Claramente feito pra gerar dinheiro, não traz nada além de alguma nostalgia, principalmente pela estética da primeira e lendária versão dos Power Rangers. A adição de alguns "rangers" originais é a cereja de um bolo pequeno e feito com baixo orçamento. Vale a pena só se você quer sentir essa nostalgia. Isso é bem mais ou menos. Falta humor. Falta muita coisa.
Gosto muito da forma como a Petra Costa constroi seus documentários, a voz calma, a linha do tempo, a narrativa. É claro que isso só funciona se você tiver noção da direção que as coisas andam. Porém, este filme em questão, perdeu a oportunidade de ser mais assertivo enquanto questionava a forma ofensiva que o protestantismo causou mal ao Brasil. Apocalipse Nos Tropicos visa apenas defender a moral petista, não atacar o verdadeiro problema do protestantismo e sua lavagem cerebral antietica, que açoita de ateus à católicos.
Produzido numa época em que era novidade esse tipo de conteúdo, o documentário mostra-se preguiçoso e tenta criar na figura de 4 atletas do clube, símbolos de cada uma das conquistas, algo heroico. Tem seu valor pelo tempo em que foi produzido, mas envelheceu mal e não traz nenhuma emoção nova.
Importante salientar que não sou corinthiano, assisti com olhos de alguém que aprecia o esporte e o audiovisual.
Eu não achei ruim. É um filme chapa branca. É um filme que se esforça pra ter 90 minutos de tela. As cenas aleatórias da personagem da Manu Gavassi são ruins. Não tem nenhuma novidade sobre o Silvio Santos. Só citei problemas. Mesmo assim, não achei ruim.
Em 2012 a série se perde mesmo. Torna-se uma repetição de acontecimentos preguiçosos, sempre paralelamente a família Silva com a família Carrara, quase como se fossem duas séries dentro de uma.
Essa é realmente uma série que te prende muito fácil. Quando acaba o primeiro episódio, vc não consegue mais parar de assistir. É muita coisa acontecendo num único episódio, indo de encontro com o derretimento de cerebro da atual geração que acostumou com vídeos curtos e dopamina rápida. É ruim, mas é bom. E a empatia que sentimos pela personagem Sophia (quando criança) é algo inevitavelmente forte.
Ao longo da trama, há coisas bastante inverossímeis, que vão cansando com o tempo. A fotografia deixa a desejar, muitas vezes me senti assistindo uma novela da Band (sei que a novela passou na Band, mas digo... parecia aquelas novelas antigas, Floribella, Dance Dance Dance, etc). Outra coisa que incomoda é a quantidade exagerada de cenas em que alguém chega tocando a campainha, uma solução repetitiva e preguiçosa.
A trama é basicamente uma releitura de Crime e Castigo, que até aparece como um easter egg, qnd o Dr Atila está lendo este livro. Aliás, esse tema já inspirou inúmeras outras obras, como as já citadas por aqui "Parasita" e "Avenida Brasil".
A atuação de Caio Blat é uma coisa exuberante. Ele está em seu auge. Cada cena dele é de prender na cadeira, você fica hipnotizado. O mesmo para Camila Pitanga, que carrega a primeira metade dos episódios nas costas.
Pelo contrário, as cenas da personagem Gisela são entediantes. Bem como o arco do personagem do Murilo Rosa. Aliás, todo esse núcleo de dança é beeeem arrastado, quebrando o ritmo nos capítulos da metade pra frente. Podiam ter resolvido isso logo. E a aparição da mãe, não faz o menor sentido. Uma solução tosca, pra deixar uma possível 2a temporada engatilhada, num tema chatinho.
No fim, a gente começa a sentir empatia pela Lola e raiva da Sophia, pois parece que a personagem vivida pela linda Camilia Queiroz quer, de fato, se tornar a Lola. Ela pira. Ela enlouquece... a gente torce pra uma matar a outra, já que morrem tantas pessoas nessa série, praticamente uma morte por episódio.
Enfim, o gran finale me pareceu meio pequeno. Mas a série é extremamente viciante, o texto é bom, a direção é muito boa. Eu assisti tudo em uns 3 dias. A história principal é viciante.
O filme é legalzinho. A minha filha de 3 anos se distraiu. Achei que a Lilo é muito mais relevante que o Stitch, não entendo porque o hype é todo no monstrinho. Confesso que nunca vi a animação, então não sei se é fildedigno ao original. Mas... o filme em si é isso que eu disse: legalzinho.
A série é legal, me prendeu. Mas parece que vai perdendo o fôlego, enquanto as expectativas que vão criando nos espectadores, vão se frustrando. Acho que é uma série interessante, mas tá mais pra uma novela das 23h, com cenas picantes em alguns momentos, do que pra uma comedia.
O documentário "Schumacher" revela Michael Schumacher como a grande figura da Fórmula 1 para minha geração. Apesar de algumas lembranças de Ayrton Senna, foi Schumacher quem brilhou quando voltei a assistir Fórmula 1 em 1997, especialmente quando Rubens Barrichello se juntou a ele na Ferrari em 2000.
