Depois de engolir as duas primeiras temporadas, eu enrolei um pouco para só ver essa quando eu pudesse sentar e ver tudo de uma vez. E eu fui feliz e triste em diferentes aspectos.
Por incrível que pareça, acho que a Ginny se redime muito da sua personalidade insuportável das duas primeiras temporadas. Não é que ela fica perfeita do nada, mas ela parece ter mais noção de como ato e consequência andam juntos e nem tudo se resolve com chilique. Existe uma nova maturidade nela. Dito isso, fiquei meio de saco cheio do rolo dela e do Marcus de serem "só amigos", mas os dois não param de cheirar um ao outro. Compreensível, sim, mas demora demais até eles se distanciarem. Sinto que o personagem da Max foi totalmente injustiçado. A Max realmente demonstra durante todos os episódios que ela está se esforçando para não ser "demais" e nem virar o foco para ela para que todas as "amigas" dela continuem usando isso contra ela e a chamando sempre de dramática. A ponto de criarem um grupo só com as 3, sem ela, quando menos de 5 episódios atrás a Norah nem falar com a Ginny queria mais por conta da Georgia. Tem vários outros arcos que eu continuou como "tá, e ai? Vamos resolver ou nem?" principalmente os transtornos alimentares da Abby. E o sobre o personagem do Paul, eu me decepcionei. Parece que pegaram tudo que escreveram sobre o Paul das primeiras temporadas, jogaram no lixo, e substituíram pelo otário que ele foi dessa vez. Acho que ainda existem muitas coisas que podem ser trabalhadas numa próxima temporada, mas espero que consigam seguir com o nível da série.
Eu comecei a ver esse sem saber exatamente o que esperar, e fui positivamente surpreendida. Acho que o maior ponto positivo nesse k-drama é que ele não é mirabolante demais. Claro, tem algumas coisas que a gente aceita porque é uma obra de ficção, mas de maneira geral, ele tem uma história e conta essa história, sem querer que todo episódio tenha uma mega virada ou algo assim. Dito isso, eu tenho uma certa preguiça de romance nos k-dramas. Por mim, só peca no final, onde depois de uma situação enormemente catastrófica, parece que tudo é "resolvido" fácil demais.
Eu fui com baixas expectativas e simplesmente amei. O enredo não se propõe a fazer um grande mousse e entrega exatamente o que ele quer, uma história leve e divertida, sobre amizade e autoconfiança. É cada situação ridícula e absurda que não dá para não rir.
Eu não esperava que esse dorama fosse me fazer rir o tanto que fez e, ainda assim, ter uma abordagem mais madura e delicada sobre saúde mental. Todos os personagens têm seu charme e a química entre todos eles é incrível. E ainda teve uma trilha sonora que, sinceramente, vou levar para a vida.
Rapaz, que dorama bom! É aquele tipo de suspense que vai te levando pra um lado, te dá umas guinadas, você fica perdidinho, criando teoria atrás de teoria e, no fim, entrega uma reviravolta que muda absolutamente tudo. Eu assisto com meus pais, um episódio por dia, e depois do episódio ficávamos os 3 discutindo teorias mirabolantes. Minha única reclamação é com a Bong Yi, que é uma mala sem alça a maior parte do tempo, mas se não tiver não é dorama.
Ok, tem algumas coisas no enredo que a gente deixa passar pelo bem do enredo, mas que a gente precisa forçar muito pra continuar acreditando na verossimilhança da história - tipo o papo todo de transplante cerebral e sei lá mais o que, mas é ficção científica, tudo bem, eu aceito.
Destaque, para mim, para o Lee Heejin que entra de corpo e alma no personagem, roubando totalmente a cena.
Não tem cena na minha opinião que cause mais impacto do que a morte do padre televisionada e ele se desmanchando em lágrimas e implorando pela vida do irmão.
Já tem muito tempo que eu li os livros, mas ainda assim tem alguns acontecimentos que me deixaram em dúvida entre o que eu estava vendo e minha memória. Resultado, terei que reler os livros e confirmar as coisas. De maneira geral, eu achei os atores mirins bons de serviço, claro que com as limitações de atuação que crianças teriam. E já ganha pontos por ser uma adaptação bem mais fiel do que os filmes eram. De maneira geral, é uma série mais leve, para passar um tempo.
