De maneira geral, é bem ok. O advogado Cha, a promotora e o vilão são definitivamente os mais interessantes da trama, enquanto os dois protagonistas são bem difíceis de engolir. A principal é uma insuportável até o último minuto do segundo tempo, quando ela de repente fica humilde e legal, e o protagonista só tem um traço de personalidade, que é ser apaixonado pela protagonista.
A diferença de idade podia ser pior, porque pelo menos enfiaram um ano de nada só pro garoto voltar maior de idade, mas achei meio ?? Na minha cabeça, a advogada Jang só não terminou com o advogado Cha porque ele merecia mais.
No mais, não reinventa a roda, traz a tona alguns debates interessantes do ponto de vista ético/jurídico, alguns personagens interessantes e final feliz, então tudo bem. E no mais, como sempre, podia ter uns três episódios a menos.
Acho que o nome faz todo mundo ir assistir com um pé atrás, inclusive eu, mas eu fiquei bem feliz. O roteiro não tem nada de impressionante ou novo, mas é bem executado. A animação é divertida e esteticamente interessante. O melhor do filme, para mim, definitivamente são as músicas. Como um todo - figurinos, músicas, comportamentos - nota-se que houve cuidado para trazer o kpop o mais próximo do que de fato é, e não só usaram o nome para atrair "hype". Enfim, é bobo, mas é divertido e entretém.
Não conheço HQ que deu origem ao filme, mas eu fiquei grata com a boa surpresa de Nimona. O filme tem uma mensagem bem óbvia sobre aceitar o diferente, isso tudo regado com doses enormes de humor ácido e uma animação esteticamente muito bonita. Enfim, eu adorei dar uma chance para Nimona, sinto até que demorei demais.
Vou ser bem honesta, logo no início da animação eu estava muito perdida. Muito. Estava achando tudo muito bonitinho, com os traços simples, a música. Mas a medida que o filme ia passando e eu ia tentando interpretar cada coisinha, eu fiquei completamente absorvida com nosso menino e sua visão de mundo. Concordo um pouco com o pessoal que falou que ele parece um pouco maior que deveria, mas não foi algo que atrapalhou a experiência. Uma gracinha e de uma crítica certeira.
Eu demorei a ver esse filme e, meu Deus. Eu esperava algo diferente do comum com todos os comentários que eu já tinha ouvido - e o filme começa com um ritmo cômico e meio esquisito ao mesmo tempo, mas a história simplesmente vira para um lado que eu não tinha a menor ideia que poderia ir. E duas vezes ainda por cima.
A descoberta do cara morando num porão me pegou muito desprevenida - achei que o parasita seria literalmente sobre a família, não que já teria outro rs - e quando o pai surta e mata o ricaço, eu imaginava que ele ia endoidar com os comentários sobre o cheiro, mas nem tanto.
Facilmente um dos mais divertidos que eu já assisti, mas que ainda se propõe a tratar algumas questões com seriedade. Eu sempre gosto de assistir doramas históricos e ir pesquisando enquanto vou assistindo, para comparar o que foi realidade e o que é ficção. O que mais brilha é, claro, a rainha. A personalidade totalmente egocêntrica e absurda do Jang no corpo da rainha (que tinha toda uma etiqueta a seguir) não deixa espaço para que toda interação não seja engraçada. Claro, acaba se arrastando um pouco em algumas passagens, mas o final foi o que eu já esperava mesmo.
É aquele tipo de enredo que começa forte, com diversão e ritmo nos episódios, com as situações absurdas e as interações estranhas entre os protagonistas. No entanto, acho que vai perdendo fôlego e no final se perde nos mesmos clichês chatos de sempre.
O mocinho literalmente está disposto a continuar com a queridona quando ela se transforma num homem idoso e não está conseguindo voltar (que aliás também, foi jogado aqui só porque ela sempre disse que tinha esse medo, depois ela volta e ninguém explica nada), de perder tudo que ele tem por isso, mas quando os dois chegam a uma crise - ela ter sido culpada pelo acidente dele - ela nem dá chance para ele de tentarem conversar, ela simplesmente chega com aquele discurso do "a gente não pode ficar juntos, eu não te mereço", junta as trouxas dela e vaza. E ai o cara decide ir arriscar a vida dele numa cirurgia com baixíssimas chances de sucesso para a mulher aceitar ele de volta.
