Achei chatinha, mas o que mais me matou foi o papel do investigador. Insosso, seguindo o clichê de detetive disposto a fazer de tudo pra solucionar um caso, mas sem entregar razões, um passado, pra isso. O máximo de personalidade que ele teve foi soltar frases de efeito. Na verdade, pior do que ele, só o chefe dele que aparecia pra resmungar, dá um pitizinho. Esperava mais.
A gente tem uma protagonista com um passado trágico, mas que, depois que a mãe morre, o trauma simplesmente vai embora; um que namorava, foi traído, entrou em outro relacionamento rapidamente, e não houve nenhuma insegurança, suspeita com a nova namorada, nada. Um filho que não vê o pai há quinze anos e se conecta com ele na maior facilidade, E ETC, porque tenho muitos outros questionamentos. Fora os momentos que deveria ter tido uma discussão, e o drama jogou pra debaixo do tapete, como, a briga do pai com o filho por conta da casa, quando o Do-hyeon descobre que a prota falou sobre a paternidade, e tudo que é mostrado é um "desculpa, desculpa", e pronto, minutos depois, estão sorrindo, quando a prota confronta a mãe, ela arremessa a bolsa, e depois, mostram a prota divagando pela rua (????)
É um drama que até se agarra ao silêncio como justificativa, a gestos corporais e as expressões desoladas, mas, pra mim, faltou tempero e conversas mais sensíveis. Para algo que tentou mostrar o processo de aprender a amar a si mesmo, a família e aos outros, mostrou-se preguiçoso.
No último episódio, quando a Marissa contou para Jenny sobre a descoberta do marido, fiquei pensando que viria mais uma reviravolta, mas, simplemente, o roteiro não fez nada com a Jenny sabendo da informação. Pra que ela contou, então???
Terminar de assistir a este drama no começo de janeiro, me fez lembrar de "quando o telefone toca" por conta do último epísodio que é péssimo dos dois. É tanto cliché em dynamite kiss (alguns bons, alguns vergonha alheia/péssimo cof cof amnésia cof cof), que senti falta do caminhão branco.
O roteiro desse dorama é muito covarde. Até o episódio seis tava curtindo, tirando as atuações (com exceção do estudante) que eram bem caricatas, mas parece que o roterista decidiu andar pra trás, e abandonar tudo para seguir sempre o caminho mais fácil. A tal da motivação financeira sem necessidade, a falta de um clímax para a """"""vingança""""" da prota, depois as cartas, a cena da faca, a relação com o pai. Nada foi bem trabalhado. Que tristeza.
Tava até gostando, mas os últimos quarenta minutos foram ruins. Tirando a cena que o pessoal joga o dinheiro para o Kang Sang-ung, é corrida, se livra da vilã de maneira ridícula, e o tanto de superpoderes que o outro tomou lá, nem aparecem.
Mas não comprei muito quando o sósia do marido retornou todo diferentão. Nos primeiros episódios, não mostrou nenhum desvio de caratér dele, pra do nada ele retornar pronto pra chantagear, matar, agredir. E também me deu um ódio que não teve ninguém pra jogar na cara da polícial o quanto ela era hipocríta, suja. A gente, como telespectador, entende, mas senti alguém dizer.
mas a resolução da história estragou um pouco para mim. Senti que tentaram surpreender, e deixaram a desejar com uma construção mais sólida e desenvolvimento dos assassinos. Só deram um motivo e pronto. Sem contar que eu esperava mais desenvolvimento das presidiárias, principalmente por ter duas famosinhas lá.
O que mais estragou nesse drama pra mim foi o vilão. Já não teve uma construção muito das criativas (cara rico, sádico e que foi abandonado pelos pais), e ainda tem a atuação do D.O. que é o tempo inteiro ele arregalando os olhos, gritando e soltando risadas escandalosas... ficou bem cansativo.
