Essa é realmente uma série que te prende muito fácil. Quando acaba o primeiro episódio, vc não consegue mais parar de assistir. É muita coisa acontecendo num único episódio, indo de encontro com o derretimento de cerebro da atual geração que acostumou com vídeos curtos e dopamina rápida. É ruim, mas é bom. E a empatia que sentimos pela personagem Sophia (quando criança) é algo inevitavelmente forte.
Ao longo da trama, há coisas bastante inverossímeis, que vão cansando com o tempo. A fotografia deixa a desejar, muitas vezes me senti assistindo uma novela da Band (sei que a novela passou na Band, mas digo... parecia aquelas novelas antigas, Floribella, Dance Dance Dance, etc). Outra coisa que incomoda é a quantidade exagerada de cenas em que alguém chega tocando a campainha, uma solução repetitiva e preguiçosa.
A trama é basicamente uma releitura de Crime e Castigo, que até aparece como um easter egg, qnd o Dr Atila está lendo este livro. Aliás, esse tema já inspirou inúmeras outras obras, como as já citadas por aqui "Parasita" e "Avenida Brasil".
A atuação de Caio Blat é uma coisa exuberante. Ele está em seu auge. Cada cena dele é de prender na cadeira, você fica hipnotizado. O mesmo para Camila Pitanga, que carrega a primeira metade dos episódios nas costas.
Pelo contrário, as cenas da personagem Gisela são entediantes. Bem como o arco do personagem do Murilo Rosa. Aliás, todo esse núcleo de dança é beeeem arrastado, quebrando o ritmo nos capítulos da metade pra frente. Podiam ter resolvido isso logo. E a aparição da mãe, não faz o menor sentido. Uma solução tosca, pra deixar uma possível 2a temporada engatilhada, num tema chatinho.
No fim, a gente começa a sentir empatia pela Lola e raiva da Sophia, pois parece que a personagem vivida pela linda Camilia Queiroz quer, de fato, se tornar a Lola. Ela pira. Ela enlouquece... a gente torce pra uma matar a outra, já que morrem tantas pessoas nessa série, praticamente uma morte por episódio.
Enfim, o gran finale me pareceu meio pequeno. Mas a série é extremamente viciante, o texto é bom, a direção é muito boa. Eu assisti tudo em uns 3 dias. A história principal é viciante.
Eis aqui uma novela que comecei a assistir em 1994, ainda criança, mas que não consegui acompanhar por muito tempo. Depois tentei assistir pelo YouTube, há uns 10 anos, e também não consegui, mas... com Globoplay a coisa foi diferente. Assisti nos últimos 3 meses e percebi que a trama é interessante, apesar de panfletária. As atuações são boas (com exceção dos seres no céu, que são atores amadores, praticamente). Algumas coisas se arrastam, talvez por opção da TV, à época, pra esticar a trama em busca de audiência. Mas tudo funciona bem, uma novela inesquecível. Bons personagens, com destaque para alguns artistas como Nair Belo, muito engraçada e Fernanda Rodrigues, que parecia atriz veterana!
É fato que reassisti Marimar, com afinco no Globoplay, porque sou 'sbtista' e, na infância, assisti muitos trechos da novela, mesmo não lembrando quase nada de sua conclusão. Marimar é imperfeita, digo, a novela. As personagens são caricatas, tal como um dramalhão mexicano exige, mas aqui falta um pouco de qualidade de roteiro. Estou assistindo uma novela da Globo da mesma época, onde se percebe muito mais cuidado com o desenvolvimento das personagens. É incrível como a Marimar, personagem, em menos de 9 meses, deixou de ser um bicho do mato e virou uma mega executiva que desarmou golpistas grandes que estavam roubando seu pai, mas depois de um tempo, na fazenda "Los Abuelos" aka SANTIBAÑEZ, ela não percebeu que seu capataz estava desviando dinheiro, ainda que sob um olhar honesto e doce, que se revela no último episódio. O desfecho de Angelica é, talvez, o ponto alto, por tudo o que ela fez na primeira metade da novela.
Marimar são realmente duas novelas em uma. A primeira parte, com os avós vivos, a menina andando suja e tal... e a segunda parte, buscando vingança, inteligente e rica.
Não é o tipo de novela que eu vou me lembrar como 'nossa, que primor', mas vou sempre ter lembranças associadas à minha infância.
Eis que quase 20 anos após a novela ser exibida originalmente, minha esposa e eu assistimos em longos 8 meses, pelo Globoplay, "O Clone". Amamos a temática marroquina, essa coisa da religião, da cultura, a música, a vestimenta, tudo isso. A novela em si consegue nos transportar para este universo de forma muito competente.
