É tipo aquelas matches de LoL que você joga MID, fica 20/1/15, seu time só no apoio moral e você, de alguma forma, ganha. O mid aqui é a Cate Blanchett.
Acho bom ressaltar que apesar de ser um filme muito bom, não apresenta nada de muito inovador. Aqui temos Ostlund, mais uma vez, fazendo uma crítica social que se não fosse por duas temporadas completas de The White Lotus e um oscar de melhor filme para Parasite, provavelmente seria muito mais relevante.
O filme gira ao redor de três atos, focados em personagens/circunstâncias diferentes que aos poucos se conectam em prol de uma narrativa maior. Após o prólogo, onde o filme joga na sua cara o porquê de seu título, somos introduzidos a Carl e Yaya, um casal de modelos que vivem um relacionamento que é uma transação financeira, feita pra conseguir likes, onde a beleza que alimenta a fama de Yaya é o motor da relação que termina por si só aprisionando Carl em uma posição onde ele funciona como um acessório qualquer de moda, posição essa a qual ele aceita pelas vantagens que isso traz a ele - mais disso mais tarde. No segundo ato, agora em um cruzeiro, vemos uma representação atual, cômica e exagerada de como é viver em sociedade atualmente: é um navio, onde a classe trabalhadora faz seu serviço todos os dias e os ricos vivem como querem, fazendo o que querem e com quem querem, ambos os lados da moeda ignorando que ninguém esta dirigindo o navio, há uma tempestade lá fora e que o capitão, na verdade, está bêbado e ninguém sabe o que vai acontecer. Usando do exagero e do cômico, o diretor aqui ataca a upper class e mostra através de diferentes discursos como o ser humano pode ser estupido quando ascende ou nasce em uma posição de poder. Por último, temos a ilha, onde todas as atribuições de beleza e dinheiro são removidas e voltamos ao começo de tudo, onde finalmente estaríamos livres para não descriminar, não julgar e reajustar e corrigir tudo que estava errado no navio. Certo? Não, errado. Aqui vemos que pela própria condição humana, voltamos a valorizar as mesmas coisas só que com caras diferentes. Durante o terceiro ato, é a beleza de Carl que paga as dívidas, o dinheiro passa a ser comida, uma nova capitã surge e com essa, mais um novo set de regras que apesar de melhores, são tão corruptas quanto as que existiam no navio. A tríade dos atos do filme se conecta para fechar um ciclo/circulo/triângulo de tristeza onde não importa a posição em que estejamos, sempre terminamos no começo. O final em aberto, com a trilha EDM tocando, é a cereja do bolo. Se Abigail matar Yaya, não estaria ela usando de sua posição de poder de uma forma tão horrível quanto a classe rica durante o segundo ato? Se ela não matar Yaya, eles voltariam a condição inicial, onde ela provavelmente perderia tudo que conseguiu ali e seria, novamente, apenas mais uma gerente de banheiro? Perpetuando a posição de poder daquelas pessoas horríveis. Palmas também para Charlbi, que durante a cena final remete ao começo do filme quando sua personagem menciona que é manipuladora, a atuação ali dela é muito sútil, mas extremamente precisa. Não vejo esse filme como um ataque a burguesia e sim como um ataque a todos nós, afinal, a diferença entre cobrar sexo como pagamento por comida ou produzir granadas em massa é apenas a escala que se usa para julgar aos atos.
Artisticamente é um daqueles filmes que você tem que ver pelo menos uma vez para aprender algumas coisas. Tem técnicas muito interessantes com cortes rápidos, distorção temporal, imersão de personagens em memórias e vários cortes correspondentes, tanto sonoros, visuais e também narrativos. Isso só já séria motivo suficiente para ver.
Não sei se gosto tanto da história como dos aspectos técnicos aqui mostrados,
como muitos falaram, realmente lembra Vertigo do Hitchcock como também faz um nod para os thrillers dos anos 90, eu acho a história do segundo ato bem menos interessante e talvez um pouco mais extensa do que deveria ser, porém tudo que mencionei antes é facilmente usado para perdoar a duração imensa que esse filme possui para um enredo tão simples: um filme sobre amor e obsessão.
Diferentíssimo, muito bem dirigido e com algumas cenas muito boas. Acho que o maior negativo é o roteiro - que apesar de nadar em subtexto - não tem um bom pacing e ignora seus pontos mais interessantes.
Minha mãe era ateia, ela sempre dizia que tinha boas e más notícias sobre o inferno: A boa era que o inferno é apenas uma criação da mórbida imaginação humana e a má noticia é que o que quer os humanos consigam imaginar, eles geralmente também conseguem criar.
