Filme indiano no padrão bollywood, sobre a policial heroína que age, entre a passividade dos homens, para resgatar meninas ainda crianças, raptadas para serem cobaias em experimentos e pesquisas de uma farmacêutica americana. Apesar do estilo as vezes carregado e um pouco forçado em tentar seguir o padrão estadunidense, o filme é honesto e a história é boa.
Um filme que nos pega pela sensibilidade ao demonstrar uma relação interpessoal de afastamento e desamor, principalmente entre a família, mas que também é perceptível em todas as situações. Talvez pelo clima, é comum brasileiros reclamarem da frieza das relações com europeus, principalmente nos países nórdicos e no leste europeu.
Em apenas um momento há uma conjunção de amor verdadeiro e espontâneo, que é perto do final, onde as duas irmãs se abrem, uma com a outra, um momento bonito e especial.
De resto, tirando as poucas trocas de olhares que dizem muito sem a necessidade de palavras, o filme é isso, uma busca por reconquista e reparação do pai pela filha mais velha, que segurou toda a barra pesada da perda da mãe ainda jovem, cuidando da irmã mais nova e dando-lhe o carinho que o pai, ausente por estar sempre envolvido com seu trabalho, lhe privou.
Apesar de ser uma continuação dos outros dois filmes, este mantém a qualidade e o interesse, mas com um algo mais muito especial, que é a introdução da personagem Varang, vivida pela maravilhosa Oona Chaplin, que trouxe toda sua sensualidade e charme nessa bruxa do fogo que encantou e renovou todo a história. Vamos ver o próximo, o que vai acontecer.
Poxa, que filme mais chato, o protagonista é um guri mala pra cacete, tentei assistir mais não consegui chegar nem a metade. A produção, certamente, é muito boa, dizem ter uma trilha sonora, mas eu não cheguei lá. Não curti, não pretendo tentar retomar. Dei meia estrela pela raquete. :-)
Apesar de ter assistido online, num canal piratão e com propaganda de bet, e não ter entendido bem uma pequena parte das falas, achei-o bem legal, mesmo apesar de algumas incongruências, mas que são uma licença poética que, sem elas, não haveria a possibilidade da produção do filme. É divertido, leve e o protagonista consegue levar o espectador até o final sem cansaço.
Putz, bizarro. Mas é "bacana", apesar de lento. O cenário é todo meio gasto e apodrecido, e o sofrimento da guria para conquistar algo que a mãe dela é que queria, é cruel e desumano. Não sei ao certo se eu gostei, senti uma sensação de alívio na cena final, pra mim, o filme poderia começar dali, da fuga. Sorte dela a irmã ser gente fina e salvá-la das garras da mãe insaciável e dominadora.
Assistindo a este documentário, torna-se óbvio. Esses sujeitos, altamente carentes de reconhecimento, encontraram nas redes sociais uma forma de unirem-se aos seus iguais e disseminar um discurso misógino de superioridade às mulheres, mas que, na realidade, o que eles sentem é um tipo de inveja, por elas, na visão deles, chamarem mais atenção por terem os atributos que eles gostariam de ter mas não conseguem. Então, as ofendem ou tentam diminuí-las perante ao seu grupo radical.
O filme tira sarro da paranoia de gente desequilibrada, que transforma seus traumas pessoais em um delírio irreal e parte para um vale tudo com a realidade, impondo sua fantasia e, pior, ainda leva outros incautos a reboque. Doideira com boa crítica social e um final que é uma viagem na maionese.
Um bonito filme, onde a solidão, a perda e as lembranças são o mote para apresentar a ideia de que a vida é volátil e que tudo se esvai. Uma bela fotografia.
Curti demais esse filme, por diversos aspectos. A luta dos imigrantes latinos, perseguidos por um grupo armado estatal, tipo "ice", prisões de crianças separadas dos pais em campos de concentração, a hipocrisia e baixos valores morais de segregacionistas endinheirados que formam irmandades espúrias que manipulam o sistema aos seus interesses, a estupidez de militares que cumprem ordens cegamente, enfim, diversas questões atuais e relevantes sociais e da política interna estadunidense, bem distribuídas numa história muito bem conduzida por um elenco com atuações primorosas. Um baita filme.