Enfim, é um dorama com defeitos, a maioria deles sempre têm, mas ainda assim é bem gostosinho de assistir.
Eu fui assistir porque todo mundo sempre falava que ele era ótimo e acho que tem mesmo ótimos pontos, mas alguns também que torram a paciência. A protagonista neste caso, tem diversos momentos que age como se fosse uma adolescente e não uma adulta. Apesar disso, as interações delas com os outros personagens diverte, como se propõe. O enredo do vilão não reinventa a roda, mas é interessante o suficiente. No final, tudo se resolve no famoso "poder da conveniência no roteiro", mas está valendo. Como sempre, podia ter um ou dois episódios a menos.
É uma comédia romântica com um enredo já batido, mas ainda assim, é uma delícia de ver. Principalmente porque o casal principal se comunica, de forma condizente com a idade dos principais. O enredo das pinturas também não reinventa a roda, mas é bem executado e encerrado. De maneira geral, surpreende de maneira positiva.
É aquela coisa, se eu tivesse assistido logo quando entrei pra esse mundo do entretenimento coreano, talvez eu tivesse entrado no hype, mas assistindo em 2025, mais faz raiva do que atrai. É a mocinha pobre teimosa e o ricaço que ficam brigando o tempo todo, até os dois perceberem que se amam. Não há desenvolvimento nenhum, só se joga os dois juntos e problemas. No início eu ainda achava que tinha algum ritmo nos episódios, mas depois que o casal realmente começa a "combinar", virou uma lenga lenga e um chororô que só Deus. A protagonista deve ter tido torcicolo gravado, porque ela só andava arrastando os pés e de cabeça baixa, como cara de choro. Acaba que o enredo dos amigos do principal ainda conseguem ser um pouco mais interessantes. Em resumo, é ruim, mas ainda dá para rir mesmo quando não é pra ser comédia.
Eu sou muito fã do universo que o James Cameron criou com Pandora e os Na'vis, e concordo com quase todo mundo - os filmes sempre são lindos, mas em questão de roteiro, só há um comentário a ser feito: é fraco. E desde o primeiro ele não é exatamente inovador. No primeiro e no segundo filmes pelo menos dá para sentir que está acontecendo uma construção dos personagens e desse ambiente "mágico", mas não senti isso neste terceiro. A única característica da vilã nova é que ela é má (colocaram uma historinha triste pra dar contexto que literalmente gasta 2 minutos de filme e nunca mais é falado), e ela faz maldades. Não trabalharam nada sobre o clã dela, além de que eles também são todos maus. O clã dos comerciantes também aparece com muita pompa e em dez minutos some completamente sem mais nada ser dito sobre. Por fim, além do enredo todo seguir a mesma receita de sempre, talvez o que tenha para ser contado em mais dois filmes pudesse ser agregado ao terceiro depois de uma revisão de roteiro e fechar como uma trilogia, mas uma trilogia impecável.
Coloquei na minha lista achando que seria um belo pastelão (eu amo rs), mas até que ele é mais sério que o esperado. Gostei dos atores (principalmente o Kim MooYoung), achei os enredos bem fechadinhos, apesar de não reinventarem a roda. De maneira geral, vale o tempo.
Facilmente um dos doramas que mais me fizeram rir, eram situações tão absurdas que não tinha outro jeito, senão rir. Quanto aos personagens em si, Donggu era um mala de marca maior (mas eu já me acostumei ao casal principal do homem que só sabe destratar e mocinha que aceita tudo), eu adorei todos os outros rs. Claro, a vencedora aqui em casa era a Sol, o bebê mais fofo de todos. Apesar de ter amado Waikiki, não me interessei em ver a segunda temporada (talvez aquele preconceito/medo de que pra que estragar o que terminou bem?). Enfim, vale cada risada.
Com o passar do tempo, é normal que a fórmula de sempre acaba perdendo a força e alguns episódios acabam virando encheção de linguiça, sem importar muito. O desenvolvimento particular do elenco de apoio do House também passou a ser muito mais rasa do que era com o trio original.
