Sadismo, psicopatia, racismo, pedo#@$, violência doméstica, maus-tratos contra animais, bullying, munchausen por procuração, misoginia... violência, violência, violência... fica aqui um resuminho básico. Todas essas coisas são o grande terror dessa obra - e não o palhaço.
Angela, uma mulher transgressora, autêntica e visceralmente forte em sua vulnerabilidade. Mulheres como ela - ainda que cheias de privilégios - são grandes trovões que rompem paradigmas e chachoalham velhas estruturas.
Primeiramente: a trilogia do Drauzio Varella (Carandiru, Prisioneiras e Carcereiros) é muito enriquecedora. Fica a dica pra aproveitar ao máximo essa obra e suas referências. Por exemplo, nos livros ha uma explicação bem interessante sobre o processo de fabricação da Maria Louca. Esses livros são incríveis, chocantes e cheios de reflexões.
Humanos e suas contradições. Eu entendo a provocação de humanizar assassinos e descaracteriza-los desse estereótipo do monstro, do vilão - até porque os psicopatas, narcisistas e sádicos desse mundo são assim... carinha e vidinha de gente comum - mas me incomoda fazerem da Suzane uma gostosona, ás da capacidade cognitiva, de um gigantesco controle emocional. Ao meu ver, isso acaba contrapondo a propria ideia de não transformar essas pessoas comuns e cheias de maldade nos grandes caricatos dos filmes e lendas. Sexo nos presídios tem de monte mesmo. Só fiquei tentando entender a narrativa, onde que a galera do filme queria chegar. Eu gostei da série, mas confesso que gostei em grande parte porque pude relacionar com os livros do Drauzio e ao entendimento da gigantesca complexidade do funcionamento das sociedades carcerárias.
Achei a série bem pertinente. Tem tanta coisa a se pensar... - O poder da Internet, dos influencers, da divulgação massiva de informações sem evidências, do montão de dinheiro que isso fomenta, do gigantesco problema social que isso cria... - Da inescrupulosidade da mídia, do sensacionalismo, fake-news... - O Movimento naturalista do tipo sombrio, que é negacionista e rejeita a ciência... - por outro lado, a incapacidade da medicina hiper-intervencionista de acolher esse perfil de paciente, de oferecer alternativas adjuvantes ao tratamento convencional... - Do reconhecimento de que existem pessoas narcisistas, sem dó nem piedade, sempre prontas para abusar e causar destruição... - Da existência de pessoas em volta que nutrem, alimentam e suportam esses narcisistas, através de uma negação e dependência emocional absurdas... - Da demora que o sistema responsabiliza e pune pessoas ricas e brancas, em contrapartida da mão pesada com que exercem poder e violência sobre as minorias... Arte é isso. É provocar, gerar reflexão e discussão.
Impossível não se lembrar do "Mulheres que correm com os lobos", da Clarissa P Estés!! Belíssima interpretação da Mulher Selvagem... É bizarro e visceral.
Uma comédia tão tão distante da realidade do grande público né? Impossível se identificar com uma crise tão cheia de luxo, restaurantes, viagens e festas...
Tenha dó! Eu me joguei pra essa série completamente no escuro, sem conhecer o livro e tampouco o filme. Então até posso dizer que nenhuma expectativa veio atrapalhar a experiência. E sinceramente? Que saco, gente! A ideia é bem interessante. É até bacana acompanhar a evolução dos personagens de ano para ano... Mas... que casal sem química! E a tal amizade? inverosímil! E a originalidade ou o diferencial do enredo? Onde? Os mesmos estereótipos... Os mesmos dramas e dilemas de sempre. As mesmas resoluções também. E pior, os diálogos não são interessantes a ponto de prenderem nossa atenção ao longo da narrativa.
Porque o mundo cinematográfico fica rendendo e rendendo e rendendo em cima de uma obra que fez sucesso - ao invés de apostar em ideias originais e projetos criativos? A resposta a gente já sabe.
Grande Sabota! Um poeta visionário... humilde, sofrido e visceralmente autêntico no que fazia. Sempre rodeado das crianças... cara de presença, carisma e luz! Viva Maurinho e seu eterno legado!
Meu primeiro dorama... Não conhecia esse gênero antes da experiência. Confesso que gostei e me diverti! Bem humorado, fofinho e entretenedor.