Filmaço nacional com excelentes atuações, algumas de revirar o estômago de tanta revolta que dá por imaginar que isso ocorreu com a condescendência de parte da população brasileira, que, ainda hoje, uma parte ao menos, ainda busca reviver esse apagão moral vivido pelo golpe cívico militar de 64. Devemos, todos, comemorar a prisão desses canalhas, cretinos, filhos da juta... que apodreçam na cadeia. E que, neste ano de 2026, consiga-se expurgar do congresso nacional essa corja bolsonarista que tomou de assalto o parlamento brasileiro, vagabundos ligados ao crime organizado e que prosperam na burrice e ingenuidade dos incautos. O Brasil não precisa, não pode, passar por isso novamente. Que os estados unidos queimem no inferno de Dante, por todo o mal que vem causando, repetidamente, a décadas, a diversos países que buscam um caminha de paz, diferente das suas intenções imperialistas. E que o povo brasileiro acorde e busque a educação pública, a qualidade de vida, o amparo social, a distribuição da renda e da terra, enfim, busque a paz e o compartilhamento, e não a violência das ditaduras e teocracias. Amém.
Belíssimo! O filme vai num crescente, explora muito bem os personagens principais, que dão sentido à trama, principalmente a mãe, Agnes, interpretada de forma magistral Jessie Buckley, chegando num desfecho emocionante, que arranca lágrimas pela sua carga emocional. Maravilhoso.
Um filme leve e despretensioso, tipo sessão da tarde, sobre viagem no tempo, com uma história simples mas bem montada, com um elenco legal, ótimo para distrair a cabeça.
Apesar de ainda achar o da indiazinha o melhor de todos, este também é legal, apesar de faltar um pouco em conteúdo. Mas, só o fato de ele, aos poucos, estar sendo humanizado e tendo coleguinhas, fazendo o filme ficar com uma história que não seja matança e destruição apenas, já é um ganho para o espectador.
Poxa, a Disney e a Pixar não deixam por menos, que filme mais lindo, uma história de amor entre um casal improvável, a água, na personagem "Gota", e o fogo, como "Faísca" - que esbanja sensualidade e uma cabeça quente (rsrs), provando que não há limites para o amar e, muito menos, para a Pixar em produzir obras de arte divertidas como essa. Uma animação adorável e encantadora.
Filme que vai na sequencia dos dois anteriores e, logicamente, aborda a criação de uma inteligência artificial com capacidade de se transmaterializar no mundo real, em que o programa assume uma personalidade, com sentimentos. É bastante viagem na maionese, mas não custa nada a gente sentar na janelinha e curtir esse doideira. No mais, é muito efeito, seguindo a mesma qualidade dos anteriores, com aquela dualidade americanoite, do bem contra o mal, que está implantando no seu dna e da qual eles não conseguem se desgrudar. Achei a história legal, o elenco bacana, uma ótima diversão para quem curte o gênero.
Também assisti por causa da Hailee, e por estar de saída do catálogo da Netflix, e não me decepcionei. É um filme leve, família, bem estruturado, uma diversão "gracinha".
Resolvi aproveitar o ótimo momento do cinema nacional e assisti a esse filme, mesmo com 14 anos de atraso, e me surpreendi positivamente. Uma trama bem montada, um elenco muito bom, produção e direção excelentes. Valeu.
Um filme atual, sensível e bonito. O elenco é muito bem montado e o resultado é bem legal, particularmente a relação da filha mais velha com o pai. Legal.
Velho, esse filme é chato, uma vergonha alheia, contudo, lá no finalzinho, tem alguns minutos de "luz" - razão da meia estrela, em que se é discutido, rasteiramente, o descaso e a falta de reconhecimento pela família ao papel das mães no envolvimento e preparação dos enfadonhos natais estadunidenses, onde há uma maior preocupação em "encantar" os outros, do que ter uma relação de amor e confraternização familiar, uma "celebração" mais do estilo de vida, preconceito, desamor e ignorância sobre os reais motivos que levaram ao acontecimento dessa data, mais importante para os lojistas que para as famílias. E ainda pegaram um mote do clássico "esqueceram de mim", mas apenas uma vaga lembrança... enfim, um filme que gostaria de "desver"... Acho que a Michelle Pfeiffer deve estar com contas a pagar atrasadas.
Aproveitei para rever esse filme que está saindo do catálogo da HBO Max e, realmente, apesar da estética ultrapassada da época, ainda é - e acho que sempre será, um clássico do gênero, um drama que chega por cima, desce ao fundo do poço e, quando não há mais em que se afundar, começa a resgatar os sobreviventes da lama e lhes propor uma segunda chance na vida.
Mardaani 3
4.1 1 Assista AgoraFilme indiano no padrão bollywood, sobre a policial heroína que age, entre a passividade dos homens, para resgatar meninas ainda crianças, raptadas para serem cobaias em experimentos e pesquisas de uma farmacêutica americana.
Apesar do estilo as vezes carregado e um pouco forçado em tentar seguir o padrão estadunidense, o filme é honesto e a história é boa.