De maneira geral, é bem ok. O advogado Cha, a promotora e o vilão são definitivamente os mais interessantes da trama, enquanto os dois protagonistas são bem difíceis de engolir. A principal é uma insuportável até o último minuto do segundo tempo, quando ela de repente fica humilde e legal, e o protagonista só tem um traço de personalidade, que é ser apaixonado pela protagonista.
A diferença de idade podia ser pior, porque pelo menos enfiaram um ano de nada só pro garoto voltar maior de idade, mas achei meio ?? Na minha cabeça, a advogada Jang só não terminou com o advogado Cha porque ele merecia mais.
No mais, não reinventa a roda, traz a tona alguns debates interessantes do ponto de vista ético/jurídico, alguns personagens interessantes e final feliz, então tudo bem. E no mais, como sempre, podia ter uns três episódios a menos.
Facilmente um dos mais divertidos que eu já assisti, mas que ainda se propõe a tratar algumas questões com seriedade. Eu sempre gosto de assistir doramas históricos e ir pesquisando enquanto vou assistindo, para comparar o que foi realidade e o que é ficção. O que mais brilha é, claro, a rainha. A personalidade totalmente egocêntrica e absurda do Jang no corpo da rainha (que tinha toda uma etiqueta a seguir) não deixa espaço para que toda interação não seja engraçada. Claro, acaba se arrastando um pouco em algumas passagens, mas o final foi o que eu já esperava mesmo.
É aquele tipo de enredo que começa forte, com diversão e ritmo nos episódios, com as situações absurdas e as interações estranhas entre os protagonistas. No entanto, acho que vai perdendo fôlego e no final se perde nos mesmos clichês chatos de sempre.
O mocinho literalmente está disposto a continuar com a queridona quando ela se transforma num homem idoso e não está conseguindo voltar (que aliás também, foi jogado aqui só porque ela sempre disse que tinha esse medo, depois ela volta e ninguém explica nada), de perder tudo que ele tem por isso, mas quando os dois chegam a uma crise - ela ter sido culpada pelo acidente dele - ela nem dá chance para ele de tentarem conversar, ela simplesmente chega com aquele discurso do "a gente não pode ficar juntos, eu não te mereço", junta as trouxas dela e vaza. E ai o cara decide ir arriscar a vida dele numa cirurgia com baixíssimas chances de sucesso para a mulher aceitar ele de volta.
Enfim, é um dorama com defeitos, a maioria deles sempre têm, mas ainda assim é bem gostosinho de assistir.
Eu fui assistir porque todo mundo sempre falava que ele era ótimo e acho que tem mesmo ótimos pontos, mas alguns também que torram a paciência. A protagonista neste caso, tem diversos momentos que age como se fosse uma adolescente e não uma adulta. Apesar disso, as interações delas com os outros personagens diverte, como se propõe. O enredo do vilão não reinventa a roda, mas é interessante o suficiente. No final, tudo se resolve no famoso "poder da conveniência no roteiro", mas está valendo. Como sempre, podia ter um ou dois episódios a menos.
É uma comédia romântica com um enredo já batido, mas ainda assim, é uma delícia de ver. Principalmente porque o casal principal se comunica, de forma condizente com a idade dos principais. O enredo das pinturas também não reinventa a roda, mas é bem executado e encerrado. De maneira geral, surpreende de maneira positiva.
É aquela coisa, se eu tivesse assistido logo quando entrei pra esse mundo do entretenimento coreano, talvez eu tivesse entrado no hype, mas assistindo em 2025, mais faz raiva do que atrai. É a mocinha pobre teimosa e o ricaço que ficam brigando o tempo todo, até os dois perceberem que se amam. Não há desenvolvimento nenhum, só se joga os dois juntos e problemas. No início eu ainda achava que tinha algum ritmo nos episódios, mas depois que o casal realmente começa a "combinar", virou uma lenga lenga e um chororô que só Deus. A protagonista deve ter tido torcicolo gravado, porque ela só andava arrastando os pés e de cabeça baixa, como cara de choro. Acaba que o enredo dos amigos do principal ainda conseguem ser um pouco mais interessantes. Em resumo, é ruim, mas ainda dá para rir mesmo quando não é pra ser comédia.
