Sadismo, psicopatia, racismo, pedo#@$, violência doméstica, maus-tratos contra animais, bullying, munchausen por procuração, misoginia... violência, violência, violência... fica aqui um resuminho básico. Todas essas coisas são o grande terror dessa obra - e não o palhaço.
Impossível não se lembrar do "Mulheres que correm com os lobos", da Clarissa P Estés!! Belíssima interpretação da Mulher Selvagem... É bizarro e visceral.
Uma comédia tão tão distante da realidade do grande público né? Impossível se identificar com uma crise tão cheia de luxo, restaurantes, viagens e festas...
Grande Sabota! Um poeta visionário... humilde, sofrido e visceralmente autêntico no que fazia. Sempre rodeado das crianças... cara de presença, carisma e luz! Viva Maurinho e seu eterno legado!
Induzida pelo mães paralelas, entrei na vibe. Acho que Volver é uma joia. Fico impressionada como é verossímil. O entrosamento e diálogo dessas atrizes é impressionante.
O que dizer da interpretação do pequeno e grande Julius Weckauf? Fantástico! Cenário é nostálgico, fotografia e trilha de tirar o fôlego!!! Este é um belo exemplo de um filme que explora a personalização de cada personagem - eles de fato parecem pessoas reais que vivem situações familiares reais . Funciona muito bem! Uma belíssima história e filme alemão. Gostei demais conhecer o Hans-Peter Kerkeling. Que filme! SEM PALAVRAS!!! Demais!!!
Tudo funciona neste filme: O roteiro, a excentricidade, o suspense e alívio cômico. Fotografia e trilha fantásticas. Um belo pontapé na iniciação do cinema turco! Recomendo!
Oh minha deusa, sem palavras! Quanta sensibilidade...! Trilha, roteiro e fotografia de tirar o fôlego. Que lugar é aquele? O que foram aquelas cenas marítmas? E o brilho do sol sobre a natureza campestre? Parecem pinturas de Van Gogh! Quanta emoção é transmitida... as interpretações são fora do sério. Destaque, é claro, pra ENORME Yoon Yuh Jung: a primeira atriz coreana a vencer o Oscar! Estou cada vez mais apaixonada pelo cinema coreano!
Sou a primeira a comentar? Que máximo!! Um filme singular que, ao meu ver, critica diretamente os muitos pré-conceitos que enevoam o universo da prostituição. Hyun Jib é, assim como todo o ser humano, complexa e contraditória. Essa contradição tão sensivelmente abordada pelo filme é essencial para a narrativa e confronta diretamente os 2 estereótipos mais comumente relacionados às profissionais do sexo: 1) Daquela que se prostitui porque precisa e portanto o sexo é necessariamente sofrífel. Embora a personagem tenha se deparado com a prostituição por necessidade - ela visivelmente sofre muito pela constante insegurança, assédio, medo da fome, saudades e descaso do marido, solidão, cansaço e bullying - claramente sente prazer e se diverte em algumas das relações retratadas. Taí uma verdade difícil de digerir: MULHER GOSTA DE SEXO, MULHER SENTE PRAZER.
2) Daquela que, por ser prostituta, nunca diz "não". Todo dinheiro do mundo não comprava sexo com o vizinho asqueroso. Um personagem inescrupuloso que sempre estava tentando ultrapassar os limites que Hyun Jib impunha. Ela, forte que era, nunca deixou de defender seu território e insistir na expressão de sua vontade.
As autoridades - representadas pelo homem fardado de bike - novamente são retratadas (como é bastante comum em filme coreanos) como personagens completamente alheios e omissos em relação ao caos que permeia a vida da classe trabalhadora e menos favorecida: isso diz muito né?
A trama tem um tom cômico muito apropriado que alivia os momentos de tensão nas muitas cenas de violência.
Destaque para a cena de sexo no moinho: quando o homem finalmente consegue uma ereção, a roda (que estava parada) começa a girar. Kkkkkk ótimo!
Um filme encantador, engraçado e relevante. Um túnel do tempo que nos leva diretamente para terras tão desconhecidas por nós ocidentais. E por último, uma observação:
Sam-Bo tem um caso com o soldado de bicicleta, não? Isso fica explícito quando as mulheres da comunidade comentam: "Sam-Bo deve estar voltando para casa, pois quando aquele homem está aqui, ele está também" (e aponta para o soldado que fuma ao lado da bike). Isso se reforça na cena final, quando o soldado parte junto com Sam-Bo, indo atrás dele.
