O filme não é péssimo, mas foge de algumas premissas básicas dos demais: o toque de humor, do “caricato” de filmes de terror serem zombados e a aproximação com o núcleo ao redor dos protagonistas.
As mortes são mais horror, algumas numa pegada Premonição, o que entendi como algo mais “pesado” em relação aos demais filmes da franquia, mas não é algo ruim.
As personagens secundárias são muito mornas e não conseguimos construir um vínculo com nenhuma delas, porque são muito dispensáveis. Poderiam ter desenvolvido melhor até mesmo para deixar ganchos para outros filmes ou um mistério na revelação do ghostface que também é morna.
Gale, coitada, passou batido e se tornou mais uma menção honrosa do que uma personagem de peso como era nos demais filmes. Amei que a Sidney deixou de ter aquela cara de chorona e veio com muita força.
O filme prende a atenção, mas poderia ter mortes mais bem construídas e mais tensão (mesmo achando que não teve pouca).
Como amantes dos filmes, um filme ok. Como um filme isolado, um bom filme.
Atuações deploráveis, principalmente, da protagonista (a mesma cara para toda emoção, só caretas e não cai uma lágrima), com um enredo previsível e construções de cenas extremamente amadoras. Tudo isso sem falar dos diálogos mecânicos, com uma crítica ??? sobre sistema prisional e desigualdade social. Para ser ruim, tem que melhorar muito.
Do jeito que foi dirigido, o filme ficou arrastado, sem aprofundamento nas personagens e cenas rasas, facilmente descartáveis. Se tirar a atuação impecável da Ísis, o filme não é nada além de repetição de cenas e cenas de sexo sem nexo e necessidade (de cara, já havia suspeitado que o filme era dirigido por um homem). Fala, mostra, expõe e sai de lugar nenhum para lugar algum. Se tirar essas todas as cenas acessórias e deixar o que é constitutivo, vira um curta metragem facilmente.
A ideia inicial até que é boa, mas a execução deixou muito a desejar.
Os números musicais são, na sua maioria, péssimos e dispensáveis, a atuação da Selena é vergonhosa (o “por favore” que ela soltou me pegou demais) e a quantidade de esteriótipos se torna cansativa.
A atuação da Zoe Saldanha é boa, mas não o suficiente para salvar o filme. À Gascón falta profundidade, camadas e nuances.
Não é de todo mal: muito ruim para ser bom e até que é aceitável para ser um grande desastre igual falaram.
É lindo, mas dá um aperto no coração o tempo todo que não sei explicar direito. Um senso de alerta constante, angustiante, mesmo em cenas tranquilas (o que não descarto como algo totalmente proposital). Por estarmos em um contexto social onde as coisas estão tão dadas que a reflexão angustia.
O mapeamento comportamental dos animais foi exemplar. As ações do gatinho, por exemplo, impecáveis. Quem tem um em casa vai ser como se estivesse vendo o seu na tela.
A mensagem é linda e passada de maneira lúdica, cativante e sem descaracterizar os animais, humanizando-os. Tudo isso sem ter uma fala se quer.
É inovador, uma nova perspectiva para animações e tudo isso em um lado B das produções, com orçamento limitado e um país que não é visto toda hora nos cinemas produzindo filmes. Brilhante!
Um filme com potencial para ser uma minissérie, com mais desenvolvimento das personagens e das histórias.
Karine Teles mais uma vez entrega atuação brilhante e carregada de emoção (a cena final é a prova disso).
É uma novela dentro do filme, com seus clichês e quase uma metalinguagem para explicar o cenário televiso atual do Brasil: influencers do nada, falta de envolvimento de atores mais novos com a trama, histórias mirabolantes, fanatismo e o foco eterno no Sudeste (essa crítica ácida e sem meias palavras foi incrível).
Um dramédia bem pensado, sendo minha única crítica a forma que o filme foi vendido no trailer exibido no cinema: algo mais focado no suspense.