Mais um caso (pelo menos pra mim) de que o primeiro ato é muito bom, mas depois que chega no segundo, a história perde a mão e fica muito conveniente. Até o começo de quando ela se muda para Muchang, estava bom, mas depois os personagens começaram a se comportar de um jeito para criar reviravoltas, que cada vez que acontecia mais uma ficava entediante. A descoberta de quem tava vivo, então, nem se fala. Achei que deixou alguns assuntos soltos também. Além do Dong-min ser professor somente quando a Kim Yeong-ran foi, né, o filho dele depois ficou solto na história e o tema do abandono materno não foi conversado em nenhum momento. Sem contar do pai da KYR que dá as caras e desaparece depois.
Tem um começo legal, mas depois que o traficante e o seu núcleo começam a ganhar relevância a história se perde. Fica corrida, soluções rápidas, personagens descartados, e para piorar com um último episódio que deixa tudo, mas tudo, em aberto. 3 estrelas só por conta dos primeiros episódios, mas acho que merece um dois.
Não curti muito o desenvolvimento de todas as personagens femininas. Achei que ficou muito jogado, e ela só serviram para criar conflitinhos que se resolveram rápidamente, e depois aparecer uma vez ou outra, ou até mesmo sumir de vez (como aconteceu com a ex do prota alto).
No confronto entre a Jung I-sin e a Seo Ah-ra, a atuação da A-ra era tão exagerada, a risada escandalosa, as caras e bocas, que achei difícil não se desconectar da história.
Me deu a impressão de uma reciclagem do roteiro da segunda temporada. Não tem nada muito de novo, que se tivessem criado mais um episódio de 1h15, na segunda, teria colocado um ponto final. Até o carinha de terno azul, parecia a versão masculina da Kano Mira. Esperava mais.
Eu gostei do drama, e imaginei que iria favoritá-lo levando em conta os primeiros episódios, mas depois a qualidade caiu um pouco, né? E é mais por culpa do exagero colocado. Pra começar o assunto sobre Book rosa em uma comédia romântica pesa a mão, e, pra mim, não dá pra entrar de uma forma profunda no assunto, tanto que não entrou. A outra questão é a antagonista, a gente é apresentado a Go Hui-yeong como uma mulher invejosa, que me fez até lembrar da relação entre a Oh Yoon-hee e a Cho Seo-jin, em The Penthouse; e a GHY parecia capaz de fazer qualquer coisa para sua carreira de atriz, né? Mas depois que ela se livra da Se-ra, parece que ela chegou em um auge, que ao mesmo tempo não conseguiu, e também ficou infantil e bobona. Não sabemos o que aconteceu de fato com a carreira dela em VINTE E CINCO ANOS. Por que ela demorou tanto para ser premiada com um Cannes? Se é tão difícil conquistar prêmios internacionais, por que não é mencionado que ela foi ovacionada pelos prêmios locais, como o Baeksang e o Blue Dragon? E as outras atrizes? Não surgiu nenhuma enquanto a GHY era jovem para roubar "seu lugar"? tenho outras questões, mas vou parar por aqui sobre a GHY. E também me faço a mesma pergunta em como a vida da Se-ra ficou estagnada em vinte e cinco anos. Mesmo ela cuidado do pai, com uma relação complicada com a irmã, parece que ela não tentou fazer mais nada na vida além da carreira de atriz. Tudo bem, ela arrumou um emprego de merendeira, mas não foi algo que ela ficou uns quinze ou vinte anos trabalhando. Era algo recente. Outra coisa que não gostei foi da sobrinha da prota. Tudo bem que ela tinha um simbolismo sobre a filha que é impedida da mãe a realizar seus sonhos artísticos, mas ela é uma personagem que se destoava de todos, e que só serviu pra levar a prota em uma emboscada e depois botar no hospital para ela se lembrar de tudo "do nada". Já tá ficando grande isso, mas deixo a minha decepção pelo protagonista também. No começo, ele parecia ter voz, mas depois virou uma escada pra prota subir, ou mesmo o herói que a salva de tudo. Não teve um momento de vulnerabilidade, algo emocional, partindo dele para que a Se-ra o consolasse, desse tapinhas nas suas costas, algo assim. Ficamos com aquela imagem de protetor do começo ao fim que me faz revirar os olhos. Por último, que coisa ridícula a Se-ra ficar somente com o cabelo liso depois que conquista a fama.