Cara, eu não achei que fosse gostar tanto dessa série. Tão caricata, ácida, uma verdadeira dramedia que te faz passar alguns episódios aflitos, sendo que nem acontece tanta coisa assim. A melhor parte de tudo é como os personagens são coerentes, eles sempre agem do jeito que você esperaria e não tem um twist no plot que pareça que foi feito só para chocar. Também vale a pena notar a trilha sonora, A Piacere tocando na minha cabeça 24 horas por dia.
Nossa, depois de rever, achei ainda mais brilhante do que da primeira vez. Bly Manor veio e até boa, mas nem se compara com a genialidade da primeira temporada. Todos os detalhes, tão bem colocados, o diálogo, o roteiro. Acho que o único problema é que algumas pessoas vem esperando um tipo de terror que você não encontra aqui.
O fato de cada um dos irmãos representar um dos cincos estágios do luto foi o que vendeu a série pra mim. O Steven representa a negação, completamente alheio e descrente a tudo que aconteceu na casa. A Shirley representa a raiva, algo que é bem visto no episódio 6 - um dos melhores, por sinal. A Theo representa a negociação/ questionamento, sempre racional, tentando achar um motivo para tudo e ver razões para eventos que simplesmente acontecem. Luke representa a tristeza, talvez por compartilhar das emoções da Nell, ele no fundo sempre soube do que aconteceria e tentou lidar com o que sentia das piores maneiras possíveis, a cena dele sentindo frio dado ao fato de que a Nell já estava morta é de partir o coração. E por último, a aceitação, vista pela Nell: que aceita ser uma vítima para trazer algo para a família, que aceita deixar de tomar seus próprios remédios para ajudar o irmão viciado, que aceita não ser prioridade de ninguém, visto que todos sempre estavam ocupados demais para dar atenção a ela ( I was right here the whole time. None of you could see me. Nobody could see me) e que também aceita ser sua própria assombração, onde até a parilisia do sono que ela sentia pode ser visto como uma antecipação do sentimento de morte.
Sem músicas para te avisar dos jump scares, fantasmas escondidos em cada cena e até mesmo as roupas que o fantasma da Nell veste, que mudam de acordo com quem ela assombra, sendo sempre uma representação da última memória que ela tem com a pessoa, Hill house vai ser por muito tempo minha série de terror favorita, um ensaio sobre o luto e também uma análise sobre o efeitos que um trauma pode ter em toda sua vida.
É um bom filme, representa bem certos aspectos da vida e tem um desenvolvimento muito bom. Explora aquele velho conceito de que amar nem sempre é o suficiente e que as pessoas sao complicadas para definir em um único verao. A trilha sonora é excelente, os diálogos tem pontos precisos e sempre tive esse sentimento de acolhimento vindo da história. A maneira que o Elio observa as coisas ao príncipio é mágica, de certa forma, estar cego as vezes é melhor do que ver.
olha nos olhos das inimigas ai voce vira e diz: dracarys! Série magnífica, qualquer coisa que for dita é pouco do que ela realmente é. Realmente merece o título de uma das melhores séries da atualidade.
Primeiramente, que filme incrível. Fazia tempo que não me envolvia em uma história e tentava acompanhar junto com as personagens para onde ela caminharia. Arrival é um filme de aliens não sendo um filme sobre aliens: é um filme sobre a humanidade no estado mais aterrorizante que nós conhecemos - o silêncio. A premissa com a linguística cria uma metáfora poderosa para representar como precisamos de elementos de interpretação para continuar convivendo como um todo, embora tenhamos esquecido completamente como é realmente nós importar com qualquer uma das nossas outras 12 partes. A visão romantizada da nossa sociedade chega a emocionar: aqui nós somos vistos como criaturas violentas que conseguem seguir a lógica (e até mesmo a emoção) quando aparece a necessidade. O enredo bem escrito te conduz através de um labirinto de pistas, evidências, ideias e comentários que falam de invasores que não vivem em países/planetas tão longe assim. Aqui, tudo é sobre comunicação e principalmente, sobre se comunicar.
Ao final do filme, com a teoria sobre o tempo completamente exposta você percebe que o círculo era também um ciclo. A humanidade precisava de ajuda, ajuda para crer que há um futuro brilhante por aí e que os problemas advindos dele, são necessários para o todo. Louise é simplesmente uma representa incrível para a humanidade. Quem aceitaria o próprio futuro para o bem de todos? Quem abraçaria a causa sem mudar absolutamente nada? Como eu disse no começo: Arrival não é sobre aliens, é sobre nós. "There is a theory that the language you speak determines how you think, how you see everything."