A caracterização do Rodrigo Faro está péssima, não passa de uma imitação bem da ruim. Sem trejeitos, sem entonação, sem camadas. É o Rodrigo Faro com peruca e é isso. A maquiagem é tão ruim que parece em alguns momentos que o Silvio que fizeram está com queimaduras. A voz vem quando o Rodrigo Faro lembra que ele está em uma personagem e não sendo ele.
Colocaram a Patrícia Abravanel como uma princesa indefesa, mas a menção deixamos com a Rita Lee: “Ah, ela é toda boazinha, ela é toda do bem, ela é tão galera, ela é jovem, sabe… vai se f… chata paca!”
A Iris como a boazinha que quis acolher a enteada, mas a enteada que era rude com ela.
O filme e as atuações têm a profundidade de um pires, o enredo é mal construído, dá vergonha e incomoda de uma forma totalmente negativa. Chacota total!
Xuxa é quem salva com todas as referências, piadinhas e brilho. A protagonista com o carisma de uma porta e atuação sofrida. Até pesquisei para saber como ela conseguiu o papel e, definitivamente, o sobrenome pesou na escolha (o que é uma pena, porque o peso ficou todo na Xuxa para carregar o filme).
O filme acerta na mensagem que deseja passar e no tom da abordagem (até mesmo na hora de mostrar que não existe apenas o gay afeminado ou o estereótipo da demais produções brasileiras). O único ponto de atenção é a falta de LGBTs nas personagens principais que são LGBTs.
É muito legal ter clichês adolescentes brasileiros, mas ainda falta acertar a mão no toque de brasilidade. É um começo, mas a estrutura de como o ensino é visto precisa ser menos High School Musical e mais Malhação (mesmo que ainda seja uma visão bastante romantizada).
É um filme que segue o padrão encantado de filmes de princesas. Não podemos negar que existem momentos que a "pegada Shrek" toma conta, e são nesses momentos que o filme se torna uma diversão, com sacadas muito bem pensadas. Poderiam ter explorado melhor as princesas clássicas (Aurora, Branca de Neve e Cinderela), já que, quando envolvidas na narrativa, tornam a história mais engraçadinha. Vale elogiar a maravilhosa dublagem de Ashley Tisdale, que deu tom particular e personalidade à Cinderela. A crítica negativa que deixo é em relação a um momento que me incomodou um pouco:
por que "comedores de homens" tiveram que ser representados justamente com características advindas da cultura africana, dando um tom de falta de civilidade? Algo para refletir e não se valer de vistas grossas.
Por fim, é uma boa diversão para passar o tempo (ainda mais se estiver acompanhado de crianças).
Tão sensível que pesa o coração e faz a saudade te arrebentar. Atuações impecáveis, história bem contada com a sutileza, veracidade e força das situações. É um filme maravilhoso que mostra várias realidades para muito além do que é a proposta principal do filme. Merece todo o reconhecimento do mundo!
O conteúdo é bom, o assunto é interessante e o desenvolvimento prende. O que faltou, para mim, foi profissionalismo por parte da produção. Em alguns momentos, tudo fica muito amador e beirando o sensacionalismo. Se tivessem tomado maior cuidado em relação ao tratamento do assunto, cuidados na edição e com maior seriedade nos efeitos visuais, poderia ter ficado muito melhor.
Achei um pouco cansativo, mas não deixa de ser um projeto interessante. A dicotomia entre barbárie e comédia deixa a realidade turva (e é nessa confusão que o filme se desenrola de maneira muito experimental, ao meu ver). O jeito ao qual as cenas são gravadas traz o espectador para próximo das situações, dando um ar de documentário. A dúvida que cerca todo o filme e o seu contexto é: uma comédia realística ou uma realidade comediante?!
É ficção, mas não deixa de ser real. Uma realidade dura e desumana. Uma profissão tão honesta e, ao mesmo tempo, tão negligenciada e que passa por extremas humilhações. Filme pra pensar e perceber que o ser humano precisa muito avançar ainda. Momentos de comédia e de um cotidiano que deixa o coração apertado. Diálogos profundos carregados com uma leveza que encanta!