Valor Sentimental
3.9 377 Assista AgoraUm filme que nos pega pela sensibilidade ao demonstrar uma relação interpessoal de afastamento e desamor, principalmente entre a família, mas que também é perceptível em todas as situações. Talvez pelo clima, é comum brasileiros reclamarem da frieza das relações com europeus, principalmente nos países nórdicos e no leste europeu.
Em apenas um momento há uma conjunção de amor verdadeiro e espontâneo, que é perto do final, onde as duas irmãs se abrem, uma com a outra, um momento bonito e especial.
Avatar: Fogo e Cinzas
3.5 301 Assista AgoraApesar de ser uma continuação dos outros dois filmes, este mantém a qualidade e o interesse, mas com um algo mais muito especial, que é a introdução da personagem Varang, vivida pela maravilhosa Oona Chaplin, que trouxe toda sua sensualidade e charme nessa bruxa do fogo que encantou e renovou todo a história. Vamos ver o próximo, o que vai acontecer.
Marty Supreme
3.7 351 Assista AgoraPoxa, que filme mais chato, o protagonista é um guri mala pra cacete, tentei assistir mais não consegui chegar nem a metade. A produção, certamente, é muito boa, dizem ter uma trilha sonora, mas eu não cheguei lá. Não curti, não pretendo tentar retomar. Dei meia estrela pela raquete. :-)
Devoradores de Estrelas
4.1 390 Assista AgoraApesar de ter assistido online, num canal piratão e com propaganda de bet, e não ter entendido bem uma pequena parte das falas, achei-o bem legal, mesmo apesar de algumas incongruências, mas que são uma licença poética que, sem elas, não haveria a possibilidade da produção do filme. É divertido, leve e o protagonista consegue levar o espectador até o final sem cansaço.
A Meia-Irmã Feia
3.8 442 Assista AgoraPutz, bizarro. Mas é "bacana", apesar de lento. O cenário é todo meio gasto e apodrecido, e o sofrimento da guria para conquistar algo que a mãe dela é que queria, é cruel e desumano. Não sei ao certo se eu gostei, senti uma sensação de alívio na cena final, pra mim, o filme poderia começar dali, da fuga. Sorte dela a irmã ser gente fina e salvá-la das garras da mãe insaciável e dominadora.
Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera
3.2 27 Assista AgoraAssistindo a este documentário, torna-se óbvio. Esses sujeitos, altamente carentes de reconhecimento, encontraram nas redes sociais uma forma de unirem-se aos seus iguais e disseminar um discurso misógino de superioridade às mulheres, mas que, na realidade, o que eles sentem é um tipo de inveja, por elas, na visão deles, chamarem mais atenção por terem os atributos que eles gostariam de ter mas não conseguem. Então, as ofendem ou tentam diminuí-las perante ao seu grupo radical.
Bugonia
3.6 437 Assista AgoraO filme tira sarro da paranoia de gente desequilibrada, que transforma seus traumas pessoais em um delírio irreal e parte para um vale tudo com a realidade, impondo sua fantasia e, pior, ainda leva outros incautos a reboque. Doideira com boa crítica social e um final que é uma viagem na maionese.
Sonhos de Trem
3.7 349 Assista AgoraUm bonito filme, onde a solidão, a perda e as lembranças são o mote para apresentar a ideia de que a vida é volátil e que tudo se esvai. Uma bela fotografia.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 664 Assista AgoraCurti demais esse filme, por diversos aspectos. A luta dos imigrantes latinos, perseguidos por um grupo armado estatal, tipo "ice", prisões de crianças separadas dos pais em campos de concentração, a hipocrisia e baixos valores morais de segregacionistas endinheirados que formam irmandades espúrias que manipulam o sistema aos seus interesses, a estupidez de militares que cumprem ordens cegamente, enfim, diversas questões atuais e relevantes sociais e da política interna estadunidense, bem distribuídas numa história muito bem conduzida por um elenco com atuações primorosas. Um baita filme.
Marighella
3.9 1,1K Assista AgoraFilmaço nacional com excelentes atuações, algumas de revirar o estômago de tanta revolta que dá por imaginar que isso ocorreu com a condescendência de parte da população brasileira, que, ainda hoje, uma parte ao menos, ainda busca reviver esse apagão moral vivido pelo golpe cívico militar de 64.
Devemos, todos, comemorar a prisão desses canalhas, cretinos, filhos da juta... que apodreçam na cadeia.
E que, neste ano de 2026, consiga-se expurgar do congresso nacional essa corja bolsonarista que tomou de assalto o parlamento brasileiro, vagabundos ligados ao crime organizado e que prosperam na burrice e ingenuidade dos incautos.
O Brasil não precisa, não pode, passar por isso novamente.
Que os estados unidos queimem no inferno de Dante, por todo o mal que vem causando, repetidamente, a décadas, a diversos países que buscam um caminha de paz, diferente das suas intenções imperialistas.