É notório que Reset bebeu da mesma fonte de "A Esposa do Meu Marido", e além do conflito principal, a forma como o Thada se comporta é muito parecida com a do prota da versão coreana. Mas esse não é o ponto, porque não acho isso nenhum problema, mas sim, a falta de uma história amarrada. Tipo, o amigo ator/traídor dele some na história, o fotográfo também. Depois o meio-irmão do Thada se torna o vilão principal (lembra muito a ex-namorada do prota de MMH), a tia vai ter câncer e o Armin nem se importa tanto, os conflitos são solucionados rapidamente, tem episódio que não tem nem tensão (o cinco e o seis), e que se sustenta em somente em cenas de romance (uma boa parte, pra falar verdade).
Esperava mais. Prometeu muito no primeiro episódio, e não cumpriu quase nada pra mim.
Tem uma adaptações de mangás que são tão ruins, como essa, que parece que o diretor e o roterista não consegue adaptar a estrutura de uma história para outro formato. É notável o encerramento de um capítulo e de volume dos mangás nas cenas, as subtramas se encerrando rápidos para começarem outras também rápidas demais.
Li tanto comentário negativo deste drama, que eu já tava esperando uma tragédia audiovisual, e só iria assistir para marcar como visto nos dramas que a Jung Eun-ji fez, mas eu me surpreendi bastante. É engraçado, tem uma boa história e cenas cómicas. Alguns personagens poderiam ter sido melhor desenvolvidos, mas nada que estrague o passar do tempo.
Eu odiei a versão coreana, e fiquei com receio de assistir a essa, mas quando vi que o diretor de "a lição" quem iria conduzir a história, resolvi dar uma chance. E MEU DEUS!!!!!! Ainda bem que assisti! Um trilhão de vezes superior que a coreana tanto em direção, roteiro, atuação e clima. O que mais me incomodou na coreana era a facilidade que a protagonista teve em conquistar tudo logo de primeira. Ela não tinha obstáculo, contratempo, nem mesmo uma chuvinha pra atrapalhá-la mesmo ela alterando o futuro. Os vilões eram todos patetas. Mas aqui, não. Pra Misa, achei as atitudes da Reina e do Hirato bem mais coerentes, e que dificultaram a vida dela bastante, sem contar que o desenvolvimento do passado foi melhor, na minha opinião, de todos, principalmente do mocinho que tinha uma motivação, e não era algo que ficava flutuando ao redor da Misa.
E mil vezes o final que esse aqui teve do que aquela bobeira de cena da algema, que me marcou como uma das piores coisas que assisti na minha vida. Realmente achei que o Wataru iria de base, e não tinha maior ironia do destino a Reina sofrer com a mesma dor que causou e no mesmo lugar que fincou a amizade entre elas.
A Arte de Sarah
3.7 8Achei chatinha, mas o que mais me matou foi o papel do investigador. Insosso, seguindo o clichê de detetive disposto a fazer de tudo pra solucionar um caso, mas sem entregar razões, um passado, pra isso. O máximo de personalidade que ele teve foi soltar frases de efeito. Na verdade, pior do que ele, só o chefe dele que aparecia pra resmungar, dá um pitizinho.
Esperava mais.
Love Me
3.4 3No geral, eu esperava mais. O que mais me incomodou neste k-drama foi a falta de efeito, de conversas mais desenvolvidas e resoluções rápidas.
