Tipo, a criação da Emaline pra tomar o controle do baile de formatura (que eu esperava beeeeeem mais), e a Carrie ser vista não tão monstruosa assim, apenas alguém que "cedeu" o controle. Sem contar que a cena do baile não foi lá essas coisas, e ainda foi sendo interrompida, ficou pior. a insinuação de um possível x-men meio que atrapalhou tudo pra indicar uma segunda temporada, né. e sem contar da morte ridícula da mãe dela, que não foi feita pela Carrie, e a mãe ainda sofreu uma enorme suavização. Nos tempos de hoje era pra ela estar ainda mais fanática. achei que a sue também ficou muito sem narrativa ao redor da Carrie. Ela bate de frente com a Chris, e o seu ato máximo é gravar uma confissão da ex-melhor amiga. Mas até a Carrie conseguiria uma confissão dela, se tentasse conversar. É bobo. Até a parte do namoro é sem graça, e quando o Tommy convida a Carrie pra ir ao baile, em vez do pedido da Sue, aí que ela fica sem mais nenhuma narrativa mesmo. já a chris, fugiu muito da imagem da patricinha mimada dando razões pra ela, mas esticaram muito o tempo dela, por ex.: o conflito entre ela e a Brooklyn.
Esperava bem mais. Achei umas partes corridas, outras com uma enrolação, mas o que acabou de vez foi com um final beeem morno e com uma dosezinha beem fraca de romance.
Gostei de algumas coisas, mas no decorrer do drama (mais especificamente após o episódio seis), começou a ficar tão maçante, e até mesmo bobão, que tive que fazer um esforço pra terminar.
Não esperava grandes coisas desde que mostrou o acompanhante sendo tratado por todos como se fosse uma profissão normal, mas, caramba, me surpreendeu bastante em como conseguiu banalizar, não se aprofundar em nada qualquer assunto e personagem. Um horror.
Tava curtindo até o episódio seis, mas depois do sete, virou uma bagunça exagerada e com ainda mais absurdos... o episódio nove, então, nem se fala. Esperava mais.
Ainda bem que a versão francesa continuará existindo. Péssimo. Um show de reviravoltas ridículas e subtramas largadas. O diretor e o roterista tinham um material tão bom... Urgh.
O filme dá pra engolir até o momento que o Maeda entra em cena. Depois, cada minuto vai ficando mais e mais péssimo com o humor rídiculo, a atuação horrível do ator e as "escolhas" narrativas.
mas do treze pra frente, a história ficou muito prevísivel. Quando o Shin I-rang morreu no episódio treze, achei que a história iria dar uma reviravolta enorme e BOA, mas me decepcionou ele voltando a "viver" no catorze.
Em comparação com o primeiro, esperava bem mais. Achei tão bobo, tão besta as cenas de """"humor"""", que quando começou a tocar "total eclipse of the heart", só pude revirar os olhos. A irmã também, além de botar um draminha, não serviu pra muita coisa além de atrapalhar a prota, né?
Achei chatinha, mas o que mais me matou foi o papel do investigador. Insosso, seguindo o clichê de detetive disposto a fazer de tudo pra solucionar um caso, mas sem entregar razões, um passado, pra isso. O máximo de personalidade que ele teve foi soltar frases de efeito. Na verdade, pior do que ele, só o chefe dele que aparecia pra resmungar, dá um pitizinho. Esperava mais.
A gente tem uma protagonista com um passado trágico, mas que, depois que a mãe morre, o trauma simplesmente vai embora; um que namorava, foi traído, entrou em outro relacionamento rapidamente, e não houve nenhuma insegurança, suspeita com a nova namorada, nada. Um filho que não vê o pai há quinze anos e se conecta com ele na maior facilidade, E ETC, porque tenho muitos outros questionamentos. Fora os momentos que deveria ter tido uma discussão, e o drama jogou pra debaixo do tapete, como, a briga do pai com o filho por conta da casa, quando o Do-hyeon descobre que a prota falou sobre a paternidade, e tudo que é mostrado é um "desculpa, desculpa", e pronto, minutos depois, estão sorrindo, quando a prota confronta a mãe, ela arremessa a bolsa, e depois, mostram a prota divagando pela rua (????)
É um drama que até se agarra ao silêncio como justificativa, a gestos corporais e as expressões desoladas, mas, pra mim, faltou tempero e conversas mais sensíveis. Para algo que tentou mostrar o processo de aprender a amar a si mesmo, a família e aos outros, mostrou-se preguiçoso.
