O diálogo do Sheldon com a sua mãe, quando ela resolve perguntar: “Você tem vergonha de mim?” “Mas é claro que não, eu te amo. Eu só tenho vergonha das coisas que você acredita, faz e diz.” 🤣🤣🤣🤣👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
- vcs querem tudo fácil, na minha época, era só pegar um carro - na minha época já não haviam carros pois os velhos como você já tinham levado tudo.
- deixa a cabeça pra mim, eu gosto de chupar os olhos.
- vc não pode ter filhos - posso sim é só sequestrar um
- minha vida até que começou bem, tudo piorou depois que meu pai foi embora, mas pra falar a verdade perder a minha esposa foi pior, ela fugiu com meu pai.
A segunda temporada parece que foi escrita por um comitê de roteiristas que nunca se encontraram. Cada episódio tenta puxar pra um lado diferente, drama adolescente, conspiração política, terror psicológico, sátira social, e no fim, tudo vira sopa comunitária. A trama principal se perde em subplots que não levam a lugar nenhum, e o ritmo é tão irregular que parece que a série tá tentando lembrar o que queria dizer. A carnificina continua, claro. Cabeças explodem, corpos são dilacerados, poderes são usados de forma grotesca. Mas o problema é que nada disso tem peso. A violência vira decoração, não consequência. Você assiste e pensa: “Legal, mais uma explosão de intestino. E daí?” - Byebye.
A série tenta abordar temas como identidade de gênero, saúde mental, manipulação corporativa, etc. Mas tudo é tratado de forma superficial, como se bastasse mencionar o tema pra parecer relevante. É tipo fast food de crítica social: tem gosto de algo importante, mas não alimenta. Cena marcante: pênis explodindo.
A minissérie me entregou uma base real bem carregada, a saga escandalosa de "Anna Delvey" (que na verdade é Anna Sorokin), seus truques, sua arrogância, sua prisão. Nascida na Rússia e criada em parte na Alemanha, fingiu ser uma herdeira alemã (a Anna do título) para enganar hotéis, bancos, pessoas do meio social de Nova Iorque. O problema é que a trama veste tudo isso com fantasia de novela. Sério que é uma história tão complexa assim a ponto de ter que precisar de 10 horas para contá-la? A produção se divertiu nos excessos, nos diálogos dramaticamente tensionados, nas motivações internas que ninguém pode confirmar. Uma estrela para Chlumsky e outra para Garner.
"Arremesso de frigideira é quando você joga uma frigideira o mais longe que puder. Acho que surgiu quando as pioneiras jogavam coisas nos filhos." 😂 Sean William Scott continua com a mesma cara de seu "alter ego" Steve Stifler que nasceu há mais de vinte anos. Enfim, sitcom no estilo "mockumentary" igual a "The Office", só que sem o brilho. Nada torturante também, cumpre seu papel de ser apenas um passatempo.
Não sei se com Philip Seymour Hoffman a série poderia ser salva (fui assistir devido a ele, infelizmente tiveram que substituí-lo após sua prematura morte), mas sem dúvidas algumas seria consideravelmente melhor. Ou até um Denis Leary, talvez.
Insuportável pra K-RALHOO! Quero ver um documentário com a própria Scooby Gang tentando resolver o mistério de como todo esse lixo radioativo foi aceito pela HBO (que descida brusca de qualidade, hein), os mais sensíveis e menos ignorantes podem sentir forte desconforto devido tamanha devassidão desgastante da páriaqueparéo, inassistível. É insultante para qualquer ser humano com o mínimo de função cerebral em atividade, é tanto preconceito gratuito, tanto orgulho podre em excesso, uma gigantesca ofensa ao humor, lacração a nível de demência galopante. Mindy Kaling além de causar ranço na dublagem também é produtora desta animação-homenagem à inutilidade monumental. Me fez ter ainda mais raiva de sua personagem insuportável Kelly Kapoor em "The Office" (pelo jeito ela não estava atuando, apenas sendo naturalmente boçal). Destruição aniquiladora de personagens clássicos que são reduzidos a alvos de panfletagem violenta que os descaracterizam miseravelmente. Essa série consegue ser tão desagradável como descer em um escorregador feito de navalhas semi-afiadas e cair direto em uma bacia com álcool 90%, os episódios debilóidenazis brigam entre si pra gente ver com qual a ânsia de vômito é mais forte, isso aqui está literalmente abaixo de qualquer fundo do poço.
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Big Bang: A Teoria (8ª Temporada)
4.2 225 Assista AgoraO diálogo do Sheldon com a sua mãe, quando ela resolve perguntar:
“Você tem vergonha de mim?”
“Mas é claro que não, eu te amo. Eu só tenho vergonha das coisas que você acredita, faz e diz.”
🤣🤣🤣🤣👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Twisted Metal (2ª Temporada)
3.5 29 Assista AgoraOs nomes dos episódios são placas de carro. Top.
- vcs querem tudo fácil, na minha época, era só pegar um carro
- na minha época já não haviam carros pois os velhos como você já tinham levado tudo.
- deixa a cabeça pra mim, eu gosto de chupar os olhos.
