Ambos buracos mostram o passado e futuro. Ambos buracos dependem de outras pessoas pra serem curados e resolvidos. Ambos buracos representam problemas que na verdade são internos. Culpa, egoísmo, vergonha, tristeza, solidão, amor e carinho muito bem retratados.
Esse filme é de uma beleza imensurável. Acho que estou com dificuldade pra articular o que penso porque me dói um pouco pensar nele, mas é interessante como o filme faz questão de reafirmar com frequência, seja com palavras ou imagens, o quão bela é a natureza e a vida, pra depois arrancar esse sentimento e substituí-lo pela tristeza que nos impede de enxergar isso. O vazio que o protagonista sente é palpável. No fim tanto faz aceitar que as pessoas se foram ou não, se tua mente ainda está presa nisso. Acho que o importante é perceber que está tudo entrelaçado, e mesmo quem não está fisicamente presente, faz parte dessa beleza toda conosco.
especificamente um que caso não fosse impedido, poderia causar a extinção de outras espécies. Foi exatamente isso que os Byrdes (que não têm esse sobrenome por acaso, rs) fizeram com os Langmore.
sem dúvida ele ficou propositalmente "aberto" porque a ideia é justamente a de que esse ciclo não vai ter fim. A Maya estava próxima do Mel, com certeza vai buscar respostas em relação ao sumiço dele. Os Byrdes ainda estão amarrados ao Cartel, mesmo que o FBI tenha envolvimento. Embora improvável, é possível que o Three queira algum tipo de resposta ou compensação também...
Foi o final que precisava ser. Em resumo, série fantástica, gostei demais.
Muitas vezes quando a nota aqui no Filmow pra um filme que gostei bastante é baixa demais, eu dou um pouquinho a mais do que acho que ele merece. Enfim, onde já se viu 3.3 pra um filme desse?
Começando pelos pontos positivos, adorei o visual e impacto das cenas dos crimes. São exageradas, marcantes e algumas até um tanto perturbadoras. E a série já define o tom de exagero quando o protagonista usa sua intuição e "empatia" (péssimo termo que escolheram, mas tudo bem) quase como um superpoder pra desvendar os crimes. São cenas em alguns momentos até bobas, mas divertidas de se ver. Gostei também da forma como a
confusão mental do Will é mostrada, com cortes no tempo e truques de edição interessantes.
As atuações são boas também. Porém foi meio difícil eu terminar essa temporada e definitivamente não vou pras próximas. Eu imagino que na época ela tenha funcionado bem, já que é claramente um produto feito pra passar na TV, com um assassino e caso diferente cada semana, diálogos tolos, clichês, simples e expositivos. E cada comentário engraçadinho vindo de alguém em momentos inoportunos me fazia virar o olho, é uma quebra de tom feita com mau gosto. É curioso também como a violência extrema é aceita, mas não há menção alguma de motivações sexuais dos assassinos, como é geralmente o caso de grande parte dos serial killers (vide Mindhunter), o que é mais um indicativo do público que a série quer alcançar. Quase todos os personagens têm atitudes burras ou fazem escolhas ruins pra que a história ande, o que eu até aceito, mas quando as piores vêm do chefe do departamento de ciência comportamental do FBI, fica difícil. E eu também aceito, como já mencionei, alguns exageros em troca do entretenimento, mas não deu pra assistir
sem rir em voz alta. Enfim, acho que essa série deve ser vista com a mente mais desligada. Vou assistir Silêncio dos Inocentes de novo com fava e um bom Chianti pra limpar o paladar.
1) Como ele de repente descobriu o endereço do ricaço desenvolvedor do River quando faltavam menos de 24 horas pro lançamento? Ou ele já sabia desde o início mas achou mais fácil passar dois dias na tubulação de um teatro urinando em garrafas? Além disso, como ele sabia a rotina do cara, que ele iria sair nadar e etc? Se isso foi mostrado em algum momento, eu acabei perdendo; 2) O parceiro da Bianca aparentemente apenas desmaiou (o que não faz muito sentido pra mim) e no final estava perseguindo o Chacal, o que fez ele se distrair e bater o carro, além da ligação pra esposa. Como é que ele saiu de lá sem ser visto? A menos que o carro patinando atrás dele não fosse do Vincent, mas ainda assim, um tanto forçado e, principalmente, sem propósito, sendo que apenas cortam a cena pra mostrar ele vivo e livre depois.
