Muito bom, não tem cenas desnecessárias, e isso é incrível pra um filme de 2h, gostei DEMAIS que o filme realmente deixa claro o que tá acontecendo, não fica tudo no mistério como algo simplesmente sobrenatural. Também gostei muito da natureza não linear dos segmentos e da divisão deles em pontos de vista dos personagens.
Eu joguei Minecraft pela primeira vez em 2010, ainda na versão alfa, e de lá pra cá joguei várias vezes em diversos momentos da vida do jogo. É um jogo divertido onde você faz o que deseja, é um jogo leve no geral e tenso em certos momentos. Mas não é e nunca foi um jogo que se leva a sério. Ele se permite ser diferente e inesperado.
Eu esperava um filme divertido, e foi isso que recebi, não é uma obra prima, mas é muito bem feito. Tem muita coisa que nós como jogadores experimentamos, mas também tem muita coisa que não bate com nossas experiências no jogo, e tá tudo ótimo, pois vejo o universo de Minecraft do filme como algo diferente do jogo, é algo novo, que tem suas próprias regras ao mesmo tempo em que respeita a alma do Minecraft.
É muito bobo e é engraçado justamente por que o próprio filme não se leva a sério, mas não falta com respeito ao material original, que, por sua vez, não tem uma história definida, tem pequenos pedaços espalhados por aí e é por isso que acho a história do filme totalmente válida.
Bem divertido, fofo, leve e engraçadinho. Tem gente que parece que tava esperando um filme do Kubrick ou algo assim, calma, é filme infantil, não é pra ser ultra complexo não.
Sombrio e extremamente depressivo. Não é ruim, mas eu compreendo por qual razão foi detestado. É longo, quase nada acontece e tem pouco desenvolvimento para quem vê desejando um fim triunfante para o protagonista. Todos que assistiram esperaram uma real continuação da história de Arthur e do Coringa, mas o que tivemos foi algo sem excitação, sem espetáculo, com o Arthur sendo jogado daqui pra lá, esperávamos que tudo desse certo, mas o personagem, que já estava destruído, foi destruído mais ainda até o seu fim. É uma boa conclusão para a história dele, mas não serve como um filme com o peso que qualquer um esperaria pra uma sequência de uma obra como foi o primeiro, por isso o diretor precisa ter seu devido reconhecimento por utilizar essa oportunidade para esfregar na nossa cara, nós, que desejávamos só mais um espetáculo, que a realidade não funciona assim, as pessoas são destruídas por ela.
O filme saiu em 2015, se eu tivesse visto nessa época teria achado irreal. Mas assisti hoje, depois do desastre chamado Bolsonaro e da ascenção que a extrema direita teve na última década, e não é tão absurdo assim. Superpop e CQC, programas de humor, deram destaque àquele ser e às bizarrices que ele falava. Exatamente como os programas no filme, que trouxeram Hitler pra falar absurdos, com uma ou outra frasezinha com a qual algumas pessoas se identificavam, e aí deu no que deu.
Consegui pensar num final ótimo e sem furos pra esse filme, mas antes disso quero falar sobre o assassino, poderia ser uma pessoa qualquer do passado, como o professor, por exemplo, é isso evitaria muitas contradições. Mas vamos lá, sobre o final: No começo do filme poderia rolar alguns flashbacks de momentos chave mostrando cenas da infância e adolescência de Lucy, em que só existiriam ela e os pais, flashbacks tristes e traumáticos. Então chegava o final e a Lucy conseguia de fato evitar a morte da irmã, e então ela voltava para o futuro e uma cena focando nos olhos dela começaria, nessa cena teria uma montagem em que aqueles flashbacks de memórias tristes fossem sendo substituídos por memórias semelhantes mas felizes, e com a irmã dela ao lado. Mas ainda restaria um furo: Como ela ainda poderia existir se a irmã dela não foi morta? Para isso ela poderia se encontrar com a versão futura daquele garoto, que se dedicou esses 20 anos à entender viagens no tempo, e ele explicaria a ela que a pessoa não some no futuro ao voltar no tempo, e sim o universo que se adapta à existência daquela pessoa e que paradoxos não existem, seria uma explicação minimamente satisfatória.
