Sakimichi no apollon é um daqueles animes que deixa seu coração encharcado.
É irônico a sensação da nostalgia de algo que nunca foi vivido diretamente por nós.
Todos tivemos nosso primeiro amor que no ensinou mesmo que da forma mais estranha possível o que é sentimento. Tivemos aquela amizade que começou da maneira mais improvável possível e foi se fortalecendo. Dos momentos passados juntos, memórias e lembranças. Ver sakimichi no apollon é como ver aquela fotografia dos bons e velhos tempos. De momentos que são simples e rotineiros, mas os mais importantes, por estarmos juntos.
A cerne do anime é marcar a sensação de uma etapa da vida que a gente sabe que passa, que pode parecer horrível em certos momentos, mas que lá no final... A gente até que sente saudade.
Achei que os pesos das discussões da primeira temporada foram deixadas de lado em prol de uma trama focada na Rue, é compreensível, mas não deixa de baixar a qualidade em relação disso. Mas acho que os maiores pontos negativos são os furos de roteiro.
A mala de droga aparentemente ficou sem resolução nenhuma, Rue simplesmente fugiu do local e foi isso. Kat e McKay haviam terminado, mas nem parecem ter namorado um dia ou ela ter feito um ABORTO. Que fosse tratado com normalidade, mas pelo menos discutisse mais de uma forma séria. 8 episódios foram poucos e tem muita coisa inacabada. Espero que a terceira temporada não ignore mais pontos cruciais.
Eu achava realmente que Kendall iria se transformar pelo menos 1% do que o pai era, principalmente com toda raiva e ódio que suas atitudes estavam remetidas. Essa confiança emulada, que por vezes a própria fotografia esbanjava fotos em paralelos de ambos os personagens. O próprio enredo faz acreditar que Kendall estava, por vez, saindo de sua casca. Tolo engano.
Todas suas fragilidades estavam ocultas por uma falsa luta ideológica que ele criou. Pouco se importava com o abuso, traumas criados ou com as vidas das mulheres. Ele queria um tiro certeiro, tinha, mas errou. Sua mira foi boa, mas não contava com mil homens que se jogariam pra defender Logan. Chega ser ironicamente kafkiano um homem do sistema preso em sua própria roda de brinquedo.
E por mais que sua relação frágil com a família, no final da temporada vemos o amago da relação dos três irmãos contra a figura autoritária do pai. Esperança que dura, o tempo mínimo possível, ao ser vencida pelo cansaço do Logan em criar filhos que poderia suceder ele. Incrível como as únicas vezes e o mínimo de de afeto possível (como na cena com Tom) parecem extremamente pesados quando acontecem. Era um personagem muito difícil de se fazer sem parecer forçado, sem parecer orgânico ou emulado. Tudo isso devido aos anos de experiência à frente dos filhos. São crianças lutando com um adulto.
E mesmo não fazendo parte do jogo, é impossível não dizer: todos os que assistem, vivem e até os que estão ao seu lado se sentem intimidados pela força autoritária de Logan Roy.
Trançando paralelos com O Inferno de Dante e Abismo nietzschiano. Incrível com o enredo é bem feito e levado a sério, principalmente quando chega na parte de Nanachi e tudo se amarra.
A história de Mitty é cruel e tão palpável. Espero que não se perca na trama final
O episódio 12 o ápice da misantropia. Kino diz "Não precisa" remetendo a semelhança podre de todos os seres humanos terem a mesma ideologia, apenas a diferença de condição social ou política. Anime diferenciado, cheio de nuances e filosofias sobre a vida e humanidade. O episódio do trabalho é a cerne do existencialismo e como a precisamos de algo pra dar sentido.
O último episódio, por mais que a trama não seja linear temporalmente, Kino pelo menos faz com que a menina se sinta realizada antes de aceitar seu destino.
Acho que não abordar muito o passado dela e ela ser mais uma espectadora quase que como nós traz um "mistério" que dá identidade ao anime. Não precisamos de muitas respostas. Só precisamos estar na estrada com ela.
