filmow.com/usuario/angelovoorhees/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > angelovoorhees
32 years São Paulo - (BRA)
Usuário desde Fevereiro de 2010
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Não vejo minha vida sem os filmes.
Suspense, drama e ficção científica são meus gêneros favoritos.
Adoro odiar um clássico e, às vezes, adoro umas porcarias que ninguém mais gosta.

http://letterboxd.com/angelocordeiro/

https://www.youtube.com/channel/UCvZkq9vS_5SlCFwbIx_9jrg

Últimas opiniões enviadas

  • Angelo Antonio

    Curiosamente, esta co-produção Brasil/Argentina me lembrou o filme Família Submersa outro filme argentino também dirigido por uma mulher.

    Ambas histórias se passam em apartamentos cheios de plantas onde as protagonistas passam a confundir fantasia e realidade.

    Em Vergel, a personagem de Camila Morgado aguarda a liberação do corpo do marido, falecido durante as férias do casal na capital federal argentina, para que possa voltar ao Brasil.

    A personagem passa pelo luto em um país no qual não domina a língua, cheio de burocracias, começa a ter alucinações com o marido, vê figuras de macacos pulando na sacada do prédio vizinho e vai perdendo o senso de realidade, enquanto recebe as visitas da vizinha de baixo (Maricel Álvarez), uma companhia que ela encontra para dividir o calor daquele apartamento.

    As cores quentes e os enquadramentos - através de vidraças e sempre próximos a Morgado - são pontuais para expor ao espectador a sensação de prisão, desespero e o luto que a protagonista enfrenta.

    Há muitos simbolismos, seja com as plantas, com a água ou nas cenas intensas entre as duas atrizes, mas o roteiro preguiçoso abusa de repetições e, às vezes, opta por diálogos que esfregam na cara do espectador suas ideias, como na sequência da sacada com as plantas onde a vizinha diz "tudo se move, até o caracol se move".

    Acaba que o longa - que nem é tão longo assim - fica cansativo por explorar o luto de uma maneira pretensiosa demais e começar e acabar sem que saibamos praticamente nada da relação daquele casal.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Angelo Antonio

    É bom e bem dirigido, uma história sólida que não perde muito tempo com bobagens. As sequências de sonhos são incríveis.

    A ressalva é que o fato de ter deixado tudo para ser esclarecido no terceiro ato dá ao final do filme momentos expositivos demais e quando a subjetividade permeava na história o clima de horror era melhor.

    Ainda assim, o monstro é bem apresentado, os personagens tem atitudes coerentes, a fotografia da floresta passa o ar de ameaça que cerca o grupo de amigos e o longa vale como uma história de horror da mitologia nórdica.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Angelo Antonio

    Não tem jeito, nosso cinema ainda precisa trilhar um longo caminho para se livrar dos estereótipos característicos dessas superproduções humorísticas que geralmente vêm com um elenco de estrelas, youtubers, influenciadores e jovens talentos que parecem escalados aleatoriamente.

    Não sei se por preguiça dos roteiristas ou mau gosto, a questão é que Eu Sou Mais Eu tem vários aspectos que tornam o filme apenas mais um enlatado brasileiro no meio de tantas outras produções nacionais voltadas ao público teen.

    Dito isso, a história é bastante atual e precisa disso para ter início. Camila Mendes (Kéfera Buchmann de Gosto Se Discute) é uma popstar cansada da rotina de uma grande estrela e do trato com os fãs. Certo dia, ela recebe a visita de uma espécie de "fada madrinha" que a faz retornar ao passado, precisamente o ano de 2004, quando Camila tinha 17 anos. Lá ela reencontra Cabelo (João Côrtes), um colega de colégio e Drica (Giovanna Lancellotti), uma antiga rival, que a ajudarão a compreender melhor sua essência.

    Quando falamos de roteiro e atuações, o maior problema do filme é justamente a persona adulta de Camila e a falta de timing de Kéfera nos momentos de humor.

    Kéfera consegue dar à personagem características e trejeitos certeiros para torna-la intragável, porém as escolhas imaturas do roteiro fazem dos primeiros minutos do longa uma sucessão de eventos vergonha alheia, com destaque para uma sequência em que a inteligência artificial da casa da popstar responde aos comandos de "ligar o ar condicionado" como se fosse a saudosa velha surda da A Praça é Nossa, ligando o liquidificador, um humor batido que funciona até o primeiro palavrão.

    Quando Camila volta no tempo e Kéfera deve interpretar uma jovem de 17 anos, o filme dá uma boa guinada, não muito por conta da atriz, mais pelos coadjuvantes e pela trilha sonora que traz "clássicos" da música brasileira, como Rouge e Planet Hemp.

    Em contrapartida de Kéfera, João Côrtes tem um ótimo timing para a comédia, raramente vemos ele passar do ponto, seja nas piadinhas sutis e rápidas ou nos momentos em que deve apelar para o exagero das caras e bocas.

    Mas quem merecia ainda mais tempo de tela e muito mais relevância para a história é Arthur Kohl, que interpreta o avô de Camila. Um hippie boa vida que tem as melhores falas do longa e uma naturalidade que chega a destoar no meio de tanta bobagem.

    Os aspectos técnicos do filme são típicos das novelas nacionais e não há explicação para isso ser levado ao cinema. Falta cuidado em praticamente tudo. Desde os enquadramentos ao uso de luz.

    Por isso, resta ao espectador se prender à mensagem do filme, que não é ruim, pelo contrário, apenas carece de uma história melhor como suporte.

    Eu Sou Mais Eu fala sobre o bullying de uma forma que dialoga melhor com o público jovem, seja com quem pratica o ato mas, principalmente, com quem é vítima, mostrando que nem sempre é bom se esconder e ter vergonha de quem você é, por mais estranho que pareça diante dos padrões.

    É preciso encontrar a sua verdadeira personalidade e assumi-la sem medo, afinal, em pleno século 21 já está na hora do mundo aceitar a tudo e a todos como iguais. A música da Pitty encerra muito bem o filme: mesmo que seja estranho, seja você!

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Marcelo
    Marcelo

    Amigo, kd vc no grupo Amantes da Sétima Arte, vamos lá, participe taaa, veja que seu coments do filme Chacrinha com os devidos créditos taaa, Abs!
    https://www.facebook.com/groups/amantesda7arte/

  • Jon
    Jon

    Obrigado por ter me aceitado.

  • Veri
    Veri

    Ah, acontece! Eu gostei, mas não muito, haha... a coletiva foi um pouco desanimada, não se preocupe, não perdeu muita coisa. Slender Man eu vou perder, amanhã vou nos Jovens Titãs em Ação! =P Até!

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.