A série destaca não apenas a velocidade de Schumacher, mas também seu lado humano, focando bastante na família. Isso é admirável, considerando que muitos pilotos vivem apenas para o próprio ego. Schumacher construiu uma família unida, o que é muito bonito.
Ele tinha um pouco de Alain Prost e Ayrton Senna, mas mais de Senna. Schumacher é, indiscutivelmente, um dos top 3 da história da Fórmula 1. Muitos o consideram o maior de todos os tempos, o que é justo, embora eu tenha uma opinião diferente.
O documentário retrata o gênio que teve um fim trágico e injusto, como mencionado por seu filho. Venceu tanto nas pistas, enfrentou muitos perigos e saiu vencedor, apenas para terminar vegetativo após um acidente de esqui. No entanto, a série não foca nesse aspecto triste.
Crítica: Achei desrespeitoso não haver absolutamente nenhuma citação a Rubens Barrichello no documentário. Foi com Barrichello como companheiro de equipe e escudeiro que Schumacher viveu seu auge hegemônico.
"MEGAN" tenta ser uma versão moderna do clássico "Chucky", mas falha em vários aspectos. O enredo é fraco e o roteiro preguiçoso, deixando a desejar em termos de desenvolvimento e originalidade. As cenas de terror são pouco eficazes, incapazes de assustar até mesmo uma criança. O clímax do filme, com um deus ex machina e a mudança repentina de comportamento da sobrinha, é tedioso e previsível.
A premissa de uma boneca inteligente e indesligável, quase como se estivesse possuída, poderia ser interessante, mas acaba sendo entediante devido à execução pobre. O filme não consegue explorar de forma satisfatória o potencial de medo e suspense que a inteligência artificial poderia trazer.
Em resumo, "MEGAN" é uma tentativa falha de reviver o terror clássico com uma abordagem moderna, mas que acaba caindo nos mesmos clichês e falta de inovação que muitos outros filmes do gênero.
"Virgem Maria", dirigido por D.J. Caruso, é um filme recente da Netflix que oferece uma interpretação da vida de Maria, mãe de Jesus. Mesmo com pouco conhecimento sobre a vida de Maria e dos avós de Jesus, o filme consegue transmitir de forma competente a relação entre Maria e José, enfrentando críticas e perigos de uma gravidez fora do casamento.
A fotografia é bonita e simples, mas não inesquecível. É um filme agradável para assistir perto do Natal, mas não se destaca como uma obra memorável.
Acordar nas manhãs de domingo para assistir à Fórmula 1 era mágico, especialmente com o tema da vitória. Ver Ayrton Senna no topo do pódio era uma alegria incomparável. A série "Senna" da Netflix, com apenas seis episódios, captura bem essa emoção, apesar de focar demais nos relacionamentos do piloto, criando uma rivalidade desnecessária entre Xuxa e Galisteu.
O verdadeiro destaque da série é a ousadia e liderança de Senna, tanto esportiva quanto politicamente. A fotografia é tão incrível que me transporta diretamente para o início dos anos 90. E a presença da talentosa Kaya Scodelario, atuando em português, é a cereja do bolo.
Gostei bastante da série e acho que ela faz jus à memória de Senna. Poderia ser melhor, mas talvez não atraísse tanta atenção se evitassem falar tanto sobre a vida amorosa do piloto.
Eu odeio como eu amo esse filme. Ideal pra viajar, literalmente, pelas lembranças de músicas nostálgicas, numa comédia romântica estritamente brasileira. Fabio Porchat, que sempre interpreta o mesmo personagem, está impecável aqui. Sandy não faz feio. O filme é criativo, o roteiro é bom, a fotografia é bonita, cara... desculpe, mas eu adorei.
Cara, por falta de adjetivo melhor, vou usar esse mesmo: CRINGE. Assisti pela Priscila Fantin. O que fizeram com nossa Floor Jansen brasileira? E o Matheus Ceará... esperava mais dele, já que ele tem um humor tão hypado. Esse filme precisa de mais alguma coisa pra ser ruim. Ainda tá abaixo disso.
Essa série desperta inúmeros gatilhos, mas é escrita de forma tão psicologicamente acertada, que a gente começa a olhar e pensar: meu Deus, eu não tenho culpa de muitas coisas que me assombram. Enfim, é um enredo que aponta uma direção ideológica do mercado, ao mesmo tempo que demonstra como socialmente e culturalmente, a gente está sendo impactado por essas situações que, até outrora, eram escondidas embaixo do tapete.
Embora possua animações gráficas e trilha sonora de destaque, Pedro Coelho 2: O Fugitivo se torna um filme esquecível devido à falta de carisma dos personagens e à superficialidade da trama.
A aventura, semelhante a uma mistura de "Baby, o Porquinho Atrapalhado" com "Pets", leva o protagonista a questionar sua identidade. Encontrando evidências e outros personagens que o desafiam, ele se distancia de quem é, causando confusão e arrependimento.