Há sempre uma estrada em qualquer lugar, para qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Como, onde, por quê?
Sonny Boy, por fim, é um anime que retrata uma etapa de nossa vida tão recorrente: o fim da adolescência e início da vida adulta. É como se naquele emaranhado de sentimentos -muito confusos, pessimistas e alguns dotados de esperança- fossem extraídos e colocados em tela.
A estranheza é um elemento narrativo recorrente, mas o melhor é a identificação idiossincrática que cada pessoa irá possuir.
Espécie de Waking Life nipônico com final lindo e sútil, da transição de uma etapa da vida que um dia todo homem viverá
Protagonista em vez de ajudar muita gente com o dinheiro pela culpa que sentia simplesmente agiu: "Foda-se?" Ajudou duas pessoas, pintou o cabelo de vermelho (?). O velho estar vivo e a justificativa achei fraquíssima e nada do que já não se espera. Não que não fosse plausível, mas já estava desde do início exposta de forma clara que era só isso mesmo.
Ambientação boa demais. Se Tim Burton fizesse um anime, seria desse jeito. Finalizarei a obra no mangá. Porém uma coisa de Soul Eater tem de sobra é personangem bom, mas vilões sem carisma nenhum e isso se perdura até o final.
Tirando as coincidências narrativas e o papel Lisa Mishima ser reduzido a uma convenção do roteiro, a trama é sensacional principalmente no tom e na progressão, o final fecha perfeito e condizente com a trama e com profundidade. Há defeitos? Sim. Mas não prejudica o resultado final.
Se não fosse o fan service bobo no começo seria muito melhor que Evangelion. Os personagens são palpáveis assim como o romance do protagonista, que de longe supera muitos romances de muitos animes (talvez o melhor que eu tenha visto até hoje nesse tipo de mídia). Você compra o amor dos dois,
e o episódio da 02 bebê é de longe o ponto alto do anime.
O final poderia ter sido melhor? Em algumas partes mal construídas, sim. Como a 02 robô ou os outros aliens que apareceram sem construção de roteiro nenhuma, mas não deixa de ser satisfatório o final dos dois. Fui com expectativa baixa e gostei.
Infinitamente melhor que a pior temporada que é a 8°
Quando Michael apareceu foi o momento chave, não tem como ele não roubar a cena. Ver a evolução de Dwight nessa última season também foi sensacional e como mudou sua relação com Jim.
Como Pam disse: The Office é justamente sobre as coisas simples da vida que são belas. Daquela beleza que existe naquela fase da vida que você está, que por mais que pareça chata, um dia lá na frente será chamada "dos bons e velhos tempos". E que no fundo, por mais que você torcesse pra passar logo, até que dá saudade.
Vale pela nostalgia e por não ter consigo assistir na época, mas o sound effects que eles passaram a usar no jogo e nas mídias de CDZ ficou irritante. O plano não faz muito sentido, mas a luta de Shaka paga tudo isso(quase o único cavaleiro de ouro com lore um pouco explorada). Outro detalhe é Shion que dá uma breve aparição e que é mais explorado no lost canvas. Finalmente entendemos porque o mestre ancião não fazia NADA nas outras sagas.
Curiosidade: Aldebaran no mangá morre para Sorento de Sirene porque no mangá não há a saga de Asgard e no anime eles conectaram as histórias.
Essa saga de Asgard apesar de ser spin-off é praticamente cânone. Trouxe uma profundidade ao personagens pela liberdade narrativa que não tinha na saga do santuário por ter que se fiel ao mangá.
Lembro que 10 ou mais anos depois eu lembrava perfeitamente da história de siegfried que sem dúvida é um dos cavaleiros mais carismáticos de todas as sagas.
Twin Peaks foi uma euforia coletiva durante sua transmissão televisa nos anos 90, eu posso dizer que respeito sua importância por trás, mas não que gosto ou aprecio.
Sua trama que gira em torno do mistério do assassinato de Laura Palmer que pra mim, perde a seriedade narrativa quando observamos personagens canastrões que beiram o ridículo e com atuações que parecem novelas de emissoras de média receita.