O episódio do Kutner me deixou meio pasma de maneira geral, principalmente por ser tão inesperado. E mais ainda quando se confirma que o enredo surgiu só para darem um fim no personagem, sem mais nem menos, sem construção alguma que levasse a isso. Podiam ter dado qualquer fim pro Kutner, mas escolheram o que ia dar mais ibope, como se depressão e sui**** fossem entretenimento somente.
No mais, como sempre, o final da temporada consegue justificar novamente o que nos faz querer assistir House mais e mais.
Cumpre exatamente o que se propõe a ser, uma comédia romântica sessão da tarde, com todos os elementos desse tipo de filme dos anos 2000 - a patricinha mimada, o galã bonitinho e de bom coração, a protagonista que é uma menina "diferente de todas as outras" e os "nerds esquisitos" em tom cômico. Diverte, mas é mais do mesmo.
Assisti despretensiosamente e até que gostei mais do que esperava. O filme vai tomando um ritmo que você começa a assistir achando meio ok, em seguida você fica tomado por aquela estranheza toda da situação, e ai tem uma virada no roteiro que leva o filme de um tom para um 3x mais frenético, mas onde você fica meio perdido. Gostei das atuações também. Enfim, vale o passatempo.
O plot em si tem vários furos, tipo a garota reencontrar a mãe, ficar incomodada só no primeiro momento com a "semelhança" entre essa mulher e a mãe, virar amiga dela e só depois reconhecer que era mesmo a mãe (por causa de uma alergia a camarão que, no contexto, qualquer pessoa deduziria), a mãe da advogada Ha ir trabalhar na casa da juíza jurando que não ia ser reconhecida, e uma mulher que claramente tinha uma relação pessoal com uma ré ser a juíza do caso dela. São coisas furadas, mas dá para passar um pano. O pior pra mim é que, comparado a todo o drama e tensão que Bong Sang Pil enfrenta para executar sua vingança, a entrega no final é fraca. Eles expõe a juíza e pronto. Cozinhou demais para um resultado que acabou sem sal.
No mais, Bong Sang Pil é carismático, An Oh Ju é detestável, mas engraçado e os episódios não enrolam muito. Pela primeira vez, acho que um dorama não teve um último capítulo de pura enrolação.
Temporada já um pouco mais morna que as outras, a seleção da nova equipe demora demais, o novo trio para mim não consegue manter o pique que a gente já tinha acostumado com o trio anterior (acho que eles tinham muito mais química que os novos) e, com exceção do final da temporada, preciso me esforçar pra lembrar quais episódios são dessa temporada. Ainda diverte, mas começa a perder o gás.
É uma comédia romântica que, como quase todas, o casal simplesmente se ama porque sim, mas há impedimentos. De maneira geral, até que diverte, despretensiosa. Agora, o final, eu podia ter assistido só os 10 primeiros minutos do último episódio e ignorar o resto.
Claro que tinha que ter o plot da perda de memória, se não não é dorama, mas a garota simplesmente casar com o querido sem saber quem ele é e no final colocarem uma cena só pra ficar meio "ah, ela lembra sim", pelo amor de deus. Fora que a SeulBi volta totalmente chata sem a memória. De todos os finais ruins que eu poderia ter esperado, esse foi o pior.
Apesar de ser um filme para um público infantil (e talvez por isso não ter um super enredo, super inovador nem nada), é uma delícia de assistir e diverte muito. Demorei muitos anos pra finalmente assistir, mas que pena. Amei os guardiões, que dispensam apresentações (as icônicas figuras da infância) e logo de cara as interações entre eles e o Jack me fizeram rir. Gostei bastante, apesar de não reinventar a roda.
Confesso que fui ver porque já tinha visto nos shorts das redes sociais a famigerada cena da torta rs E que filme maravilhoso. Apesar de todo o humor que traz, ele expõe a luz o absurdo da segregação e mais uma vez esfrega sal na ferida ainda tão aberta. Fora o elenco de peso que nos envolve sem esforço. Viola Davis e Octavia Spencer chegam "metendo o pé na porta" e imediatamente nos conquistando.
