Queria ter gostado mais. Mas não posso dizer que não amei.
Wagner Moura está incrível, com uma atuação de grandeza merecida, exalando a naturalidade e a versatilidade que o tornam um dos maiores que temos.
O roteiro é um mergulho em camadas: um banquete de referências à cultura brasileira e recifense dos anos 70, cheio de homenagens ao cinema e à estética dos filmes de espionagem da época.
A direção de arte e a fotografia são um espetáculo à parte: cores, texturas e uma brasilidade quente, quase tátil, que faz a gente se sentir dentro dessa obra tarantinesco-tropicalista.
Mas o que mais me conquistou foram os personagens: todos muito bem formatados, quase caricatos, cheios de carisma e personalidade. Cada um traz um tempero diferente e nos mantém envolvidos e curiosos com a trama. Destaque absoluto pra Dona Sebastiana, com uma força magnética que rouba cada cena.
O final me soou anticlímax, não foi do meu agrado num primeiro momento, mas depois percebi o sentido: uma quebra proposital que reforça o tema central sobre memória, registro e o peso de não conhecer a própria história.
No fim, Agente Secreto é cinema de alto nível: divertido, provocante, esteticamente deslumbrante e intensamente brasileiro.
Perturbador, desconfortável, com uma atmosfera amarga e estranha do início ao fim. O que é ótimo, já que a trama se propõe a isso e cumpre com maestria. A genialidade está na simbologia do circo de horrores e das pessoas com duas caras, que vão muito além do personagem de Besir Zeciri.
Filmaço! Uma fábula moderna, crua, amarga e, ainda assim, extremamente saborosa. De uma energia caótica completamente fascinante e envolvente, o que já é bem característico nos projetos de Sean Baker. Recheada de humor ácido, muitas vezes beirando o constrangimento e desconforto, numa verdadeira montanha-russa de sensações. Madison está deslumbrante. Não sabia muito o que esperar - e o trailer esconde muita coisa - então fui positivamente surpreendido. Pra quem gosta de filmes nessa vibe amarga e caótica, é um prato cheio.
Pancada com poesia. Sutileza com brutalidade. Sensibilidade extrema sobre a mais extrema covardia. Amargo, mas lindo. Duro, mas necessário. Fernandas brilhantes. Eunice, ainda mais. E a cereja do bolo: sala quase lotada. 🖤
faltou algo... fica muito preso a cenas de sexo ou experimentações visuais com cores, o que não deixa de ser interessante e criativo, mas uma história muito rasa. o protagonisa não me pegou muito também, não deu pra sentir muito afeto pelo casal formado. mas vale o entretenimento!
Imagina um filme com a seguinte trama: dois amigos, um homem e uma mulher trans - que passou recentemente pelo seu processo de transição - resolvem fazer uma viagem de carro pelo sul dos EUA com o objetivo de esclarecer diversas dúvidas que rodeiam esse tema assim como questões sociais, existenciais ou mesmo sobre a própria amizade de longa data de ambos e os possíveis impactos dessa transformação. Pois esse filme existe e é mais do que um filme: é real. Mais do que isso, os amigos são Will Ferrel (ator de comédias grandiosas) e Harper Steele (ex-roteirista de Saturday Night Live), que estrelam esse brilhante documentário de extrema sensibilidade e afeto. Will Ferrel faz o que todos deveríamos fazer com pessoas que passam por transição de gênero: levar para road trips? Não necessariamente, mas sim lidar com esse assunto da forma mais natural possível, sendo transparente com suas amarras e preconceitos, de coração aberto para ouvir e aprender sobre algo que nem essas pessoas ainda tem certeza. Portanto, é sobre estar ali, presente, disposto, seja para auxiliar no que for possível dentro desse processo, seja para somente oferecer o ombro nos momentos de sofrimento. E, sim, estamos falando de Will Farrel, o comediante cínico e escrachado, chorando junto com sua amiga em um carro após um dos vários choques de realidade no trajeto dessa viagem. Um projeto único, de beleza orgânica e extraordinária, mostrando que talvez, em algum aspecto, ainda podemos sentir um pingo de esperança na humanidade. Muito mais do que uma aula sobre transexualidade, uma lição sobre amizade.