No entanto, o filme falha em aprofundar essa jornada de autodescoberta. A busca por conforto para o espectador da atualidade impede a exploração de temas mais complexos, tornando a experiência superficial e sem impacto emocional.
A vida toda eu vi filme retratando a vida de Jesus, até no máximo a ressurreição. Mas nunca tinha parado pra assistir um filme que contasse o que aconteceria após. Esse filme é bem no estilo de The Chosen, enfim, é um filme que eu gostaria de ter assistido como criança, me ajudaria a ter outra visão da minha própria fé.
"Pedro Coelho" é um filme que consegue se destacar e proporcionar momentos divertidos ao público. Embora os personagens possam ser considerados pouco críveis, como um coelho chato e um casal insosso, o filme ainda funciona como uma opção de entretenimento.
Uma das qualidades mais notáveis do filme é a produção, que destoa dos padrões dos estúdios mais famosos, como Disney e Fox. Isso cria uma atmosfera refrescante e original, levando o espectador a uma experiência audiovisual inédita. A direção também contribui para esta sensação de novidade, com escolhas criativas que ajudam a manter o interesse do público.
A segunda temporada da série Morning Show é ainda melhor do que a primeira! A história continua a se desenvolver em torno dos personagens principais, com destaque para o astuto e divertido Cory Ellison (interpretado por um dos meus atores favoritos, Billy Crudup). Jennifer Aniston também brilha em sua performance como Alex Levy, a apresentadora do programa de TV morning.
Essa temporada apresenta muitas reviravoltas e momentos emocionantes que mantêm o espectador preso ao sofá do começo ao fim. O enredo se torna ainda mais intrigante com o passar dos episódios, e os personagens secundários também se desenvolvem de maneira interessante.
O que eu amo dessa temporada é como ela consegue lidar com temas importantes e atuais, como a cultura de cancelamento e a falta de diversidade na mídia. A forma como esses tópicos são abordados é inteligente e realista, o que torna a série ainda mais atraente.
Outro ponto positivo é a forma como a temporada mantém o tom humorístico e satírico da primeira temporada, mas também não hesita em abordar temas mais sérios e emocionais. Isso torna a série ainda mais completa e interessante de assistir.
Em resumo, a segunda temporada da série Morning Show é uma ótima opção para quem busca uma série intensa, que consegue flutuar do drama à diversão, com performances incríveis de seu elenco. Definitivamente vale a pena assistir!
"O Escândalo" (2019), originalmente intitulado "Bombshell", é uma obra cinematográfica que lança luz sobre os horrores do assédio sexual nos bastidores de um dos canais de notícias mais influentes dos Estados Unidos. Dirigido por Jay Roach, o filme mergulha nas profundezas sombrias da cultura corporativa tóxica e revela os abusos perpetrados pelo poderoso criador e diretor da Fox News, Roger Ailes.
A trama se desenrola através do olhar de três mulheres corajosas, cada uma navegando pelas complexidades de um ambiente de trabalho que glorifica o sucesso e silencia as vozes dissidentes. Gretchen Carlson, interpretada por Nicole Kidman, emerge como a figura central dessa narrativa, enfrentando sua demissão do canal e decidindo confrontar seu agressor nos tribunais. O filme habilmente retrata o desafio enfrentado por Gretchen ao denunciar os assédios sexuais do diretor da Fox News, um homem poderoso e respeitado na indústria.
Ao longo da trama, "O Escândalo" expõe a teia de silêncio e cumplicidade que permeia a cultura corporativa da Fox News, com muitos funcionários optando por ignorar ou minimizar os abusos em prol de manterem seus empregos. A tensão crescente e o drama pessoal das personagens são habilmente explorados, oferecendo uma visão poderosa e comovente das lutas enfrentadas por mulheres em ambientes de trabalho hostis e dominados pelo poder masculino.
É importante ressaltar que "O Escândalo" pode ser uma experiência intensa para algumas espectadoras, especialmente aquelas que já vivenciaram situações semelhantes de assédio sexual. O filme retrata de forma honesta e sem rodeios as repercussões emocionais e psicológicas desses abusos, o que pode ser desencadeador para algumas pessoas. No entanto, ao abordar esse tema delicado com sensibilidade e profundidade, "O Escândalo" também oferece uma oportunidade para reflexão e diálogo sobre a urgência de criar ambientes de trabalho seguros e inclusivos para todas as pessoas.
Estou deixando a minha análise antes de terminar de assistir. Faltam 2 episódios, mas eu tenho certeza que nada que venha a acontecer daqui em diante mudará minha opinião.
Comecei por indicação do comentarista Casagrande.
Sou meio ruinzinho de me apegar com séries, mas essa aqui me pegou. A temática, o fato de não ter um protagonista, mas várias histórias acontecendo simultaneamente, interligadas por uma cia aérea, que existiu... e tudo baseado em cultura real daquela época... anos 60.