A gente tem uma protagonista com um passado trágico, mas que, depois que a mãe morre, o trauma simplesmente vai embora; um que namorava, foi traído, entrou em outro relacionamento rapidamente, e não houve nenhuma insegurança, suspeita com a nova namorada, nada. Um filho que não vê o pai há quinze anos e se conecta com ele na maior facilidade, E ETC, porque tenho muitos outros questionamentos. Fora os momentos que deveria ter tido uma discussão, e o drama jogou pra debaixo do tapete, como, a briga do pai com o filho por conta da casa, quando o Do-hyeon descobre que a prota falou sobre a paternidade, e tudo que é mostrado é um "desculpa, desculpa", e pronto, minutos depois, estão sorrindo, quando a prota confronta a mãe, ela arremessa a bolsa, e depois, mostram a prota divagando pela rua (????)
É um drama que até se agarra ao silêncio como justificativa, a gestos corporais e as expressões desoladas, mas, pra mim, faltou tempero e conversas mais sensíveis. Para algo que tentou mostrar o processo de aprender a amar a si mesmo, a família e aos outros, mostrou-se preguiçoso.
Sweet & Sour
3.5 53Senti que o filme se limitou muito em focar o desgaste no relacionamento somente no prota, apenas pra fazer uma "grande" reviravolta. Que tristeza.
Tudo Culpa Dela
4.1 301 Assista AgoraNo último episódio, quando a Marissa contou para Jenny sobre a descoberta do marido, fiquei pensando que viria mais uma reviravolta, mas, simplemente, o roteiro não fez nada com a Jenny sabendo da informação. Pra que ela contou, então???
Beijo Explosivo
3.7 27 Assista AgoraTerminar de assistir a este drama no começo de janeiro, me fez lembrar de "quando o telefone toca" por conta do último epísodio que é péssimo dos dois. É tanto cliché em dynamite kiss (alguns bons, alguns vergonha alheia/péssimo cof cof amnésia cof cof), que senti falta do caminhão branco.
Otto no Katei wo Kowasu made
2.6 1 Assista AgoraO roteiro desse dorama é muito covarde. Até o episódio seis tava curtindo, tirando as atuações (com exceção do estudante) que eram bem caricatas, mas parece que o roterista decidiu andar pra trás, e abandonar tudo para seguir sempre o caminho mais fácil. A tal da motivação financeira sem necessidade, a falta de um clímax para a """"""vingança""""" da prota, depois as cartas, a cena da faca, a relação com o pai. Nada foi bem trabalhado. Que tristeza.
The Right to Judge
4.0 1É um bom dorama.
Cashero
3.2 3 Assista AgoraTava até gostando, mas os últimos quarenta minutos foram ruins. Tirando a cena que o pessoal joga o dinheiro para o Kang Sang-ung, é corrida, se livra da vilã de maneira ridícula, e o tanto de superpoderes que o outro tomou lá, nem aparecem.
Você Estava Lá
3.9 17 Assista AgoraGostei muito.
Mas não comprei muito quando o sósia do marido retornou todo diferentão. Nos primeiros episódios, não mostrou nenhum desvio de caratér dele, pra do nada ele retornar pronto pra chantagear, matar, agredir.
E também me deu um ódio que não teve ninguém pra jogar na cara da polícial o quanto ela era hipocríta, suja. A gente, como telespectador, entende, mas senti alguém dizer.
O Preço da Confissão
4.0 9 Assista AgoraEu gostei,
mas a resolução da história estragou um pouco para mim. Senti que tentaram surpreender, e deixaram a desejar com uma construção mais sólida e desenvolvimento dos assassinos. Só deram um motivo e pronto. Sem contar que eu esperava mais desenvolvimento das presidiárias, principalmente por ter duas famosinhas lá.
O Manipulado
3.8 5 Assista AgoraO que mais estragou nesse drama pra mim foi o vilão. Já não teve uma construção muito das criativas (cara rico, sádico e que foi abandonado pelos pais), e ainda tem a atuação do D.O. que é o tempo inteiro ele arregalando os olhos, gritando e soltando risadas escandalosas... ficou bem cansativo.