E que o povo brasileiro acorde e busque a educação pública, a qualidade de vida, o amparo social, a distribuição da renda e da terra, enfim, busque a paz e o compartilhamento, e não a violência das ditaduras e teocracias. Amém.
A Empregada
3.4 576 Assista AgoraGostei.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 425 Assista AgoraBelíssimo! O filme vai num crescente, explora muito bem os personagens principais, que dão sentido à trama, principalmente a mãe, Agnes, interpretada de forma magistral Jessie Buckley, chegando num desfecho emocionante, que arranca lágrimas pela sua carga emocional. Maravilhoso.
Corte no Tempo
2.4 151 Assista AgoraUm filme leve e despretensioso, tipo sessão da tarde, sobre viagem no tempo, com uma história simples mas bem montada, com um elenco legal, ótimo para distrair a cabeça.
Predador: Terras Selvagens
3.5 295 Assista AgoraApesar de ainda achar o da indiazinha o melhor de todos, este também é legal, apesar de faltar um pouco em conteúdo. Mas, só o fato de ele, aos poucos, estar sendo humanizado e tendo coleguinhas, fazendo o filme ficar com uma história que não seja matança e destruição apenas, já é um ganho para o espectador.
Elementos
3.7 497Poxa, a Disney e a Pixar não deixam por menos, que filme mais lindo, uma história de amor entre um casal improvável, a água, na personagem "Gota", e o fogo, como "Faísca" - que esbanja sensualidade e uma cabeça quente (rsrs), provando que não há limites para o amar e, muito menos, para a Pixar em produzir obras de arte divertidas como essa. Uma animação adorável e encantadora.
Tron: Ares
2.8 150 Assista AgoraFilme que vai na sequencia dos dois anteriores e, logicamente, aborda a criação de uma inteligência artificial com capacidade de se transmaterializar no mundo real, em que o programa assume uma personalidade, com sentimentos. É bastante viagem na maionese, mas não custa nada a gente sentar na janelinha e curtir esse doideira. No mais, é muito efeito, seguindo a mesma qualidade dos anteriores, com aquela dualidade americanoite, do bem contra o mal, que está implantando no seu dna e da qual eles não conseguem se desgrudar. Achei a história legal, o elenco bacana, uma ótima diversão para quem curte o gênero.
Bumblebee
3.5 546Também assisti por causa da Hailee, e por estar de saída do catálogo da Netflix, e não me decepcionei. É um filme leve, família, bem estruturado, uma diversão "gracinha".
O Homem do Futuro
3.7 2,5K Assista AgoraResolvi aproveitar o ótimo momento do cinema nacional e assisti a esse filme, mesmo com 14 anos de atraso, e me surpreendi positivamente. Uma trama bem montada, um elenco muito bom, produção e direção excelentes. Valeu.
Pai do Ano
3.2 18 Assista AgoraUm filme atual, sensível e bonito. O elenco é muito bem montado e o resultado é bem legal, particularmente a relação da filha mais velha com o pai. Legal.
Um. Natal. Surreal.
2.7 55 Assista AgoraVelho, esse filme é chato, uma vergonha alheia, contudo, lá no finalzinho, tem alguns minutos de "luz" - razão da meia estrela, em que se é discutido, rasteiramente, o descaso e a falta de reconhecimento pela família ao papel das mães no envolvimento e preparação dos enfadonhos natais estadunidenses, onde há uma maior preocupação em "encantar" os outros, do que ter uma relação de amor e confraternização familiar, uma "celebração" mais do estilo de vida, preconceito, desamor e ignorância sobre os reais motivos que levaram ao acontecimento dessa data, mais importante para os lojistas que para as famílias. E ainda pegaram um mote do clássico "esqueceram de mim", mas apenas uma vaga lembrança... enfim, um filme que gostaria de "desver"...
Acho que a Michelle Pfeiffer deve estar com contas a pagar atrasadas.
Boogie Nights: Prazer Sem Limites
4.0 574 Assista AgoraAproveitei para rever esse filme que está saindo do catálogo da HBO Max e, realmente, apesar da estética ultrapassada da época, ainda é - e acho que sempre será, um clássico do gênero, um drama que chega por cima, desce ao fundo do poço e, quando não há mais em que se afundar, começa a resgatar os sobreviventes da lama e lhes propor uma segunda chance na vida.
Dias Perfeitos
4.2 604 Assista AgoraUm filme leve e profundo. Arte pura.
Um Dia sem Mexicanos
3.0 50Apesar de relativamente antigo, 2004, é incrivelmente atual. Um filme B que virou um cult, e prova o quão boçais são os estadunidenses.