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28 years, Minas Gerais (BRA)
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Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

"Every night and every morn
some to misery are born
Every morn and every night
some are born to sweet delight"

Últimas opiniões enviadas

  • Ana Cláudia

    Não se espantem com a comparação, mas o filme começa como uma espécie de releitura do clássico "Pet Sematary", em que temos um antigo cemitério indígena trazendo homens dentre outros animais de volta a vida, e os regressados do além túmulo voltam com um comportamento no mínimo nocivo e endiabrado, só que, no longa em questão, um experimento científico é o que reanima os cadáveres. Ok. Até aí o argumento se mostra interessante. O problema é quando o filme para de remeter ao Pet Sematary e, com uma incontrolável Olivia Wilde de olhos negros, passa a remeter ao filme X-men: o confronto final. Sim, Zoe representou o perfeito papel de uma Jean Grey, ou da Fênix Negra, como preferirem. E não se enganem, isso não é legal. Só torna as coisas previsíveis e patéticas num nível em que não dá mais para levar o filme a sério. No final das contas, "Renascida do Inferno" não passa de um péssimo entretenimento.

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  • Ana Cláudia

    Esse filme é de uma riqueza literária e de uma beleza imagética impressionantes... tão belo, mais tão belo que é praticamente indescritível! Sublime poesia! Emocionante, charmoso, melancólico, existencialista e encantador! Só tenho elogios a dar!

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  • Ana Cláudia

    Hausu não encontra limites ao abusar do experimentalismo e do psicodelismo. É um filme totalmente ambíguo que celebra o bizarro ao contrastar o fofo com o grotesco, o engraçado com o medonho, a originalidade com a cafonice. A experiência em assisti-lo em si também é muito ambígua, pois oscila em momentos de afeição e de aversão para com toda aquela confusão de sons, formas e cores que é apresentada aos sentidos do espectador durante os 90 minutos de película. Um dos aspectos a serem destacados na obra é, sem dúvidas, a abordagem da questão da transição: as personagens não são mais crianças, mas ainda estão longe de serem adultas e essa condição indefinida esboça momentos hora de extrema infantilização...

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    a cena em que Sweet desaparece e em lugar dela está apenas a boneca, por exemplo.

    ...hora de extrema sensualidade...
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    A cena em que Gorgeous está tomando banho ou a que esta aprecia sua imagem no espelho e passa batom vermelho nos lábios.


    Impossível assistir e não se lembrar de Alice no País das Maravilhas ou O Mágico de Oz. Em certos momentos também me remeteu a um misto de Twin Peaks com O Fantástico Mundo de Bob, pois, afinal: é um sonho dentro de um pesadelo ou um pesadelo dentro de um sonho? Fato é que o onirismo predomina, e dentro desse onirismo estão diversos simbolismos, e todos os símbolos apontam para uma forte tensão sexual (o que dizer das melancias e posteriormente, das bananas!!!??) que culmina no momento mais expressivo e emblemático de Hausu:
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    Prof submersa num mar de sangue, totalmente desnuda, e seu corpo em movimentos como se a dançar.

    ...seria enfim, o final da transição?
    Poderia me prolongar ainda mais, mas finalizo com uma última coisa que me chamou a atenção: a americanização dos nomes das personagens, dos letreiros, das músicas e de muitos outros elementos, bem como a atmosfera de artificialidade
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    em alguns momentos até o céu não passa de um fundo falso que o diretor faz questão de mostrar!

    e a narrativa com todos os exageros e clichês típicos das produções de suspense/comédia/terror hollywoodianas (um grupo de amigas, uma nerd, uma esportista, uma sonhadora ingênua, uma musicista, uma sensual, uma comilona.... blá blá blá, vão passar as férias em uma casa e elas começam a desaparecer uma após a outra; aí tem a tia misteriosa com uma história triste, o animal possuído por uma força sobrenatural, as pitadas de humor, os musicais, e tal e tal.) parece deixar bem claro para quem é endereçada a sátira e o deboche de Hausu. Assim, dizer que esta obra é apenas um resultado gratuito do uso excessivo de alucinógenos é, no mínimo, injusto. No mais, não dá para descrever o indescritível. Para o bem ou para o mal, o que vale mesmo é conferir e tirar as próprias conclusões!

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  • Kayammy
    Kayammy

    Tem no youtube em 480p

  • Gabriel
    Gabriel

    Após ler seu comentário abaixo do meu sobre ''Hausu'', vim fuçar em seu perfil pra ver seus gostos e você favoritou ''Zahrada'', que demaisssss, é sublime, maravilhoso, sensacional ! Que ótimo saber que você também acha hahaha

  • Márcio Apoca
    Márcio Apoca

    hahahaha, nao resisti, vi que vc viu o Eastbound & Down kkkkkkkkkkkkkkk, so nos msms pra ver essas coisas. Minha unica amiga de Grau de compatibilidade cinéfila alta kkk.
    saudades meu, apareça.