Mas no fim, essas e outras forçadas de barra eu aceito perfeitamente porque a série constrói muito bem os personagens e momentos de tensão. Adorei a minuciosidade no uso das armas e execuções dos assassinatos, e como vários detalhezinhos mostrados em certos momentos são recompensados depois. Fico contente que vai haver uma segunda temporada.
Eu senti enquanto assistia que o macaco simbolizava toda a carga negativa e traumas que são passados de pai pra filho entre gerações, principalmente com o fato de ausência paterna ser um tema recorrente no filme, mas tinha algo faltando no meu entendimento. E parando pra pensar de forma mais direta, é óbvio que o macaco representa a inevitabilidade da morte. A gente não sabe como vai acontecer e quem vai atingir, mas sabe que vai acontecer. E algumas pessoas gostariam de ter controle sobre isso, como no caso do Bill, e outras pessoas temem isso e passam a vida tentando fugir, como é o caso do Hal. A mãe deles faz questão de nos lembrar que não há como fugir da morte. E qualquer tragédia que tenha acontecido na infância, qualquer pessoa próxima que tenha falecido, qualquer culpa ou medo que a pessoa carregue em relação a isso, vai estar com ela pra sempre de alguma forma, passando de uma geração a outra. Quando o Hal aceita a morte, aceita a tragédia que assola a todos, aceita o inevitável, ele vê, ao final, a morte à cavalo, os dois se olham, sorriem em acordo, e seguem seus caminhos. Eu adorei esse filme, aliás, dei boas risadas, gostei da trilha sonora, achei bem feito, surreal e bastante divertido.
O primeiro filme é maravilhoso, mas esse segundo, por mais que seja bem dirigido, ótimo tecnicamente e tenha ideias interessantes, não é uma experiência agradável. É tristeza atrás de tristeza, rs. Eu entendo que a cidade grande deve ser representada como um ambiente hostil, uma mistura de todas as coisas ruins que não existem na vida simples do campo, mas a história tem um tom pesado e os acontecimentos são sempre negativos e incômodos, eu não estava esperando isso num filme com animaizinhos falantes. É um bom filme, mas que jamais assistirei de novo e não vou recomendar pra criança alguma. Esse filme é o Dançando no Escuro de porquinhos fofos.
Merecia mais reconhecimento. Mesmo em meio a um monte de cena boba e clichês, ela diverte, entretém e às vezes surpreende. Não haverá uma segunda temporada, mas ao menos a história se fechou aqui. Série bacana.
Eu ouvi tanto comentário ruim sobre essa última temporada que estava com medo de que a série fosse pra algum lugar absurdo e se estragasse. Não foi. Eu adorei essa e todas as outras temporadas. Algumas coisas me incomodaram, mas é tudo tão criativo, diferente, único, bem atuado, bem filmado, bem editado, etc, que eu dou um bom desconto.