Grotesco, ultrajante, perturbador e um perfeito exemplo de catarses constantes provocadas pelos momentos de extremo teor apelativo. Uma relação de amor e ódio pelo filme que puramente traz consigo a definição de trash e a necessidade de digerir tudo o que foi apresentado.
Documentário atual mesmo após 13 anos de sua gravação e lançamento. É sintomático e um espelho não só da educação brasileira, bem como da construção social e da sociedade do nosso país. A realidade de um Brasil segregado, dividido e que não se mistura. Fala de oportunidades, problemas urbanos, políticas públicas, juventude, esperança, ambiente social, amor à educação e, principalmente, sobre futuro. A realidade retrata diferentes cenários em que o objetivos de uns é o nada valorizado para outros. Em que o pouco pra uns, é o sonho de outros. O filme trata de realidades duras, ácidas e cotidianas. O privilégio (e a falta dele) permeia o filme e faz com que a narrativa se desenvolva. Vale ressaltar a linda história de Valéria que sonha, sonha e busca, mas a realidade pode ser um empecilho para uma mente brilhante. Se você não viu, veja. Vale a pena parar e refletir.
Pânico 7
2.7 355 Assista AgoraO filme não é péssimo, mas foge de algumas premissas básicas dos demais: o toque de humor, do “caricato” de filmes de terror serem zombados e a aproximação com o núcleo ao redor dos protagonistas.
As mortes são mais horror, algumas numa pegada Premonição, o que entendi como algo mais “pesado” em relação aos demais filmes da franquia, mas não é algo ruim.
As personagens secundárias são muito mornas e não conseguimos construir um vínculo com nenhuma delas, porque são muito dispensáveis. Poderiam ter desenvolvido melhor até mesmo para deixar ganchos para outros filmes ou um mistério na revelação do ghostface que também é morna.
Gale, coitada, passou batido e se tornou mais uma menção honrosa do que uma personagem de peso como era nos demais filmes. Amei que a Sidney deixou de ter aquela cara de chorona e veio com muita força.
O filme prende a atenção, mas poderia ter mortes mais bem construídas e mais tensão (mesmo achando que não teve pouca).
Como amantes dos filmes, um filme ok. Como um filme isolado, um bom filme.
Nossa Vizinhança
2.5 4Atuações deploráveis, principalmente, da protagonista (a mesma cara para toda emoção, só caretas e não cai uma lágrima), com um enredo previsível e construções de cenas extremamente amadoras. Tudo isso sem falar dos diálogos mecânicos, com uma crítica ??? sobre sistema prisional e desigualdade social. Para ser ruim, tem que melhorar muito.
Angela
2.5 98Do jeito que foi dirigido, o filme ficou arrastado, sem aprofundamento nas personagens e cenas rasas, facilmente descartáveis.
Se tirar a atuação impecável da Ísis, o filme não é nada além de repetição de cenas e cenas de sexo sem nexo e necessidade (de cara, já havia suspeitado que o filme era dirigido por um homem).
Fala, mostra, expõe e sai de lugar nenhum para lugar algum. Se tirar essas todas as cenas acessórias e deixar o que é constitutivo, vira um curta metragem facilmente.
O Macaco
2.4 363 Assista AgoraUma versão menos gostosa de Premonição, mas com mais tecnologia
Emilia Pérez
2.4 483 Assista AgoraA ideia inicial até que é boa, mas a execução deixou muito a desejar.
Os números musicais são, na sua maioria, péssimos e dispensáveis, a atuação da Selena é vergonhosa (o “por favore” que ela soltou me pegou demais) e a quantidade de esteriótipos se torna cansativa.
A atuação da Zoe Saldanha é boa, mas não o suficiente para salvar o filme. À Gascón falta profundidade, camadas e nuances.
Não é de todo mal: muito ruim para ser bom e até que é aceitável para ser um grande desastre igual falaram.
Flow
4.2 576É lindo, mas dá um aperto no coração o tempo todo que não sei explicar direito. Um senso de alerta constante, angustiante, mesmo em cenas tranquilas (o que não descarto como algo totalmente proposital). Por estarmos em um contexto social onde as coisas estão tão dadas que a reflexão angustia.