É muito divertido e tem bastante suspense. A primeira parte, enquanto estão no show, é muito boa, já a segunda não gostei tanto quanto o começo. Mas ainda assim é bom de se assistir. Queria não ter assistido o trailer e ter visto o filme sem saber nada, e achei que no final o plot twist seria que a própria filha dele seria a assassina e que ele estava querendo encobrir as ações dela, teria sido bem mais impactante kkkkk.
80 mil anos atrás já existiam seres humanos modernos, não acho que fossem assim com jeitão de chimpanzés, e provavelmente também sabiam falar mais que uns gritos feios.
Sei que é pra ser um filme mais de ação do que de ficção científica, mas fiquei incomodado com as inconsistências sobre a viagem no tempo, fiquei achando bobo.
Que negócio bizarro, não é engraçado. É completamente vergonhoso, nenhuma ação do personagem principal tem propósito, aliás, ele já tem traços velhos, mas age como uma criança boba e forçada que acha que sabe o que é humor mas tudo o que faz só tem graça na própria cabeça. Algumas cenas perdidas no meio de outras também me fizeram sentir uma vergonha imensa como por exemplo uma cena em que ele e o avô, no meio do "treinamento" param para olhar uma mulher bunduda que na verdade é... Um homem bundudo, e acabam engolindo os sorvetes comicamente e olhando um pro outro de forma tosca. O maior problema do filme, e é um filme onde só tem problemas, foi a falta de timing, as cenas que deveriam ser engraçadas acabavam durando alguns segundos ou até minutos a mais do que seria o ideal, causando um desconforto enorme. Uma coisa pra se notar também é que fui ver o filme esperando que o "mestre do disfarce" conseguisse se disfarçar e usar seus disfarces de forma bem sucedida, e isso não acontece em nenhum momento do filme. Fiquei me imaginando no cinema, na época, assistindo essa bomba junto de outras pessoas e morrendo de vergonha.
Dei 5 estrelas anos atrás pensando que era a continuação, só vi esse filme uma vez quando criança e não gostei, achei muito errado e escroto o final e anos depois entendi o motivo.
Daria menos se fosse pelo filme sozinho, já que não é tão bem elaborado, é bobinho em sua maior parte, exceto pela temática de sui.cídio. Mas como Monk fez parte da minha adolescência e foi uma das coisas que me trouxe conforto e alegria naquela época, junto com Lost, consegui ignorar as falhas e tratar apenas como mais um episódio bobinho, que me fez relembrar como eu enxergava aqueles personagens como parte da minha vida. Eu chorei no final, mas não pelo filme em si, e sim por ele me levar pra um tempo em que eu tinha tudo pela frente e nem tudo estava perdido ainda, mas que eu não tinha noção.
Excelente, como fã da antiga Trilogia, me senti bastante satisfeito com esse novo filme, gostaria muito que houvessem mais, sem necessariamente incluir Neo ou Trinity, mas sim explorando o universo. Não confiem em quem diz que não gostou, estão indo apenas pela cabeça de críticas duvidosas.
Caros amigos, a infinita diversidade da realidade única nos obriga à análise das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Por outro lado, a necessidade de renovação conceitual deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da fundamentação metafísica das representações. Assim mesmo, a estrutura atual da ideação semântica faz parte de um processo de agenciamento da condição de verdade de proposições elementares como ((p ^ ~q) -> (~r v (p <-> r))). Em um dos seus momentos mais iluminados Heidegger afirmou que a redutibilidade da aritmética à lógica possibilita uma interpretação objetiva da teologia positiva empregada em movimentos negativos. O cuidado em identificar pontos críticos na univocidade da substância imanente resultou no abandono das ilusões transcendentais presentes na obra de Condillac.