Que atuações! É de se jogar no chão de nervosismo em algumas partes. O que mais me agrada é a trama muito bem amarrada, difícil encontrar isso em qualquer filme de suspense. Amo o estilo do Villeneuve de sempre deixar algo subjetivo para quem assiste interpretar;
a cena final é genial, você fica se perguntando se realmente ouviu ao apito ou se está esperando pelo melhor... Fora todo o debate de justiça versus consequência... Genial. Vou até acompanhar mais o Jake depois de assistir esse filme, a atuação dele aqui foi icônica.
Fazia muito tempo que eu não passava mal com um season finale como esse. Série extremamente instigante e com personagens interessantes que tornam o enredo, até simples, em algo maior que defender a pátria e descobrir quem é o vilão numa história de guerra.
A Roda do Tempo (2ª Temporada)
3.7 52 Assista Agoratô lendo os livros, volto com uns 5 anos pra reclamar que o livro é melhor que a série também.
Tár
3.7 424 Assista AgoraÉ tipo aquelas matches de LoL que você joga MID, fica 20/1/15, seu time só no apoio moral e você, de alguma forma, ganha. O mid aqui é a Cate Blanchett.
Triângulo da Tristeza
3.6 776 Assista AgoraAcho bom ressaltar que apesar de ser um filme muito bom, não apresenta nada de muito inovador. Aqui temos Ostlund, mais uma vez, fazendo uma crítica social que se não fosse por duas temporadas completas de The White Lotus e um oscar de melhor filme para Parasite, provavelmente seria muito mais relevante.
O filme gira ao redor de três atos, focados em personagens/circunstâncias diferentes que aos poucos se conectam em prol de uma narrativa maior. Após o prólogo, onde o filme joga na sua cara o porquê de seu título, somos introduzidos a Carl e Yaya, um casal de modelos que vivem um relacionamento que é uma transação financeira, feita pra conseguir likes, onde a beleza que alimenta a fama de Yaya é o motor da relação que termina por si só aprisionando Carl em uma posição onde ele funciona como um acessório qualquer de moda, posição essa a qual ele aceita pelas vantagens que isso traz a ele - mais disso mais tarde.
No segundo ato, agora em um cruzeiro, vemos uma representação atual, cômica e exagerada de como é viver em sociedade atualmente: é um navio, onde a classe trabalhadora faz seu serviço todos os dias e os ricos vivem como querem, fazendo o que querem e com quem querem, ambos os lados da moeda ignorando que ninguém esta dirigindo o navio, há uma tempestade lá fora e que o capitão, na verdade, está bêbado e ninguém sabe o que vai acontecer. Usando do exagero e do cômico, o diretor aqui ataca a upper class e mostra através de diferentes discursos como o ser humano pode ser estupido quando ascende ou nasce em uma posição de poder.
Por último, temos a ilha, onde todas as atribuições de beleza e dinheiro são removidas e voltamos ao começo de tudo, onde finalmente estaríamos livres para não descriminar, não julgar e reajustar e corrigir tudo que estava errado no navio. Certo? Não, errado. Aqui vemos que pela própria condição humana, voltamos a valorizar as mesmas coisas só que com caras diferentes. Durante o terceiro ato, é a beleza de Carl que paga as dívidas, o dinheiro passa a ser comida, uma nova capitã surge e com essa, mais um novo set de regras que apesar de melhores, são tão corruptas quanto as que existiam no navio. A tríade dos atos do filme se conecta para fechar um ciclo/circulo/triângulo de tristeza onde não importa a posição em que estejamos, sempre terminamos no começo. O final em aberto, com a trilha EDM tocando, é a cereja do bolo. Se Abigail matar Yaya, não estaria ela usando de sua posição de poder de uma forma tão horrível quanto a classe rica durante o segundo ato? Se ela não matar Yaya, eles voltariam a condição inicial, onde ela provavelmente perderia tudo que conseguiu ali e seria, novamente, apenas mais uma gerente de banheiro? Perpetuando a posição de poder daquelas pessoas horríveis.
Palmas também para Charlbi, que durante a cena final remete ao começo do filme quando sua personagem menciona que é manipuladora, a atuação ali dela é muito sútil, mas extremamente precisa. Não vejo esse filme como um ataque a burguesia e sim como um ataque a todos nós, afinal, a diferença entre cobrar sexo como pagamento por comida ou produzir granadas em massa é apenas a escala que se usa para julgar aos atos.