Entendo ser um marco televiso, principalmente pela primeira vez que se tem um diretor renomado do cinema dirigindo algo na Tv, mas nem os aspectos "lynchianos" conseguiram me agradar. A atmosfera é única coisa que me fez terminar, junto aos mistérios e as estranhezas daquele local.
Mas pra mim a trama entra em desconexo com a seriedade dos personagens
Evito dar nota a coisas assim: que são muito datadas a um marco específico, referências técnicas importantes ( cidadão Kane e afins) ou que precisam de um contexto específico histórico pra entender sua importância.
Acho importante dar uma chance de conhecer, mas não funcionou pra mim
É um shounen battle de qualidade. Tem um mix de Naruto, Bleach e Yu Yu Hakusho. A maioria das convenções de gênero estão presentes. Eu senti que o anime melhora bastante da metade pro final, que muda consideravelmente quando uns personagens aparecem e uma dinâmica é adicionada entre eles. Só sinto que falta o toque que deixaria ele exclusivo e não só uma mistura bem feita de ingredientes de anime. Talvez isso mude posteriormente.
Kieslowski sua série é indulgente, pretensiosa e um disfarce raso de um roteiro prepotente que se acha genial. 10 horas que poderiam ser 5 ou menos. Os modelos morais questionados quase não chegam a ser dúbios e não levam tanta reflexão assim.
Achei um desperdício; havia tanta coisa nos "decálogos" que poderiam ser questionados inclusive contradições cristãs. Finais que poderiam ser abertos, personagens menos simplórios, e tramas mais contundentes, no fim não passa de slow cinema com status cult.
E não se trata de idiossincrasia. O que faz a percepção coletiva dela ser uma série genial é o status que Kubrick deu ao ocidente a obra, que no fim não passa de uma sopa morna existencial.
Durante toda trama perdura principalmente traços fortes da cultura dos samurais do Japão. Os pontos mais fortes além dos designs do personagens ( e imponentes como os hashiras) é que os demônios não são unilaterais. A maioria tem um arco que faz você compreender que nem mesmo os piores demônios são 100% puro mal e isso da uma profundidade importante que o anime precisava.
A história tem tudo pra ser redondinha, principalmente quando posteriormente tiver alguma relação do pai de Tanjiro com o demônio principal da história e de suas motivações. E os personagens pilares são extremamente carismáticos. Zenitsu é tão inseguro e medroso que chega a ser engraçado ( mas acredito que muita gente vai odiar ele) e Inosuke é tão louco e descompromissado com as coisas ao redor que a dinâmica dos três é divertidíssima.
o episódio final foi muito fofo, aff. Uma despedida que encerrou nossa visita a cidade de gravity falls, foi como visitar nossas férias de verão na infância, cheia de magia e e aventura. A trilha sonora e o texto do final emociona demais
Sakamichi no Apollon
4.5 50Sakimichi no apollon é um daqueles animes que deixa seu coração encharcado.
É irônico a sensação da nostalgia de algo que nunca foi vivido diretamente por nós.
Todos tivemos nosso primeiro amor que no ensinou mesmo que da forma mais estranha possível o que é sentimento. Tivemos aquela amizade que começou da maneira mais improvável possível e foi se fortalecendo. Dos momentos passados juntos, memórias e lembranças. Ver sakimichi no apollon é como ver aquela fotografia dos bons e velhos tempos. De momentos que são simples e rotineiros, mas os mais importantes, por estarmos juntos.
A cerne do anime é marcar a sensação de uma etapa da vida que a gente sabe que passa, que pode parecer horrível em certos momentos, mas que lá no final... A gente até que sente saudade.
Euphoria (2ª Temporada)
4.0 557Achei que os pesos das discussões da primeira temporada foram deixadas de lado em prol de uma trama focada na Rue, é compreensível, mas não deixa de baixar a qualidade em relação disso. Mas acho que os maiores pontos negativos são os furos de roteiro.