Amei! Festival “Volta ao mundo: Coreia do Sul” - Belas Artes à la Carte
Um filme lento, arrastado e com um enredo nada demais. Seo Woo é inexpressiva, tem pouco repertório na composição da personagem. Mas representa com eficiência a perspectiva e emocionalidade de uma adolescente imatura e confusa. Apesar de não ser aquilo tudo, acho um filme sensível e interessante. O que mais me chamou atenção foi a dura realidade dos refugiados políticos e das tantas pessoas em situação de vulnerabilidade. Um povo miserável que não tem habitação - e não só - mas que sofre pelo descaso e omissão doas autoridades.
Fantástico! Aquele filme "delícia" que foi muito bem planejado e brilhantemente executado. Concordo com meu colega aqui de baixo: nascimento e morte - dois temas envolvidos por tabu pela qual a religião insiste na errática tentativa de dominação. A igreja inutilmente se recusa a discutir temas pertinentes à vida humana como o planejamento familiar, aceitação da discussão de gênero e políticas LGBTQIA+, infertilidade, divórcio, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, liberdade sexual, protagonismo feminino, legitimidade da inviolabilidade do sigilo sacramental e etc. Enquanto isso, por trás das cortinas a pedofilia, abuso sexual e promiscuidade comem soltos. Frutos da negligência e recusa persistente da igreja reavaliar o tal pragmatismo antigo que é fundamentado na ignorância e contramão científica. Um humor pra lá de ácido: original, competente e relevante. Fotografia incrível, roteiro envolvente e trilha pra lá de marcante. Uma entrada de ouro no mundo dos filmes croatas. Obrigada Petra Belas Artes pela indicação! Recomendo de olhos fechados!
Concordo. Uma história pueril, inverossímil; (mas tudo bem, pois, o que seria de uma obra sem a licença poética?) e - vamos e venhamos - sexista. Aquele men washing típico de um filme tão antigo. Contudo, não desvaloriza a belíssima composição dos cenários, fotografia e efeitos práticos.
Gente, o que é a cena daquele olho que fecha lentamente no momento que antecede a cirurgia? Fantástico!
Confesso que filmes com extensas cenas no tribunal não me apetecem. Daí entra a inserção do tom cômico, que neste filme cai apropriadamente, pois enriquece e suaviza a obra.
Espetacular! A ideia, fotografia, cenário, figurino, roteiro, produção e interpretação brilhantes ofuscam pequenos "desajeitos" em relação ao áudio. O nível de dificuldade em elaborar e fazer funcionar um projeto desses não é brincadeira. É original, bem planejado e brilhantemente executado. Recomendo!
Trilha sonora insípida, personagens caricatos e pouca profundidade. A atuação não convence e o roteiro deixa a desejar. Decepcionante como abordaram e apresentaram a fragilidade e os problemas de saúde psíquica de Virginia. Notoriamente muita desinformação sobre o assunto. Ademais, belo figurino.
Lindos registros de uma grande aventura! Gosto do ritmo, da condução do filme e dos relatos da família. As fotos antigas no início são demais! Parabéns David, belo trabalho! Inspirador!
Madame Durocher
2.9 8 Assista AgoraQue mulher! Que mulheres!
It: A Coisa
3.9 3,0K Assista AgoraSadismo, psicopatia, racismo, pedo#@$, violência doméstica, maus-tratos contra animais, bullying, munchausen por procuração, misoginia... violência, violência, violência... fica aqui um resuminho básico. Todas essas coisas são o grande terror dessa obra - e não o palhaço.
O Filho de Mil Homens
4.1 175 Assista AgoraQue coisa linda quando a Isaura
entra nua no mar. Ela vira o próprio arcano de tarô da Estrela, um espírito feminino liberto, capa do seu caderno de poesias.
Duna: Parte Dois
4.2 859 Assista AgoraOs vermes são meus personagens favoritos.
Canina
3.0 174 Assista AgoraImpossível não se lembrar do "Mulheres que correm com os lobos", da Clarissa P Estés!!
Belíssima interpretação da Mulher Selvagem...
É bizarro e visceral.
Minha Vida em Marte
3.5 493Uma comédia tão tão distante da realidade do grande público né?