Lindíssimas as cenas entre irmãs. Como não se emocionar? Aliás... as cenas com os temas da infância, amizade, lealdade familiar, cumplicidade no luto... muito querido e sensível!
Fiquei surpresa com os comentários, achei que a galera tinha curtido a 2a temporada. Embora eu tenha curtido muito a 1a, pessoalmente, prefiro esta. Por gosto pessoal mesmo. Por que sim, acho que algumas coisas ficaram mal explicadas.
Afinal de contas, qual o poder do Eric? Ele é uma entidade híbrida? Sem fenótipo de boto? Que tipo de entidade é a Gabriela? E a Luna? Filha de híbrido com híbrido ainda tem poderes? O que aconteceu com o outro bebezinho do boto? Aquele que nasceu na última temporada? O saci reviveu? Será que a Gabriela também? Porque o Eric podia sugar poderes? Qual é a da ferida? kkkkk
E sim, meus caros, tem atuação que chateia... mas... Eu adorei. Adorei os efeitos, adorei a temática indígena, a reflexão ecoamiga, adorei a fotografia e tudo o que a série me levou a imaginar. Espero que haja continuação e que eu continue me apaixonando pelo folclore do meu brasil!
o que é aquele fogo do Curupira? e as mariposas e borboletas da Inês?
Concordo que algumas atuações são meio forçadinhas... A série mostra sim algumas vulnerabilidades, mesmo pra quem entende pouco dos aspectos técnicos do cinema (como eu). Mas na minha opinião, não interfere tanto assim na experiência. Me emocionei e curti pra caramba.
Penso que a gente deveria julgar uma obra pelo que ela é - não pelo que gostaríamos que ela tivesse sido. Comparações são inevitáveis, mas acredito que também podem ser limitantes na dose errada. Dark é Dark, 1899 é o que é. É prudente saber discernir as expectativas vs. as impressões da experiência pura. Original não é, e há momentos que parece muita forma pra pouco conteúdo. Também parece pecar no ritmo e na repetição de informações que já tinham sido muito bem expostas. Mas é intrigante e agrada aos olhos. Eficiente em nos fazer sentir confinados, confusos, impacientes e irritados (kkkk). Embora não tenha sido um divisor de águas ou um marco na história netflix... é eficaz no objetivo de entretenimento. E quer saber? Nem tudo precisa ser bombástico. Já vi algumas análises e a que mais me agradou foi aquela que comparava as referências da narrativa com a linguagem computacional (@matheuxmendex). Isso acabou ampliando a percepção e diminuindo implicâncias. Destaque ao fator torre de babel e à participação ilustre da belíssima língua portuguesa!
Muito bem planejado e executado. Cativante e, dentro de uma determinada perspectiva, ousado! Tem discussões pra todos os gostos: liberdade sexual, bullying, racismo, xenofobia, violência doméstica, lar abusivo, negligência, capacitismo etc etc. Ps: adorei a inclusão de um personagem cadeirante! Que máximo! Pra ser perfeito, podia ser realmente inclusivo e contar com uma atriz efetivamente cadeirante. Parece só um detalhe, mas veja bem, são poucas as obras que trazem a temática (ainda que nesse caso, secundária) de inclusão e acessibilidade. Romane é independente, passeia sozinha poraí, namora, apronta, veste-se com liberdade e tantas outras coisas mais. Recomendo!
Essa série é uma sucessão de "eita" atrás de "vixe" que não acaba mais! haha Impressionante como camadas muito mais profundas e elaboradas foram acrescentadas aos personagens. Enquanto Claire parece cada vez mais profundamente fria, Frank mostra-se dessa vez paradoxalmente sensível e Stamper, freaky. Uma série que continua sendo executada com suprema maestria e agilidade. Apesar de alguns enredos chatinhos dessa vez (Tusk, Remy e Jackie, Zoe e Lucas que digam), acredito que isso não comprometa o ritmo. Quero ressaltar que gosto especialmente das encaradas debochadas do Frank para a câmera.
É assustador perceber que existem mais psicopatas e narcisistas no poder do que sequer podemos imaginar. Kevin Spacey e Robin Wright são incríveis juntos. Que dinâmica, que atuação! A composição desse casamento, dessa relação... é complexa e bem estruturada. Aliás, quase toda a série é tão bem alinhada e executada... que é prazeroso acompanhar cada passo do enredo.