Espetacular. Provavelmente, o filme do ano. Absurdamente sensorial (por isso a importância de assistir no cinema), proporcionando sentimentos de agonia, perturbação, ansiedade, repugnação, entre outros. Então, sim, tenha estômago e esteja muito preparado para isso. Não é um filme confortável para todos. O que é uma pena, pois sua mensagem é tão essencial e forte que deveria ser assistido por todos. É um Barbie 2.0, em uma versão dark e gore, misturando terror, suspense, drama e até alguma coisa de comédia em alguns respiros (importante usar esses momentos para realmente dar uma respirada). Tecnicamente impecável, o som é elemento chave para o filme funcionar, o visual é excelente, com usos frenéticos de macros que não estamos muito acostumados a ver. As atuações, também. Demi Moore e Margaret Qualley não só brilham como também criam caricaturas de si mesmas diante das subjetividades da trama. Enfim, quanto menos você souber sobre o filme, melhor.
Os Mamonas merecem mais. Bem mais. É uma homenagem honesta (pra não dizer barata) que funciona mais para apreciar o trabalho de uma banda cover (com um Dinho excepcional) do que como um filme biográfico. Fora isso, transmite muito amadorismo, em uma vibe meio novela da Record. Falta estrutura, coesão, coerência, aprofundamento. Problemas esses que um roteiro mais qualificado já resolveria bastante. Perde-se muito tempo com cenas totalmente gratuitas e desnecessárias sobre os rolos amorosos dos personagens enquanto poderia ser investido mais tempo em história, em bastidores, em curiosidades. Tudo acontece de forma muito rápida e picotada e os únicos momentos de respiro acabam sendo nas performances musicais, que - volto a frisar - são realmente muito boas. No entanto, ainda assim, tocam muitas vezes as mesmas e deixam outras de fora. O elenco secundário é bastante desconexo e não contribui em praticamente nada para o andamento da história. Mas o problema maior mesmo é a falta de história. Superficial é a palavra que resume. AINDA ASSIM, conseguiu me emocionar. Mas isso não é muito difícil quando se trata de Mamonas, nostalgia e música misturados em um só momento.
Desculpa aí mas eu gostei bastante. A reflexão é muito boa, a execução técnica é excelente, o roteiro poderia ser um pouco mais aprofundado mas temos que lembrar que estamos falando de Netflix, né? Então tô curtindo bem esses filmes apocalítpicos e existenciais que eles tem lançado em finais de ano, assim como foi Não Olhe para Cima (2021) e Ruído Branco (2023).
Bonitinho, mas bem superficial. Serve mais como uma homenagem numa vibe documental do que como um filme biográfico.
Ainda assim, sempre uma delícia apreciar recortes da Tropicália e de todo aquele universo MPB 60/70.
O triste é ter que lembrar, junto a isso, dos tempos de ditadura e constatar o quanto Belchior estava certo ao cantar que ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais. 😥
Mas assim, Sophie Carlotte tá muito bem. Parecia que seria estranho ver ela de Gal pela falta de aparência física, mas rolou algo ali na atuação dela (talvez a própria atuação) que transmitia a vibe exata.
E o guri que faz o Caetano mandou bem demais, deu vontade de ver ele fazendo mais em um filme sobre o mesmo.
eu nunca me canso de reassistir essa joia do nosso cinema. tudo feito com um capricho excepcional e com uma direção impecável. sobre Vladimir Brichta nem tem o que falar, tá brilhando demais. sem contar os plano-sequências maravilhosos e aquela cena lá do soco que é uma das cenas mais fodas que já vi em filmes. Bingo é o nosso Joker!
sejamos francos: é muito bom. mas também é muito chato. tem partes muito confusas e arrastadas que só caem na graça de quem já é cadelinha do Nolan. não é o meu caso. mas ainda assim, um baita filme com excelentes atuações de Cillian Murphy e Robert Downey Jr.
Cometi a burrice de me deixar levar pelos comentários negativos e demorei muito para assistir a essa pérola. Me arrependo muito de não ter assistido no cinema, inclusive.
Claro, não é o melhor do Damien. Pode ser um pouco longo, um pouco confuso, mas acredito que isso faça parte da proposta de transmitir a energia caótica em uma trama repleta de detalhes e camadas, refletindo, especificamente, não somente uma fase importante da história do cinema como as pessoas que fizeram parte disso. Pessoas que faziam cinema literalmente com as próprias mãos, em uma vibe meio mambembe, meio circense, tanto na arte, no trabalho, quanto nas festas.
