Tinha tanto pra ser um filme tão bom… O ritmo, o senso de humor cínico e algumas ideias parecem tão próximas dos grandes filmes dos Coen, mas esse aqui me perdeu em tanta cena de mau gosto e piada forçada. O primeiro momento que me fez torcer o nariz foi a cena em que
a MG masturba a Honey no bar cheio de gente enquanto estão conversando e pedindo bebidas
. Eu sinto que a fase do Ethan Coen de senhorzinho pervertido (vide o péssimo Drive-Away Dolls pra mais provas) obscurece um talento dele que ainda está lá dentro em algum lugar. Eu adorei, por exemplo, a maneira como a investigação foi seguindo e as pontas iam sendo ligadas, achei que as cenas de assassinato foram ótimas e absurdas na medida certa e gostei da ideia da
revelação da assassina totalmente fora do que estava sendo sugerido. Porém a motivação da MG como assassina não foi suficiente pra justificar ela como tal, então pra mim não foi uma revelação merecida, mas sim enfiada de qualquer jeito ali pra pegar de surpresa quem está assistindo.
Enfim, o filme ainda tem seu pequeno valor, mas fica difícil enxergar ele por trás de tanta escolha ruim.
achei que ia ser uma comédia sobre a preparação do casamento e só
), mas tá muito próxima de passar pra um lado forçado, porém como o filme brinca muito bem com exageros (nas situações que apresenta, na edição, nos jogos de câmera), acaba se tornando divertido e até instigante. É muito curioso mesmo como
Como uma adaptação e homenagem a um dos melhores jogos de terror de todos os tempos: ruim. Agora, julgando como uma obra isolada, apenas como o filme que é: ruim também.
Ambos buracos mostram o passado e futuro. Ambos buracos dependem de outras pessoas pra serem curados e resolvidos. Ambos buracos representam problemas que na verdade são internos. Culpa, egoísmo, vergonha, tristeza, solidão, amor e carinho muito bem retratados.
Esse filme é de uma beleza imensurável. Acho que estou com dificuldade pra articular o que penso porque me dói um pouco pensar nele, mas é interessante como o filme faz questão de reafirmar com frequência, seja com palavras ou imagens, o quão bela é a natureza e a vida, pra depois arrancar esse sentimento e substituí-lo pela tristeza que nos impede de enxergar isso. O vazio que o protagonista sente é palpável. No fim tanto faz aceitar que as pessoas se foram ou não, se tua mente ainda está presa nisso. Acho que o importante é perceber que está tudo entrelaçado, e mesmo quem não está fisicamente presente, faz parte dessa beleza toda conosco.
Muitas vezes quando a nota aqui no Filmow pra um filme que gostei bastante é baixa demais, eu dou um pouquinho a mais do que acho que ele merece. Enfim, onde já se viu 3.3 pra um filme desse?
Eu senti enquanto assistia que o macaco simbolizava toda a carga negativa e traumas que são passados de pai pra filho entre gerações, principalmente com o fato de ausência paterna ser um tema recorrente no filme, mas tinha algo faltando no meu entendimento. E parando pra pensar de forma mais direta, é óbvio que o macaco representa a inevitabilidade da morte. A gente não sabe como vai acontecer e quem vai atingir, mas sabe que vai acontecer. E algumas pessoas gostariam de ter controle sobre isso, como no caso do Bill, e outras pessoas temem isso e passam a vida tentando fugir, como é o caso do Hal. A mãe deles faz questão de nos lembrar que não há como fugir da morte. E qualquer tragédia que tenha acontecido na infância, qualquer pessoa próxima que tenha falecido, qualquer culpa ou medo que a pessoa carregue em relação a isso, vai estar com ela pra sempre de alguma forma, passando de uma geração a outra. Quando o Hal aceita a morte, aceita a tragédia que assola a todos, aceita o inevitável, ele vê, ao final, a morte à cavalo, os dois se olham, sorriem em acordo, e seguem seus caminhos. Eu adorei esse filme, aliás, dei boas risadas, gostei da trilha sonora, achei bem feito, surreal e bastante divertido.