Decisão de Partir
3.6 152Artisticamente é um daqueles filmes que você tem que ver pelo menos uma vez para aprender algumas coisas. Tem técnicas muito interessantes com cortes rápidos, distorção temporal, imersão de personagens em memórias e vários cortes correspondentes, tanto sonoros, visuais e também narrativos. Isso só já séria motivo suficiente para ver.
Não sei se gosto tanto da história como dos aspectos técnicos aqui mostrados,
como muitos falaram, realmente lembra Vertigo do Hitchcock como também faz um nod para os thrillers dos anos 90, eu acho a história do segundo ato bem menos interessante e talvez um pouco mais extensa do que deveria ser, porém tudo que mencionei antes é facilmente usado para perdoar a duração imensa que esse filme possui para um enredo tão simples: um filme sobre amor e obsessão.
The White Lotus (2ª Temporada)
4.2 401 Assista AgoraA única coisa que não gostou foi minha ansiedade que sofria com toda OST dessa temporada, fora isso, genial.
Gossip Girl (1ª Temporada)
2.9 110 Assista Agorase tirar as duas irmãs e deixar só a audrey, aki e o max dá pra tentar a segunda temporada
Não! Não Olhe!
3.5 1,4K Assista AgoraDiferentíssimo, muito bem dirigido e com algumas cenas muito boas. Acho que o maior negativo é o roteiro - que apesar de nadar em subtexto - não tem um bom pacing e ignora seus pontos mais interessantes.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraMinha mãe era ateia, ela sempre dizia que tinha boas e más notícias sobre o inferno: A boa era que o inferno é apenas uma criação da mórbida imaginação humana e a má noticia é que o que quer os humanos consigam imaginar, eles geralmente também conseguem criar.
Succession (2ª Temporada)
4.5 241 Assista AgoraCara, eu não achei que fosse gostar tanto dessa série. Tão caricata, ácida, uma verdadeira dramedia que te faz passar alguns episódios aflitos, sendo que nem acontece tanta coisa assim. A melhor parte de tudo é como os personagens são coerentes, eles sempre agem do jeito que você esperaria e não tem um twist no plot que pareça que foi feito só para chocar. Também vale a pena notar a trilha sonora, A Piacere tocando na minha cabeça 24 horas por dia.
The Terror (1ª Temporada)
4.0 189 Assista AgoraIncrível, famoso efeito nevoeiro: Não importa o ambiente, o problema sempre são os homens.
A Maldição da Residência Hill
4.4 1,4K Assista AgoraNossa, depois de rever, achei ainda mais brilhante do que da primeira vez. Bly Manor veio e até boa, mas nem se compara com a genialidade da primeira temporada. Todos os detalhes, tão bem colocados, o diálogo, o roteiro. Acho que o único problema é que algumas pessoas vem esperando um tipo de terror que você não encontra aqui.
O fato de cada um dos irmãos representar um dos cincos estágios do luto foi o que vendeu a série pra mim. O Steven representa a negação, completamente alheio e descrente a tudo que aconteceu na casa. A Shirley representa a raiva, algo que é bem visto no episódio 6 - um dos melhores, por sinal. A Theo representa a negociação/ questionamento, sempre racional, tentando achar um motivo para tudo e ver razões para eventos que simplesmente acontecem. Luke representa a tristeza, talvez por compartilhar das emoções da Nell, ele no fundo sempre soube do que aconteceria e tentou lidar com o que sentia das piores maneiras possíveis, a cena dele sentindo frio dado ao fato de que a Nell já estava morta é de partir o coração. E por último, a aceitação, vista pela Nell: que aceita ser uma vítima para trazer algo para a família, que aceita deixar de tomar seus próprios remédios para ajudar o irmão viciado, que aceita não ser prioridade de ninguém, visto que todos sempre estavam ocupados demais para dar atenção a ela ( I was right here the whole time. None of you could see me. Nobody could see me) e que também aceita ser sua própria assombração, onde até a parilisia do sono que ela sentia pode ser visto como uma antecipação do sentimento de morte.
Sem músicas para te avisar dos jump scares, fantasmas escondidos em cada cena e até mesmo as roupas que o fantasma da Nell veste, que mudam de acordo com quem ela assombra, sendo sempre uma representação da última memória que ela tem com a pessoa, Hill house vai ser por muito tempo minha série de terror favorita, um ensaio sobre o luto e também uma análise sobre o efeitos que um trauma pode ter em toda sua vida.