A trilha sonora, a fotografia, o enredo, a direção... é tudo tão bem feito. Acho que alguns efeitos especiais são meio TV Record em alguns momentos que mostra o avião por fora... mas isso não desabona em nada.
Que grata surpresa! Eu diria que é um Orange Is The New Black, só que com aeromoças no lugar das detentas rsrsrs
Dirigido por Edson Spinello, "Mamonas Assassinas: O Filme" emerge como uma tentativa ambiciosa de trazer à tela a trajetória meteórica e o trágico fim da banda que marcou os anos 90 no Brasil. Lançado em 28 de Dezembro de 2023, o filme busca recontar a história dos Mamonas Assassinas, desde suas raízes humildes até o seu abrupto e trágico fim em um acidente aéreo que ceifou a vida de todos os seus membros.
O elenco, encabeçado por Ruy Brissac na pele de Dinho, traz uma semelhança física notável com os membros originais da banda, embora a performance de Brissac destoe pela sua aparência incompativelmente mais velha em comparação à idade real de Dinho no auge da sua carreira. As atuações, por vezes exageradas, acabam por não fazer justiça à profundidade e complexidade das personalidades que compunham a banda, deslizando ocasionalmente para o caricato.
Com apenas uma hora e meia de duração, o filme sofre com a ambiciosa tarefa de condensar a rica e turbulenta história dos Mamonas Assassinas em um formato que originalmente se destinava a ser uma série de TV. Este formato, por sua vez, compromete a coesão narrativa, resultando em uma "colcha de retalhos" onde momentos significativos da vida da banda e seus integrantes são apenas superficialmente explorados.
A produção, que vem se arrastando há anos, parece ter sido prejudicada pelo tempo, refletindo em erros de continuidade e sincronia labial, além de uma execução musical que deixa a desejar, minando a imersão e a nostalgia que poderiam ser os maiores trunfos do filme. A representação dos concertos, com um número reduzido de figurantes, transmite uma sensação de escassez que contrasta com o sucesso estrondoso que a banda gozava em seu auge.
Apesar de seus defeitos, "Mamonas Assassinas: O Filme" possui momentos de valor nostálgico, especialmente para aqueles que cresceram ouvindo os hits irreverentes da banda. No entanto, não se pode ignorar que o filme parece uma oportunidade perdida de homenagear adequadamente um grupo que, mesmo em sua breve existência, deixou uma marca indelével na música brasileira.
O filme, portanto, serve como um lembrete melancólico de que os Mamonas Assassinas, apesar de seu brilho efêmero, enfrentam o risco de serem relegados ao esquecimento, uma sombra do fenômeno cultural que um dia representaram. "Mamonas Assassinas: O Filme" tenta resgatar esse legado, mas acaba por se revelar um esforço tardio e insuficiente diante da grandeza do que os Mamonas Assassinas foram e do que ainda significam para muitos.
"Gato de Botas", um spin-off da popular franquia "Shrek", traz para o centro das atenções um dos personagens mais carismáticos do universo dos contos de fadas. O filme segue as aventuras do Gato de Botas, um personagem com uma marcante veia latina ou espanhola, que influencia desde a estética visual até as dinâmicas de diálogo.
O filme começa de maneira um tanto lenta, exigindo paciência do espectador antes de realmente ganhar tração. No entanto, uma vez que a narrativa engata, "Gato de Botas" consegue capturar a atenção com uma mistura de humor, ação e aventura. Um dos pontos altos do filme é a inclusão do personagem Humpty Dumpty, o ovo falante, que desempenha um papel significativo na trama e adiciona uma camada extra de entretenimento.
Apesar de sua divertida narrativa e personagens cativantes, o filme não parece ter um impacto duradouro. A conclusão é agradável e bem amarrada, proporcionando um desfecho satisfatório para a história. No entanto, "Gato de Botas" não se destaca como uma obra memorável no amplo campo das animações.
Embora tenha seus momentos de brilho e um personagem principal charmoso e aventureiro, o filme pode não deixar uma impressão marcante ou duradoura. É, em muitos aspectos, uma experiência agradável e leve, mas sem a profundidade ou o impacto de outros filmes de animação mais icônicos. "Gato de Botas" é ideal para quem busca um entretenimento casual e divertido, especialmente para os fãs do personagem no universo de "Shrek".
Power Rangers: Agora e Sempre
3.0 125 Assista AgoraClaramente feito pra gerar dinheiro, não traz nada além de alguma nostalgia, principalmente pela estética da primeira e lendária versão dos Power Rangers. A adição de alguns "rangers" originais é a cereja de um bolo pequeno e feito com baixo orçamento. Vale a pena só se você quer sentir essa nostalgia. Isso é bem mais ou menos. Falta humor. Falta muita coisa.
Apocalipse nos Trópicos
3.8 189 Assista AgoraGosto muito da forma como a Petra Costa constroi seus documentários, a voz calma, a linha do tempo, a narrativa. É claro que isso só funciona se você tiver noção da direção que as coisas andam. Porém, este filme em questão, perdeu a oportunidade de ser mais assertivo enquanto questionava a forma ofensiva que o protestantismo causou mal ao Brasil.