O primeiro filme é maravilhoso, mas esse segundo, por mais que seja bem dirigido, ótimo tecnicamente e tenha ideias interessantes, não é uma experiência agradável. É tristeza atrás de tristeza, rs. Eu entendo que a cidade grande deve ser representada como um ambiente hostil, uma mistura de todas as coisas ruins que não existem na vida simples do campo, mas a história tem um tom pesado e os acontecimentos são sempre negativos e incômodos, eu não estava esperando isso num filme com animaizinhos falantes. É um bom filme, mas que jamais assistirei de novo e não vou recomendar pra criança alguma. Esse filme é o Dançando no Escuro de porquinhos fofos.
Gostei mais do que do anterior, mas eu não sei por que insistir nesses palcos centrais circulares. Primeiro, não combina com o estilo de humor dele, que é super parado e deadpan, e segundo, ele e as câmeras precisam ficar girando o tempo todo. A platéia barulhenta também, excesso de luzes e essa aparência de "espetáculo" destoam muito. Pra mim isso afeta o material, sem dúvida.
O filme é legal, não sei por que estão reclamando tanto. É bem feito e com boas cenas de ação e gore. O original tem uma atmosfera gótica, uma pegada diferente (embora os dois compartilhem elementos cafonas, rs) e ainda existe pra quem quiser assistir
Não é um filme tão ruim. Quero dizer, não tem personalidade, tem um ritmo esquisito, o timing cômico é quase inexistente, não explora os personagens, não estrutura as piadas, tem uma cara barata e CGI ruinzinho, e eu não consigo entender por que todo personagem adulto tem mais de 55 anos de idade num filme de tiroteio e explosão, mas de forma direta, não é um filme tão ruim assim. É só mais um filme descartável, mas não é chato de assistir. Só que a escolha dos atores é bizarra mesmo, não faz sentido pra mim. Não gostei das caracterizações e atuações, principalmente da Tina. E Borderlands nunca foi conhecido pela história, então nessa parte nem tinha muito o que esperar. Enfim, é um filme genérico, mas dei uma risadinha aqui e ali e não detestei por completo. Amanhã esquecerei que ele existe.
te abandonar de repente, ficar com outro cara e abortar um filho teu? Acho que não. Mas eu não sei se eu iria remoer isso pro resto da vida a ponto de escrever um livro baseado no que essas coisas me fizeram sentir e ainda o dedicaria a essa pessoa. E por fim a deixaria me esperando sozinha num restaurante, rs. Não que os paralelos entre o livro e a relação do Edward com a Susan não sejam interessantes. E a conversa que eles têm onde a Susan diz que os livros não deveriam ser só sobre ele, é um detalhezinho a mais pra sustentar essa ideia dentro da “vingança” do Edward. Mas no geral, essa parte toda me soa meio patética. E falando nisso, a cena em que ele descobre que ela está com outro cara é ridícula demais, com direito a expressão triste em meio às sombras embaixo da chuva. Agora, toda a parte do livro é sensacional, e aquela cena do início da história, onde o carro é parado na estrada, é muito boa, extremamente tensa e bem dirigida.
As atuações são ótimas também. No geral, bom filme.
O Pink Opaque, na minha opinião, não é só uma fuga pros personagens, onde podem se identificar com quem está na série ou com os acontecimentos nela, mas é uma representação de quem eles são. Tanto a Maddie como o Owen não sabem ou não admitem suas reais identidades no mundo real, por diversas razões, mas se conectam com a série a ponto da Maddie “existir” lá. O Owen se distancia, a Maddie some, a série é cancelada, a mãe dele morre e ele se vê seguindo a vida adulta ainda sem permitir que, seja lá o que ele esteja suprimindo interiormente, se manifeste. As memórias da infância se misturam com terror, nostalgia e sentimentos confusos e de repente a série começa a parecer real. Quem ele é, internamente, de repente começa a fazer mais sentido e se manifestar, ao ponto de no final ele não aguentar, explodir e gritar e se abrir pra enxergar o que há lá dentro. É o brilho da televisão, a estática, as cores, lembranças, tudo que foi suprimido. A essência de quem ele é. Serve como uma metáfora pra quem não se identifica com o próprio corpo, mas sinto que serve também pra quem não se identifica com quem é hoje em qualquer área da vida.