Tem cenas icônicas, tem muita coisa engraçada, tem atuações brilhantes, tem planos-sequência incríveis, e, claro, muita música. Uma grande orgia artística.
Me pareceu uma mistura de La La Land com Era uma Vez em Hollywood (além de claro, milhares de outras referências ao cinema clássico, que já é característica do diretor).
Assistindo no momento certo com o coração aberto, vale muito!
As definições de "filme comercial" foram atualizadas com sucesso. E não, isso não é uma crítica. É claramente a proposta do projeto mesmo, que deixa isso tão claro que é quase uma sátira a esses filmes de ação megaproduzidos com todos os tipos de explosões, lutas e participações especiais. Não é muito minha praia mas é um ótimo filme para um domingo de tarde. Entretem muito bem.
Uma das animações mais incríveis que já assisti nos últimos anos. Primorosa tanto em aspectos técnicos quanto de enredo, fazia tempo que não via um trabalho tão caprichado e inovador. Com ritmo frenético e cheio de pitadas de humor nonsense, é um prato cheio para as novas gerações - mas sem deixar de envolver a família inteira. Uma pena que vai concorrer com outras animações grandiosas, pois merecia muito o Oscar só pela ousadia de quebrar diversas barreiras e fugir dos padrões.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraQueria ter gostado mais. Mas não posso dizer que não amei.
Wagner Moura está incrível, com uma atuação de grandeza merecida, exalando a naturalidade e a versatilidade que o tornam um dos maiores que temos.
O roteiro é um mergulho em camadas: um banquete de referências à cultura brasileira e recifense dos anos 70, cheio de homenagens ao cinema e à estética dos filmes de espionagem da época.
A direção de arte e a fotografia são um espetáculo à parte: cores, texturas e uma brasilidade quente, quase tátil, que faz a gente se sentir dentro dessa obra tarantinesco-tropicalista.
Mas o que mais me conquistou foram os personagens: todos muito bem formatados, quase caricatos, cheios de carisma e personalidade. Cada um traz um tempero diferente e nos mantém envolvidos e curiosos com a trama. Destaque absoluto pra Dona Sebastiana, com uma força magnética que rouba cada cena.
O final me soou anticlímax, não foi do meu agrado num primeiro momento, mas depois percebi o sentido: uma quebra proposital que reforça o tema central sobre memória, registro e o peso de não conhecer a própria história.
No fim, Agente Secreto é cinema de alto nível: divertido, provocante, esteticamente deslumbrante e intensamente brasileiro.
A Garota da Agulha
4.0 299 Assista AgoraPerturbador, desconfortável, com uma atmosfera amarga e estranha do início ao fim. O que é ótimo, já que a trama se propõe a isso e cumpre com maestria. A genialidade está na simbologia do circo de horrores e das pessoas com duas caras, que vão muito além do personagem de Besir Zeciri.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraFilmaço! Uma fábula moderna, crua, amarga e, ainda assim, extremamente saborosa. De uma energia caótica completamente fascinante e envolvente, o que já é bem característico nos projetos de Sean Baker. Recheada de humor ácido, muitas vezes beirando o constrangimento e desconforto, numa verdadeira montanha-russa de sensações. Madison está deslumbrante. Não sabia muito o que esperar - e o trailer esconde muita coisa - então fui positivamente surpreendido. Pra quem gosta de filmes nessa vibe amarga e caótica, é um prato cheio.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraPancada com poesia.
Sutileza com brutalidade.
Sensibilidade extrema sobre a mais extrema covardia.
Amargo, mas lindo.
Duro, mas necessário.
Fernandas brilhantes.
Eunice, ainda mais.
E a cereja do bolo:
sala quase lotada.
🖤
Motel Destino
3.4 192 Assista Agorafaltou algo... fica muito preso a cenas de sexo ou experimentações visuais com cores, o que não deixa de ser interessante e criativo, mas uma história muito rasa. o protagonisa não me pegou muito também, não deu pra sentir muito afeto pelo casal formado. mas vale o entretenimento!