Minha única crítica vai para o conceito e execução do personagem de Peter Russo. Alcoolismo é uma doença tristíssima, isso é indiscutível. Mas acho que essa mensagem poderia ter sido melhor trabalhada. Peter é tão estereotipado e infantilizado que chega a ser excessivamente conveniente e inverossímil. O tempo que a série investe nas suas trapalhadas pessoais, no meu ponto de vista, é demasiado. Zoe também é caricata e cliché (isso sem falar do Lucas, puta cara pé no saco!) Também acho que a série gastou muito tempo em discutir o envolvimento sexual dela com o Frank (aliás, o enfoque na zoe é altamente sexual), ao invés de dar mais profundidade aos personagens de Linda e Stamper, por exemplo. Ou até Remy. Personagens que poderiam ser mais explorados e que trariam, de maneira relevante e consistente, mais camadas ao enredo.
Induzida pelo mães paralelas, entrei na vibe. Acho que Volver é uma joia. Fico impressionada como é verossímil. O entrosamento e diálogo dessas atrizes é impressionante.
Madame Durocher
2.9 8 Assista AgoraQue mulher! Que mulheres!
It: A Coisa
3.9 3,0K Assista AgoraSadismo, psicopatia, racismo, pedo#@$, violência doméstica, maus-tratos contra animais, bullying, munchausen por procuração, misoginia... violência, violência, violência... fica aqui um resuminho básico. Todas essas coisas são o grande terror dessa obra - e não o palhaço.
Ângela Diniz: Assassinada e Condenada
4.0 61 Assista AgoraAngela, uma mulher transgressora, autêntica e visceralmente forte em sua vulnerabilidade. Mulheres como ela - ainda que cheias de privilégios - são grandes trovões que rompem paradigmas e chachoalham velhas estruturas.
Sex and the City (1ª Temporada)
4.2 223 Assista AgoraDesisti depois de alguns episódios: eu não consigo assistir a Carrie... não consigo.
O Filho de Mil Homens
4.1 175 Assista AgoraQue coisa linda quando a Isaura
entra nua no mar. Ela vira o próprio arcano de tarô da Estrela, um espírito feminino liberto, capa do seu caderno de poesias.
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 228 Assista AgoraPrimeiramente: a trilogia do Drauzio Varella (Carandiru, Prisioneiras e Carcereiros) é muito enriquecedora. Fica a dica pra aproveitar ao máximo essa obra e suas referências. Por exemplo, nos livros ha uma explicação bem interessante sobre o processo de fabricação da Maria Louca. Esses livros são incríveis, chocantes e cheios de reflexões.
Humanos e suas contradições. Eu entendo a provocação de humanizar assassinos e descaracteriza-los desse estereótipo do monstro, do vilão - até porque os psicopatas, narcisistas e sádicos desse mundo são assim... carinha e vidinha de gente comum - mas me incomoda fazerem da Suzane uma gostosona, ás da capacidade cognitiva, de um gigantesco controle emocional. Ao meu ver, isso acaba contrapondo a propria ideia de não transformar essas pessoas comuns e cheias de maldade nos grandes caricatos dos filmes e lendas.
Sexo nos presídios tem de monte mesmo. Só fiquei tentando entender a narrativa, onde que a galera do filme queria chegar.
Eu gostei da série, mas confesso que gostei em grande parte porque pude relacionar com os livros do Drauzio e ao entendimento da gigantesca complexidade do funcionamento das sociedades carcerárias.
Duna: Parte Dois
4.2 859 Assista AgoraOs vermes são meus personagens favoritos.
Vinagre de Maçã
3.5 55 Assista AgoraAchei a série bem pertinente. Tem tanta coisa a se pensar...
- O poder da Internet, dos influencers, da divulgação massiva de informações sem evidências, do montão de dinheiro que isso fomenta, do gigantesco problema social que isso cria...
- Da inescrupulosidade da mídia, do sensacionalismo, fake-news...
- O Movimento naturalista do tipo sombrio, que é negacionista e rejeita a ciência...
- por outro lado, a incapacidade da medicina hiper-intervencionista de acolher esse perfil de paciente, de oferecer alternativas adjuvantes ao tratamento convencional...
- Do reconhecimento de que existem pessoas narcisistas, sem dó nem piedade, sempre prontas para abusar e causar destruição...
- Da existência de pessoas em volta que nutrem, alimentam e suportam esses narcisistas, através de uma negação e dependência emocional absurdas...
