Seguindo as sessões "italianescas" com giallos italianos um subgênero cinematográfico divertidíssimo, embora muitas vezes chocante de se ver tanta misoginia e feminicídio. Seja como for, os tempos eram outros. Este título, UM LUGAR IDEAL PARA MATAR, até que é mais leve em se tratando de violência contra a mulher. Hippies fugindo da polícia se esconde no interior numa mansão de uma solitária mulher que esconde segredo. No elenco destaque para Irene Papas e a bela Ornela Muti. De longe é o melhor giallo italiano, contudo, consegue envolver nalgum momento.
Thriller italiano dirigido pelo Umberto Lenzi (Sette Orchidee Macchiate di Rosso). Com a musa Ornella Muti (e sua beleza estonteante), Ray Lovelock (Non si Deve Profanare il Sonno dei Morti) e a sensual Irene Papas (Non si Sevizia un Paperino). Boa trilha. O casal de férias. A cidade tem um visual foda. A venda de pornografia. A fuga. A casa no meio do nada (bom cenário e arte). Alguns peitos. O ritmo do filme é bem lento e quase nada de interessante acontece, mas os minutos finais são um pouco mais movimentados (as coisas vão saindo cada vez mais de controle). Acho interessante a forma com que eles são envolvidos na situação. Bom final. Gostei.
Obs.: Eu ia dar 2 estrelas, mas o desfecho me fez dar mais uma.
Giallo sedutor que se sustenta com forte atmosfera entre o triangulo amoroso e a juventude das protagonistas onde Umberto Lenzi merece todo crédito por ter reunido Irene Papas e Ornella Muti .
"Não se esqueça de onde estamos indo, eles são católicos." "E não se esqueça que os católicos amam um pouco de pecado." Me entristece saber o quanto Lenzi é esquecido, que filmaço. Invasão a domicílio, ricaça se rendendo a um marmanjo aventureiro, cenas de nudez bem cine band privê e um final que pouco já vi no cinema.
Seguindo as sessões "italianescas" com giallos italianos um subgênero cinematográfico divertidíssimo, embora muitas vezes chocante de se ver tanta misoginia e feminicídio. Seja como for, os tempos eram outros. Este título, UM LUGAR IDEAL PARA MATAR, até que é mais leve em se tratando de violência contra a mulher. Hippies fugindo da polícia se esconde no interior numa mansão de uma solitária mulher que esconde segredo. No elenco destaque para Irene Papas e a bela Ornela Muti. De longe é o melhor giallo italiano, contudo, consegue envolver nalgum momento.
Thriller italiano dirigido pelo Umberto Lenzi (Sette Orchidee Macchiate di Rosso). Com a musa Ornella Muti (e sua beleza estonteante), Ray Lovelock (Non si Deve Profanare il Sonno dei Morti) e a sensual Irene Papas (Non si Sevizia un Paperino). Boa trilha. O casal de férias. A cidade tem um visual foda. A venda de pornografia. A fuga. A casa no meio do nada (bom cenário e arte). Alguns peitos. O ritmo do filme é bem lento e quase nada de interessante acontece, mas os minutos finais são um pouco mais movimentados (as coisas vão saindo cada vez mais de controle). Acho interessante a forma com que eles são envolvidos na situação. Bom final. Gostei.
Obs.: Eu ia dar 2 estrelas, mas o desfecho me fez dar mais uma.
Giallo sedutor que se sustenta com forte atmosfera entre o triangulo amoroso e a juventude das protagonistas onde Umberto Lenzi merece todo crédito por ter reunido Irene Papas e Ornella Muti .
a sinopse é um spoiler total, mudem isso pelo amor
"Não se esqueça de onde estamos indo, eles são católicos."
"E não se esqueça que os católicos amam um pouco de pecado."
Me entristece saber o quanto Lenzi é esquecido, que filmaço. Invasão a domicílio, ricaça se rendendo a um marmanjo aventureiro, cenas de nudez bem cine band privê e um final que pouco já vi no cinema.