Um filme sensível e bonito. Três adultos incapazes de realmente compartilhar seus sentimentos sem recorrer a personagens que criaram na infância, tentando lidar com o fato de estarem sozinhos no mundo. A infantilidade em fugir dos próprios problemas ou não admiti-los é tamanha que o Eric,
ao ser assaltado, reage como Charles, e ao compartilhar uma história triste sobre morte precisa usar Rei Leão como cortina pra se esconder atrás.
Os personagens são muito bem trabalhados, as atuações são maravilhosas e a química entre os três é simplesmente perfeita. Quanto mais penso nesse filme e absorvo ele aos poucos, mais eu gosto. Muito bom.
Gostei muito desse filme, é divertido, esperto, tem um ótimo senso de humor. Não vou repetir aqui tudo que ele já disse, mas adorei a ideia de ele se resumindo na cena em que
estão escolhendo o livro pra ser premiado e as três pessoas brancas ficam de um lado da mesa, as duas pessoas negras do outro, e a moça branca diz, depois de escolher “Fuck” como vencedor: “Não é só sobre o livro ser tão comovente, mas eu acho que é essencial que nós ouçamos vozes negras hoje em dia”
Honey, Não!
2.4 51 Assista AgoraTinha tanto pra ser um filme tão bom… O ritmo, o senso de humor cínico e algumas ideias parecem tão próximas dos grandes filmes dos Coen, mas esse aqui me perdeu em tanta cena de mau gosto e piada forçada. O primeiro momento que me fez torcer o nariz foi a cena em que
a MG masturba a Honey no bar cheio de gente enquanto estão conversando e pedindo bebidas
revelação da assassina totalmente fora do que estava sendo sugerido. Porém a motivação da MG como assassina não foi suficiente pra justificar ela como tal, então pra mim não foi uma revelação merecida, mas sim enfiada de qualquer jeito ali pra pegar de surpresa quem está assistindo.
O Drama
3.8 176Acho que esse filme em outras mãos não teria funcionado. A premissa é interessante e me pegou de surpresa (
achei que ia ser uma comédia sobre a preparação do casamento e só
os EUA estão tão mergulhados nessa cultura de armas
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno
1.7 147Como uma adaptação e homenagem a um dos melhores jogos de terror de todos os tempos: ruim. Agora, julgando como uma obra isolada, apenas como o filme que é: ruim também.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 188 Assista AgoraAmbos buracos mostram o passado e futuro. Ambos buracos dependem de outras pessoas pra serem curados e resolvidos. Ambos buracos representam problemas que na verdade são internos. Culpa, egoísmo, vergonha, tristeza, solidão, amor e carinho muito bem retratados.
Sonhos de Trem
3.7 349 Assista AgoraEsse filme é de uma beleza imensurável. Acho que estou com dificuldade pra articular o que penso porque me dói um pouco pensar nele, mas é interessante como o filme faz questão de reafirmar com frequência, seja com palavras ou imagens, o quão bela é a natureza e a vida, pra depois arrancar esse sentimento e substituí-lo pela tristeza que nos impede de enxergar isso. O vazio que o protagonista sente é palpável. No fim tanto faz aceitar que as pessoas se foram ou não, se tua mente ainda está presa nisso. Acho que o importante é perceber que está tudo entrelaçado, e mesmo quem não está fisicamente presente, faz parte dessa beleza toda conosco.
Juntos
3.3 393 Assista AgoraMuitas vezes quando a nota aqui no
Filmow pra um filme que gostei bastante é baixa demais, eu dou um pouquinho a mais do que acho que ele merece. Enfim, onde já se viu 3.3 pra um filme desse?