Coloquei na minha lista achando que seria um belo pastelão (eu amo rs), mas até que ele é mais sério que o esperado. Gostei dos atores (principalmente o Kim MooYoung), achei os enredos bem fechadinhos, apesar de não reinventarem a roda. De maneira geral, vale o tempo.
Facilmente um dos doramas que mais me fizeram rir, eram situações tão absurdas que não tinha outro jeito, senão rir. Quanto aos personagens em si, Donggu era um mala de marca maior (mas eu já me acostumei ao casal principal do homem que só sabe destratar e mocinha que aceita tudo), eu adorei todos os outros rs. Claro, a vencedora aqui em casa era a Sol, o bebê mais fofo de todos. Apesar de ter amado Waikiki, não me interessei em ver a segunda temporada (talvez aquele preconceito/medo de que pra que estragar o que terminou bem?). Enfim, vale cada risada.
Com o passar do tempo, é normal que a fórmula de sempre acaba perdendo a força e alguns episódios acabam virando encheção de linguiça, sem importar muito. O desenvolvimento particular do elenco de apoio do House também passou a ser muito mais rasa do que era com o trio original.
O episódio do Kutner me deixou meio pasma de maneira geral, principalmente por ser tão inesperado. E mais ainda quando se confirma que o enredo surgiu só para darem um fim no personagem, sem mais nem menos, sem construção alguma que levasse a isso. Podiam ter dado qualquer fim pro Kutner, mas escolheram o que ia dar mais ibope, como se depressão e sui**** fossem entretenimento somente.
No mais, como sempre, o final da temporada consegue justificar novamente o que nos faz querer assistir House mais e mais.
O plot em si tem vários furos, tipo a garota reencontrar a mãe, ficar incomodada só no primeiro momento com a "semelhança" entre essa mulher e a mãe, virar amiga dela e só depois reconhecer que era mesmo a mãe (por causa de uma alergia a camarão que, no contexto, qualquer pessoa deduziria), a mãe da advogada Ha ir trabalhar na casa da juíza jurando que não ia ser reconhecida, e uma mulher que claramente tinha uma relação pessoal com uma ré ser a juíza do caso dela. São coisas furadas, mas dá para passar um pano. O pior pra mim é que, comparado a todo o drama e tensão que Bong Sang Pil enfrenta para executar sua vingança, a entrega no final é fraca. Eles expõe a juíza e pronto. Cozinhou demais para um resultado que acabou sem sal.
No mais, Bong Sang Pil é carismático, An Oh Ju é detestável, mas engraçado e os episódios não enrolam muito. Pela primeira vez, acho que um dorama não teve um último capítulo de pura enrolação.
Temporada já um pouco mais morna que as outras, a seleção da nova equipe demora demais, o novo trio para mim não consegue manter o pique que a gente já tinha acostumado com o trio anterior (acho que eles tinham muito mais química que os novos) e, com exceção do final da temporada, preciso me esforçar pra lembrar quais episódios são dessa temporada. Ainda diverte, mas começa a perder o gás.
É uma comédia romântica que, como quase todas, o casal simplesmente se ama porque sim, mas há impedimentos. De maneira geral, até que diverte, despretensiosa. Agora, o final, eu podia ter assistido só os 10 primeiros minutos do último episódio e ignorar o resto.
Claro que tinha que ter o plot da perda de memória, se não não é dorama, mas a garota simplesmente casar com o querido sem saber quem ele é e no final colocarem uma cena só pra ficar meio "ah, ela lembra sim", pelo amor de deus. Fora que a SeulBi volta totalmente chata sem a memória. De todos os finais ruins que eu poderia ter esperado, esse foi o pior.
Até aqui, a série se mantem num nível constante e com a mesma pegada. É mais sobre os médicos do que seus pacientes. A essa altura, o elenco principal (House e sua equipe) estão num entrosamento impecável e que sempre diverte e emociona.