Ms. Incognito
3.4 3Mais um caso (pelo menos pra mim) de que o primeiro ato é muito bom, mas depois que chega no segundo, a história perde a mão e fica muito conveniente. Até o começo de quando ela se muda para Muchang, estava bom, mas depois os personagens começaram a se comportar de um jeito para criar reviravoltas, que cada vez que acontecia mais uma ficava entediante. A descoberta de quem tava vivo, então, nem se fala.
Achei que deixou alguns assuntos soltos também. Além do Dong-min ser professor somente quando a Kim Yeong-ran foi, né, o filho dele depois ficou solto na história e o tema do abandono materno não foi conversado em nenhum momento. Sem contar do pai da KYR que dá as caras e desaparece depois.
Mary Kills People
3.0 2Tem um começo legal, mas depois que o traficante e o seu núcleo começam a ganhar relevância a história se perde. Fica corrida, soluções rápidas, personagens descartados, e para piorar com um último episódio que deixa tudo, mas tudo, em aberto. 3 estrelas só por conta dos primeiros episódios, mas acho que merece um dois.
First Lady
3.5 2Oh Yoon Hee versão premium.
Secret Lover
3.6 3Não curti muito o desenvolvimento de todas as personagens femininas. Achei que ficou muito jogado, e ela só serviram para criar conflitinhos que se resolveram rápidamente, e depois aparecer uma vez ou outra, ou até mesmo sumir de vez (como aconteceu com a ex do prota alto).
Todos os Crimes da Louva-a-Deus
3.9 6Achei um pouco arrastada e algumas atuações caricatas.
No confronto entre a Jung I-sin e a Seo Ah-ra, a atuação da A-ra era tão exagerada, a risada escandalosa, as caras e bocas, que achei difícil não se desconectar da história.
Alice in Borderland (3ª Temporada)
3.1 89 Assista AgoraMe deu a impressão de uma reciclagem do roteiro da segunda temporada. Não tem nada muito de novo, que se tivessem criado mais um episódio de 1h15, na segunda, teria colocado um ponto final.
Até o carinha de terno azul, parecia a versão masculina da Kano Mira. Esperava mais.
My Troublesome Star
3.3 1Eu gostei do drama, e imaginei que iria favoritá-lo levando em conta os primeiros episódios, mas depois a qualidade caiu um pouco, né? E é mais por culpa do exagero colocado. Pra começar o assunto sobre Book rosa em uma comédia romântica pesa a mão, e, pra mim, não dá pra entrar de uma forma profunda no assunto, tanto que não entrou. A outra questão é a antagonista, a gente é apresentado a Go Hui-yeong como uma mulher invejosa, que me fez até lembrar da relação entre a Oh Yoon-hee e a Cho Seo-jin, em The Penthouse; e a GHY parecia capaz de fazer qualquer coisa para sua carreira de atriz, né? Mas depois que ela se livra da Se-ra, parece que ela chegou em um auge, que ao mesmo tempo não conseguiu, e também ficou infantil e bobona. Não sabemos o que aconteceu de fato com a carreira dela em VINTE E CINCO ANOS. Por que ela demorou tanto para ser premiada com um Cannes? Se é tão difícil conquistar prêmios internacionais, por que não é mencionado que ela foi ovacionada pelos prêmios locais, como o Baeksang e o Blue Dragon? E as outras atrizes? Não surgiu nenhuma enquanto a GHY era jovem para roubar "seu lugar"? tenho outras questões, mas vou parar por aqui sobre a GHY. E também me faço a mesma pergunta em como a vida da Se-ra ficou estagnada em vinte e cinco anos. Mesmo ela cuidado do pai, com uma relação complicada com a irmã, parece que ela não tentou fazer mais nada na vida além da carreira de atriz. Tudo bem, ela arrumou um emprego de merendeira, mas não foi algo que ela ficou uns quinze ou vinte anos trabalhando. Era algo recente.
Outra coisa que não gostei foi da sobrinha da prota. Tudo bem que ela tinha um simbolismo sobre a filha que é impedida da mãe a realizar seus sonhos artísticos, mas ela é uma personagem que se destoava de todos, e que só serviu pra levar a prota em uma emboscada e depois botar no hospital para ela se lembrar de tudo "do nada".