O Macaco
2.4 364 Assista AgoraEu senti enquanto assistia que o macaco simbolizava toda a carga negativa e traumas que são passados de pai pra filho entre gerações, principalmente com o fato de ausência paterna ser um tema recorrente no filme, mas tinha algo faltando no meu entendimento. E parando pra pensar de forma mais direta, é óbvio que o macaco representa a inevitabilidade da morte. A gente não sabe como vai acontecer e quem vai atingir, mas sabe que vai acontecer. E algumas pessoas gostariam de ter controle sobre isso, como no caso do Bill, e outras pessoas temem isso e passam a vida tentando fugir, como é o caso do Hal. A mãe deles faz questão de nos lembrar que não há como fugir da morte. E qualquer tragédia que tenha acontecido na infância, qualquer pessoa próxima que tenha falecido, qualquer culpa ou medo que a pessoa carregue em relação a isso, vai estar com ela pra sempre de alguma forma, passando de uma geração a outra. Quando o Hal aceita a morte, aceita a tragédia que assola a todos, aceita o inevitável, ele vê, ao final, a morte à cavalo, os dois se olham, sorriem em acordo, e seguem seus caminhos. Eu adorei esse filme, aliás, dei boas risadas, gostei da trilha sonora, achei bem feito, surreal e bastante divertido.
Babe, O Porquinho Atrapalhado na Cidade
2.7 350 Assista AgoraO primeiro filme é maravilhoso, mas esse segundo, por mais que seja bem dirigido, ótimo tecnicamente e tenha ideias interessantes, não é uma experiência agradável. É tristeza atrás de tristeza, rs. Eu entendo que a cidade grande deve ser representada como um ambiente hostil, uma mistura de todas as coisas ruins que não existem na vida simples do campo, mas a história tem um tom pesado e os acontecimentos são sempre negativos e incômodos, eu não estava esperando isso num filme com animaizinhos falantes. É um bom filme, mas que jamais assistirei de novo e não vou recomendar pra criança alguma. Esse filme é o Dançando no Escuro de porquinhos fofos.
Herege
3.4 694 Assista AgoraUm filme tão bom e esperto se deixar estragar num ato final besta desses…
Y2K: O Bug do Milênio
2.2 66 Assista AgoraEu cresci nos anos 90 e posso confirmar que o bug do milênio foi exatamente assim, eu lembro bem.
A Primeira Profecia
3.4 409 Assista AgoraHistoria “nhé”, todo o resto muito bom. Ótima atuação, ótimo uso de luz e câmera, visuais marcantes, bom filme.
Seu Amigo, Nate Bargatze
3.2 3 Assista AgoraGostei mais do que do anterior, mas eu não sei por que insistir nesses palcos centrais circulares. Primeiro, não combina com o estilo de humor dele, que é super parado e deadpan, e segundo, ele e as câmeras precisam ficar girando o tempo todo. A platéia barulhenta também, excesso de luzes e essa aparência de "espetáculo" destoam muito. Pra mim isso afeta o material, sem dúvida.
O Corvo
2.4 302 Assista AgoraO filme é legal, não sei por que estão reclamando tanto. É bem feito e com boas cenas de ação e gore. O original tem uma atmosfera gótica, uma pegada diferente (embora os dois compartilhem elementos cafonas, rs) e ainda existe pra quem quiser assistir
Hereditário
3.8 3,1K Assista AgoraFilmaço, quase perfeito. Só tenho que descontar 4,9 estrelas pelo efeito das mosquinhas
Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo
2.3 132 Assista AgoraNão é um filme tão ruim. Quero dizer, não tem personalidade, tem um ritmo esquisito, o timing cômico é quase inexistente, não explora os personagens, não estrutura as piadas, tem uma cara barata e CGI ruinzinho, e eu não consigo entender por que todo personagem adulto tem mais de 55 anos de idade num filme de tiroteio e explosão, mas de forma direta, não é um filme tão ruim assim. É só mais um filme descartável, mas não é chato de assistir. Só que a escolha dos atores é bizarra mesmo, não faz sentido pra mim. Não gostei das caracterizações e atuações, principalmente da Tina. E Borderlands nunca foi conhecido pela história, então nessa parte nem tinha muito o que esperar. Enfim, é um filme genérico, mas dei uma risadinha aqui e ali e não detestei por completo. Amanhã esquecerei que ele existe.