No último episódio, quando a Marissa contou para Jenny sobre a descoberta do marido, fiquei pensando que viria mais uma reviravolta, mas, simplemente, o roteiro não fez nada com a Jenny sabendo da informação. Pra que ela contou, então???
Terminar de assistir a este drama no começo de janeiro, me fez lembrar de "quando o telefone toca" por conta do último epísodio que é péssimo dos dois. É tanto cliché em dynamite kiss (alguns bons, alguns vergonha alheia/péssimo cof cof amnésia cof cof), que senti falta do caminhão branco.
O roteiro desse dorama é muito covarde. Até o episódio seis tava curtindo, tirando as atuações (com exceção do estudante) que eram bem caricatas, mas parece que o roterista decidiu andar pra trás, e abandonar tudo para seguir sempre o caminho mais fácil. A tal da motivação financeira sem necessidade, a falta de um clímax para a """"""vingança""""" da prota, depois as cartas, a cena da faca, a relação com o pai. Nada foi bem trabalhado. Que tristeza.
Tava até gostando, mas os últimos quarenta minutos foram ruins. Tirando a cena que o pessoal joga o dinheiro para o Kang Sang-ung, é corrida, se livra da vilã de maneira ridícula, e o tanto de superpoderes que o outro tomou lá, nem aparecem.
Married Woman Killer
3.8 3O casal secundário foi muito chato.
Carrie: A Estranha (1ª Temporada)
3.6 99Eu gostei da série no geral, algumas mudanças melhoraram a história, outras nem tanto, e outras atrapalharam.
Tipo, a criação da Emaline pra tomar o controle do baile de formatura (que eu esperava beeeeeem mais), e a Carrie ser vista não tão monstruosa assim, apenas alguém que "cedeu" o controle. Sem contar que a cena do baile não foi lá essas coisas, e ainda foi sendo interrompida, ficou pior.
a insinuação de um possível x-men meio que atrapalhou tudo pra indicar uma segunda temporada, né. e sem contar da morte ridícula da mãe dela, que não foi feita pela Carrie, e a mãe ainda sofreu uma enorme suavização. Nos tempos de hoje era pra ela estar ainda mais fanática.
achei que a sue também ficou muito sem narrativa ao redor da Carrie. Ela bate de frente com a Chris, e o seu ato máximo é gravar uma confissão da ex-melhor amiga. Mas até a Carrie conseguiria uma confissão dela, se tentasse conversar. É bobo. Até a parte do namoro é sem graça, e quando o Tommy convida a Carrie pra ir ao baile, em vez do pedido da Sue, aí que ela fica sem mais nenhuma narrativa mesmo.
já a chris, fugiu muito da imagem da patricinha mimada dando razões pra ela, mas esticaram muito o tempo dela, por ex.: o conflito entre ela e a Brooklyn.
Summertime
3.7 2Pra que esse final? Poderia ter seguido outro caminho...
Connecting to You
3.5 1Esperava bem mais. Achei umas partes corridas, outras com uma enrolação, mas o que acabou de vez foi com um final beeem morno e com uma dosezinha beem fraca de romance.
Zona Zero
3.3 53Senti falta de um desenvolvimento emocional dos personagens.
Te Vejo no Trabalho
2.9 2 Assista AgoraGostei de algumas coisas, mas no decorrer do drama (mais especificamente após o episódio seis), começou a ficar tão maçante, e até mesmo bobão, que tive que fazer um esforço pra terminar.
Quinze Dias
3.7 114 Assista AgoraAchei melhor que o livro. Muito divertido.
Love Like a Bike
2.7 4 Assista AgoraNão esperava grandes coisas desde que mostrou o acompanhante sendo tratado por todos como se fosse uma profissão normal, mas, caramba, me surpreendeu bastante em como conseguiu banalizar, não se aprofundar em nada qualquer assunto e personagem. Um horror.
Terra Do Ouro
3.2 4 Assista Agoraespantado com a nota baixa
The Wicked Game
3.1 3Tava curtindo até o episódio seis, mas depois do sete, virou uma bagunça exagerada e com ainda mais absurdos... o episódio nove, então, nem se fala. Esperava mais.
Notas da Última Fila
3.5 11 Assista AgoraAinda bem que a versão francesa continuará existindo.
Péssimo. Um show de reviravoltas ridículas e subtramas largadas. O diretor e o roterista tinham um material tão bom... Urgh.
O Chamado vs. O Grito
2.2 149Só presta os últimos dez minutos.
O Chamado 4: Samara Ressurge
1.3 49 Assista AgoraO filme dá pra engolir até o momento que o Maeda entra em cena. Depois, cada minuto vai ficando mais e mais péssimo com o humor rídiculo, a atuação horrível do ator e as "escolhas" narrativas.