Além disso, havia há 20 anos, uma incessante luta contra o vício em drogas ilícitas, algo que é marcante nesta novela, devido a forma como o tema é abordado e até com mini-docs inseridos durante os capítulos, algo que tira o ritmo da novela, mas é compreensível pela nobreza do ato.
É com certeza uma obra datada, que a geração atual nunca assistiria. Hoje as novelas da Globo perseguem outro caminho, mais progressista e menos ligado aos costumes do brasileiro medio do início do século.
O Clone não é exatamente um primor em seu enredo. As personagens centrais são chatas, do tipo que você fica com raiva quando as cenas delas são exibidas. Alguns núcleos paralelos são mais interessantes.
Destaques para as atuações de Antonio Calloni, Daniela Escobar, Cristiana Oliveira, Osmar Prado, Sebastião Vasconcellos, Debora Falabella e Carla Dias; Destaques negativos para as medíocres atuações de Murilo Benício, Luciano Szafir, Vera Fischer, Antonio Pitanga, Cissa Guimarães e Reginaldo Faria.
A novela pode ser resumida numa singela frase, dita pela personagem Dona Mocinha, interpretada por Ruth de Souza: "É tudo culpa daquele doutor".
Comprei o DVD na época que lançou e só assisti hoje! É legal esse tipo de documentário, inclusive, soa muito parecido com os filmes americanos que mostram os bastidores das grandes bandas (guardadas proporções). Particularmente, já fui muito crítico dessa banda, principalmente por algumas escolhas e atitudes deles, porém, hoje com a maturidade, percebo que eles tiveram seus motivos para fazerem as escolhas que fizeram e, enfim, é um documentário indicado para quem gosta da banda e para quem gosta da ideia de ter uma banda e cair na vida de shows por aí.
Beleza Fatal (1ª Temporada)
4.0 140Essa é realmente uma série que te prende muito fácil. Quando acaba o primeiro episódio, vc não consegue mais parar de assistir. É muita coisa acontecendo num único episódio, indo de encontro com o derretimento de cerebro da atual geração que acostumou com vídeos curtos e dopamina rápida. É ruim, mas é bom.
E a empatia que sentimos pela personagem Sophia (quando criança) é algo inevitavelmente forte.
Ao longo da trama, há coisas bastante inverossímeis, que vão cansando com o tempo. A fotografia deixa a desejar, muitas vezes me senti assistindo uma novela da Band (sei que a novela passou na Band, mas digo... parecia aquelas novelas antigas, Floribella, Dance Dance Dance, etc). Outra coisa que incomoda é a quantidade exagerada de cenas em que alguém chega tocando a campainha, uma solução repetitiva e preguiçosa.
A trama é basicamente uma releitura de Crime e Castigo, que até aparece como um easter egg, qnd o Dr Atila está lendo este livro. Aliás, esse tema já inspirou inúmeras outras obras, como as já citadas por aqui "Parasita" e "Avenida Brasil".
A atuação de Caio Blat é uma coisa exuberante. Ele está em seu auge. Cada cena dele é de prender na cadeira, você fica hipnotizado. O mesmo para Camila Pitanga, que carrega a primeira metade dos episódios nas costas.
Pelo contrário, as cenas da personagem Gisela são entediantes. Bem como o arco do personagem do Murilo Rosa. Aliás, todo esse núcleo de dança é beeeem arrastado, quebrando o ritmo nos capítulos da metade pra frente. Podiam ter resolvido isso logo. E a aparição da mãe, não faz o menor sentido. Uma solução tosca, pra deixar uma possível 2a temporada engatilhada, num tema chatinho.
No fim, a gente começa a sentir empatia pela Lola e raiva da Sophia, pois parece que a personagem vivida pela linda Camilia Queiroz quer, de fato, se tornar a Lola. Ela pira. Ela enlouquece... a gente torce pra uma matar a outra, já que morrem tantas pessoas nessa série, praticamente uma morte por episódio.
Enfim, o gran finale me pareceu meio pequeno. Mas a série é extremamente viciante, o texto é bom, a direção é muito boa. Eu assisti tudo em uns 3 dias. A história principal é viciante.
A Viagem
4.0 215 Assista AgoraEis aqui uma novela que comecei a assistir em 1994, ainda criança, mas que não consegui acompanhar por muito tempo. Depois tentei assistir pelo YouTube, há uns 10 anos, e também não consegui, mas... com Globoplay a coisa foi diferente.
Assisti nos últimos 3 meses e percebi que a trama é interessante, apesar de panfletária. As atuações são boas (com exceção dos seres no céu, que são atores amadores, praticamente). Algumas coisas se arrastam, talvez por opção da TV, à época, pra esticar a trama em busca de audiência. Mas tudo funciona bem, uma novela inesquecível.