A prática cotidiana prova que a consolidação das estruturas psico-lógicas assume importantes posições no estabelecimento dos valores morais decorrentes de uma tradição normativa. Não obstante, o acompanhamento das preferências de consumo se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização dos meios de comunicação, The Media, o fator condicionante da interdependência virtual. Pode-se argumentar, como Bachelard fizera, que o início da atividade geral de formação de conceitos obstaculiza a apreciação da importância dos paradigmas filosóficos. Do mesmo modo, a limitação dos poderes do narcisismo demonstra a irrefutabilidade das vantagens do gênio grego fundado na poesia homérica. Se estivesse vivo, Foucault diria que o Übermensch de Nietzsche, ou seja, o Super-Homem, nos obriga a inferir a invalidez do processo de comunicação como um todo. O movimento inverso da proaíresis, que avança -pro-, como a pro-lépsis, demonstra que a alteridade do rio heraclítico pode nos levar a considerar a reestruturação da incompatibilidade do próprio pensamento de Hegel e Foucault. É lícito um filósofo restringir suas investigações ao mundo fenomênico, mas o modo de satisfação libidinal representa uma abertura para a melhoria das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Neste sentido, o fenômeno da Internet representa a essência da afirmação que o Ser é e o Não ser não é.
É um negócio muito bobo, mas é um filme de criança né, então eu perdoei e ri um pouco de umas coisas e uns furos de roteiro, a única coisa que não gostei e achei muito esquisito foi o papo de sexo em algumas cenas ali com os personagens tendo uns 10 anos, bem tosco e escroto.
Space Jam foi meu filme favorito quando criança, e até hoje permanece como um dos favoritos. Eu comecei a ver esse filme com todas as expectativas boas, com a mente aberta, já que é um filme pra familia/crianças, tentei ignorar todos que disseram que o filme era ruim, por que o povo tem um costume muito idiota de falar mal de certos filmes que são realmente bons sem motivo. Mas não foi o caso com esse. Eu até hoje odeio quando adultos ficam reclamando de mídias antigas sendo repaginadas ou tendo remakes pra novas gerações. Enquanto assistia senti uma certa vergonha tantas vezes, esse drama familiar excessivo pesando, a falta de destaque pros próprios looney tunes (me diverti nas poucas partes em que apareceram), o uso forçado de referências(uns cosplays meio baratos fazendo gestos aleatórios no fundo, e por que forçaram tanto game of thrones depois do desastre que foi a série?) Colocaram tantos bordões de Internet super datados também, por exemplo. E um final que não fez sentido nenhum. Não vou falar da atuação do LeBron por que ele não é ator, como o Michael Jordan também não era, e isso é OK, mas o papel que criaram pra ele foi triste, não criei empatia, com o Michael foi diferente, ele era uma peça importante e sem fraquezas aparentes, que dava confiança, e que fazia realmente pensar que ele veio do mundo real pra jogar. Agora o LeBron veio cheio de conflitos com o filho, um clima pesado, que só me fazia imaginar se a relação dele com a família realmente é assim ou não, estragando uma possível "imersão" ou suspensão da descrença. E mais tantos outros probleminhas e furos aqui e ali que me decepcionaram demais.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraMuito bom, não tem cenas desnecessárias, e isso é incrível pra um filme de 2h, gostei DEMAIS que o filme realmente deixa claro o que tá acontecendo, não fica tudo no mistério como algo simplesmente sobrenatural. Também gostei muito da natureza não linear dos segmentos e da divisão deles em pontos de vista dos personagens.
Um Filme Minecraft
2.6 197 Assista AgoraEu joguei Minecraft pela primeira vez em 2010, ainda na versão alfa, e de lá pra cá joguei várias vezes em diversos momentos da vida do jogo. É um jogo divertido onde você faz o que deseja, é um jogo leve no geral e tenso em certos momentos. Mas não é e nunca foi um jogo que se leva a sério. Ele se permite ser diferente e inesperado.