Todo filme que mostra a segregação racial e como ela era absurda é sempre bom. Cada um das mulheres lutando contra um sistema que sempre tentava deixá-la nas sombras, tanto pelo gênero, quanto pela cor. Muito bom o filme.
Até aqui, a série se mantem num nível constante e com a mesma pegada. É mais sobre os médicos do que seus pacientes. A essa altura, o elenco principal (House e sua equipe) estão num entrosamento impecável e que sempre diverte e emociona.
50 episódios quase me desanimaram (e de fato podia ser um pouco menos se a gente cortasse aquele moooonte de cena repetida), mas eu tive uma surpresa muito feliz com esse dorama. A cada acontecimento, estava eu lá no google, procurando as informações históricas pra comparar e, de maneira geral, os principais acontecimentos foram bem dentro do que eu encontrei, adorei aprender sobre o período. O elenco também é bem escolhido, Cha SeungWon como sempre se destaca naquilo que faz, seu protagonismo substituído de maneira incrível (a raiva era real contra Injo rs) pelo Kim Jaewon. Apesar dos muiiitos acontecimentos, o enredo segue bem interessante. Meu único problema (que eu resolvia recorrendo frequentemente ao google) era com as passagens de tempo. Eventos que duraram anos são retratados em alguns momentos como tendo acontecido do dia pra noite e pode causar alguma confusão.
I Hear Your Voice
4.4 24De maneira geral, é bem ok. O advogado Cha, a promotora e o vilão são definitivamente os mais interessantes da trama, enquanto os dois protagonistas são bem difíceis de engolir. A principal é uma insuportável até o último minuto do segundo tempo, quando ela de repente fica humilde e legal, e o protagonista só tem um traço de personalidade, que é ser apaixonado pela protagonista.
A diferença de idade podia ser pior, porque pelo menos enfiaram um ano de nada só pro garoto voltar maior de idade, mas achei meio ?? Na minha cabeça, a advogada Jang só não terminou com o advogado Cha porque ele merecia mais.
No mais, não reinventa a roda, traz a tona alguns debates interessantes do ponto de vista ético/jurídico, alguns personagens interessantes e final feliz, então tudo bem.
E no mais, como sempre, podia ter uns três episódios a menos.
Guerreiras do K-Pop
3.7 211 Assista AgoraAcho que o nome faz todo mundo ir assistir com um pé atrás, inclusive eu, mas eu fiquei bem feliz. O roteiro não tem nada de impressionante ou novo, mas é bem executado. A animação é divertida e esteticamente interessante. O melhor do filme, para mim, definitivamente são as músicas. Como um todo - figurinos, músicas, comportamentos - nota-se que houve cuidado para trazer o kpop o mais próximo do que de fato é, e não só usaram o nome para atrair "hype". Enfim, é bobo, mas é divertido e entretém.
Nimona
4.1 248 Assista AgoraNão conheço HQ que deu origem ao filme, mas eu fiquei grata com a boa surpresa de Nimona. O filme tem uma mensagem bem óbvia sobre aceitar o diferente, isso tudo regado com doses enormes de humor ácido e uma animação esteticamente muito bonita. Enfim, eu adorei dar uma chance para Nimona, sinto até que demorei demais.
O Menino e o Mundo
4.3 734 Assista AgoraVou ser bem honesta, logo no início da animação eu estava muito perdida. Muito. Estava achando tudo muito bonitinho, com os traços simples, a música. Mas a medida que o filme ia passando e eu ia tentando interpretar cada coisinha, eu fiquei completamente absorvida com nosso menino e sua visão de mundo. Concordo um pouco com o pessoal que falou que ele parece um pouco maior que deveria, mas não foi algo que atrapalhou a experiência. Uma gracinha e de uma crítica certeira.
Parasita
4.5 3,7K Assista AgoraEu demorei a ver esse filme e, meu Deus. Eu esperava algo diferente do comum com todos os comentários que eu já tinha ouvido - e o filme começa com um ritmo cômico e meio esquisito ao mesmo tempo, mas a história simplesmente vira para um lado que eu não tinha a menor ideia que poderia ir. E duas vezes ainda por cima.