50 episódios quase me desanimaram (e de fato podia ser um pouco menos se a gente cortasse aquele moooonte de cena repetida), mas eu tive uma surpresa muito feliz com esse dorama. A cada acontecimento, estava eu lá no google, procurando as informações históricas pra comparar e, de maneira geral, os principais acontecimentos foram bem dentro do que eu encontrei, adorei aprender sobre o período. O elenco também é bem escolhido, Cha SeungWon como sempre se destaca naquilo que faz, seu protagonismo substituído de maneira incrível (a raiva era real contra Injo rs) pelo Kim Jaewon. Apesar dos muiiitos acontecimentos, o enredo segue bem interessante. Meu único problema (que eu resolvia recorrendo frequentemente ao google) era com as passagens de tempo. Eventos que duraram anos são retratados em alguns momentos como tendo acontecido do dia pra noite e pode causar alguma confusão.
Como na primeira temporada, o que importa mesmo é o elenco, os casos médicos seguem a mesma receita de sempre (palpites e erros até o House ter uma ideia mirabolante). House segue sendo um babaca (que faz a gente rir, mas segue sendo babaca) com todo mundo possível e impossível e sendo o médico infalível que fazem dele, e o resto da equipe segue nos conquistando.
DNA Lover não é um dorama ruim, mas também não é bom. A premissa por si só é meio fraca, tem um "plot twist" no meio da história mas que não acrescenta muito em nada e a principal, tadinha, facilmente uma das protagonistas mais chatas que eu já assisti. O resto do elenco ainda consegue divertir com o pouco que o enredo permite trabalhar. Passa tempo, mas nada demais.
Como eu sempre digo, não sabem quando é a hora de terminar um dorama e isso sempre acaba estragando os finais. Pra mim, esse só precisava de 12 episódios, no máximo. O suficiente pra desenvolver e encerrar o suspense envolvendo os protagonistas e o tal sequestro de quando eram crianças, porque os últimos quatro episódios (ou 6, nem lembro), não tem mais o que contar. O casal é um casal, com diálogos e cenas repetitivas, terminei de ver só pra ver os outros casais. O irmão mais velho (que não convence ninguém que ele é mais velho que o outro) perde qualquer relevância logo que ele entra, os diálogos do YoungJoon são todos os mesmos falando sobre a secretária Kim e os dela a mesma coisa. Enfim, dá pra rir bastante, mas decepciona bastante na reta final.
Gostar eu gostei, mas tenho críticas (algumas). Até você começar a ter contexto suficiente para entender a história, os primeiros episódios fluem num ritmo estranho, mas entendo, é uma ambientação. A história me arranca diversas risadas, mas outras coisas acabaram com minha paciência.
Um dos piores romances que eu já vi. Não consigo engolir toda a ideia de colocarem os dois principais como "irmãos" se a intenção era desenvolver um romance desde o início, acho de péssimo gosto. Além disso, a Ahro que é um personagem vivaz e divertido, livre, fica uma chata insuportável ao começar o envolvimento romântico, sua existência agora gira em torno do SeonWoo e ela só sabe chorar por macho. Pra mim, matou uns 30% da minha empolgação com o enredo. Também me mata de raiva que fizeram o cara desmaiar umas 4 vezes em momento cruciais e no final simplesmente NÃO EXPLICAM O MOTIVO.
Torci muito pelo rei e pelos jovens Hwarangs, fui pega de surpresa com a perda repentina de um deles e gostei muito da atuação. De maneira geral, vale a pena, mas sem paciência pro romance.
Ginny e Georgia (3ª Temporada)
3.9 28 Assista AgoraDepois de engolir as duas primeiras temporadas, eu enrolei um pouco para só ver essa quando eu pudesse sentar e ver tudo de uma vez. E eu fui feliz e triste em diferentes aspectos.
Por incrível que pareça, acho que a Ginny se redime muito da sua personalidade insuportável das duas primeiras temporadas. Não é que ela fica perfeita do nada, mas ela parece ter mais noção de como ato e consequência andam juntos e nem tudo se resolve com chilique. Existe uma nova maturidade nela. Dito isso, fiquei meio de saco cheio do rolo dela e do Marcus de serem "só amigos", mas os dois não param de cheirar um ao outro. Compreensível, sim, mas demora demais até eles se distanciarem.
Sinto que o personagem da Max foi totalmente injustiçado. A Max realmente demonstra durante todos os episódios que ela está se esforçando para não ser "demais" e nem virar o foco para ela para que todas as "amigas" dela continuem usando isso contra ela e a chamando sempre de dramática. A ponto de criarem um grupo só com as 3, sem ela, quando menos de 5 episódios atrás a Norah nem falar com a Ginny queria mais por conta da Georgia.
