Cheiro de novela da Globo, infelizmente. Supervaloriza elementos (carolice por toda parte e fanfarronice de Rodrigo, p. ex.) que acabam achatando o espírito épico da obra.
Filme belíssimo. Sem penduricalhos nem mirabolâncias. Reflexivo e poético, mas com os pés — ou as rodas — no chão. A música é justa, tanto na escolha das canções quanto na trilha original de Ludovico Einaudi. Bela fotografia!
Belo filme. Infelizmente, por causa do alvoroço escandaloso que o levou ao topo dos tops, tardei 54 anos para vê-lo. Gosto desse cinema nervoso, cor de sangue, de amor estabanado, enlouquecido, trágico — no espírito do tango que coroa sua penúltima sequência.
O assunto é interessante, a fotografia é bonita, a trilha sonora é boa, os atores são bons. Mas, o tratamento me pareceu inadequado para justificar essa teimosia irredutível em relação a preceitos engolidos há tão pouco tempo: parece que tudo acontece no espaço de poucas semanas! As coisas não se resolvam bem, embora, sim, o grande mal por trás de tudo acabe parecendo o que realmente é: a fé irredutível em preceitos obtusos originários da Idade do Bronze e estampados em livros traduzidos (e corrompidos) ao longo da Idade Média, que move o psiquiatra, o paciente criminoso, a mídia, a justiça, os outros personagens, e a turba sedenta de sangue e novidade! Enfim!
Bonito. Questão atualíssima, a ser ainda adequadamente enfrentada no Brasil. Com o Congresso retrógrado que temos, mexer nisso agora seria dificultar e atrasar ainda mais esse enfrentamento.
Que horror! Por que será que na ficção científica euamericana os astronauts são quase sempre uns bundões do fundão da sala que sempre acabam metendo em risco as expedições por questões estupidamente pessoais? Personagens chatos, sem consistência, narrativa incongruente, pano de fundo científico tão ingênuo que não consegue extrapolar o âmbito do ridículo. Coisa mais feia!
Amei. Se o filme durasse mais umas duas horas, eu ficaria com prazer vendo e celebrando cada pequena (re)descoberta e novidade nesse mundo que pareceu morrer, mas renasce...
Embora pareça não empolgar muita gente, eu vi com bastante Interesse o filme, que tem passagens irritantes por seu reacionarismo, mas tem outras dignas de reflexão, com referências interessantes à Terra e à humanidade reais (veja exemplos disso na sequência de apresentação do programa aos participantes, a partir do minuto 00:08:00). O filme não é vazio, não. É bem distópico, se considerarmos o resultado geral do programa "Titan". Não aponta os grandes culpados por nossos desastres atuais (que redundam na necessidade de deslocar a humanidade para outro lugar, já que "nosso lar não nos serve mais"), mas revela um poder aterrador por trás desse laboratório, que é a própria Otan. Saí bem pensativo da sessão...
Gostei muito de "Austronaut". Sem espetacularidades, sem gratuidades, estimula a imaginação e deixa vibrando na gente (em mim, pelo menos) uma ousada pergunta repetida por muitos pelos séculos afora. Pergunta que vamos respondendo cada qual a seu modo...
Como acontece com qualquer filme romântico (bolly ou hollywoodiano), o mundo continua igual depois que acaba. Mas, para mim, todos os deuses foram aí magistralmente destroçados, exceto aquele único que não pode existir, o tal "deus que nos criou". Quase gozei com as perguntas do Tonto!
O Tempo e o Vento
3.6 457 Assista AgoraCheiro de novela da Globo, infelizmente. Supervaloriza elementos (carolice por toda parte e fanfarronice de Rodrigo, p. ex.) que acabam achatando o espírito épico da obra.
Café da Manhã em Plutão
4.0 192Belo filme e — apesar dos dramas com que mexe — bem-humorado.
Nomadland
3.9 917 Assista AgoraFilme belíssimo. Sem penduricalhos nem mirabolâncias. Reflexivo e poético, mas com os pés — ou as rodas — no chão. A música é justa, tanto na escolha das canções quanto na trilha original de Ludovico Einaudi. Bela fotografia!
Código Alfa
1.7 8 Assista grátisRealmente, uma bagaceira: violência gratuita, suspense em vão, efeitos vazios... Sobra nada, nada!
Pi
3.8 770Muito bonito como cinema, mas não passa de um espalhafato numérico e simbólico que acaba em nada.
Último Tango em Paris
3.5 574Belo filme. Infelizmente, por causa do alvoroço escandaloso que o levou ao topo dos tops, tardei 54 anos para vê-lo. Gosto desse cinema nervoso, cor de sangue, de amor estabanado, enlouquecido, trágico — no espírito do tango que coroa sua penúltima sequência.