Animais Noturnos
4.0 2,2K Assista AgoraÉ bacana a pessoa que você ama
te abandonar de repente, ficar com outro cara e abortar um filho teu? Acho que não. Mas eu não sei se eu iria remoer isso pro resto da vida a ponto de escrever um livro baseado no que essas coisas me fizeram sentir e ainda o dedicaria a essa pessoa. E por fim a deixaria me esperando sozinha num restaurante, rs. Não que os paralelos entre o livro e a relação do Edward com a Susan não sejam interessantes. E a conversa que eles têm onde a Susan diz que os livros não deveriam ser só sobre ele, é um detalhezinho a mais pra sustentar essa ideia dentro da “vingança” do Edward. Mas no geral, essa parte toda me soa meio patética. E falando nisso, a cena em que ele descobre que ela está com outro cara é ridícula demais, com direito a expressão triste em meio às sombras embaixo da chuva. Agora, toda a parte do livro é sensacional, e aquela cena do início da história, onde o carro é parado na estrada, é muito boa, extremamente tensa e bem dirigida.
Pink Skies Ahead
3.5 3Filme muito bacana, merecia mais reconhecimento
Eu Vi o Brilho da TV
2.8 169 Assista AgoraUm filme muito bonito.
O Pink Opaque, na minha opinião, não é só uma fuga pros personagens, onde podem se identificar com quem está na série ou com os acontecimentos nela, mas é uma representação de quem eles são. Tanto a Maddie como o Owen não sabem ou não admitem suas reais identidades no mundo real, por diversas razões, mas se conectam com a série a ponto da Maddie “existir” lá. O Owen se distancia, a Maddie some, a série é cancelada, a mãe dele morre e ele se vê seguindo a vida adulta ainda sem permitir que, seja lá o que ele esteja suprimindo interiormente, se manifeste. As memórias da infância se misturam com terror, nostalgia e sentimentos confusos e de repente a série começa a parecer real. Quem ele é, internamente, de repente começa a fazer mais sentido e se manifestar, ao ponto de no final ele não aguentar, explodir e gritar e se abrir pra enxergar o que há lá dentro. É o brilho da televisão, a estática, as cores, lembranças, tudo que foi suprimido. A essência de quem ele é. Serve como uma metáfora pra quem não se identifica com o próprio corpo, mas sinto que serve também pra quem não se identifica com quem é hoje em qualquer área da vida.
Os Estranhos: Capítulo 1
2.1 241Minha expectativa era baixíssima e ainda conseguiu me decepcionar. Impressionante.
O Último Capítulo
2.0 344 Assista AgoraAtmosfera bem construída, visual e composição das cenas interessantes. Todo enquadramento me fazia passar o olho em cada canto da tela. Bom filme.
Os Adultos
2.8 14 Assista AgoraUm filme sensível e bonito. Três adultos incapazes de realmente compartilhar seus sentimentos sem recorrer a personagens que criaram na infância, tentando lidar com o fato de estarem sozinhos no mundo. A infantilidade em fugir dos próprios problemas ou não admiti-los é tamanha que o Eric,
ao ser assaltado, reage como Charles, e ao compartilhar uma história triste sobre morte precisa usar Rei Leão como cortina pra se esconder atrás.
Rivais
3.6 576 Assista AgoraAs escolhas de edição, trilha sonora e uso dela são tão curiosas. Na verdade tudo nesse filme é bem específico, incluindo o tema. Muito legal
Fúria Primitiva
3.6 270 Assista AgoraAs cenas de ação são sensacionais! E é isso aí.
Ficção Americana
3.8 423 Assista AgoraGostei muito desse filme, é divertido, esperto, tem um ótimo senso de humor. Não vou repetir aqui tudo que ele já disse, mas adorei a ideia de ele se resumindo na cena em que
estão escolhendo o livro pra ser premiado e as três pessoas brancas ficam de um lado da mesa, as duas pessoas negras do outro, e a moça branca diz, depois de escolher “Fuck” como vencedor: “Não é só sobre o livro ser tão comovente, mas eu acho que é essencial que nós ouçamos vozes negras hoje em dia”