Tem vários outros arcos que eu continuou como "tá, e ai? Vamos resolver ou nem?" principalmente os transtornos alimentares da Abby.
E o sobre o personagem do Paul, eu me decepcionei. Parece que pegaram tudo que escreveram sobre o Paul das primeiras temporadas, jogaram no lixo, e substituíram pelo otário que ele foi dessa vez.
Acho que ainda existem muitas coisas que podem ser trabalhadas numa próxima temporada, mas espero que consigam seguir com o nível da série.
Healer
4.5 56Eu comecei a ver esse sem saber exatamente o que esperar, e fui positivamente surpreendida. Acho que o maior ponto positivo nesse k-drama é que ele não é mirabolante demais. Claro, tem algumas coisas que a gente aceita porque é uma obra de ficção, mas de maneira geral, ele tem uma história e conta essa história, sem querer que todo episódio tenha uma mega virada ou algo assim. Dito isso, eu tenho uma certa preguiça de romance nos k-dramas. Por mim, só peca no final, onde depois de uma situação enormemente catastrófica, parece que tudo é "resolvido" fácil demais.
E aspas em resolvido, porque a verdade vem a tona e feijoada.
A lenda do soldado cozinheiro
4.2 3Eu fui com baixas expectativas e simplesmente amei. O enredo não se propõe a fazer um grande mousse e entrega exatamente o que ele quer, uma história leve e divertida, sobre amizade e autoconfiança. É cada situação ridícula e absurda que não dá para não rir.
Eu quase virei do avesso de tanto rir com o Sungjae vestido de vovó, esperei uma cena emocionante e recebi mais humor.
E, o melhor de tudo para mim, ele não se estende. A história acaba exatamente quando deveria, sem começar a desgastar a si mesma. Show demais.
It's Okay, It's Love
4.6 64Eu não esperava que esse dorama fosse me fazer rir o tanto que fez e, ainda assim, ter uma abordagem mais madura e delicada sobre saúde mental. Todos os personagens têm seu charme e a química entre todos eles é incrível. E ainda teve uma trilha sonora que, sinceramente, vou levar para a vida.
No mais, nada - absolutamente nada - poderia ter me preparado pro plot twist envolvendo o personagem do Kyungsoo. Aquilo me deixou pasma por horas.
É um dorama mais maduro, mas encantador. Minha família toda amou.
Mouse
4.4 35 Assista AgoraRapaz, que dorama bom! É aquele tipo de suspense que vai te levando pra um lado, te dá umas guinadas, você fica perdidinho, criando teoria atrás de teoria e, no fim, entrega uma reviravolta que muda absolutamente tudo. Eu assisto com meus pais, um episódio por dia, e depois do episódio ficávamos os 3 discutindo teorias mirabolantes. Minha única reclamação é com a Bong Yi, que é uma mala sem alça a maior parte do tempo, mas se não tiver não é dorama.
Ok, tem algumas coisas no enredo que a gente deixa passar pelo bem do enredo, mas que a gente precisa forçar muito pra continuar acreditando na verossimilhança da história - tipo o papo todo de transplante cerebral e sei lá mais o que, mas é ficção científica, tudo bem, eu aceito.
Destaque, para mim, para o Lee Heejin que entra de corpo e alma no personagem, roubando totalmente a cena.
Não tem cena na minha opinião que cause mais impacto do que a morte do padre televisionada e ele se desmanchando em lágrimas e implorando pela vida do irmão.
Percy Jackson e os Olimpianos (1ª Temporada)
3.3 153 Assista AgoraJá tem muito tempo que eu li os livros, mas ainda assim tem alguns acontecimentos que me deixaram em dúvida entre o que eu estava vendo e minha memória. Resultado, terei que reler os livros e confirmar as coisas. De maneira geral, eu achei os atores mirins bons de serviço, claro que com as limitações de atuação que crianças teriam. E já ganha pontos por ser uma adaptação bem mais fiel do que os filmes eram. De maneira geral, é uma série mais leve, para passar um tempo.