Apocalipse Nos Tropicos visa apenas defender a moral petista, não atacar o verdadeiro problema do protestantismo e sua lavagem cerebral antietica, que açoita de ateus à católicos.
4x Timão: A Conquista do Tetra
3.5 51Produzido numa época em que era novidade esse tipo de conteúdo, o documentário mostra-se preguiçoso e tenta criar na figura de 4 atletas do clube, símbolos de cada uma das conquistas, algo heroico. Tem seu valor pelo tempo em que foi produzido, mas envelheceu mal e não traz nenhuma emoção nova.
Importante salientar que não sou corinthiano, assisti com olhos de alguém que aprecia o esporte e o audiovisual.
Silvio Santos Vem Aí
2.5 48 Assista AgoraEu não achei ruim. É um filme chapa branca. É um filme que se esforça pra ter 90 minutos de tela. As cenas aleatórias da personagem da Manu Gavassi são ruins. Não tem nenhuma novidade sobre o Silvio Santos. Só citei problemas. Mesmo assim, não achei ruim.
A Grande Família (12ª Temporada)
3.7 6Em 2012 a série se perde mesmo. Torna-se uma repetição de acontecimentos preguiçosos, sempre paralelamente a família Silva com a família Carrara, quase como se fossem duas séries dentro de uma.
Beleza Fatal (1ª Temporada)
4.0 140Essa é realmente uma série que te prende muito fácil. Quando acaba o primeiro episódio, vc não consegue mais parar de assistir. É muita coisa acontecendo num único episódio, indo de encontro com o derretimento de cerebro da atual geração que acostumou com vídeos curtos e dopamina rápida. É ruim, mas é bom.
E a empatia que sentimos pela personagem Sophia (quando criança) é algo inevitavelmente forte.
Ao longo da trama, há coisas bastante inverossímeis, que vão cansando com o tempo. A fotografia deixa a desejar, muitas vezes me senti assistindo uma novela da Band (sei que a novela passou na Band, mas digo... parecia aquelas novelas antigas, Floribella, Dance Dance Dance, etc). Outra coisa que incomoda é a quantidade exagerada de cenas em que alguém chega tocando a campainha, uma solução repetitiva e preguiçosa.
A trama é basicamente uma releitura de Crime e Castigo, que até aparece como um easter egg, qnd o Dr Atila está lendo este livro. Aliás, esse tema já inspirou inúmeras outras obras, como as já citadas por aqui "Parasita" e "Avenida Brasil".
A atuação de Caio Blat é uma coisa exuberante. Ele está em seu auge. Cada cena dele é de prender na cadeira, você fica hipnotizado. O mesmo para Camila Pitanga, que carrega a primeira metade dos episódios nas costas.
Pelo contrário, as cenas da personagem Gisela são entediantes. Bem como o arco do personagem do Murilo Rosa. Aliás, todo esse núcleo de dança é beeeem arrastado, quebrando o ritmo nos capítulos da metade pra frente. Podiam ter resolvido isso logo. E a aparição da mãe, não faz o menor sentido. Uma solução tosca, pra deixar uma possível 2a temporada engatilhada, num tema chatinho.
No fim, a gente começa a sentir empatia pela Lola e raiva da Sophia, pois parece que a personagem vivida pela linda Camilia Queiroz quer, de fato, se tornar a Lola. Ela pira. Ela enlouquece... a gente torce pra uma matar a outra, já que morrem tantas pessoas nessa série, praticamente uma morte por episódio.
Enfim, o gran finale me pareceu meio pequeno. Mas a série é extremamente viciante, o texto é bom, a direção é muito boa. Eu assisti tudo em uns 3 dias. A história principal é viciante.
Lilo & Stitch
3.5 250 Assista AgoraO filme é legalzinho.
A minha filha de 3 anos se distraiu. Achei que a Lilo é muito mais relevante que o Stitch, não entendo porque o hype é todo no monstrinho.
Confesso que nunca vi a animação, então não sei se é fildedigno ao original. Mas... o filme em si é isso que eu disse: legalzinho.
Red Oaks (1ª Temporada)
3.9 15 Assista AgoraA série é legal, me prendeu. Mas parece que vai perdendo o fôlego, enquanto as expectativas que vão criando nos espectadores, vão se frustrando.
Acho que é uma série interessante, mas tá mais pra uma novela das 23h, com cenas picantes em alguns momentos, do que pra uma comedia.
Schumacher
3.7 72O documentário "Schumacher" revela Michael Schumacher como a grande figura da Fórmula 1 para minha geração. Apesar de algumas lembranças de Ayrton Senna, foi Schumacher quem brilhou quando voltei a assistir Fórmula 1 em 1997, especialmente quando Rubens Barrichello se juntou a ele na Ferrari em 2000.