- vc não pode ter filhos
- posso sim é só sequestrar um
- minha vida até que começou bem, tudo piorou depois que meu pai foi embora, mas pra falar a verdade perder a minha esposa foi pior, ela fugiu com meu pai.
Baby Looney Tunes
3.6 33Profano.
Superhuman Samurai Syber Squad
2.6 4Uma estrela pela voz do Tim Curry no vilão.
Round 6 (2ª Temporada)
3.5 416 Assista AgoraNão precisava, maldita ambição.
Círculo Fechado
3.0 9 Assista AgoraUma das melhores atuações de Timothy Olyphant.
Baseado Numa História Real (1ª Temporada)
3.6 10 Assista Agora- E quando isso acaba?
- Essa é a parte mais bonita, isso nunca acaba.
Gen V (2ª Temporada)
3.3 86 Assista AgoraA segunda temporada parece que foi escrita por um comitê de roteiristas que nunca se encontraram. Cada episódio tenta puxar pra um lado diferente, drama adolescente, conspiração política, terror psicológico, sátira social, e no fim, tudo vira sopa comunitária. A trama principal se perde em subplots que não levam a lugar nenhum, e o ritmo é tão irregular que parece que a série tá tentando lembrar o que queria dizer. A carnificina continua, claro. Cabeças explodem, corpos são dilacerados, poderes são usados de forma grotesca. Mas o problema é que nada disso tem peso. A violência vira decoração, não consequência. Você assiste e pensa: “Legal, mais uma explosão de intestino. E daí?” - Byebye.
Gen V (1ª Temporada)
3.7 251 Assista AgoraA série tenta abordar temas como identidade de gênero, saúde mental, manipulação corporativa, etc. Mas tudo é tratado de forma superficial, como se bastasse mencionar o tema pra parecer relevante. É tipo fast food de crítica social: tem gosto de algo importante, mas não alimenta.
Cena marcante: pênis explodindo.
Inventando Anna
3.4 186 Assista AgoraA minissérie me entregou uma base real bem carregada, a saga escandalosa de "Anna Delvey" (que na verdade é Anna Sorokin), seus truques, sua arrogância, sua prisão. Nascida na Rússia e criada em parte na Alemanha, fingiu ser uma herdeira alemã (a Anna do título) para enganar hotéis, bancos, pessoas do meio social de Nova Iorque. O problema é que a trama veste tudo isso com fantasia de novela. Sério que é uma história tão complexa assim a ponto de ter que precisar de 10 horas para contá-la? A produção se divertiu nos excessos, nos diálogos dramaticamente tensionados, nas motivações internas que ninguém pode confirmar. Uma estrela para Chlumsky e outra para Garner.
Euphoria: Trouble Don't Last Always
4.3 156Meia estrela para a noite presente no episódio especial.
Welcome To Flatch (1ª Temporada)
1.5 2"Arremesso de frigideira é quando você joga uma frigideira o mais longe que puder. Acho que surgiu quando as pioneiras jogavam coisas nos filhos." 😂 Sean William Scott continua com a mesma cara de seu "alter ego" Steve Stifler que nasceu há mais de vinte anos. Enfim, sitcom no estilo "mockumentary" igual a "The Office", só que sem o brilho. Nada torturante também, cumpre seu papel de ser apenas um passatempo.
Happyish (1ª Temporada)
3.9 6Não sei se com Philip Seymour Hoffman a série poderia ser salva (fui assistir devido a ele, infelizmente tiveram que substituí-lo após sua prematura morte), mas sem dúvidas algumas seria consideravelmente melhor. Ou até um Denis Leary, talvez.
Belo: Perto Demais da Luz
2.8 3"O Belo tem o timbre da voz dos anjos." 🤣🤣🤣
Pqp, agora que não entro no céu nem fodend*...
Velma (1ª Temporada)
2.2 128 Assista AgoraInsuportável pra K-RALHOO! Quero ver um documentário com a própria Scooby Gang tentando resolver o mistério de como todo esse lixo radioativo foi aceito pela HBO (que descida brusca de qualidade, hein), os mais sensíveis e menos ignorantes podem sentir forte desconforto devido tamanha devassidão desgastante da páriaqueparéo, inassistível. É insultante para qualquer ser humano com o mínimo de função cerebral em atividade, é tanto preconceito gratuito, tanto orgulho podre em excesso, uma gigantesca ofensa ao humor, lacração a nível de demência galopante. Mindy Kaling além de causar ranço na dublagem também é produtora desta animação-homenagem à inutilidade monumental. Me fez ter ainda mais raiva de sua personagem insuportável Kelly Kapoor em "The Office" (pelo jeito ela não estava atuando, apenas sendo naturalmente boçal). Destruição aniquiladora de personagens clássicos que são reduzidos a alvos de panfletagem violenta que os descaracterizam miseravelmente. Essa série consegue ser tão desagradável como descer em um escorregador feito de navalhas semi-afiadas e cair direto em uma bacia com álcool 90%, os episódios debilóidenazis brigam entre si pra gente ver com qual a ânsia de vômito é mais forte, isso aqui está literalmente abaixo de qualquer fundo do poço.