Já tá ficando grande isso, mas deixo a minha decepção pelo protagonista também. No começo, ele parecia ter voz, mas depois virou uma escada pra prota subir, ou mesmo o herói que a salva de tudo. Não teve um momento de vulnerabilidade, algo emocional, partindo dele para que a Se-ra o consolasse, desse tapinhas nas suas costas, algo assim. Ficamos com aquela imagem de protetor do começo ao fim que me faz revirar os olhos.
Por último, que coisa ridícula a Se-ra ficar somente com o cabelo liso depois que conquista a fama.
A Concierge Pokémon (1ª Temporada)
4.1 34 Assista AgoraLevou quase dois anos para sair, mas valeu a pena. Só espero que não leve mais dois anos pros episódios saírem kkkkkk
Invocação do Mal 4: O Último Ritual
3.0 466 Assista AgoraGostei, mas senti falta de um foco maior no caso, na vida da família, como foi no primeiro e no segundo.
Reset
4.0 2Desculpa quem gostou, mas achei uma história mal contada.
É notório que Reset bebeu da mesma fonte de "A Esposa do Meu Marido", e além do conflito principal, a forma como o Thada se comporta é muito parecida com a do prota da versão coreana. Mas esse não é o ponto, porque não acho isso nenhum problema, mas sim, a falta de uma história amarrada. Tipo, o amigo ator/traídor dele some na história, o fotográfo também. Depois o meio-irmão do Thada se torna o vilão principal (lembra muito a ex-namorada do prota de MMH), a tia vai ter câncer e o Armin nem se importa tanto, os conflitos são solucionados rapidamente, tem episódio que não tem nem tensão (o cinco e o seis), e que se sustenta em somente em cenas de romance (uma boa parte, pra falar verdade).
A Girl & Her Guard Dog
2.5 1Tem uma adaptações de mangás que são tão ruins, como essa, que parece que o diretor e o roterista não consegue adaptar a estrutura de uma história para outro formato. É notável o encerramento de um capítulo e de volume dos mangás nas cenas, as subtramas se encerrando rápidos para começarem outras também rápidas demais.
Pump Up The Healthy Love
3.7 2Li tanto comentário negativo deste drama, que eu já tava esperando uma tragédia audiovisual, e só iria assistir para marcar como visto nos dramas que a Jung Eun-ji fez, mas eu me surpreendi bastante. É engraçado, tem uma boa história e cenas cómicas. Alguns personagens poderiam ter sido melhor desenvolvidos, mas nada que estrague o passar do tempo.
Watashi no Otto to Kekkon Shite
3.7 9 Assista AgoraEu odiei a versão coreana, e fiquei com receio de assistir a essa, mas quando vi que o diretor de "a lição" quem iria conduzir a história, resolvi dar uma chance. E MEU DEUS!!!!!! Ainda bem que assisti! Um trilhão de vezes superior que a coreana tanto em direção, roteiro, atuação e clima.
O que mais me incomodou na coreana era a facilidade que a protagonista teve em conquistar tudo logo de primeira. Ela não tinha obstáculo, contratempo, nem mesmo uma chuvinha pra atrapalhá-la mesmo ela alterando o futuro. Os vilões eram todos patetas. Mas aqui, não. Pra Misa, achei as atitudes da Reina e do Hirato bem mais coerentes, e que dificultaram a vida dela bastante, sem contar que o desenvolvimento do passado foi melhor, na minha opinião, de todos, principalmente do mocinho que tinha uma motivação, e não era algo que ficava flutuando ao redor da Misa.
E mil vezes o final que esse aqui teve do que aquela bobeira de cena da algema, que me marcou como uma das piores coisas que assisti na minha vida. Realmente achei que o Wataru iria de base, e não tinha maior ironia do destino a Reina sofrer com a mesma dor que causou e no mesmo lugar que fincou a amizade entre elas.