A mala de droga aparentemente ficou sem resolução nenhuma, Rue simplesmente fugiu do local e foi isso. Kat e McKay haviam terminado, mas nem parecem ter namorado um dia ou ela ter feito um ABORTO. Que fosse tratado com normalidade, mas pelo menos discutisse mais de uma forma séria. 8 episódios foram poucos e tem muita coisa inacabada. Espero que a terceira temporada não ignore mais pontos cruciais.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (2ª Temporada)
4.4 108Tirando algumas conveniências narrativas, mantém o padrão de qualidade do anime
Succession (3ª Temporada)
4.3 204 Assista AgoraEu achava realmente que Kendall iria se transformar pelo menos 1% do que o pai era, principalmente com toda raiva e ódio que suas atitudes estavam remetidas. Essa confiança emulada, que por vezes a própria fotografia esbanjava fotos em paralelos de ambos os personagens. O próprio enredo faz acreditar que Kendall estava, por vez, saindo de sua casca. Tolo engano.
Todas suas fragilidades estavam ocultas por uma falsa luta ideológica que ele criou. Pouco se importava com o abuso, traumas criados ou com as vidas das mulheres. Ele queria um tiro certeiro, tinha, mas errou. Sua mira foi boa, mas não contava com mil homens que se jogariam pra defender Logan. Chega ser ironicamente kafkiano um homem do sistema preso em sua própria roda de brinquedo.
E por mais que sua relação frágil com a família, no final da temporada vemos o amago da relação dos três irmãos contra a figura autoritária do pai. Esperança que dura, o tempo mínimo possível, ao ser vencida pelo cansaço do Logan em criar filhos que poderia suceder ele. Incrível como as únicas vezes e o mínimo de de afeto possível (como na cena com Tom) parecem extremamente pesados quando acontecem. Era um personagem muito difícil de se fazer sem parecer forçado, sem parecer orgânico ou emulado. Tudo isso devido aos anos de experiência à frente dos filhos. São crianças lutando com um adulto.
E mesmo não fazendo parte do jogo, é impossível não dizer: todos os que assistem, vivem e até os que estão ao seu lado se sentem intimidados pela força autoritária de Logan Roy.
Made in Abyss (1ª Temporada)
4.4 68Trançando paralelos com O Inferno de Dante e Abismo nietzschiano. Incrível com o enredo é bem feito e levado a sério, principalmente quando chega na parte de Nanachi e tudo se amarra.
A história de Mitty é cruel e tão palpável. Espero que não se perca na trama final
Kino no Tabi
4.6 13O episódio 12 o ápice da misantropia. Kino diz "Não precisa" remetendo a semelhança podre de todos os seres humanos terem a mesma ideologia, apenas a diferença de condição social ou política. Anime diferenciado, cheio de nuances e filosofias sobre a vida e humanidade. O episódio do trabalho é a cerne do existencialismo e como a precisamos de algo pra dar sentido.
O último episódio, por mais que a trama não seja linear temporalmente, Kino pelo menos faz com que a menina se sinta realizada antes de aceitar seu destino.
Acho que não abordar muito o passado dela e ela ser mais uma espectadora quase que como nós traz um "mistério" que dá identidade ao anime. Não precisamos de muitas respostas. Só precisamos estar na estrada com ela.
Há sempre uma estrada em qualquer lugar, para qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Como, onde, por quê?
Platinum End
2.6 9tosco, mal escrito e patético. Digno de pena.
Bungou Stray Dogs (2ª Temporada)
4.0 14Continua divertidíssimo. As referências mais globais, Lovecraft .... Fritzgerald, e
terminou com Dostoievski
Algumas coisas não são construídas, porém não prejudica o ritmo do anime
Sonny Boy
3.9 18 Assista AgoraSonny Boy, por fim, é um anime que retrata uma etapa de nossa vida tão recorrente: o fim da adolescência e início da vida adulta. É como se naquele emaranhado de sentimentos -muito confusos, pessimistas e alguns dotados de esperança- fossem extraídos e colocados em tela.
A estranheza é um elemento narrativo recorrente, mas o melhor é a identificação idiossincrática que cada pessoa irá possuir.