I Hear Your Voice
4.4 24De maneira geral, é bem ok. O advogado Cha, a promotora e o vilão são definitivamente os mais interessantes da trama, enquanto os dois protagonistas são bem difíceis de engolir. A principal é uma insuportável até o último minuto do segundo tempo, quando ela de repente fica humilde e legal, e o protagonista só tem um traço de personalidade, que é ser apaixonado pela protagonista.
A diferença de idade podia ser pior, porque pelo menos enfiaram um ano de nada só pro garoto voltar maior de idade, mas achei meio ?? Na minha cabeça, a advogada Jang só não terminou com o advogado Cha porque ele merecia mais.
No mais, não reinventa a roda, traz a tona alguns debates interessantes do ponto de vista ético/jurídico, alguns personagens interessantes e final feliz, então tudo bem.
E no mais, como sempre, podia ter uns três episódios a menos.
Mr. Queen
4.4 40Facilmente um dos mais divertidos que eu já assisti, mas que ainda se propõe a tratar algumas questões com seriedade. Eu sempre gosto de assistir doramas históricos e ir pesquisando enquanto vou assistindo, para comparar o que foi realidade e o que é ficção.
O que mais brilha é, claro, a rainha. A personalidade totalmente egocêntrica e absurda do Jang no corpo da rainha (que tinha toda uma etiqueta a seguir) não deixa espaço para que toda interação não seja engraçada.
Claro, acaba se arrastando um pouco em algumas passagens, mas o final foi o que eu já esperava mesmo.
The Beauty Inside
4.2 20É aquele tipo de enredo que começa forte, com diversão e ritmo nos episódios, com as situações absurdas e as interações estranhas entre os protagonistas. No entanto, acho que vai perdendo fôlego e no final se perde nos mesmos clichês chatos de sempre.
O mocinho literalmente está disposto a continuar com a queridona quando ela se transforma num homem idoso e não está conseguindo voltar (que aliás também, foi jogado aqui só porque ela sempre disse que tinha esse medo, depois ela volta e ninguém explica nada), de perder tudo que ele tem por isso, mas quando os dois chegam a uma crise - ela ter sido culpada pelo acidente dele - ela nem dá chance para ele de tentarem conversar, ela simplesmente chega com aquele discurso do "a gente não pode ficar juntos, eu não te mereço", junta as trouxas dela e vaza. E ai o cara decide ir arriscar a vida dele numa cirurgia com baixíssimas chances de sucesso para a mulher aceitar ele de volta.
Enfim, é um dorama com defeitos, a maioria deles sempre têm, mas ainda assim é bem gostosinho de assistir.
Strong Woman Do Bong Soon
4.4 117Eu fui assistir porque todo mundo sempre falava que ele era ótimo e acho que tem mesmo ótimos pontos, mas alguns também que torram a paciência. A protagonista neste caso, tem diversos momentos que age como se fosse uma adolescente e não uma adulta. Apesar disso, as interações delas com os outros personagens diverte, como se propõe. O enredo do vilão não reinventa a roda, mas é interessante o suficiente. No final, tudo se resolve no famoso "poder da conveniência no roteiro", mas está valendo.
Como sempre, podia ter um ou dois episódios a menos.
Her Private Life
4.1 42 Assista AgoraÉ uma comédia romântica com um enredo já batido, mas ainda assim, é uma delícia de ver. Principalmente porque o casal principal se comunica, de forma condizente com a idade dos principais. O enredo das pinturas também não reinventa a roda, mas é bem executado e encerrado.
De maneira geral, surpreende de maneira positiva.
Meninos Antes de Flores
4.1 245 Assista AgoraÉ aquela coisa, se eu tivesse assistido logo quando entrei pra esse mundo do entretenimento coreano, talvez eu tivesse entrado no hype, mas assistindo em 2025, mais faz raiva do que atrai.
É a mocinha pobre teimosa e o ricaço que ficam brigando o tempo todo, até os dois perceberem que se amam. Não há desenvolvimento nenhum, só se joga os dois juntos e problemas. No início eu ainda achava que tinha algum ritmo nos episódios, mas depois que o casal realmente começa a "combinar", virou uma lenga lenga e um chororô que só Deus. A protagonista deve ter tido torcicolo gravado, porque ela só andava arrastando os pés e de cabeça baixa, como cara de choro.