A série destaca não apenas a velocidade de Schumacher, mas também seu lado humano, focando bastante na família. Isso é admirável, considerando que muitos pilotos vivem apenas para o próprio ego. Schumacher construiu uma família unida, o que é muito bonito.
Ele tinha um pouco de Alain Prost e Ayrton Senna, mas mais de Senna. Schumacher é, indiscutivelmente, um dos top 3 da história da Fórmula 1. Muitos o consideram o maior de todos os tempos, o que é justo, embora eu tenha uma opinião diferente.
O documentário retrata o gênio que teve um fim trágico e injusto, como mencionado por seu filho. Venceu tanto nas pistas, enfrentou muitos perigos e saiu vencedor, apenas para terminar vegetativo após um acidente de esqui. No entanto, a série não foca nesse aspecto triste.
Crítica: Achei desrespeitoso não haver absolutamente nenhuma citação a Rubens Barrichello no documentário. Foi com Barrichello como companheiro de equipe e escudeiro que Schumacher viveu seu auge hegemônico.
M3GAN
3.0 893 Assista Agora"MEGAN" tenta ser uma versão moderna do clássico "Chucky", mas falha em vários aspectos. O enredo é fraco e o roteiro preguiçoso, deixando a desejar em termos de desenvolvimento e originalidade. As cenas de terror são pouco eficazes, incapazes de assustar até mesmo uma criança. O clímax do filme, com um deus ex machina e a mudança repentina de comportamento da sobrinha, é tedioso e previsível.
A premissa de uma boneca inteligente e indesligável, quase como se estivesse possuída, poderia ser interessante, mas acaba sendo entediante devido à execução pobre. O filme não consegue explorar de forma satisfatória o potencial de medo e suspense que a inteligência artificial poderia trazer.
Em resumo, "MEGAN" é uma tentativa falha de reviver o terror clássico com uma abordagem moderna, mas que acaba caindo nos mesmos clichês e falta de inovação que muitos outros filmes do gênero.
Virgem Maria
2.8 58 Assista Agora"Virgem Maria", dirigido por D.J. Caruso, é um filme recente da Netflix que oferece uma interpretação da vida de Maria, mãe de Jesus. Mesmo com pouco conhecimento sobre a vida de Maria e dos avós de Jesus, o filme consegue transmitir de forma competente a relação entre Maria e José, enfrentando críticas e perigos de uma gravidez fora do casamento.
A fotografia é bonita e simples, mas não inesquecível. É um filme agradável para assistir perto do Natal, mas não se destaca como uma obra memorável.
Senna
4.0 239Acordar nas manhãs de domingo para assistir à Fórmula 1 era mágico, especialmente com o tema da vitória. Ver Ayrton Senna no topo do pódio era uma alegria incomparável. A série "Senna" da Netflix, com apenas seis episódios, captura bem essa emoção, apesar de focar demais nos relacionamentos do piloto, criando uma rivalidade desnecessária entre Xuxa e Galisteu.
O verdadeiro destaque da série é a ousadia e liderança de Senna, tanto esportiva quanto politicamente. A fotografia é tão incrível que me transporta diretamente para o início dos anos 90. E a presença da talentosa Kaya Scodelario, atuando em português, é a cereja do bolo.
Gostei bastante da série e acho que ela faz jus à memória de Senna. Poderia ser melhor, mas talvez não atraísse tanta atenção se evitassem falar tanto sobre a vida amorosa do piloto.
Evidências do Amor
3.3 207 Assista AgoraEu odeio como eu amo esse filme.
Ideal pra viajar, literalmente, pelas lembranças de músicas nostálgicas, numa comédia romântica estritamente brasileira. Fabio Porchat, que sempre interpreta o mesmo personagem, está impecável aqui. Sandy não faz feio. O filme é criativo, o roteiro é bom, a fotografia é bonita, cara... desculpe, mas eu adorei.
Partiu América
1.7 37 Assista AgoraCara, por falta de adjetivo melhor, vou usar esse mesmo: CRINGE.
Assisti pela Priscila Fantin. O que fizeram com nossa Floor Jansen brasileira?
E o Matheus Ceará... esperava mais dele, já que ele tem um humor tão hypado.
Esse filme precisa de mais alguma coisa pra ser ruim. Ainda tá abaixo disso.
Bebê Rena
4.0 637 Assista AgoraEssa série desperta inúmeros gatilhos, mas é escrita de forma tão psicologicamente acertada, que a gente começa a olhar e pensar: meu Deus, eu não tenho culpa de muitas coisas que me assombram. Enfim, é um enredo que aponta uma direção ideológica do mercado, ao mesmo tempo que demonstra como socialmente e culturalmente, a gente está sendo impactado por essas situações que, até outrora, eram escondidas embaixo do tapete.
Pedro Coelho 2: O Fugitivo
3.2 32Embora possua animações gráficas e trilha sonora de destaque, Pedro Coelho 2: O Fugitivo se torna um filme esquecível devido à falta de carisma dos personagens e à superficialidade da trama.