Impossível se identificar com uma crise tão cheia de luxo, restaurantes, viagens e festas...
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraPessoalmente, não gostei de "O Lagosta" e "A Favorita" do diretor Lanthimos. Já Pobres Criaturas...
AMEI!
Excêntrico, divertido, pertinente e transgressor!
Sabotage: O Maestro do Canão
4.3 39Grande Sabota!
Um poeta visionário... humilde, sofrido e visceralmente autêntico no que fazia. Sempre rodeado das crianças... cara de presença, carisma e luz!
Viva Maurinho e seu eterno legado!
Black Mirror: Bandersnatch
3.5 1,4KAgostinho Carrara na participação especial como sr.Butler kkkk
The House
3.6 160Sinistro, incômodo, pertinente e... genial!
Volver
4.1 1,1K Assista AgoraInduzida pelo mães paralelas, entrei na vibe.
Acho que Volver é uma joia. Fico impressionada como é verossímil. O entrosamento e diálogo dessas atrizes é impressionante.
Domésticas - O Filme
3.7 184Crítico, sensível e humanizado.
O Menino Que Fazia Rir
3.7 13 Assista AgoraO que dizer da interpretação do pequeno e grande Julius Weckauf? Fantástico!
Cenário é nostálgico, fotografia e trilha de tirar o fôlego!!! Este é um belo exemplo de um filme que explora a personalização de cada personagem - eles de fato parecem pessoas reais que vivem situações familiares reais . Funciona muito bem! Uma belíssima história e filme alemão. Gostei demais conhecer o Hans-Peter Kerkeling.
Que filme! SEM PALAVRAS!!! Demais!!!
Quem Matou Lady Winsley?
3.3 3 Assista AgoraTudo funciona neste filme: O roteiro, a excentricidade, o suspense e alívio cômico.
Fotografia e trilha fantásticas. Um belo pontapé na iniciação do cinema turco!
Recomendo!
O Caminho Para Sampo
3.1 1então a sorte das cartas se concretizou: Youngdal obtém dinheiro da mochila que ganha do sr.Jeong e casa-se com Baekhwa?
Ou viajei?
Canola
4.3 48Oh minha deusa, sem palavras! Quanta sensibilidade...!
Trilha, roteiro e fotografia de tirar o fôlego. Que lugar é aquele? O que foram aquelas cenas marítmas? E o brilho do sol sobre a natureza campestre? Parecem pinturas de Van Gogh!
Quanta emoção é transmitida... as interpretações são fora do sério. Destaque, é claro, pra ENORME Yoon Yuh Jung: a primeira atriz coreana a vencer o Oscar!
Estou cada vez mais apaixonada pelo cinema coreano!
1996 Mulberry
5.0 2Sou a primeira a comentar? Que máximo!!
Um filme singular que, ao meu ver, critica diretamente os muitos pré-conceitos que enevoam o universo da prostituição. Hyun Jib é, assim como todo o ser humano, complexa e contraditória. Essa contradição tão sensivelmente abordada pelo filme é essencial para a narrativa e confronta diretamente os 2 estereótipos mais comumente relacionados às profissionais do sexo:
1) Daquela que se prostitui porque precisa e portanto o sexo é necessariamente sofrífel.
Embora a personagem tenha se deparado com a prostituição por necessidade - ela visivelmente sofre muito pela constante insegurança, assédio, medo da fome, saudades e descaso do marido, solidão, cansaço e bullying - claramente sente prazer e se diverte em algumas das relações retratadas. Taí uma verdade difícil de digerir: MULHER GOSTA DE SEXO, MULHER SENTE PRAZER.
2) Daquela que, por ser prostituta, nunca diz "não".
Todo dinheiro do mundo não comprava sexo com o vizinho asqueroso. Um personagem inescrupuloso que sempre estava tentando ultrapassar os limites que Hyun Jib impunha. Ela, forte que era, nunca deixou de defender seu território e insistir na expressão de sua vontade.
As autoridades - representadas pelo homem fardado de bike - novamente são retratadas (como é bastante comum em filme coreanos) como personagens completamente alheios e omissos em relação ao caos que permeia a vida da classe trabalhadora e menos favorecida: isso diz muito né?
A trama tem um tom cômico muito apropriado que alivia os momentos de tensão nas muitas cenas de violência.
Destaque para a cena de sexo no moinho: quando o homem finalmente consegue uma ereção, a roda (que estava parada) começa a girar. Kkkkkk ótimo!