O mapeamento comportamental dos animais foi exemplar. As ações do gatinho, por exemplo, impecáveis. Quem tem um em casa vai ser como se estivesse vendo o seu na tela.
A mensagem é linda e passada de maneira lúdica, cativante e sem descaracterizar os animais, humanizando-os. Tudo isso sem ter uma fala se quer.
É inovador, uma nova perspectiva para animações e tudo isso em um lado B das produções, com orçamento limitado e um país que não é visto toda hora nos cinemas produzindo filmes. Brilhante!
Anora
3.4 1,1K Assista AgoraSuperestimado e bem qualquer coisa.
A Vilã das Nove
3.2 29 Assista AgoraUm filme com potencial para ser uma minissérie, com mais desenvolvimento das personagens e das histórias.
Karine Teles mais uma vez entrega atuação brilhante e carregada de emoção (a cena final é a prova disso).
É uma novela dentro do filme, com seus clichês e quase uma metalinguagem para explicar o cenário televiso atual do Brasil: influencers do nada, falta de envolvimento de atores mais novos com a trama, histórias mirabolantes, fanatismo e o foco eterno no Sudeste (essa crítica ácida e sem meias palavras foi incrível).
Um dramédia bem pensado, sendo minha única crítica a forma que o filme foi vendido no trailer exibido no cinema: algo mais focado no suspense.
Silvio
1.6 124 Assista AgoraA caracterização do Rodrigo Faro está péssima, não passa de uma imitação bem da ruim. Sem trejeitos, sem entonação, sem camadas. É o Rodrigo Faro com peruca e é isso. A maquiagem é tão ruim que parece em alguns momentos que o Silvio que fizeram está com queimaduras. A voz vem quando o Rodrigo Faro lembra que ele está em uma personagem e não sendo ele.
Colocaram a Patrícia Abravanel como uma princesa indefesa, mas a menção deixamos com a Rita Lee: “Ah, ela é toda boazinha, ela é toda do bem, ela é tão galera, ela é jovem, sabe… vai se f… chata paca!”
A Iris como a boazinha que quis acolher a enteada, mas a enteada que era rude com ela.
O filme e as atuações têm a profundidade de um pires, o enredo é mal construído, dá vergonha e incomoda de uma forma totalmente negativa. Chacota total!
Back to Black
2.8 153Óbvio, raso e mais do mesmo. Não acrescenta em nada, não explora nuances.
Ameaça Explosiva
1.9 10 Assista AgoraÓbvio, com cenas esdrúxulas e suspense que acaba antes da metade do filme. Atuações duvidosas e uma polícia que parece não ter treinamento algum rsrs
De Pai Para Filho
3.2 2Valentina Vieira dá um show de atuação!
Uma Fada Veio me Visitar
3.0 36 Assista AgoraXuxa é quem salva com todas as referências, piadinhas e brilho. A protagonista com o carisma de uma porta e atuação sofrida. Até pesquisei para saber como ela conseguiu o papel e, definitivamente, o sobrenome pesou na escolha (o que é uma pena, porque o peso ficou todo na Xuxa para carregar o filme).
Carlinhos & Carlão
3.4 98 Assista AgoraO filme acerta na mensagem que deseja passar e no tom da abordagem (até mesmo na hora de mostrar que não existe apenas o gay afeminado ou o estereótipo da demais produções brasileiras). O único ponto de atenção é a falta de LGBTs nas personagens principais que são LGBTs.
Ela Disse, Ele Disse
2.4 58 Assista AgoraÉ muito legal ter clichês adolescentes brasileiros, mas ainda falta acertar a mão no toque de brasilidade. É um começo, mas a estrutura de como o ensino é visto precisa ser menos High School Musical e mais Malhação (mesmo que ainda seja uma visão bastante romantizada).