Will & Harper
4.1 20Imagina um filme com a seguinte trama: dois amigos, um homem e uma mulher trans - que passou recentemente pelo seu processo de transição - resolvem fazer uma viagem de carro pelo sul dos EUA com o objetivo de esclarecer diversas dúvidas que rodeiam esse tema assim como questões sociais, existenciais ou mesmo sobre a própria amizade de longa data de ambos e os possíveis impactos dessa transformação. Pois esse filme existe e é mais do que um filme: é real. Mais do que isso, os amigos são Will Ferrel (ator de comédias grandiosas) e Harper Steele (ex-roteirista de Saturday Night Live), que estrelam esse brilhante documentário de extrema sensibilidade e afeto. Will Ferrel faz o que todos deveríamos fazer com pessoas que passam por transição de gênero: levar para road trips? Não necessariamente, mas sim lidar com esse assunto da forma mais natural possível, sendo transparente com suas amarras e preconceitos, de coração aberto para ouvir e aprender sobre algo que nem essas pessoas ainda tem certeza. Portanto, é sobre estar ali, presente, disposto, seja para auxiliar no que for possível dentro desse processo, seja para somente oferecer o ombro nos momentos de sofrimento. E, sim, estamos falando de Will Farrel, o comediante cínico e escrachado, chorando junto com sua amiga em um carro após um dos vários choques de realidade no trajeto dessa viagem. Um projeto único, de beleza orgânica e extraordinária, mostrando que talvez, em algum aspecto, ainda podemos sentir um pingo de esperança na humanidade. Muito mais do que uma aula sobre transexualidade, uma lição sobre amizade.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraEspetacular. Provavelmente, o filme do ano.
Absurdamente sensorial (por isso a importância de assistir no cinema), proporcionando sentimentos de agonia, perturbação, ansiedade, repugnação, entre outros. Então, sim, tenha estômago e esteja muito preparado para isso. Não é um filme confortável para todos. O que é uma pena, pois sua mensagem é tão essencial e forte que deveria ser assistido por todos. É um Barbie 2.0, em uma versão dark e gore, misturando terror, suspense, drama e até alguma coisa de comédia em alguns respiros (importante usar esses momentos para realmente dar uma respirada). Tecnicamente impecável, o som é elemento chave para o filme funcionar, o visual é excelente, com usos frenéticos de macros que não estamos muito acostumados a ver. As atuações, também. Demi Moore e Margaret Qualley não só brilham como também criam caricaturas de si mesmas diante das subjetividades da trama. Enfim, quanto menos você souber sobre o filme, melhor.
Monstro
4.2 398 Assista AgoraNÃO CONSEGUI TERMINAR, chato demais.
(alguém me conta o final?)
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321Os Mamonas merecem mais. Bem mais.
É uma homenagem honesta (pra não dizer barata) que funciona mais para apreciar o trabalho de uma banda cover (com um Dinho excepcional) do que como um filme biográfico.
Fora isso, transmite muito amadorismo, em uma vibe meio novela da Record. Falta estrutura, coesão, coerência, aprofundamento. Problemas esses que um roteiro mais qualificado já resolveria bastante.
Perde-se muito tempo com cenas totalmente gratuitas e desnecessárias sobre os rolos amorosos dos personagens enquanto poderia ser investido mais tempo em história, em bastidores, em curiosidades. Tudo acontece de forma muito rápida e picotada e os únicos momentos de respiro acabam sendo nas performances musicais, que - volto a frisar - são realmente muito boas. No entanto, ainda assim, tocam muitas vezes as mesmas e deixam outras de fora.
O elenco secundário é bastante desconexo e não contribui em praticamente nada para o andamento da história. Mas o problema maior mesmo é a falta de história.
Superficial é a palavra que resume.
AINDA ASSIM, conseguiu me emocionar. Mas isso não é muito difícil quando se trata de Mamonas, nostalgia e música misturados em um só momento.
O Mundo Depois de Nós
3.2 996 Assista AgoraDesculpa aí mas eu gostei bastante. A reflexão é muito boa, a execução técnica é excelente, o roteiro poderia ser um pouco mais aprofundado mas temos que lembrar que estamos falando de Netflix, né? Então tô curtindo bem esses filmes apocalítpicos e existenciais que eles tem lançado em finais de ano, assim como foi Não Olhe para Cima (2021) e Ruído Branco (2023).
Meu Nome é Gal
3.0 142 Assista AgoraBonitinho, mas bem superficial. Serve mais como uma homenagem numa vibe documental do que como um filme biográfico.
Ainda assim, sempre uma delícia apreciar recortes da Tropicália e de todo aquele universo MPB 60/70.