A descoberta do cara morando num porão me pegou muito desprevenida - achei que o parasita seria literalmente sobre a família, não que já teria outro rs - e quando o pai surta e mata o ricaço, eu imaginava que ele ia endoidar com os comentários sobre o cheiro, mas nem tanto.
Mr. Queen
4.4 40Facilmente um dos mais divertidos que eu já assisti, mas que ainda se propõe a tratar algumas questões com seriedade. Eu sempre gosto de assistir doramas históricos e ir pesquisando enquanto vou assistindo, para comparar o que foi realidade e o que é ficção.
O que mais brilha é, claro, a rainha. A personalidade totalmente egocêntrica e absurda do Jang no corpo da rainha (que tinha toda uma etiqueta a seguir) não deixa espaço para que toda interação não seja engraçada.
Claro, acaba se arrastando um pouco em algumas passagens, mas o final foi o que eu já esperava mesmo.
The Beauty Inside
4.2 20É aquele tipo de enredo que começa forte, com diversão e ritmo nos episódios, com as situações absurdas e as interações estranhas entre os protagonistas. No entanto, acho que vai perdendo fôlego e no final se perde nos mesmos clichês chatos de sempre.
O mocinho literalmente está disposto a continuar com a queridona quando ela se transforma num homem idoso e não está conseguindo voltar (que aliás também, foi jogado aqui só porque ela sempre disse que tinha esse medo, depois ela volta e ninguém explica nada), de perder tudo que ele tem por isso, mas quando os dois chegam a uma crise - ela ter sido culpada pelo acidente dele - ela nem dá chance para ele de tentarem conversar, ela simplesmente chega com aquele discurso do "a gente não pode ficar juntos, eu não te mereço", junta as trouxas dela e vaza. E ai o cara decide ir arriscar a vida dele numa cirurgia com baixíssimas chances de sucesso para a mulher aceitar ele de volta.
Enfim, é um dorama com defeitos, a maioria deles sempre têm, mas ainda assim é bem gostosinho de assistir.
Strong Woman Do Bong Soon
4.4 117Eu fui assistir porque todo mundo sempre falava que ele era ótimo e acho que tem mesmo ótimos pontos, mas alguns também que torram a paciência. A protagonista neste caso, tem diversos momentos que age como se fosse uma adolescente e não uma adulta. Apesar disso, as interações delas com os outros personagens diverte, como se propõe. O enredo do vilão não reinventa a roda, mas é interessante o suficiente. No final, tudo se resolve no famoso "poder da conveniência no roteiro", mas está valendo.
Como sempre, podia ter um ou dois episódios a menos.
Her Private Life
4.1 42 Assista AgoraÉ uma comédia romântica com um enredo já batido, mas ainda assim, é uma delícia de ver. Principalmente porque o casal principal se comunica, de forma condizente com a idade dos principais. O enredo das pinturas também não reinventa a roda, mas é bem executado e encerrado.
De maneira geral, surpreende de maneira positiva.
Meninos Antes de Flores
4.1 244 Assista AgoraÉ aquela coisa, se eu tivesse assistido logo quando entrei pra esse mundo do entretenimento coreano, talvez eu tivesse entrado no hype, mas assistindo em 2025, mais faz raiva do que atrai.
É a mocinha pobre teimosa e o ricaço que ficam brigando o tempo todo, até os dois perceberem que se amam. Não há desenvolvimento nenhum, só se joga os dois juntos e problemas. No início eu ainda achava que tinha algum ritmo nos episódios, mas depois que o casal realmente começa a "combinar", virou uma lenga lenga e um chororô que só Deus. A protagonista deve ter tido torcicolo gravado, porque ela só andava arrastando os pés e de cabeça baixa, como cara de choro.
Acaba que o enredo dos amigos do principal ainda conseguem ser um pouco mais interessantes.
Em resumo, é ruim, mas ainda dá para rir mesmo quando não é pra ser comédia.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 273 Assista AgoraEu sou muito fã do universo que o James Cameron criou com Pandora e os Na'vis, e concordo com quase todo mundo - os filmes sempre são lindos, mas em questão de roteiro, só há um comentário a ser feito: é fraco. E desde o primeiro ele não é exatamente inovador. No primeiro e no segundo filmes pelo menos dá para sentir que está acontecendo uma construção dos personagens e desse ambiente "mágico", mas não senti isso neste terceiro.
