Gosto da atmosfera criada, das cores frias, da trilha clássica. Algumas atuações estão ótimas. Rachel Weisz é sempre precisa, nem mais nem menos. Gosto do argumento de sociedade falida e sufocada pelos padrões. Gosto quando não sei o que esperar de um filme, quando vai de um ponto a outro com coerência e alguma estranheza. Quando o filme é uma experiência e eu sinto mais do que entendo. Os filmes do Yorgos Lanthimos têm me agradado.
Que soco no estômago, devastada com essa verdade que nos persegue todo o tempo mas que não queremos encarar. Fascinante, devastador e libertador. E Mad World ao final, que música: "when people run in circles it's a very very mad world".
O que o Tyrion foi fazer no quarto do Tywin antes de partir? Ele não sabia que a Shae estava lá e não tava armado pra matar o pai, então qual a intenção dele indo lá? E outra, matar o pai por causa dela? Achei desconfiável a atitude do Tyrion.
Filme muito simbólico e as possíveis lacunas deixadas vão de acordo com a livre interpretação de cada um, até certo ponto. A trilha sonora torna as cenas muito intensas, assim como em Requiem for a dream. Gostei bastante.
Senti falta da Ana mais vibrante, mais enérgica do livro, principalmente no final. E, em certa altura, as coisas ficaram meio confusas realmente pra quem não conhecia a história.
Vale salientar que o Vronski queria o divórcio oficial da Ana especialmente pelo fato de a filha que eles tiveram, Anny, ainda ter o sobrenome do Karenin, que, para todos os efeitos, ainda era o marido e pai dos filhos dela e dos que ela e Vronski viessem a ter. E o Karenin, por sua vez, não queria conceder o divórcio por uma questão principalmente religiosa, e de status, claro. Da parte da Ana, ela oscilava entre o divórcio e a separação informal, visto que toda essa situação pesava com muito mais efeito sobre ela, em sua condição de mulher. Quanto ao Vronski a ter traído, no filme faz parecer que sim, mas no livro, essa questão é puramente dela, de como o isolamento social, o abandono do filho e a própria entrega que a fez renunciar a todo o prestígio que dispunha antes levaram-na a esse estado inconsciente de ciúme, na transformação de amor em ódio (no finzinho do livro, é esse ódio que a leva a suicidar-se).
Sendo uma adaptação, claro que não dava pra contar tudo que rola no livro, mas achei uma pena o pouco espaço pra história do Liêvin, que, pra mim, foi o personagem que mais cativou e a sua relação com a Kitty depois do casamento.
Não gostei. Acho que por ter lido o livro antes de ver o filme. São bem diferentes. Fiquei na expectativa de ver as cenas que tinha lido, mas elas não existem no filme.
O Lagosta
3.8 1,5K Assista AgoraGosto da atmosfera criada, das cores frias, da trilha clássica. Algumas atuações estão ótimas. Rachel Weisz é sempre precisa, nem mais nem menos. Gosto do argumento de sociedade falida e sufocada pelos padrões. Gosto quando não sei o que esperar de um filme, quando vai de um ponto a outro com coerência e alguma estranheza. Quando o filme é uma experiência e eu sinto mais do que entendo.
Os filmes do Yorgos Lanthimos têm me agradado.
Terra
4.5 42Que soco no estômago, devastada com essa verdade que nos persegue todo o tempo mas que não queremos encarar. Fascinante, devastador e libertador.
E Mad World ao final, que música: "when people run in circles it's a very very mad world".
Game of Thrones (4ª Temporada)
4.6 1,5K Assista AgoraUma coisa que não entendi da season finale:
O que o Tyrion foi fazer no quarto do Tywin antes de partir? Ele não sabia que a Shae estava lá e não tava armado pra matar o pai, então qual a intenção dele indo lá?
E outra, matar o pai por causa dela? Achei desconfiável a atitude do Tyrion.
Fonte da Vida
3.7 783 Assista AgoraFilme muito simbólico e as possíveis lacunas deixadas vão de acordo com a livre interpretação de cada um, até certo ponto. A trilha sonora torna as cenas muito intensas, assim como em Requiem for a dream. Gostei bastante.
Anna Karenina
3.7 1,2KSenti falta da Ana mais vibrante, mais enérgica do livro, principalmente no final. E, em certa altura, as coisas ficaram meio confusas realmente pra quem não conhecia a história.
Vale salientar que o Vronski queria o divórcio oficial da Ana especialmente pelo fato de a filha que eles tiveram, Anny, ainda ter o sobrenome do Karenin, que, para todos os efeitos, ainda era o marido e pai dos filhos dela e dos que ela e Vronski viessem a ter. E o Karenin, por sua vez, não queria conceder o divórcio por uma questão principalmente religiosa, e de status, claro. Da parte da Ana, ela oscilava entre o divórcio e a separação informal, visto que toda essa situação pesava com muito mais efeito sobre ela, em sua condição de mulher.
Quanto ao Vronski a ter traído, no filme faz parecer que sim, mas no livro, essa questão é puramente dela, de como o isolamento social, o abandono do filho e a própria entrega que a fez renunciar a todo o prestígio que dispunha antes levaram-na a esse estado inconsciente de ciúme, na transformação de amor em ódio (no finzinho do livro, é esse ódio que a leva a suicidar-se).
Sendo uma adaptação, claro que não dava pra contar tudo que rola no livro, mas achei uma pena o pouco espaço pra história do Liêvin, que, pra mim, foi o personagem que mais cativou e a sua relação com a Kitty depois do casamento.
A Letra Escarlate
3.5 157 Assista AgoraNão gostei. Acho que por ter lido o livro antes de ver o filme. São bem diferentes. Fiquei na expectativa de ver as cenas que tinha lido, mas elas não existem no filme.
Game of Thrones (3ª Temporada)
4.6 1,9K Assista AgoraTywin Lannister mais uma vez prova porque é o homem mais temido dos Sete Reinos, a bem ou mal, o melhor estrategista até agora.