A morte da Angela pode parecer abrupta e desnecessária, mas pra mim foi impactante e enfatizou como tudo é frágil e pode mudar de um instante pra outro, principalmente pra quem queira brincar de deus. Além disso deixou claro mais uma vez que o Dark Army não se importa com a vida alheia. O desfecho do Tyrell foi interessante também, sinto que ele não tinha mais pra onde ir depois da busca constante por grandiosidade e eventual vazio na vida dele. A Dom finalmente vai conseguir viver um pouco algo fora daquele mundo onde ficou presa por tanto tempo e relaxar. Porém eu tô me perguntando ainda como que a Dom conseguiu fazer aquele acordo pra salvar a família dela sem o Dark Army perceber, sendo que eles sabiam absolutamente tudo que tava acontecendo com ela o tempo todo. Eu tô me perguntando também como o Leon se desvinculou tão facilmente do Dark Army. Enfim, considerando o quanto eles referenciaram, da terceira temporada pra cá, viagens no tempo e trazer pessoas de volta à vida, eu tava preocupado com o rumo que as coisas iriam tomar. Embora eu acreditasse que se tudo de repente virasse uma fantasia sci-fi, seria provavelmente interessante também, eu fico contente que não tenham seguido pra esse lado. As experimentações que essa série faz são tão incríveis, desde estruturar um episódio como uma peça de teatro, ou fazer um episódio sem diálogo algum a partir do momento em que a Darlene fala “we don’t have to talk”, ou fingir brevemente que é uma comédia romântica em cenas finais em aeroporto, até pequenas brincadeiras com o corte abrupto da trilha sonora. Tudo muito criativo.
Acompanhar essas quatro temporadas foi uma experiência singular. Fico muito feliz por essa série existir.
Gostei mais do que do anterior, mas eu não sei por que insistir nesses palcos centrais circulares. Primeiro, não combina com o estilo de humor dele, que é super parado e deadpan, e segundo, ele e as câmeras precisam ficar girando o tempo todo. A platéia barulhenta também, excesso de luzes e essa aparência de "espetáculo" destoam muito. Pra mim isso afeta o material, sem dúvida.
O filme é legal, não sei por que estão reclamando tanto. É bem feito e com boas cenas de ação e gore. O original tem uma atmosfera gótica, uma pegada diferente (embora os dois compartilhem elementos cafonas, rs) e ainda existe pra quem quiser assistir
Não é um filme tão ruim. Quero dizer, não tem personalidade, tem um ritmo esquisito, o timing cômico é quase inexistente, não explora os personagens, não estrutura as piadas, tem uma cara barata e CGI ruinzinho, e eu não consigo entender por que todo personagem adulto tem mais de 55 anos de idade num filme de tiroteio e explosão, mas de forma direta, não é um filme tão ruim assim. É só mais um filme descartável, mas não é chato de assistir. Só que a escolha dos atores é bizarra mesmo, não faz sentido pra mim. Não gostei das caracterizações e atuações, principalmente da Tina. E Borderlands nunca foi conhecido pela história, então nessa parte nem tinha muito o que esperar. Enfim, é um filme genérico, mas dei uma risadinha aqui e ali e não detestei por completo. Amanhã esquecerei que ele existe.
te abandonar de repente, ficar com outro cara e abortar um filho teu? Acho que não. Mas eu não sei se eu iria remoer isso pro resto da vida a ponto de escrever um livro baseado no que essas coisas me fizeram sentir e ainda o dedicaria a essa pessoa. E por fim a deixaria me esperando sozinha num restaurante, rs. Não que os paralelos entre o livro e a relação do Edward com a Susan não sejam interessantes. E a conversa que eles têm onde a Susan diz que os livros não deveriam ser só sobre ele, é um detalhezinho a mais pra sustentar essa ideia dentro da “vingança” do Edward. Mas no geral, essa parte toda me soa meio patética. E falando nisso, a cena em que ele descobre que ela está com outro cara é ridícula demais, com direito a expressão triste em meio às sombras embaixo da chuva. Agora, toda a parte do livro é sensacional, e aquela cena do início da história, onde o carro é parado na estrada, é muito boa, extremamente tensa e bem dirigida.
As atuações são ótimas também. No geral, bom filme.