A única característica da vilã nova é que ela é má (colocaram uma historinha triste pra dar contexto que literalmente gasta 2 minutos de filme e nunca mais é falado), e ela faz maldades. Não trabalharam nada sobre o clã dela, além de que eles também são todos maus.
O clã dos comerciantes também aparece com muita pompa e em dez minutos some completamente sem mais nada ser dito sobre.
Por fim, além do enredo todo seguir a mesma receita de sempre, talvez o que tenha para ser contado em mais dois filmes pudesse ser agregado ao terceiro depois de uma revisão de roteiro e fechar como uma trilogia, mas uma trilogia impecável.
Detetive Zumbi
4.2 9Coloquei na minha lista achando que seria um belo pastelão (eu amo rs), mas até que ele é mais sério que o esperado. Gostei dos atores (principalmente o Kim MooYoung), achei os enredos bem fechadinhos, apesar de não reinventarem a roda. De maneira geral, vale o tempo.
Laughter in Waikiki
4.2 17Facilmente um dos doramas que mais me fizeram rir, eram situações tão absurdas que não tinha outro jeito, senão rir. Quanto aos personagens em si, Donggu era um mala de marca maior (mas eu já me acostumei ao casal principal do homem que só sabe destratar e mocinha que aceita tudo), eu adorei todos os outros rs. Claro, a vencedora aqui em casa era a Sol, o bebê mais fofo de todos.
Apesar de ter amado Waikiki, não me interessei em ver a segunda temporada (talvez aquele preconceito/medo de que pra que estragar o que terminou bem?).
Enfim, vale cada risada.
Dr. House (5ª Temporada)
4.5 176Com o passar do tempo, é normal que a fórmula de sempre acaba perdendo a força e alguns episódios acabam virando encheção de linguiça, sem importar muito. O desenvolvimento particular do elenco de apoio do House também passou a ser muito mais rasa do que era com o trio original.
O episódio do Kutner me deixou meio pasma de maneira geral, principalmente por ser tão inesperado. E mais ainda quando se confirma que o enredo surgiu só para darem um fim no personagem, sem mais nem menos, sem construção alguma que levasse a isso. Podiam ter dado qualquer fim pro Kutner, mas escolheram o que ia dar mais ibope, como se depressão e sui**** fossem entretenimento somente.
No mais, como sempre, o final da temporada consegue justificar novamente o que nos faz querer assistir House mais e mais.
Ela e os Caras
3.1 426 Assista AgoraCumpre exatamente o que se propõe a ser, uma comédia romântica sessão da tarde, com todos os elementos desse tipo de filme dos anos 2000 - a patricinha mimada, o galã bonitinho e de bom coração, a protagonista que é uma menina "diferente de todas as outras" e os "nerds esquisitos" em tom cômico. Diverte, mas é mais do mesmo.
Meus 84m²
2.9 64 Assista AgoraAssisti despretensiosamente e até que gostei mais do que esperava. O filme vai tomando um ritmo que você começa a assistir achando meio ok, em seguida você fica tomado por aquela estranheza toda da situação, e ai tem uma virada no roteiro que leva o filme de um tom para um 3x mais frenético, mas onde você fica meio perdido. Gostei das atuações também. Enfim, vale o passatempo.
Advogado Fora da Lei
4.0 13De maneira geral, entretém, o que pra mim já vale muito. Claro, tem alguns defeitos que acabam comprometendo um pouco a coisa.
O plot em si tem vários furos, tipo a garota reencontrar a mãe, ficar incomodada só no primeiro momento com a "semelhança" entre essa mulher e a mãe, virar amiga dela e só depois reconhecer que era mesmo a mãe (por causa de uma alergia a camarão que, no contexto, qualquer pessoa deduziria), a mãe da advogada Ha ir trabalhar na casa da juíza jurando que não ia ser reconhecida, e uma mulher que claramente tinha uma relação pessoal com uma ré ser a juíza do caso dela. São coisas furadas, mas dá para passar um pano. O pior pra mim é que, comparado a todo o drama e tensão que Bong Sang Pil enfrenta para executar sua vingança, a entrega no final é fraca. Eles expõe a juíza e pronto. Cozinhou demais para um resultado que acabou sem sal.