ANAVITÓRIA: Araguaína - Las Vegas
3.1 17O que tá salvando mesmo é o carisma das meninas. Edição estranha, sem trazer nada de muito substancial. Não conta nem a história delas direito...
Encantado
2.7 39 Assista AgoraÉ um filme que segue o padrão encantado de filmes de princesas. Não podemos negar que existem momentos que a "pegada Shrek" toma conta, e são nesses momentos que o filme se torna uma diversão, com sacadas muito bem pensadas. Poderiam ter explorado melhor as princesas clássicas (Aurora, Branca de Neve e Cinderela), já que, quando envolvidas na narrativa, tornam a história mais engraçadinha. Vale elogiar a maravilhosa dublagem de Ashley Tisdale, que deu tom particular e personalidade à Cinderela. A crítica negativa que deixo é em relação a um momento que me incomodou um pouco:
por que "comedores de homens" tiveram que ser representados justamente com características advindas da cultura africana, dando um tom de falta de civilidade? Algo para refletir e não se valer de vistas grossas.
Benzinho
3.9 350Tão sensível que pesa o coração e faz a saudade te arrebentar. Atuações impecáveis, história bem contada com a sutileza, veracidade e força das situações. É um filme maravilhoso que mostra várias realidades para muito além do que é a proposta principal do filme. Merece todo o reconhecimento do mundo!
Data Limite - Segundo Chico Xavier
3.6 57O conteúdo é bom, o assunto é interessante e o desenvolvimento prende. O que faltou, para mim, foi profissionalismo por parte da produção. Em alguns momentos, tudo fica muito amador e beirando o sensacionalismo. Se tivessem tomado maior cuidado em relação ao tratamento do assunto, cuidados na edição e com maior seriedade nos efeitos visuais, poderia ter ficado muito melhor.
Ele Está de Volta
3.8 682Achei um pouco cansativo, mas não deixa de ser um projeto interessante. A dicotomia entre barbárie e comédia deixa a realidade turva (e é nessa confusão que o filme se desenrola de maneira muito experimental, ao meu ver). O jeito ao qual as cenas são gravadas traz o espectador para próximo das situações, dando um ar de documentário. A dúvida que cerca todo o filme e o seu contexto é: uma comédia realística ou uma realidade comediante?!
Domésticas - O Filme
3.7 184É ficção, mas não deixa de ser real. Uma realidade dura e desumana. Uma profissão tão honesta e, ao mesmo tempo, tão negligenciada e que passa por extremas humilhações. Filme pra pensar e perceber que o ser humano precisa muito avançar ainda. Momentos de comédia e de um cotidiano que deixa o coração apertado. Diálogos profundos carregados com uma leveza que encanta!
Pink Flamingos
3.4 880 Assista AgoraGrotesco, ultrajante, perturbador e um perfeito exemplo de catarses constantes provocadas pelos momentos de extremo teor apelativo. Uma relação de amor e ódio pelo filme que puramente traz consigo a definição de trash e a necessidade de digerir tudo o que foi apresentado.
Pro Dia Nascer Feliz
4.3 257Documentário atual mesmo após 13 anos de sua gravação e lançamento. É sintomático e um espelho não só da educação brasileira, bem como da construção social e da sociedade do nosso país. A realidade de um Brasil segregado, dividido e que não se mistura. Fala de oportunidades, problemas urbanos, políticas públicas, juventude, esperança, ambiente social, amor à educação e, principalmente, sobre futuro. A realidade retrata diferentes cenários em que o objetivos de uns é o nada valorizado para outros. Em que o pouco pra uns, é o sonho de outros. O filme trata de realidades duras, ácidas e cotidianas. O privilégio (e a falta dele) permeia o filme e faz com que a narrativa se desenvolva. Vale ressaltar a linda história de Valéria que sonha, sonha e busca, mas a realidade pode ser um empecilho para uma mente brilhante. Se você não viu, veja. Vale a pena parar e refletir.
Shaun: O Carneiro - O Filme
3.9 182Filme que diverte sem ter uma fala/diálogo, com uma história bem contada, com momentos de comédia e história que prende a todos da família.