Bons personagens, com destaque para alguns artistas como Nair Belo, muito engraçada e Fernanda Rodrigues, que parecia atriz veterana!
Marimar
3.5 99 Assista AgoraÉ fato que reassisti Marimar, com afinco no Globoplay, porque sou 'sbtista' e, na infância, assisti muitos trechos da novela, mesmo não lembrando quase nada de sua conclusão.
Marimar é imperfeita, digo, a novela. As personagens são caricatas, tal como um dramalhão mexicano exige, mas aqui falta um pouco de qualidade de roteiro. Estou assistindo uma novela da Globo da mesma época, onde se percebe muito mais cuidado com o desenvolvimento das personagens.
É incrível como a Marimar, personagem, em menos de 9 meses, deixou de ser um bicho do mato e virou uma mega executiva que desarmou golpistas grandes que estavam roubando seu pai, mas depois de um tempo, na fazenda "Los Abuelos" aka SANTIBAÑEZ, ela não percebeu que seu capataz estava desviando dinheiro, ainda que sob um olhar honesto e doce, que se revela no último episódio.
O desfecho de Angelica é, talvez, o ponto alto, por tudo o que ela fez na primeira metade da novela.
Marimar são realmente duas novelas em uma. A primeira parte, com os avós vivos, a menina andando suja e tal... e a segunda parte, buscando vingança, inteligente e rica.
Não é o tipo de novela que eu vou me lembrar como 'nossa, que primor', mas vou sempre ter lembranças associadas à minha infância.
O Clone
3.8 399 Assista AgoraEis que quase 20 anos após a novela ser exibida originalmente, minha esposa e eu assistimos em longos 8 meses, pelo Globoplay, "O Clone".
Amamos a temática marroquina, essa coisa da religião, da cultura, a música, a vestimenta, tudo isso.
A novela em si consegue nos transportar para este universo de forma muito competente.
Além disso, havia há 20 anos, uma incessante luta contra o vício em drogas ilícitas, algo que é marcante nesta novela, devido a forma como o tema é abordado e até com mini-docs inseridos durante os capítulos, algo que tira o ritmo da novela, mas é compreensível pela nobreza do ato.
É com certeza uma obra datada, que a geração atual nunca assistiria. Hoje as novelas da Globo perseguem outro caminho, mais progressista e menos ligado aos costumes do brasileiro medio do início do século.
O Clone não é exatamente um primor em seu enredo. As personagens centrais são chatas, do tipo que você fica com raiva quando as cenas delas são exibidas. Alguns núcleos paralelos são mais interessantes.
Destaques para as atuações de Antonio Calloni, Daniela Escobar, Cristiana Oliveira, Osmar Prado, Sebastião Vasconcellos, Debora Falabella e Carla Dias;
Destaques negativos para as medíocres atuações de Murilo Benício, Luciano Szafir, Vera Fischer, Antonio Pitanga, Cissa Guimarães e Reginaldo Faria.
A novela pode ser resumida numa singela frase, dita pela personagem Dona Mocinha, interpretada por Ruth de Souza:
"É tudo culpa daquele doutor".
Rosa na Estrada
4.6 5Comprei o DVD na época que lançou e só assisti hoje!
É legal esse tipo de documentário, inclusive, soa muito parecido com os filmes americanos que mostram os bastidores das grandes bandas (guardadas proporções). Particularmente, já fui muito crítico dessa banda, principalmente por algumas escolhas e atitudes deles, porém, hoje com a maturidade, percebo que eles tiveram seus motivos para fazerem as escolhas que fizeram e, enfim, é um documentário indicado para quem gosta da banda e para quem gosta da ideia de ter uma banda e cair na vida de shows por aí.
Notícias Populares
3.9 64Tá longe de ser ruim. Tá longe de ser ótimo. É um bom programa pra uma tarde de domingo.
Carrossel
3.7 152Uma gracinha! Faz tempo que eu não deixava de acessar a internet de noite, mas agora eu prefiro assistir Carrossel!
Floribella 2
3.8 32Gostei mais da primeira temporada. O Roger Gobbeth era foda. Mas as gostosinhas Juliana Silveira e Maria Carolina Ribeiro me prendiam.
Floribella
3.8 91Era radical! Assistia só pra ver a Juliana Silveira e a Maria Carolina Ribeiro, bem lindinhas. Rsrsrs!
Amor e Revolução
3.5 56Gosto do SBT, comecei assistir, mas tinha muita revolução e pouco amor. Desanimei.
Jay Vaquer: Alive in Brazil
4.8 17Cantor favorito! DVD perfeito. E ainda me arrumou uma namorada, na época.