- Da demora que o sistema responsabiliza e pune pessoas ricas e brancas, em contrapartida da mão pesada com que exercem poder e violência sobre as minorias...
Arte é isso. É provocar, gerar reflexão e discussão.
Canina
3.0 174 Assista AgoraImpossível não se lembrar do "Mulheres que correm com os lobos", da Clarissa P Estés!!
Belíssima interpretação da Mulher Selvagem...
É bizarro e visceral.
Minha Vida em Marte
3.5 493Uma comédia tão tão distante da realidade do grande público né?
Impossível se identificar com uma crise tão cheia de luxo, restaurantes, viagens e festas...
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraPessoalmente, não gostei de "O Lagosta" e "A Favorita" do diretor Lanthimos. Já Pobres Criaturas...
AMEI!
Excêntrico, divertido, pertinente e transgressor!
Um Dia
3.8 101 Assista AgoraTenha dó!
Eu me joguei pra essa série completamente no escuro, sem conhecer o livro e tampouco o filme. Então até posso dizer que nenhuma expectativa veio atrapalhar a experiência.
E sinceramente? Que saco, gente!
A ideia é bem interessante. É até bacana acompanhar a evolução dos personagens de ano para ano...
Mas... que casal sem química! E a tal amizade? inverosímil! E a originalidade ou o diferencial do enredo? Onde? Os mesmos estereótipos... Os mesmos dramas e dilemas de sempre. As mesmas resoluções também. E pior, os diálogos não são interessantes a ponto de prenderem nossa atenção ao longo da narrativa.
Porque o mundo cinematográfico fica rendendo e rendendo e rendendo em cima de uma obra que fez sucesso - ao invés de apostar em ideias originais e projetos criativos?
A resposta a gente já sabe.
Sabotage: O Maestro do Canão
4.3 39Grande Sabota!
Um poeta visionário... humilde, sofrido e visceralmente autêntico no que fazia. Sempre rodeado das crianças... cara de presença, carisma e luz!
Viva Maurinho e seu eterno legado!
Vejo Você na Próxima Vida
4.1 39 Assista AgoraMeu primeiro dorama... Não conhecia esse gênero antes da experiência.
Confesso que gostei e me diverti! Bem humorado, fofinho e entretenedor.
Lindíssimas as cenas entre irmãs. Como não se emocionar? Aliás... as cenas com os temas da infância, amizade, lealdade familiar, cumplicidade no luto... muito querido e sensível!
Cidade Invisível (2ª Temporada)
3.4 190 Assista AgoraFiquei surpresa com os comentários, achei que a galera tinha curtido a 2a temporada.
Embora eu tenha curtido muito a 1a, pessoalmente, prefiro esta. Por gosto pessoal mesmo. Por que sim, acho que algumas coisas ficaram mal explicadas.
Afinal de contas, qual o poder do Eric? Ele é uma entidade híbrida? Sem fenótipo de boto? Que tipo de entidade é a Gabriela? E a Luna? Filha de híbrido com híbrido ainda tem poderes? O que aconteceu com o outro bebezinho do boto? Aquele que nasceu na última temporada? O saci reviveu? Será que a Gabriela também? Porque o Eric podia sugar poderes? Qual é a da ferida? kkkkk
E sim, meus caros, tem atuação que chateia... mas...
Eu adorei. Adorei os efeitos, adorei a temática indígena, a reflexão ecoamiga, adorei a fotografia e tudo o que a série me levou a imaginar.
Espero que haja continuação e que eu continue me apaixonando pelo folclore do meu brasil!
Cidade Invisível (1ª Temporada)
4.0 749O que foi aquela cena
da Camila interpretando "Sangue Latino" ? fiquei toda ARREPIADA!
Curti MUITO, de verdade. Cada capítulo. Uma belíssima homenagem ao folclore.
E vou te dizer: adorei os efeitos especiais!
o que é aquele fogo do Curupira? e as mariposas e borboletas da Inês?
Concordo que algumas atuações são meio forçadinhas... A série mostra sim algumas vulnerabilidades, mesmo pra quem entende pouco dos aspectos técnicos do cinema (como eu). Mas na minha opinião, não interfere tanto assim na experiência.
Me emocionei e curti pra caramba.
