Acredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.
A história em Box é bem interessante e dramática. Dumplings, minha favorita, é uma crítica social macabra, mas que funciona bem justamente por ser absurda. Cut me tirou totalmente do clima. Detesto alívio cômico em terror.
Nem sempre sinto falta de muitas explicações em filmes mas, pra mim, faltaram nuances na construção do protagonista. Não consegui entender exatamente qual é a dele. E talvez isso tenha sido proposital, porque o próprio Travis não sabe exatamente a quem culpar pelo que o revolta, nem que lugar poderia ocupar no mundo.
que o fato de ter sido fuzileiro causou no Travis uma "síndrome de super herói". Quando ele voltou pra casa e se viu irrelevante no dia-a-dia de uma cidade abarrotada por problemas sociais, começou a ficar piroquinha das ideia, buscando culpados pelo seu sentimento de deslocamento. Quando ele conhece a Iris, encontra a oportunidade de "ser o herói" de alguém.
No fim, achei que o filme se perde em várias cenas desnecessárias, ficando bem maçante.
Pra mim, a história se desenrola numa mistura de paranoias causadas por uma repressão sexual da protagonista, somada à dificuldade dela aceitar o amadurecimento natural das crianças, principalmente de Miles (que o enredo dá a entender ser um pouco mais velho que Flora).
Talvez a informação do que rolou entre os antigos empregados tenha despertado sentimentos até então desconhecidos na governanta (vide a cena em que ela fala da casa de sua família, que "não permitia segredos"). Talvez a sra. Giddens também fosse uma "inocente".
Sombras do Passado
3.3 92 Assista AgoraAcredito que a Margaret possa ter matado o próprio filho durante um surto. Pensei nisso tanto pela necessidade dela querer se provar uma boa mãe, quanto pela cena em que ela tira o bebê do forno. Não acho que tenha sido um sonho qualquer. E o David pode tanto ter sido uma pessoa real que desencadeou um transtorno, quanto a personificação dele (o vídeo da Redatora de M*%$# trazendo a perspectiva do TOC é fantástico). Quando ele diz que o bebê está dentro dele, e que se ele morrer, o bebê também morre, eu interpreto como: 1) ela se deixou dominar, fazendo com que sua doença se apoderasse de uma das coisas mais importantes que ela tinha e 2) superando a crise, ela esquece do filho, ou seja, são os rituais ("gentilezas") e a obsessão que mantêm a lembrança do filho viva. Essa ideia se conectaria com a cena final, dela "acordando" depois de ter conseguido o que queria.
O Pacto
3.2 272A parte da banda do maluco lá foi a mais sofrida ;(
Misericórdia
3.2 24 Assista AgoraEu hein.
Felicidade
4.1 399Queria saber como seria desenvolvido o núcleo da família do Johnny.
Pelos comentários sobre a suposta orientação sexual do garoto e a maneira como o pai dele reagiu na cena do hospital, renderia outro longa facilmente.
A cena da última conversa entre o Bill e o Billy foi uma das mais tristes e pavorosas que já vi.
Clímax
3.6 1,2K Assista AgoraVim por uma história,
ganhei 97 minutos de uma bad trip dançante.
MaXXXine
3.1 673 Assista AgoraAcho que nunca vi um filme ficar tão ruim tão do nada. Já não tava lá essas coisas, mas a partir do momento
em que ela encontra o pai, nossa senhora...
Três... Extremos
3.7 103A história em Box é bem interessante e dramática. Dumplings, minha favorita, é uma crítica social macabra, mas que funciona bem justamente por ser absurda. Cut me tirou totalmente do clima. Detesto alívio cômico em terror.
Taxi Driver
4.2 2,6K Assista AgoraNem sempre sinto falta de muitas explicações em filmes mas, pra mim, faltaram nuances na construção do protagonista. Não consegui entender exatamente qual é a dele. E talvez isso tenha sido proposital, porque o próprio Travis não sabe exatamente a quem culpar pelo que o revolta, nem que lugar poderia ocupar no mundo.
Minha interpretação foi
que o fato de ter sido fuzileiro causou no Travis uma "síndrome de super herói". Quando ele voltou pra casa e se viu irrelevante no dia-a-dia de uma cidade abarrotada por problemas sociais, começou a ficar piroquinha das ideia, buscando culpados pelo seu sentimento de deslocamento. Quando ele conhece a Iris, encontra a oportunidade de "ser o herói" de alguém.
No fim, achei que o filme se perde em várias cenas desnecessárias, ficando bem maçante.
Os Inocentes
4.1 406Pra mim, a história se desenrola numa mistura de paranoias causadas por uma repressão sexual da protagonista, somada à dificuldade dela aceitar o amadurecimento natural das crianças, principalmente de Miles (que o enredo dá a entender ser um pouco mais velho que Flora).
Talvez a informação do que rolou entre os antigos empregados tenha despertado sentimentos até então desconhecidos na governanta (vide a cena em que ela fala da casa de sua família, que "não permitia segredos"). Talvez a sra. Giddens também fosse uma "inocente".
Observador
3.3 411 Assista AgoraProtagonista com cara de panguá o filme todo, que ódio.
The Hole in the Fence
3.1 4Me lembrou vagamente O Senhor das Moscas, mas achei ruim :/
Cachorros
2.9 19Que protagonista insuportável.
Rent-A-Pal
3.6 90 Assista AgoraBem ruim. Se tivessem desenvolvido o delírio do David de forma mais realista, seria um baita filme.
Suspeita
2.7 12Esse roteiro talvez funcionasse num curta tragicômico.
Miss Violence
3.9 1,1K Assista AgoraO sorriso da Eleni no final foi a cereja do bolo.
Um dos filmes mais nojentos e revoltantes que já vi... amei.