A aventura, semelhante a uma mistura de "Baby, o Porquinho Atrapalhado" com "Pets", leva o protagonista a questionar sua identidade. Encontrando evidências e outros personagens que o desafiam, ele se distancia de quem é, causando confusão e arrependimento.
No entanto, o filme falha em aprofundar essa jornada de autodescoberta. A busca por conforto para o espectador da atualidade impede a exploração de temas mais complexos, tornando a experiência superficial e sem impacto emocional.
Ressurreição
3.5 186 Assista AgoraA vida toda eu vi filme retratando a vida de Jesus, até no máximo a ressurreição. Mas nunca tinha parado pra assistir um filme que contasse o que aconteceria após. Esse filme é bem no estilo de The Chosen, enfim, é um filme que eu gostaria de ter assistido como criança, me ajudaria a ter outra visão da minha própria fé.
Pedro Coelho
3.4 147"Pedro Coelho" é um filme que consegue se destacar e proporcionar momentos divertidos ao público. Embora os personagens possam ser considerados pouco críveis, como um coelho chato e um casal insosso, o filme ainda funciona como uma opção de entretenimento.
Uma das qualidades mais notáveis do filme é a produção, que destoa dos padrões dos estúdios mais famosos, como Disney e Fox. Isso cria uma atmosfera refrescante e original, levando o espectador a uma experiência audiovisual inédita. A direção também contribui para esta sensação de novidade, com escolhas criativas que ajudam a manter o interesse do público.
The Morning Show (2ª Temporada)
3.6 73 Assista AgoraA segunda temporada da série Morning Show é ainda melhor do que a primeira! A história continua a se desenvolver em torno dos personagens principais, com destaque para o astuto e divertido Cory Ellison (interpretado por um dos meus atores favoritos, Billy Crudup). Jennifer Aniston também brilha em sua performance como Alex Levy, a apresentadora do programa de TV morning.
Essa temporada apresenta muitas reviravoltas e momentos emocionantes que mantêm o espectador preso ao sofá do começo ao fim. O enredo se torna ainda mais intrigante com o passar dos episódios, e os personagens secundários também se desenvolvem de maneira interessante.
O que eu amo dessa temporada é como ela consegue lidar com temas importantes e atuais, como a cultura de cancelamento e a falta de diversidade na mídia. A forma como esses tópicos são abordados é inteligente e realista, o que torna a série ainda mais atraente.
Outro ponto positivo é a forma como a temporada mantém o tom humorístico e satírico da primeira temporada, mas também não hesita em abordar temas mais sérios e emocionais. Isso torna a série ainda mais completa e interessante de assistir.
Em resumo, a segunda temporada da série Morning Show é uma ótima opção para quem busca uma série intensa, que consegue flutuar do drama à diversão, com performances incríveis de seu elenco. Definitivamente vale a pena assistir!
O Escândalo
3.6 461 Assista Agora"O Escândalo" (2019), originalmente intitulado "Bombshell", é uma obra cinematográfica que lança luz sobre os horrores do assédio sexual nos bastidores de um dos canais de notícias mais influentes dos Estados Unidos. Dirigido por Jay Roach, o filme mergulha nas profundezas sombrias da cultura corporativa tóxica e revela os abusos perpetrados pelo poderoso criador e diretor da Fox News, Roger Ailes.
A trama se desenrola através do olhar de três mulheres corajosas, cada uma navegando pelas complexidades de um ambiente de trabalho que glorifica o sucesso e silencia as vozes dissidentes. Gretchen Carlson, interpretada por Nicole Kidman, emerge como a figura central dessa narrativa, enfrentando sua demissão do canal e decidindo confrontar seu agressor nos tribunais. O filme habilmente retrata o desafio enfrentado por Gretchen ao denunciar os assédios sexuais do diretor da Fox News, um homem poderoso e respeitado na indústria.
Ao longo da trama, "O Escândalo" expõe a teia de silêncio e cumplicidade que permeia a cultura corporativa da Fox News, com muitos funcionários optando por ignorar ou minimizar os abusos em prol de manterem seus empregos. A tensão crescente e o drama pessoal das personagens são habilmente explorados, oferecendo uma visão poderosa e comovente das lutas enfrentadas por mulheres em ambientes de trabalho hostis e dominados pelo poder masculino.
É importante ressaltar que "O Escândalo" pode ser uma experiência intensa para algumas espectadoras, especialmente aquelas que já vivenciaram situações semelhantes de assédio sexual. O filme retrata de forma honesta e sem rodeios as repercussões emocionais e psicológicas desses abusos, o que pode ser desencadeador para algumas pessoas. No entanto, ao abordar esse tema delicado com sensibilidade e profundidade, "O Escândalo" também oferece uma oportunidade para reflexão e diálogo sobre a urgência de criar ambientes de trabalho seguros e inclusivos para todas as pessoas.