The Promised Neverland (1ª Temporada)
4.4 156 Assista AgoraParem de ver esses shounen ruim e vem ver isso aqui <3
Sex Education (1ª Temporada)
4.3 808Mas que surpresa mais agradável.
Objetos Cortantes
4.3 873 Assista AgoraI'm Persephone.
Mr. Robot (2ª Temporada)
4.4 522O começo dessa temporada esfria muito quando comparado com o da anterior, mas quando a série entre no trilhos, não sai mais.
Segurança em Jogo (1ª Temporada)
3.9 132 Assista AgoraTudo é excelente, mas a atuação do Madden sozinha já bastaria para todo esse mérito.
Game of Thrones (8ª Temporada)
3.0 2,2K Assista AgoraTu vai achar o The Bells o pior episódio da série até ver The Iron Throne, aí eles fazem disputa para ver quem ficou pior.
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6KÉ um bom filme, representa bem certos aspectos da vida e tem um desenvolvimento muito bom.
Explora aquele velho conceito de que amar nem sempre é o suficiente e que as pessoas sao complicadas para definir em um único verao.
A trilha sonora é excelente, os diálogos tem pontos precisos e sempre tive esse sentimento de acolhimento vindo da história. A maneira que o Elio observa as coisas ao príncipio é mágica, de certa forma, estar cego as vezes é melhor do que ver.
Segundas Intenções
3.6 1,1KReza a lenda que a Annette continua dirigindo aquele carro.
Game of Thrones (3ª Temporada)
4.6 1,8K Assista Agoraolha nos olhos das inimigas ai voce vira e diz: dracarys!
Série magnífica, qualquer coisa que for dita é pouco do que ela realmente é. Realmente merece o título de uma das melhores séries da atualidade.
A Chegada
4.2 3,5K Assista AgoraPrimeiramente, que filme incrível.
Fazia tempo que não me envolvia em uma história e tentava acompanhar junto com as personagens para onde ela caminharia. Arrival é um filme de aliens não sendo um filme sobre aliens: é um filme sobre a humanidade no estado mais aterrorizante que nós conhecemos - o silêncio.
A premissa com a linguística cria uma metáfora poderosa para representar como precisamos de elementos de interpretação para continuar convivendo como um todo, embora tenhamos esquecido completamente como é realmente nós importar com qualquer uma das nossas outras 12 partes.
A visão romantizada da nossa sociedade chega a emocionar: aqui nós somos vistos como criaturas violentas que conseguem seguir a lógica (e até mesmo a emoção) quando aparece a necessidade. O enredo bem escrito te conduz através de um labirinto de pistas, evidências, ideias e comentários que falam de invasores que não vivem em países/planetas tão longe assim.
Aqui, tudo é sobre comunicação e principalmente, sobre se comunicar.
Ao final do filme, com a teoria sobre o tempo completamente exposta você percebe que o círculo era também um ciclo. A humanidade precisava de ajuda, ajuda para crer que há um futuro brilhante por aí e que os problemas advindos dele, são necessários para o todo. Louise é simplesmente uma representa incrível para a humanidade. Quem aceitaria o próprio futuro para o bem de todos? Quem abraçaria a causa sem mudar absolutamente nada?
Como eu disse no começo: Arrival não é sobre aliens, é sobre nós.
"There is a theory that the language you speak determines how you think, how you see everything."
Paprika
4.2 512 Assista Agora"Don't you think dreams and the internet are similar?
They're both areas where the repressed conscious mind vents."
Os Suspeitos
4.1 2,7K Assista AgoraQue atuações! É de se jogar no chão de nervosismo em algumas partes. O que mais me agrada é a trama muito bem amarrada, difícil encontrar isso em qualquer filme de suspense. Amo o estilo do Villeneuve de sempre deixar algo subjetivo para quem assiste interpretar;
a cena final é genial, você fica se perguntando se realmente ouviu ao apito ou se está esperando pelo melhor... Fora todo o debate de justiça versus consequência... Genial. Vou até acompanhar mais o Jake depois de assistir esse filme, a atuação dele aqui foi icônica.
Homeland: Segurança Nacional (1ª Temporada)
4.4 533 Assista AgoraFazia muito tempo que eu não passava mal com um season finale como esse.
Série extremamente instigante e com personagens interessantes que tornam o enredo, até simples, em algo maior que defender a pátria e descobrir quem é o vilão numa história de guerra.