Acaba que o enredo dos amigos do principal ainda conseguem ser um pouco mais interessantes.
Em resumo, é ruim, mas ainda dá para rir mesmo quando não é pra ser comédia.
Detetive Zumbi
4.2 9Coloquei na minha lista achando que seria um belo pastelão (eu amo rs), mas até que ele é mais sério que o esperado. Gostei dos atores (principalmente o Kim MooYoung), achei os enredos bem fechadinhos, apesar de não reinventarem a roda. De maneira geral, vale o tempo.
Laughter in Waikiki
4.2 17Facilmente um dos doramas que mais me fizeram rir, eram situações tão absurdas que não tinha outro jeito, senão rir. Quanto aos personagens em si, Donggu era um mala de marca maior (mas eu já me acostumei ao casal principal do homem que só sabe destratar e mocinha que aceita tudo), eu adorei todos os outros rs. Claro, a vencedora aqui em casa era a Sol, o bebê mais fofo de todos.
Apesar de ter amado Waikiki, não me interessei em ver a segunda temporada (talvez aquele preconceito/medo de que pra que estragar o que terminou bem?).
Enfim, vale cada risada.
Dr. House (5ª Temporada)
4.5 178Com o passar do tempo, é normal que a fórmula de sempre acaba perdendo a força e alguns episódios acabam virando encheção de linguiça, sem importar muito. O desenvolvimento particular do elenco de apoio do House também passou a ser muito mais rasa do que era com o trio original.
O episódio do Kutner me deixou meio pasma de maneira geral, principalmente por ser tão inesperado. E mais ainda quando se confirma que o enredo surgiu só para darem um fim no personagem, sem mais nem menos, sem construção alguma que levasse a isso. Podiam ter dado qualquer fim pro Kutner, mas escolheram o que ia dar mais ibope, como se depressão e sui**** fossem entretenimento somente.
No mais, como sempre, o final da temporada consegue justificar novamente o que nos faz querer assistir House mais e mais.
Advogado Fora da Lei
4.0 13De maneira geral, entretém, o que pra mim já vale muito. Claro, tem alguns defeitos que acabam comprometendo um pouco a coisa.
O plot em si tem vários furos, tipo a garota reencontrar a mãe, ficar incomodada só no primeiro momento com a "semelhança" entre essa mulher e a mãe, virar amiga dela e só depois reconhecer que era mesmo a mãe (por causa de uma alergia a camarão que, no contexto, qualquer pessoa deduziria), a mãe da advogada Ha ir trabalhar na casa da juíza jurando que não ia ser reconhecida, e uma mulher que claramente tinha uma relação pessoal com uma ré ser a juíza do caso dela. São coisas furadas, mas dá para passar um pano. O pior pra mim é que, comparado a todo o drama e tensão que Bong Sang Pil enfrenta para executar sua vingança, a entrega no final é fraca. Eles expõe a juíza e pronto. Cozinhou demais para um resultado que acabou sem sal.
No mais, Bong Sang Pil é carismático, An Oh Ju é detestável, mas engraçado e os episódios não enrolam muito. Pela primeira vez, acho que um dorama não teve um último capítulo de pura enrolação.
Dr. House (4ª Temporada)
4.5 230Temporada já um pouco mais morna que as outras, a seleção da nova equipe demora demais, o novo trio para mim não consegue manter o pique que a gente já tinha acostumado com o trio anterior (acho que eles tinham muito mais química que os novos) e, com exceção do final da temporada, preciso me esforçar pra lembrar quais episódios são dessa temporada. Ainda diverte, mas começa a perder o gás.
Jinxed At First
3.3 2É uma comédia romântica que, como quase todas, o casal simplesmente se ama porque sim, mas há impedimentos. De maneira geral, até que diverte, despretensiosa.
Agora, o final, eu podia ter assistido só os 10 primeiros minutos do último episódio e ignorar o resto.
Claro que tinha que ter o plot da perda de memória, se não não é dorama, mas a garota simplesmente casar com o querido sem saber quem ele é e no final colocarem uma cena só pra ficar meio "ah, ela lembra sim", pelo amor de deus. Fora que a SeulBi volta totalmente chata sem a memória. De todos os finais ruins que eu poderia ter esperado, esse foi o pior.