Eu esperava um filme divertido, e foi isso que recebi, não é uma obra prima, mas é muito bem feito. Tem muita coisa que nós como jogadores experimentamos, mas também tem muita coisa que não bate com nossas experiências no jogo, e tá tudo ótimo, pois vejo o universo de Minecraft do filme como algo diferente do jogo, é algo novo, que tem suas próprias regras ao mesmo tempo em que respeita a alma do Minecraft.
É muito bobo e é engraçado justamente por que o próprio filme não se leva a sério, mas não falta com respeito ao material original, que, por sua vez, não tem uma história definida, tem pequenos pedaços espalhados por aí e é por isso que acho a história do filme totalmente válida.
Godzilla vs. Kong
3.1 797 Assista AgoraMuito legal as lutas dos bichão, mas o que que a Millie Bobby Brown e aquele menino tavam fazendo mesmo?
Sonic 3: O Filme
3.5 164 Assista AgoraBem divertido, fofo, leve e engraçadinho. Tem gente que parece que tava esperando um filme do Kubrick ou algo assim, calma, é filme infantil, não é pra ser ultra complexo não.
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraSombrio e extremamente depressivo. Não é ruim, mas eu compreendo por qual razão foi detestado. É longo, quase nada acontece e tem pouco desenvolvimento para quem vê desejando um fim triunfante para o protagonista. Todos que assistiram esperaram uma real continuação da história de Arthur e do Coringa, mas o que tivemos foi algo sem excitação, sem espetáculo, com o Arthur sendo jogado daqui pra lá, esperávamos que tudo desse certo, mas o personagem, que já estava destruído, foi destruído mais ainda até o seu fim. É uma boa conclusão para a história dele, mas não serve como um filme com o peso que qualquer um esperaria pra uma sequência de uma obra como foi o primeiro, por isso o diretor precisa ter seu devido reconhecimento por utilizar essa oportunidade para esfregar na nossa cara, nós, que desejávamos só mais um espetáculo, que a realidade não funciona assim, as pessoas são destruídas por ela.
Ele Está de Volta
3.8 681O filme saiu em 2015, se eu tivesse visto nessa época teria achado irreal.
Mas assisti hoje, depois do desastre chamado Bolsonaro e da ascenção que a extrema direita teve na última década, e não é tão absurdo assim.
Superpop e CQC, programas de humor, deram destaque àquele ser e às bizarrices que ele falava. Exatamente como os programas no filme, que trouxeram Hitler pra falar absurdos, com uma ou outra frasezinha com a qual algumas pessoas se identificavam, e aí deu no que deu.
Corte no Tempo
2.4 151 Assista AgoraConsegui pensar num final ótimo e sem furos pra esse filme, mas antes disso quero falar sobre o assassino, poderia ser uma pessoa qualquer do passado, como o professor, por exemplo, é isso evitaria muitas contradições.
Mas vamos lá, sobre o final: No começo do filme poderia rolar alguns flashbacks de momentos chave mostrando cenas da infância e adolescência de Lucy, em que só existiriam ela e os pais, flashbacks tristes e traumáticos.
Então chegava o final e a Lucy conseguia de fato evitar a morte da irmã, e então ela voltava para o futuro e uma cena focando nos olhos dela começaria, nessa cena teria uma montagem em que aqueles flashbacks de memórias tristes fossem sendo substituídos por memórias semelhantes mas felizes, e com a irmã dela ao lado.
Mas ainda restaria um furo: Como ela ainda poderia existir se a irmã dela não foi morta? Para isso ela poderia se encontrar com a versão futura daquele garoto, que se dedicou esses 20 anos à entender viagens no tempo, e ele explicaria a ela que a pessoa não some no futuro ao voltar no tempo, e sim o universo que se adapta à existência daquela pessoa e que paradoxos não existem, seria uma explicação minimamente satisfatória.
Armadilha
2.7 873 Assista AgoraÉ muito divertido e tem bastante suspense. A primeira parte, enquanto estão no show, é muito boa, já a segunda não gostei tanto quanto o começo. Mas ainda assim é bom de se assistir.
Queria não ter assistido o trailer e ter visto o filme sem saber nada, e achei que no final o plot twist seria que a própria filha dele seria a assassina e que ele estava querendo encobrir as ações dela, teria sido bem mais impactante kkkkk.