No mais, Bong Sang Pil é carismático, An Oh Ju é detestável, mas engraçado e os episódios não enrolam muito. Pela primeira vez, acho que um dorama não teve um último capítulo de pura enrolação.
Dr. House (4ª Temporada)
4.5 230Temporada já um pouco mais morna que as outras, a seleção da nova equipe demora demais, o novo trio para mim não consegue manter o pique que a gente já tinha acostumado com o trio anterior (acho que eles tinham muito mais química que os novos) e, com exceção do final da temporada, preciso me esforçar pra lembrar quais episódios são dessa temporada. Ainda diverte, mas começa a perder o gás.
Jinxed At First
3.3 2É uma comédia romântica que, como quase todas, o casal simplesmente se ama porque sim, mas há impedimentos. De maneira geral, até que diverte, despretensiosa.
Agora, o final, eu podia ter assistido só os 10 primeiros minutos do último episódio e ignorar o resto.
Claro que tinha que ter o plot da perda de memória, se não não é dorama, mas a garota simplesmente casar com o querido sem saber quem ele é e no final colocarem uma cena só pra ficar meio "ah, ela lembra sim", pelo amor de deus. Fora que a SeulBi volta totalmente chata sem a memória. De todos os finais ruins que eu poderia ter esperado, esse foi o pior.
A Origem dos Guardiões
4.0 1,5K Assista AgoraApesar de ser um filme para um público infantil (e talvez por isso não ter um super enredo, super inovador nem nada), é uma delícia de assistir e diverte muito.
Demorei muitos anos pra finalmente assistir, mas que pena. Amei os guardiões, que dispensam apresentações (as icônicas figuras da infância) e logo de cara as interações entre eles e o Jack me fizeram rir. Gostei bastante, apesar de não reinventar a roda.
Histórias Cruzadas
4.4 3,8K Assista AgoraConfesso que fui ver porque já tinha visto nos shorts das redes sociais a famigerada cena da torta rs
E que filme maravilhoso. Apesar de todo o humor que traz, ele expõe a luz o absurdo da segregação e mais uma vez esfrega sal na ferida ainda tão aberta. Fora o elenco de peso que nos envolve sem esforço. Viola Davis e Octavia Spencer chegam "metendo o pé na porta" e imediatamente nos conquistando.
Estrelas Além do Tempo
4.3 1,5K Assista AgoraTodo filme que mostra a segregação racial e como ela era absurda é sempre bom. Cada um das mulheres lutando contra um sistema que sempre tentava deixá-la nas sombras, tanto pelo gênero, quanto pela cor. Muito bom o filme.
Dr. House (3ª Temporada)
4.5 141Até aqui, a série se mantem num nível constante e com a mesma pegada. É mais sobre os médicos do que seus pacientes. A essa altura, o elenco principal (House e sua equipe) estão num entrosamento impecável e que sempre diverte e emociona.
Terminei a temporada temerosa sobre as mudanças de elenco, duvidando que tenhamos um entrosamento bom igual os 4 tinham.
Splendid Politics
4.0 2 Assista Agora50 episódios quase me desanimaram (e de fato podia ser um pouco menos se a gente cortasse aquele moooonte de cena repetida), mas eu tive uma surpresa muito feliz com esse dorama. A cada acontecimento, estava eu lá no google, procurando as informações históricas pra comparar e, de maneira geral, os principais acontecimentos foram bem dentro do que eu encontrei, adorei aprender sobre o período.
O elenco também é bem escolhido, Cha SeungWon como sempre se destaca naquilo que faz, seu protagonismo substituído de maneira incrível (a raiva era real contra Injo rs) pelo Kim Jaewon.
Apesar dos muiiitos acontecimentos, o enredo segue bem interessante. Meu único problema (que eu resolvia recorrendo frequentemente ao google) era com as passagens de tempo. Eventos que duraram anos são retratados em alguns momentos como tendo acontecido do dia pra noite e pode causar alguma confusão.