O Pink Opaque, na minha opinião, não é só uma fuga pros personagens, onde podem se identificar com quem está na série ou com os acontecimentos nela, mas é uma representação de quem eles são. Tanto a Maddie como o Owen não sabem ou não admitem suas reais identidades no mundo real, por diversas razões, mas se conectam com a série a ponto da Maddie “existir” lá. O Owen se distancia, a Maddie some, a série é cancelada, a mãe dele morre e ele se vê seguindo a vida adulta ainda sem permitir que, seja lá o que ele esteja suprimindo interiormente, se manifeste. As memórias da infância se misturam com terror, nostalgia e sentimentos confusos e de repente a série começa a parecer real. Quem ele é, internamente, de repente começa a fazer mais sentido e se manifestar, ao ponto de no final ele não aguentar, explodir e gritar e se abrir pra enxergar o que há lá dentro. É o brilho da televisão, a estática, as cores, lembranças, tudo que foi suprimido. A essência de quem ele é. Serve como uma metáfora pra quem não se identifica com o próprio corpo, mas sinto que serve também pra quem não se identifica com quem é hoje em qualquer área da vida.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 183 Assista AgoraAmbos buracos mostram o passado e futuro. Ambos buracos dependem de outras pessoas pra serem curados e resolvidos. Ambos buracos representam problemas que na verdade são internos. Culpa, egoísmo, vergonha, tristeza, solidão, amor e carinho muito bem retratados.
Sonhos de Trem
3.7 340 Assista AgoraEsse filme é de uma beleza imensurável. Acho que estou com dificuldade pra articular o que penso porque me dói um pouco pensar nele, mas é interessante como o filme faz questão de reafirmar com frequência, seja com palavras ou imagens, o quão bela é a natureza e a vida, pra depois arrancar esse sentimento e substituí-lo pela tristeza que nos impede de enxergar isso. O vazio que o protagonista sente é palpável. No fim tanto faz aceitar que as pessoas se foram ou não, se tua mente ainda está presa nisso. Acho que o importante é perceber que está tudo entrelaçado, e mesmo quem não está fisicamente presente, faz parte dessa beleza toda conosco.
Ozark (4ª Temporada)
4.2 292 Assista AgoraBem curioso agora pensar na obsessão que o Jonah tinha por pássaros na primeira temporada,
especificamente um que caso não fosse impedido, poderia causar a extinção de outras espécies. Foi exatamente isso que os Byrdes (que não têm esse sobrenome por acaso, rs) fizeram com os Langmore.
E quanto ao final,
sem dúvida ele ficou propositalmente "aberto" porque a ideia é justamente a de que esse ciclo não vai ter fim. A Maya estava próxima do Mel, com certeza vai buscar respostas em relação ao sumiço dele. Os Byrdes ainda estão amarrados ao Cartel, mesmo que o FBI tenha envolvimento. Embora improvável, é possível que o Three queira algum tipo de resposta ou compensação também...
Foi o final que precisava ser.
Em resumo, série fantástica, gostei demais.
Ozark (3ª Temporada)
4.4 322A melhor cena dessa temporada é a da
McLaren amarela estacionando pra de repente sair a terapeuta de dentro
Juntos
3.3 389Muitas vezes quando a nota aqui no
Filmow pra um filme que gostei bastante é baixa demais, eu dou um pouquinho a mais do que acho que ele merece. Enfim, onde já se viu 3.3 pra um filme desse?
Hannibal (1ª Temporada)
4.4 993Começando pelos pontos positivos, adorei o visual e impacto das cenas dos crimes. São exageradas, marcantes e algumas até um tanto perturbadoras. E a série já define o tom de exagero quando o protagonista usa sua intuição e "empatia" (péssimo termo que escolheram, mas tudo bem) quase como um superpoder pra desvendar os crimes. São cenas em alguns momentos até bobas, mas divertidas de se ver. Gostei também da forma como a
confusão mental do Will é mostrada, com cortes no tempo e truques de edição interessantes.
As atuações são boas também.
Porém foi meio difícil eu terminar essa temporada e definitivamente não vou pras próximas. Eu imagino que na época ela tenha funcionado bem, já que é claramente um produto feito pra passar na TV, com um assassino e caso diferente cada semana, diálogos tolos, clichês, simples e expositivos. E cada comentário engraçadinho vindo de alguém em momentos inoportunos me fazia virar o olho, é uma quebra de tom feita com mau gosto.