Pan Am (1ª Temporada)
4.1 112Estou deixando a minha análise antes de terminar de assistir. Faltam 2 episódios, mas eu tenho certeza que nada que venha a acontecer daqui em diante mudará minha opinião.
Comecei por indicação do comentarista Casagrande.
Sou meio ruinzinho de me apegar com séries, mas essa aqui me pegou. A temática, o fato de não ter um protagonista, mas várias histórias acontecendo simultaneamente, interligadas por uma cia aérea, que existiu... e tudo baseado em cultura real daquela época... anos 60.
A trilha sonora, a fotografia, o enredo, a direção... é tudo tão bem feito.
Acho que alguns efeitos especiais são meio TV Record em alguns momentos que mostra o avião por fora... mas isso não desabona em nada.
Que grata surpresa!
Eu diria que é um Orange Is The New Black, só que com aeromoças no lugar das detentas rsrsrs
A Noite que Mudou o Pop
4.2 188 Assista AgoraInteressantíssimo. Nunca mais conseguirei assistir o clipe com os mesmos olhos.
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321Dirigido por Edson Spinello, "Mamonas Assassinas: O Filme" emerge como uma tentativa ambiciosa de trazer à tela a trajetória meteórica e o trágico fim da banda que marcou os anos 90 no Brasil. Lançado em 28 de Dezembro de 2023, o filme busca recontar a história dos Mamonas Assassinas, desde suas raízes humildes até o seu abrupto e trágico fim em um acidente aéreo que ceifou a vida de todos os seus membros.
O elenco, encabeçado por Ruy Brissac na pele de Dinho, traz uma semelhança física notável com os membros originais da banda, embora a performance de Brissac destoe pela sua aparência incompativelmente mais velha em comparação à idade real de Dinho no auge da sua carreira. As atuações, por vezes exageradas, acabam por não fazer justiça à profundidade e complexidade das personalidades que compunham a banda, deslizando ocasionalmente para o caricato.
Com apenas uma hora e meia de duração, o filme sofre com a ambiciosa tarefa de condensar a rica e turbulenta história dos Mamonas Assassinas em um formato que originalmente se destinava a ser uma série de TV. Este formato, por sua vez, compromete a coesão narrativa, resultando em uma "colcha de retalhos" onde momentos significativos da vida da banda e seus integrantes são apenas superficialmente explorados.
A produção, que vem se arrastando há anos, parece ter sido prejudicada pelo tempo, refletindo em erros de continuidade e sincronia labial, além de uma execução musical que deixa a desejar, minando a imersão e a nostalgia que poderiam ser os maiores trunfos do filme. A representação dos concertos, com um número reduzido de figurantes, transmite uma sensação de escassez que contrasta com o sucesso estrondoso que a banda gozava em seu auge.
Apesar de seus defeitos, "Mamonas Assassinas: O Filme" possui momentos de valor nostálgico, especialmente para aqueles que cresceram ouvindo os hits irreverentes da banda. No entanto, não se pode ignorar que o filme parece uma oportunidade perdida de homenagear adequadamente um grupo que, mesmo em sua breve existência, deixou uma marca indelével na música brasileira.
O filme, portanto, serve como um lembrete melancólico de que os Mamonas Assassinas, apesar de seu brilho efêmero, enfrentam o risco de serem relegados ao esquecimento, uma sombra do fenômeno cultural que um dia representaram. "Mamonas Assassinas: O Filme" tenta resgatar esse legado, mas acaba por se revelar um esforço tardio e insuficiente diante da grandeza do que os Mamonas Assassinas foram e do que ainda significam para muitos.
Gato de Botas
3.4 1,7K Assista Agora"Gato de Botas", um spin-off da popular franquia "Shrek", traz para o centro das atenções um dos personagens mais carismáticos do universo dos contos de fadas. O filme segue as aventuras do Gato de Botas, um personagem com uma marcante veia latina ou espanhola, que influencia desde a estética visual até as dinâmicas de diálogo.
O filme começa de maneira um tanto lenta, exigindo paciência do espectador antes de realmente ganhar tração. No entanto, uma vez que a narrativa engata, "Gato de Botas" consegue capturar a atenção com uma mistura de humor, ação e aventura. Um dos pontos altos do filme é a inclusão do personagem Humpty Dumpty, o ovo falante, que desempenha um papel significativo na trama e adiciona uma camada extra de entretenimento.
Apesar de sua divertida narrativa e personagens cativantes, o filme não parece ter um impacto duradouro. A conclusão é agradável e bem amarrada, proporcionando um desfecho satisfatório para a história. No entanto, "Gato de Botas" não se destaca como uma obra memorável no amplo campo das animações.
Embora tenha seus momentos de brilho e um personagem principal charmoso e aventureiro, o filme pode não deixar uma impressão marcante ou duradoura. É, em muitos aspectos, uma experiência agradável e leve, mas sem a profundidade ou o impacto de outros filmes de animação mais icônicos. "Gato de Botas" é ideal para quem busca um entretenimento casual e divertido, especialmente para os fãs do personagem no universo de "Shrek".