Dr. House (3ª Temporada)
4.5 142Até aqui, a série se mantem num nível constante e com a mesma pegada. É mais sobre os médicos do que seus pacientes. A essa altura, o elenco principal (House e sua equipe) estão num entrosamento impecável e que sempre diverte e emociona.
Terminei a temporada temerosa sobre as mudanças de elenco, duvidando que tenhamos um entrosamento bom igual os 4 tinham.
Splendid Politics
4.0 2 Assista Agora50 episódios quase me desanimaram (e de fato podia ser um pouco menos se a gente cortasse aquele moooonte de cena repetida), mas eu tive uma surpresa muito feliz com esse dorama. A cada acontecimento, estava eu lá no google, procurando as informações históricas pra comparar e, de maneira geral, os principais acontecimentos foram bem dentro do que eu encontrei, adorei aprender sobre o período.
O elenco também é bem escolhido, Cha SeungWon como sempre se destaca naquilo que faz, seu protagonismo substituído de maneira incrível (a raiva era real contra Injo rs) pelo Kim Jaewon.
Apesar dos muiiitos acontecimentos, o enredo segue bem interessante. Meu único problema (que eu resolvia recorrendo frequentemente ao google) era com as passagens de tempo. Eventos que duraram anos são retratados em alguns momentos como tendo acontecido do dia pra noite e pode causar alguma confusão.
Dr. House (2ª Temporada)
4.5 154Como na primeira temporada, o que importa mesmo é o elenco, os casos médicos seguem a mesma receita de sempre (palpites e erros até o House ter uma ideia mirabolante). House segue sendo um babaca (que faz a gente rir, mas segue sendo babaca) com todo mundo possível e impossível e sendo o médico infalível que fazem dele, e o resto da equipe segue nos conquistando.
DNA Lover
3.2 1DNA Lover não é um dorama ruim, mas também não é bom. A premissa por si só é meio fraca, tem um "plot twist" no meio da história mas que não acrescenta muito em nada e a principal, tadinha, facilmente uma das protagonistas mais chatas que eu já assisti. O resto do elenco ainda consegue divertir com o pouco que o enredo permite trabalhar. Passa tempo, mas nada demais.
What's Wrong With Secretary Kim
4.3 79Como eu sempre digo, não sabem quando é a hora de terminar um dorama e isso sempre acaba estragando os finais. Pra mim, esse só precisava de 12 episódios, no máximo. O suficiente pra desenvolver e encerrar o suspense envolvendo os protagonistas e o tal sequestro de quando eram crianças, porque os últimos quatro episódios (ou 6, nem lembro), não tem mais o que contar. O casal é um casal, com diálogos e cenas repetitivas, terminei de ver só pra ver os outros casais. O irmão mais velho (que não convence ninguém que ele é mais velho que o outro) perde qualquer relevância logo que ele entra, os diálogos do YoungJoon são todos os mesmos falando sobre a secretária Kim e os dela a mesma coisa. Enfim, dá pra rir bastante, mas decepciona bastante na reta final.
Hwarang: The Beginning
4.0 50Gostar eu gostei, mas tenho críticas (algumas). Até você começar a ter contexto suficiente para entender a história, os primeiros episódios fluem num ritmo estranho, mas entendo, é uma ambientação. A história me arranca diversas risadas, mas outras coisas acabaram com minha paciência.
Um dos piores romances que eu já vi. Não consigo engolir toda a ideia de colocarem os dois principais como "irmãos" se a intenção era desenvolver um romance desde o início, acho de péssimo gosto. Além disso, a Ahro que é um personagem vivaz e divertido, livre, fica uma chata insuportável ao começar o envolvimento romântico, sua existência agora gira em torno do SeonWoo e ela só sabe chorar por macho. Pra mim, matou uns 30% da minha empolgação com o enredo.
Também me mata de raiva que fizeram o cara desmaiar umas 4 vezes em momento cruciais e no final simplesmente NÃO EXPLICAM O MOTIVO.
Torci muito pelo rei e pelos jovens Hwarangs, fui pega de surpresa com a perda repentina de um deles e gostei muito da atuação. De maneira geral, vale a pena, mas sem paciência pro romance.