Law Firm of Shinyirang
4.0 6 Assista AgoraGostei muitos dos casos,
mas do treze pra frente, a história ficou muito prevísivel. Quando o Shin I-rang morreu no episódio treze, achei que a história iria dar uma reviravolta enorme e BOA, mas me decepcionou ele voltando a "viver" no catorze.
Alguém Tem Que Ceder
3.4 477Podiam ter colocado alguns defeitos no Julian para o telespectador poder engolir melhor o final da Erica com o Harry. Achei intragável.
Casamento Sangrento: A Viúva
3.2 207 Assista AgoraEm comparação com o primeiro, esperava bem mais. Achei tão bobo, tão besta as cenas de """"humor"""", que quando começou a tocar "total eclipse of the heart", só pude revirar os olhos. A irmã também, além de botar um draminha, não serviu pra muita coisa além de atrapalhar a prota, né?
A Arte de Sarah
3.7 11 Assista AgoraAchei chatinha, mas o que mais me matou foi o papel do investigador. Insosso, seguindo o clichê de detetive disposto a fazer de tudo pra solucionar um caso, mas sem entregar razões, um passado, pra isso. O máximo de personalidade que ele teve foi soltar frases de efeito. Na verdade, pior do que ele, só o chefe dele que aparecia pra resmungar, dá um pitizinho.
Esperava mais.
Love Me
3.5 3No geral, eu esperava mais. O que mais me incomodou neste k-drama foi a falta de efeito, de conversas mais desenvolvidas e resoluções rápidas.
A gente tem uma protagonista com um passado trágico, mas que, depois que a mãe morre, o trauma simplesmente vai embora; um que namorava, foi traído, entrou em outro relacionamento rapidamente, e não houve nenhuma insegurança, suspeita com a nova namorada, nada. Um filho que não vê o pai há quinze anos e se conecta com ele na maior facilidade, E ETC, porque tenho muitos outros questionamentos. Fora os momentos que deveria ter tido uma discussão, e o drama jogou pra debaixo do tapete, como, a briga do pai com o filho por conta da casa, quando o Do-hyeon descobre que a prota falou sobre a paternidade, e tudo que é mostrado é um "desculpa, desculpa", e pronto, minutos depois, estão sorrindo, quando a prota confronta a mãe, ela arremessa a bolsa, e depois, mostram a prota divagando pela rua (????)
É um drama que até se agarra ao silêncio como justificativa, a gestos corporais e as expressões desoladas, mas, pra mim, faltou tempero e conversas mais sensíveis. Para algo que tentou mostrar o processo de aprender a amar a si mesmo, a família e aos outros, mostrou-se preguiçoso.
Sweet & Sour
3.5 53Senti que o filme se limitou muito em focar o desgaste no relacionamento somente no prota, apenas pra fazer uma "grande" reviravolta. Que tristeza.
Tudo Culpa Dela
4.1 327 Assista AgoraNo último episódio, quando a Marissa contou para Jenny sobre a descoberta do marido, fiquei pensando que viria mais uma reviravolta, mas, simplemente, o roteiro não fez nada com a Jenny sabendo da informação. Pra que ela contou, então???
Beijo Explosivo
3.7 31 Assista AgoraTerminar de assistir a este drama no começo de janeiro, me fez lembrar de "quando o telefone toca" por conta do último epísodio que é péssimo dos dois. É tanto cliché em dynamite kiss (alguns bons, alguns vergonha alheia/péssimo cof cof amnésia cof cof), que senti falta do caminhão branco.
Otto no Katei wo Kowasu made
3.2 2 Assista AgoraO roteiro desse dorama é muito covarde. Até o episódio seis tava curtindo, tirando as atuações (com exceção do estudante) que eram bem caricatas, mas parece que o roterista decidiu andar pra trás, e abandonar tudo para seguir sempre o caminho mais fácil. A tal da motivação financeira sem necessidade, a falta de um clímax para a """"""vingança""""" da prota, depois as cartas, a cena da faca, a relação com o pai. Nada foi bem trabalhado. Que tristeza.
The Right to Judge
4.0 1É um bom dorama.
Cashero
3.2 5 Assista AgoraTava até gostando, mas os últimos quarenta minutos foram ruins. Tirando a cena que o pessoal joga o dinheiro para o Kang Sang-ung, é corrida, se livra da vilã de maneira ridícula, e o tanto de superpoderes que o outro tomou lá, nem aparecem.