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"Every night and every morn
some to misery are born
Every morn and every night
some are born to sweet delight"

Últimas opiniões enviadas

  • Ana Cláudia

    Não cheguei a ler o livro ainda, mas resolvi conferir o filme em sua exibição no canal Brasil. Julgo unicamente o filme por si mesmo nesse caso. O filme é muito ruim. Nem seria preciso ressaltar, mas tenho que dizer que um filme deve funcionar enquanto tal, mesmo que seja adaptado de um livro. Por se tratarem de expressões de arte distintas, o livro deve funcionar como livro e o filme deve funcionar como filme. O livro ser melhor que o filme ou vise versa não deveria entrar em questão. Me senti assistindo a uma versão paralela de Chiquititas. A falta de profundidade incomoda bastante, as atuações precárias dificultam a experiência, a trilha sonora é deslocada e os acontecimentos são uma sequência de colagens rasa e incoesa. Além disso, o que mais me incomodou no longa foi o que posso chamar de "excesso de ficção" e a romantização em demasia daquela realidade recortada. Não esqueçamos que tal recorte é um retrato da sociedade desenhado por meio de tipos marginalizados e oprimidos, o que deveria carregar o filme de um forte apelo social, no entanto, falta maturidade e capacidade (e talvez experiência por parte da diretora) em pincelar com crueza um pouco mais de realismo em meio a tanto romantismo.

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  • Ana Cláudia

    Não são apenas as cenas polêmicas que incomodam (aliás, para estas, há que se ter estômago forte!); a precariedade técnica, o desleixo com a edição e com os detalhes de composição além dos furos de roteiro e a aparente falta de propósito (1- desconsidero aqui o simples propósito de chocar; 2- digo "aparente" em decorrência da impossibilidade de decidir entre "falta de propósito" e "propósito mal sucedido". ) também incomodam bastante. Os elementos "toscos" vão crescendo no desenrolar da trama de modo a atingir um ápice em seus momentos finais, fazendo com que o filme deixe de ser tenso e perturbador e passe a ser engraçado. Nekromantik figura como um perfeito espécime de filme "trash", tanto se considerarmos a definição mais complexa quanto a definição mais geral do termo em questão. Dito isto, só posso afirmar que chegar até ao final dessa película é uma tortura das mais agoniantes: são os 70 minutos mais longos de que tenho notícia! No entanto, não posso dizer que desgostei e ainda me arrisco a dizer, a título de destacar um dos pontos positivos do longa, que a trilha, no infinito de sua bizarrice, casou perfeitamente com o grotesco das imagens, deixando a experiência ainda mais peculiar.

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