Godzilla: Minus One
4.0 572Assisti à versão em preto e branco. Valeu esse retorno aos primeiros monstros que me encantaram no cinema.
A Natureza das Coisas Invisíveis
3.8 36 Assista AgoraBelíssimo filme: denso poema audiovisual.
Blow-Up: Depois Daquele Beijo
3.9 380Grande filme. Continua sendo um grande filme. Cinema cinema.
Cem Anos de Solidão: Parte 1
4.5 132 Assista AgoraSem dúvida, dos seis primeiros episódios, os três dirigidos por Laura Mora (4, 5 e 6) resultaram surpreendentes, garciamarqueanos, por assim dizer.
Cem Anos de Solidão: Parte 1
4.5 132 Assista AgoraVisto o primeiro episódio. Impossível avaliar ainda.
The Penitent
2.9 2O assunto é interessante, a fotografia é bonita, a trilha sonora é boa, os atores são bons. Mas, o tratamento me pareceu inadequado para justificar essa teimosia irredutível em relação a preceitos engolidos há tão pouco tempo: parece que tudo acontece no espaço de poucas semanas!
As coisas não se resolvam bem, embora, sim, o grande mal por trás de tudo acabe parecendo o que realmente é: a fé irredutível em preceitos obtusos originários da Idade do Bronze e estampados em livros traduzidos (e corrompidos) ao longo da Idade Média, que move o psiquiatra, o paciente criminoso, a mídia, a justiça, os outros personagens, e a turba sedenta de sangue e novidade! Enfim!
Nascida para Você
3.8 5 Assista AgoraBonito. Questão atualíssima, a ser ainda adequadamente enfrentada no Brasil. Com o Congresso retrógrado que temos, mexer nisso agora seria dificultar e atrasar ainda mais esse enfrentamento.
Toquinho: Encontros e um Violão
3.2 4Saboroso documentário que me aproximou ainda mais de Toquinho e sua obra.
O Segredo do Templo – 3ª Temporada
2.9 10Pra lá de brega.
Mágico
5.0 1Tinha visto "Chasing coffee" (muito bonito), que me levou a ver "Magico". Este curta é poderoso e me faz querer conhecer todo o trabalho de Valencia!
Akado Suzunosuke: Versão Kabuki
4.5 2Na impossibilidade de assistir a uma funçào presencial de kabuki, ver este filme foi gratificante. Muito bonito. A música é intensa.
Roma
4.1 1,3K Assista AgoraPerfeito! Domínio magistral da narrativa, remetendo ao próprio cinema daqueles anos. Elenco respeitável. Que direção!
Atlantique
3.6 127 Assista AgoraIngênuo, mas bonito, nessa costura de conto fantástico e pinceladas de questões sociais e culturais. Convida à contemplação.
Outra Vida (1ª Temporada)
2.8 121 Assista AgoraQue horror! Por que será que na ficção científica euamericana os astronauts são quase sempre uns bundões do fundão da sala que sempre acabam metendo em risco as expedições por questões estupidamente pessoais? Personagens chatos, sem consistência, narrativa incongruente, pano de fundo científico tão ingênuo que não consegue extrapolar o âmbito do ridículo. Coisa mais feia!
IO: O Último na Terra
2.2 282 Assista AgoraAmei. Se o filme durasse mais umas duas horas, eu ficaria com prazer vendo e celebrando cada pequena (re)descoberta e novidade nesse mundo que pareceu morrer, mas renasce...
Titã
2.3 267 Assista AgoraEmbora pareça não empolgar muita gente, eu vi com bastante Interesse o filme, que tem passagens irritantes por seu reacionarismo, mas tem outras dignas de reflexão, com referências interessantes à Terra e à humanidade reais (veja exemplos disso na sequência de apresentação do programa aos participantes, a partir do minuto 00:08:00). O filme não é vazio, não. É bem distópico, se considerarmos o resultado geral do programa "Titan". Não aponta os grandes culpados por nossos desastres atuais (que redundam na necessidade de deslocar a humanidade para outro lugar, já que "nosso lar não nos serve mais"), mas revela um poder aterrador por trás desse laboratório, que é a própria Otan. Saí bem pensativo da sessão...
Astronaut: The Last Push
2.7 3 Assista AgoraGostei muito de "Austronaut". Sem espetacularidades, sem gratuidades, estimula a imaginação e deixa vibrando na gente (em mim, pelo menos) uma ousada pergunta repetida por muitos pelos séculos afora. Pergunta que vamos respondendo cada qual a seu modo...
PK
4.2 94 Assista AgoraComo acontece com qualquer filme romântico (bolly ou hollywoodiano), o mundo continua igual depois que acaba. Mas, para mim, todos os deuses foram aí magistralmente destroçados, exceto aquele único que não pode existir, o tal "deus que nos criou".
Quase gozei com as perguntas do Tonto!