Black Mirror: Bandersnatch
3.5 1,4KAgostinho Carrara na participação especial como sr.Butler kkkk
1899 (1ª Temporada)
3.6 396 Assista AgoraPenso que a gente deveria julgar uma obra pelo que ela é - não pelo que gostaríamos que ela tivesse sido. Comparações são inevitáveis, mas acredito que também podem ser limitantes na dose errada. Dark é Dark, 1899 é o que é. É prudente saber discernir as expectativas vs. as impressões da experiência pura.
Original não é, e há momentos que parece muita forma pra pouco conteúdo. Também parece pecar no ritmo e na repetição de informações que já tinham sido muito bem expostas. Mas é intrigante e agrada aos olhos. Eficiente em nos fazer sentir confinados, confusos, impacientes e irritados (kkkk). Embora não tenha sido um divisor de águas ou um marco na história netflix... é eficaz no objetivo de entretenimento. E quer saber? Nem tudo precisa ser bombástico. Já vi algumas análises e a que mais me agradou foi aquela que comparava as referências da narrativa com a linguagem computacional (@matheuxmendex). Isso acabou ampliando a percepção e diminuindo implicâncias.
Destaque ao fator torre de babel e à participação ilustre da belíssima língua portuguesa!
The House
3.6 160Sinistro, incômodo, pertinente e... genial!
As 7 Vidas de Lea (1ª Temporada)
4.1 53 Assista AgoraMuito bem planejado e executado. Cativante e, dentro de uma determinada perspectiva, ousado! Tem discussões pra todos os gostos: liberdade sexual, bullying, racismo, xenofobia, violência doméstica, lar abusivo, negligência, capacitismo etc etc.
Ps: adorei a inclusão de um personagem cadeirante! Que máximo! Pra ser perfeito, podia ser realmente inclusivo e contar com uma atriz efetivamente cadeirante.
Parece só um detalhe, mas veja bem, são poucas as obras que trazem a temática (ainda que nesse caso, secundária) de inclusão e acessibilidade. Romane é independente, passeia sozinha poraí, namora, apronta, veste-se com liberdade e tantas outras coisas mais.
Recomendo!
House of Cards (2ª Temporada)
4.6 497Essa série é uma sucessão de "eita" atrás de "vixe" que não acaba mais! haha
Impressionante como camadas muito mais profundas e elaboradas foram acrescentadas aos personagens. Enquanto Claire parece cada vez mais profundamente fria, Frank mostra-se dessa vez paradoxalmente sensível e Stamper, freaky.
Uma série que continua sendo executada com suprema maestria e agilidade. Apesar de alguns enredos chatinhos dessa vez (Tusk, Remy e Jackie, Zoe e Lucas que digam), acredito que isso não comprometa o ritmo. Quero ressaltar que gosto especialmente das encaradas debochadas do Frank para a câmera.
Será que a atriz que interpretava a Christina precisou sair da série? O sumiço dela foi tão repentino e pouco elaborado...
House of Cards (1ª Temporada)
4.5 608 Assista AgoraÉ assustador perceber que existem mais psicopatas e narcisistas no poder do que sequer podemos imaginar.
Kevin Spacey e Robin Wright são incríveis juntos. Que dinâmica, que atuação! A composição desse casamento, dessa relação... é complexa e bem estruturada. Aliás, quase toda a série é tão bem alinhada e executada... que é prazeroso acompanhar cada passo do enredo.
Minha única crítica vai para o conceito e execução do personagem de Peter Russo. Alcoolismo é uma doença tristíssima, isso é indiscutível. Mas acho que essa mensagem poderia ter sido melhor trabalhada. Peter é tão estereotipado e infantilizado que chega a ser excessivamente conveniente e inverossímil. O tempo que a série investe nas suas trapalhadas pessoais, no meu ponto de vista, é demasiado. Zoe também é caricata e cliché (isso sem falar do Lucas, puta cara pé no saco!) Também acho que a série gastou muito tempo em discutir o envolvimento sexual dela com o Frank (aliás, o enfoque na zoe é altamente sexual), ao invés de dar mais profundidade aos personagens de Linda e Stamper, por exemplo. Ou até Remy. Personagens que poderiam ser mais explorados e que trariam, de maneira relevante e consistente, mais camadas ao enredo.
Volver
4.1 1,1K Assista AgoraInduzida pelo mães paralelas, entrei na vibe.
Acho que Volver é uma joia. Fico impressionada como é verossímil. O entrosamento e diálogo dessas atrizes é impressionante.
Domésticas - O Filme
3.7 184Crítico, sensível e humanizado.