A Guerra do Fogo
3.6 367 Assista Agora80 mil anos atrás já existiam seres humanos modernos, não acho que fossem assim com jeitão de chimpanzés, e provavelmente também sabiam falar mais que uns gritos feios.
Projeto Almanaque
3.4 567 Assista AgoraSei que é pra ser um filme mais de ação do que de ficção científica, mas fiquei incomodado com as inconsistências sobre a viagem no tempo, fiquei achando bobo.
Mestre do Disfarce
2.1 33 Assista AgoraQue negócio bizarro, não é engraçado. É completamente vergonhoso, nenhuma ação do personagem principal tem propósito, aliás, ele já tem traços velhos, mas age como uma criança boba e forçada que acha que sabe o que é humor mas tudo o que faz só tem graça na própria cabeça.
Algumas cenas perdidas no meio de outras também me fizeram sentir uma vergonha imensa como por exemplo uma cena em que ele e o avô, no meio do "treinamento" param para olhar uma mulher bunduda que na verdade é... Um homem bundudo, e acabam engolindo os sorvetes comicamente e olhando um pro outro de forma tosca.
O maior problema do filme, e é um filme onde só tem problemas, foi a falta de timing, as cenas que deveriam ser engraçadas acabavam durando alguns segundos ou até minutos a mais do que seria o ideal, causando um desconforto enorme.
Uma coisa pra se notar também é que fui ver o filme esperando que o "mestre do disfarce" conseguisse se disfarçar e usar seus disfarces de forma bem sucedida, e isso não acontece em nenhum momento do filme.
Fiquei me imaginando no cinema, na época, assistindo essa bomba junto de outras pessoas e morrendo de vergonha.
Ace Ventura: Um Detetive Diferente
3.1 596 Assista AgoraDei 5 estrelas anos atrás pensando que era a continuação, só vi esse filme uma vez quando criança e não gostei, achei muito errado e escroto o final e anos depois entendi o motivo.
O Guardião: Em Busca da Lança Sagrada
3.0 57 Assista AgoraDivertidinho, bobinho, engraçadinho e cringe.
O Último Caso do Sr. Monk
3.3 28 Assista AgoraDaria menos se fosse pelo filme sozinho, já que não é tão bem elaborado, é bobinho em sua maior parte, exceto pela temática de sui.cídio. Mas como Monk fez parte da minha adolescência e foi uma das coisas que me trouxe conforto e alegria naquela época, junto com Lost, consegui ignorar as falhas e tratar apenas como mais um episódio bobinho, que me fez relembrar como eu enxergava aqueles personagens como parte da minha vida. Eu chorei no final, mas não pelo filme em si, e sim por ele me levar pra um tempo em que eu tinha tudo pela frente e nem tudo estava perdido ainda, mas que eu não tinha noção.
Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes
3.6 565 Assista AgoraMaravilhoso, divertido demais, pega bem o espírito do que se trata uma sessão de D&D. Quero assistir de novo!
Doutor Estranho no Multiverso da Loucura
3.5 1,3K Assista Agoramto curto
Matrix Resurrections
2.8 1,3K Assista AgoraExcelente, como fã da antiga Trilogia, me senti bastante satisfeito com esse novo filme, gostaria muito que houvessem mais, sem necessariamente incluir Neo ou Trinity, mas sim explorando o universo. Não confiem em quem diz que não gostou, estão indo apenas pela cabeça de críticas duvidosas.
Wrong
3.2 97 Assista AgoraCachorros são o melhor amigo do homem
Caros amigos, a infinita diversidade da realidade única nos obriga à análise das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Por outro lado, a necessidade de renovação conceitual deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da fundamentação metafísica das representações. Assim mesmo, a estrutura atual da ideação semântica faz parte de um processo de agenciamento da condição de verdade de proposições elementares como ((p ^ ~q) -> (~r v (p <-> r))). Em um dos seus momentos mais iluminados Heidegger afirmou que a redutibilidade da aritmética à lógica possibilita uma interpretação objetiva da teologia positiva empregada em movimentos negativos. O cuidado em identificar pontos críticos na univocidade da substância imanente resultou no abandono das ilusões transcendentais presentes na obra de Condillac.