Espécie de Waking Life nipônico com final lindo e sútil, da transição de uma etapa da vida que um dia todo homem viverá
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraThey Shoot Horses, Don't They?+ Battle Royale 2000.
Achei o ritmo muito bom, mas o desfecho foi bem fraco.
Protagonista em vez de ajudar muita gente com o dinheiro pela culpa que sentia simplesmente agiu: "Foda-se?" Ajudou duas pessoas, pintou o cabelo de vermelho (?). O velho estar vivo e a justificativa achei fraquíssima e nada do que já não se espera. Não que não fosse plausível, mas já estava desde do início exposta de forma clara que era só isso mesmo.
Acho que o final tem muito dedo de produtora....
Soul Eater
4.2 67 Assista AgoraAmbientação boa demais. Se Tim Burton fizesse um anime, seria desse jeito. Finalizarei a obra no mangá. Porém uma coisa de Soul Eater tem de sobra é personangem bom, mas vilões sem carisma nenhum e isso se perdura até o final.
Ex: tem vilão mais merda que o Noah?
Zankyou no Terror
4.3 97Tirando as coincidências narrativas e o papel Lisa Mishima ser reduzido a uma convenção do roteiro, a trama é sensacional principalmente no tom e na progressão, o final fecha perfeito e condizente com a trama e com profundidade. Há defeitos? Sim. Mas não prejudica o resultado final.
Darling in the FranXX
3.7 38Se não fosse o fan service bobo no começo seria muito melhor que Evangelion. Os personagens são palpáveis assim como o romance do protagonista, que de longe supera muitos romances de muitos animes (talvez o melhor que eu tenha visto até hoje nesse tipo de mídia). Você compra o amor dos dois,
e o episódio da 02 bebê é de longe o ponto alto do anime.
O final poderia ter sido melhor? Em algumas partes mal construídas, sim. Como a 02 robô ou os outros aliens que apareceram sem construção de roteiro nenhuma, mas não deixa de ser satisfatório o final dos dois. Fui com expectativa baixa e gostei.
The Office (9ª Temporada)
4.3 684Infinitamente melhor que a pior temporada que é a 8°
Quando Michael apareceu foi o momento chave, não tem como ele não roubar a cena. Ver a evolução de Dwight nessa última season também foi sensacional e como mudou sua relação com Jim.
Como Pam disse: The Office é justamente sobre as coisas simples da vida que são belas. Daquela beleza que existe naquela fase da vida que você está, que por mais que pareça chata, um dia lá na frente será chamada "dos bons e velhos tempos". E que no fundo, por mais que você torcesse pra passar logo, até que dá saudade.
That's what she said
Os Cavaleiros do Zodíaco (4ª Temporada - Parte 1: Hades, …
4.4 161 Assista AgoraVale pela nostalgia e por não ter consigo assistir na época, mas o sound effects que eles passaram a usar no jogo e nas mídias de CDZ ficou irritante. O plano não faz muito sentido, mas a luta de Shaka paga tudo isso(quase o único cavaleiro de ouro com lore um pouco explorada). Outro detalhe é Shion que dá uma breve aparição e que é mais explorado no lost canvas. Finalmente entendemos porque o mestre ancião não fazia NADA nas outras sagas.
Curiosidade: Aldebaran no mangá morre para Sorento de Sirene porque no mangá não há a saga de Asgard e no anime eles conectaram as histórias.
Os Cavaleiros do Zodíaco (2ª Temporada: Saga de Asgard)
4.1 117 Assista AgoraEssa saga de Asgard apesar de ser spin-off é praticamente cânone. Trouxe uma profundidade ao personagens pela liberdade narrativa que não tinha na saga do santuário por ter que se fiel ao mangá.
Lembro que 10 ou mais anos depois eu lembrava perfeitamente da história de siegfried que sem dúvida é um dos cavaleiros mais carismáticos de todas as sagas.
O Gambito da Rainha
4.4 950 Assista AgoraO melhor foi o final, pois o que fazia os russos serem tão bons era a coletividade em partilhar o jogo. Beth, finalmente, não estava mais sozinha.
