que revelam como o roteiro é cheio de pequenos detalhes importantes e interessantes.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Mais adiante, a cena em que Martin mata o advogado Niles é outro bom exemplo de como o personagem se perde nas próprias decisões. Ele poderia ter resolvido a situação facilmente — bastava colocar a faca na mão da garota que foi baleada por Niles, e talvez ninguém o ligasse diretamente ao crime, a menos que descobrissem o telefonema.

Essa escolha precipitada reforça sua natureza impulsiva e o quanto ele mesmo destrói as chances de escapar.

Fiquei com dó de Orvy —

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

um sujeito que, mesmo à sua maneira, conseguiu o que queria, ainda que de um jeito triste. É uma dessas pequenas histórias paralelas que mostram que, em meio ao crime e à culpa, todos ali estão tentando se agarrar a algo.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Como o próprio Candella diz no final, Martin usou as pessoas sem se importar com as consequências — e isso é lamentável, pois ele tinha uma boa família e um irmão que o via como herói, alguém em quem se espelhar e tomar como exemplo.

Hope Emerson entrega uma participação marcante, com uma personagem singular que só ela poderia interpretar. Debra Paget aparece pouco, mas o suficiente para deixar sua presença registrada, assim como Shelley Winters.

O destaque, no entanto, fica para Richard Conte e Victor Mature. Os dois são o centro do filme — personagens vindos do mesmo ambiente, mas que escolheram caminhos opostos. É compreensível que, às vezes, o crime pareça a única saída para certas pessoas, talvez até uma forma de não se humilhar em determinadas situações. Mas esse não era o caso de Martin: ele vinha de uma boa família, tinha base, e poderia ter tentado algo melhor.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Há quem simplesmente não aprenda, desperdiçando todas as chances que a vida oferece.

Cry of the City é um filme atemporal — não muito longo, mas que em alguns momentos parece se arrastar sem chegar a lugar nenhum, o que reflete bem o destino sem saída que Martin Rome escolheu para si. Mesmo assim, são justamente essas pequenas cenas e personagens secundários que tornam o filme mais rico e interessante do que parece à primeira vista.

Assistido em 30/10/2025

eltonbrasil1
Elton Brasil
4 anos atrás

Assisti hoje o meu 101º noir!

Gostei muito, vide direção, elenco, direção de arte, locações e roteiro!

Destaque para a sinistra gigante Rose (Hope Emerson)!

moisesd
Anark
6 anos atrás

Filme realizado na época em que o vitimismo não havia chego em Hollywood.

Cry of the City mantém um roteiro bastante atual. Candella cresceu no mesmo bairro pobre de Martin, mas não se tornou um bandido, alegando não ter oportunidades na vida. Há uma cena de dialogo entre os dois, que demonstra que nem todo mundo cai nesse papo furado. Victor Mature, como sempre, esta atuando com um bom desempenho.

gaspersen
Guilherme
8 anos atrás

Muito bom Noir!
A profundidade psicológica dos personagens é interessante, sendo muito ambíguos a maior parte do tempo, como é de costume do estilo. Com atenção especial para as femme fatales, que roubam a cena algumas vezes.
Um filme que envelhece bem pelo roteiro e personagens, porém muito mal com as cenas de ação (como do final do filme), que chegam a ser risíveis.

pthome27
paulo roberto thomé
13 anos atrás

Bom filme policial,ainda hoje consegue ser bastante atual.

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½
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2½
3
3½
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4½
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Elenco de Uma Vida Marcada

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Debra Paget 6 54

Debra Paget

(Teena Riconti)
Richard Conte 1 18

Richard Conte

(Martin Rome)
Shelley Winters 3 60

Shelley Winters

(Brenda Martingale)
Victor Mature 5 44

Victor Mature

(Lt. Candella)
Antonio Filauri 0 0

Antonio Filauri

(Mr. Caputo)
Berry Kroeger 0 1

Berry Kroeger

(W. A. Niles)

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