A prática cotidiana prova que a consolidação das estruturas psico-lógicas assume importantes posições no estabelecimento dos valores morais decorrentes de uma tradição normativa. Não obstante, o acompanhamento das preferências de consumo se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização dos meios de comunicação, The Media, o fator condicionante da interdependência virtual. Pode-se argumentar, como Bachelard fizera, que o início da atividade geral de formação de conceitos obstaculiza a apreciação da importância dos paradigmas filosóficos.
Do mesmo modo, a limitação dos poderes do narcisismo demonstra a irrefutabilidade das vantagens do gênio grego fundado na poesia homérica. Se estivesse vivo, Foucault diria que o Übermensch de Nietzsche, ou seja, o Super-Homem, nos obriga a inferir a invalidez do processo de comunicação como um todo. O movimento inverso da proaíresis, que avança -pro-, como a pro-lépsis, demonstra que a alteridade do rio heraclítico pode nos levar a considerar a reestruturação da incompatibilidade do próprio pensamento de Hegel e Foucault. É lícito um filósofo restringir suas investigações ao mundo fenomênico, mas o modo de satisfação libidinal representa uma abertura para a melhoria das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Neste sentido, o fenômeno da Internet representa a essência da afirmação que o Ser é e o Não ser não é.
A Lenda do Cavaleiro Verde
3.6 491 Assista AgoraO filme é lindo visualmente.
Fim do Mundo
2.5 205É um negócio muito bobo, mas é um filme de criança né, então eu perdoei e ri um pouco de umas coisas e uns furos de roteiro, a única coisa que não gostei e achei muito esquisito foi o papo de sexo em algumas cenas ali com os personagens tendo uns 10 anos, bem tosco e escroto.
O Esquadrão Suicida
3.6 1,3K Assista Agoramuito bom
Space Jam: Um Novo Legado
2.9 363 Assista AgoraSpace Jam foi meu filme favorito quando criança, e até hoje permanece como um dos favoritos. Eu comecei a ver esse filme com todas as expectativas boas, com a mente aberta, já que é um filme pra familia/crianças, tentei ignorar todos que disseram que o filme era ruim, por que o povo tem um costume muito idiota de falar mal de certos filmes que são realmente bons sem motivo. Mas não foi o caso com esse. Eu até hoje odeio quando adultos ficam reclamando de mídias antigas sendo repaginadas ou tendo remakes pra novas gerações.
Enquanto assistia senti uma certa vergonha tantas vezes, esse drama familiar excessivo pesando, a falta de destaque pros próprios looney tunes (me diverti nas poucas partes em que apareceram), o uso forçado de referências(uns cosplays meio baratos fazendo gestos aleatórios no fundo, e por que forçaram tanto game of thrones depois do desastre que foi a série?) Colocaram tantos bordões de Internet super datados também, por exemplo. E um final que não fez sentido nenhum.
Não vou falar da atuação do LeBron por que ele não é ator, como o Michael Jordan também não era, e isso é OK, mas o papel que criaram pra ele foi triste, não criei empatia, com o Michael foi diferente, ele era uma peça importante e sem fraquezas aparentes, que dava confiança, e que fazia realmente pensar que ele veio do mundo real pra jogar. Agora o LeBron veio cheio de conflitos com o filho, um clima pesado, que só me fazia imaginar se a relação dele com a família realmente é assim ou não, estragando uma possível "imersão" ou suspensão da descrença. E mais tantos outros probleminhas e furos aqui e ali que me decepcionaram demais.
Jogos Mortais: O Final
3.2 1,5K Assista Agoraas minhas 2 estrelas vão para o Cary elwes e para o final apenas
Viveiro
3.2 815 Assista AgoraMuito bom. Não é muito diferente da realidade em que vivemos.