O triste é ter que lembrar, junto a isso, dos tempos de ditadura e constatar o quanto Belchior estava certo ao cantar que ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais. 😥
Mas assim, Sophie Carlotte tá muito bem. Parecia que seria estranho ver ela de Gal pela falta de aparência física, mas rolou algo ali na atuação dela (talvez a própria atuação) que transmitia a vibe exata.
E o guri que faz o Caetano mandou bem demais, deu vontade de ver ele fazendo mais em um filme sobre o mesmo.
Bom Garoto
2.5 235 Assista AgoraIncrível, apesar da Sigrid.
Fale Comigo
3.5 1,1K Assista AgoraNão adianta. Quando se fala em terror, tem que ser A24.
Bingo - O Rei das Manhãs
4.1 1,2K Assista Agoraeu nunca me canso de reassistir essa joia do nosso cinema. tudo feito com um capricho excepcional e com uma direção impecável. sobre Vladimir Brichta nem tem o que falar, tá brilhando demais. sem contar os plano-sequências maravilhosos e aquela cena lá do soco que é uma das cenas mais fodas que já vi em filmes. Bingo é o nosso Joker!
Oppenheimer
4.0 1,2Ksejamos francos: é muito bom. mas também é muito chato. tem partes muito confusas e arrastadas que só caem na graça de quem já é cadelinha do Nolan. não é o meu caso. mas ainda assim, um baita filme com excelentes atuações de Cillian Murphy e Robert Downey Jr.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraImpactante (em muitos sentidos), revolucionário e necessário.
Greta Gerwig fez história e é incrível a gente estar tendo a oportunidade de vivenciar isso.
Sem mais (mais do que isso já estarei sendo o Ken Palestrinha que Paga de Culto só Porque Assistiu O Poderoso Chefão).
Babilônia
3.6 362Cometi a burrice de me deixar levar pelos comentários negativos e demorei muito para assistir a essa pérola. Me arrependo muito de não ter assistido no cinema, inclusive.
Claro, não é o melhor do Damien. Pode ser um pouco longo, um pouco confuso, mas acredito que isso faça parte da proposta de transmitir a energia caótica em uma trama repleta de detalhes e camadas, refletindo, especificamente, não somente uma fase importante da história do cinema como as pessoas que fizeram parte disso. Pessoas que faziam cinema literalmente com as próprias mãos, em uma vibe meio mambembe, meio circense, tanto na arte, no trabalho, quanto nas festas.
Tem cenas icônicas, tem muita coisa engraçada, tem atuações brilhantes, tem planos-sequência incríveis, e, claro, muita música. Uma grande orgia artística.
Me pareceu uma mistura de La La Land com Era uma Vez em Hollywood (além de claro, milhares de outras referências ao cinema clássico, que já é característica do diretor).
Assistindo no momento certo com o coração aberto, vale muito!
Trem-Bala
3.6 644 Assista AgoraAs definições de "filme comercial" foram atualizadas com sucesso.
E não, isso não é uma crítica. É claramente a proposta do projeto mesmo, que deixa isso tão claro que é quase uma sátira a esses filmes de ação megaproduzidos com todos os tipos de explosões, lutas e participações especiais.
Não é muito minha praia mas é um ótimo filme para um domingo de tarde. Entretem muito bem.
Top Gun: Maverick
4.1 1,1K Assista AgoraÉ um remake disfarçado de sequência. Mas isso tá longe de ser uma crítica. Vale muito pelo entretenimento.
Top Gun: Maverick
4.1 1,1K Assista AgoraGente, é necessário assistir o primeiro?
Sempre em Frente
3.9 170A amargura da vida e a beleza das coisas simples. Coisa mais querida esse filme <3
Licorice Pizza
3.5 635Esquisito.
Só gostei quando tocou Let Me Roll It.
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas
4.0 496Uma das animações mais incríveis que já assisti nos últimos anos. Primorosa tanto em aspectos técnicos quanto de enredo, fazia tempo que não via um trabalho tão caprichado e inovador. Com ritmo frenético e cheio de pitadas de humor nonsense, é um prato cheio para as novas gerações - mas sem deixar de envolver a família inteira. Uma pena que vai concorrer com outras animações grandiosas, pois merecia muito o Oscar só pela ousadia de quebrar diversas barreiras e fugir dos padrões.
O Beco do Pesadelo
3.5 523 Assista AgoraUm pouco lento, mas muito bonito. E gostei dos temperos "tarantinescos".