Mare of Easttown
4.4 700 Assista Agora5 estrelas cravadão.
O final poético demais, duas mães que perderam tudo e a redenção de Mare subindo as escadas finalmente pra se perdoar pela morte do filho.
Twin Peaks (1ª Temporada)
4.5 549 Assista AgoraTwin Peaks foi uma euforia coletiva durante sua transmissão televisa nos anos 90, eu posso dizer que respeito sua importância por trás, mas não que gosto ou aprecio.
Sua trama que gira em torno do mistério do assassinato de Laura Palmer que pra mim, perde a seriedade narrativa quando observamos personagens canastrões que beiram o ridículo e com atuações que parecem novelas de emissoras de média receita.
Entendo ser um marco televiso, principalmente pela primeira vez que se tem um diretor renomado do cinema dirigindo algo na Tv, mas nem os aspectos "lynchianos" conseguiram me agradar. A atmosfera é única coisa que me fez terminar, junto aos mistérios e as estranhezas daquele local.
Mas pra mim a trama entra em desconexo com a seriedade dos personagens
Evito dar nota a coisas assim: que são muito datadas a um marco específico, referências técnicas importantes ( cidadão Kane e afins) ou que precisam de um contexto específico histórico pra entender sua importância.
Acho importante dar uma chance de conhecer, mas não funcionou pra mim
Jujutsu Kaisen (1ª Temporada)
4.3 175 Assista AgoraÉ um shounen battle de qualidade. Tem um mix de Naruto, Bleach e Yu Yu Hakusho. A maioria das convenções de gênero estão presentes. Eu senti que o anime melhora bastante da metade pro final, que muda consideravelmente quando uns personagens aparecem e uma dinâmica é adicionada entre eles. Só sinto que falta o toque que deixaria ele exclusivo e não só uma mistura bem feita de ingredientes de anime. Talvez isso mude posteriormente.
The Office (8ª Temporada)
3.9 324Os "substitutos" insuportáveis de Michael fizeram a qualidade cair muito. Robert Califórnia é detestável e a britânica tbm
O Decálogo
4.7 114Kieslowski sua série é indulgente, pretensiosa e um disfarce raso de um roteiro prepotente que se acha genial. 10 horas que poderiam ser 5 ou menos. Os modelos morais questionados quase não chegam a ser dúbios e não levam tanta reflexão assim.
Achei um desperdício; havia tanta coisa nos "decálogos" que poderiam ser questionados inclusive contradições cristãs. Finais que poderiam ser abertos, personagens menos simplórios, e tramas mais contundentes, no fim não passa de slow cinema com status cult.
E não se trata de idiossincrasia. O que faz a percepção coletiva dela ser uma série genial é o status que Kubrick deu ao ocidente a obra, que no fim não passa de uma sopa morna existencial.
Talking Heads infinitamente superior.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (1ª Temporada)
4.4 269 Assista Agora22 e 23 melhores episódios
Durante toda trama perdura principalmente traços fortes da cultura dos samurais do Japão. Os pontos mais fortes além dos designs do personagens ( e imponentes como os hashiras) é que os demônios não são unilaterais. A maioria tem um arco que faz você compreender que nem mesmo os piores demônios são 100% puro mal e isso da uma profundidade importante que o anime precisava.
A história tem tudo pra ser redondinha, principalmente quando posteriormente tiver alguma relação do pai de Tanjiro com o demônio principal da história e de suas motivações. E os personagens pilares são extremamente carismáticos. Zenitsu é tão inseguro e medroso que chega a ser engraçado ( mas acredito que muita gente vai odiar ele) e Inosuke é tão louco e descompromissado com as coisas ao redor que a dinâmica dos três é divertidíssima.
Gravity Falls (2ª Temporada)
4.7 121o episódio final foi muito fofo, aff. Uma despedida que encerrou nossa visita a cidade de gravity falls, foi como visitar nossas férias de verão na infância, cheia de magia e e aventura. A trilha sonora e o texto do final emociona demais