Um filme encantador, engraçado e relevante. Um túnel do tempo que nos leva diretamente para terras tão desconhecidas por nós ocidentais.
E por último, uma observação:
Sam-Bo tem um caso com o soldado de bicicleta, não? Isso fica explícito quando as mulheres da comunidade comentam: "Sam-Bo deve estar voltando para casa, pois quando aquele homem está aqui, ele está também" (e aponta para o soldado que fuma ao lado da bike). Isso se reforça na cena final, quando o soldado parte junto com Sam-Bo, indo atrás dele.
Amei! Festival “Volta ao mundo: Coreia do Sul” - Belas Artes à la Carte
Paju
3.0 7Um filme lento, arrastado e com um enredo nada demais.
Seo Woo é inexpressiva, tem pouco repertório na composição da personagem. Mas representa com eficiência a perspectiva e emocionalidade de uma adolescente imatura e confusa. Apesar de não ser aquilo tudo, acho um filme sensível e interessante. O que mais me chamou atenção foi a dura realidade dos refugiados políticos e das tantas pessoas em situação de vulnerabilidade. Um povo miserável que não tem habitação - e não só - mas que sofre pelo descaso e omissão doas autoridades.
Tensão e horror inexprimíveis na cena do bebê e água quente.
Os Filhos do Padre
3.6 77Fantástico! Aquele filme "delícia" que foi muito bem planejado e brilhantemente executado.
Concordo com meu colega aqui de baixo: nascimento e morte - dois temas envolvidos por tabu pela qual a religião insiste na errática tentativa de dominação.
A igreja inutilmente se recusa a discutir temas pertinentes à vida humana como o planejamento familiar, aceitação da discussão de gênero e políticas LGBTQIA+, infertilidade, divórcio, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, liberdade sexual, protagonismo feminino, legitimidade da inviolabilidade do sigilo sacramental e etc.
Enquanto isso, por trás das cortinas a pedofilia, abuso sexual e promiscuidade comem soltos. Frutos da negligência e recusa persistente da igreja reavaliar o tal pragmatismo antigo que é fundamentado na ignorância e contramão científica.
Um humor pra lá de ácido: original, competente e relevante.
Fotografia incrível, roteiro envolvente e trilha pra lá de marcante.
Uma entrada de ouro no mundo dos filmes croatas. Obrigada Petra Belas Artes pela indicação! Recomendo de olhos fechados!
Neste Mundo e no Outro
4.0 41 Assista AgoraConcordo. Uma história pueril, inverossímil; (mas tudo bem, pois, o que seria de uma obra sem a licença poética?) e - vamos e venhamos - sexista. Aquele men washing típico de um filme tão antigo. Contudo, não desvaloriza a belíssima composição dos cenários, fotografia e efeitos práticos.
Gente, o que é a cena daquele olho que fecha lentamente no momento que antecede a cirurgia? Fantástico!
Confesso que filmes com extensas cenas no tribunal não me apetecem. Daí entra a inserção do tom cômico, que neste filme cai apropriadamente, pois enriquece e suaviza a obra.
"nada é mais forte do que a Lei, mas na Terra nada é mais forte que o amor". Uma reflexão à la Caibalion, pra finalizar com chave de prata.
Recomendo!
Arca Russa
4.0 187Espetacular!
A ideia, fotografia, cenário, figurino, roteiro, produção e interpretação brilhantes ofuscam pequenos "desajeitos" em relação ao áudio. O nível de dificuldade em elaborar e fazer funcionar um projeto desses não é brincadeira.
É original, bem planejado e brilhantemente executado. Recomendo!
Cópias: De Volta à Vida
2.5 302Um dos piores filmes que já vi!
Um Romance nas Entrelinhas
3.4 57 Assista AgoraTrilha sonora insípida, personagens caricatos e pouca profundidade.
A atuação não convence e o roteiro deixa a desejar.
Decepcionante como abordaram e apresentaram a fragilidade e os problemas de saúde psíquica de Virginia. Notoriamente muita desinformação sobre o assunto.
Ademais, belo figurino.
O Mundo em Duas Voltas
3.9 20Lindos registros de uma grande aventura! Gosto do ritmo, da condução do filme e dos relatos da família. As fotos antigas no início são demais! Parabéns David, belo trabalho! Inspirador!