É curioso também como a violência extrema é aceita, mas não há menção alguma de motivações sexuais dos assassinos, como é geralmente o caso de grande parte dos serial killers (vide Mindhunter), o que é mais um indicativo do público que a série quer alcançar. Quase todos os personagens têm atitudes burras ou fazem escolhas ruins pra que a história ande, o que eu até aceito, mas quando as piores vêm do chefe do departamento de ciência comportamental do FBI, fica difícil. E eu também aceito, como já mencionei, alguns exageros em troca do entretenimento, mas não deu pra assistir
a luta do Hannibal com o violinista
Enfim, acho que essa série deve ser vista com a mente mais desligada. Vou assistir Silêncio dos Inocentes de novo com fava e um bom Chianti pra limpar o paladar.
O Dia do Chacal (1ª Temporada)
4.1 93 Assista AgoraÓtima série.
Eu só queria entender duas coisas:
1) Como ele de repente descobriu o endereço do ricaço desenvolvedor do River quando faltavam menos de 24 horas pro lançamento? Ou ele já sabia desde o início mas achou mais fácil passar dois dias na tubulação de um teatro urinando em garrafas? Além disso, como ele sabia a rotina do cara, que ele iria sair nadar e etc? Se isso foi mostrado em algum momento, eu acabei perdendo;
2) O parceiro da Bianca aparentemente apenas desmaiou (o que não faz muito sentido pra mim) e no final estava perseguindo o Chacal, o que fez ele se distrair e bater o carro, além da ligação pra esposa. Como é que ele saiu de lá sem ser visto? A menos que o carro patinando atrás dele não fosse do Vincent, mas ainda assim, um tanto forçado e, principalmente, sem propósito, sendo que apenas cortam a cena pra mostrar ele vivo e livre depois.
Mas no fim, essas e outras forçadas de barra eu aceito perfeitamente porque a série constrói muito bem os personagens e momentos de tensão. Adorei a minuciosidade no uso das armas e execuções dos assassinatos, e como vários detalhezinhos mostrados em certos momentos são recompensados depois. Fico contente que vai haver uma segunda temporada.
O Macaco
2.4 363 Assista AgoraEu senti enquanto assistia que o macaco simbolizava toda a carga negativa e traumas que são passados de pai pra filho entre gerações, principalmente com o fato de ausência paterna ser um tema recorrente no filme, mas tinha algo faltando no meu entendimento. E parando pra pensar de forma mais direta, é óbvio que o macaco representa a inevitabilidade da morte. A gente não sabe como vai acontecer e quem vai atingir, mas sabe que vai acontecer. E algumas pessoas gostariam de ter controle sobre isso, como no caso do Bill, e outras pessoas temem isso e passam a vida tentando fugir, como é o caso do Hal. A mãe deles faz questão de nos lembrar que não há como fugir da morte. E qualquer tragédia que tenha acontecido na infância, qualquer pessoa próxima que tenha falecido, qualquer culpa ou medo que a pessoa carregue em relação a isso, vai estar com ela pra sempre de alguma forma, passando de uma geração a outra. Quando o Hal aceita a morte, aceita a tragédia que assola a todos, aceita o inevitável, ele vê, ao final, a morte à cavalo, os dois se olham, sorriem em acordo, e seguem seus caminhos. Eu adorei esse filme, aliás, dei boas risadas, gostei da trilha sonora, achei bem feito, surreal e bastante divertido.
Babe, O Porquinho Atrapalhado na Cidade
2.7 350 Assista AgoraO primeiro filme é maravilhoso, mas esse segundo, por mais que seja bem dirigido, ótimo tecnicamente e tenha ideias interessantes, não é uma experiência agradável. É tristeza atrás de tristeza, rs. Eu entendo que a cidade grande deve ser representada como um ambiente hostil, uma mistura de todas as coisas ruins que não existem na vida simples do campo, mas a história tem um tom pesado e os acontecimentos são sempre negativos e incômodos, eu não estava esperando isso num filme com animaizinhos falantes. É um bom filme, mas que jamais assistirei de novo e não vou recomendar pra criança alguma. Esse filme é o Dançando no Escuro de porquinhos fofos.
Hysteria! (1ª Temporada)
3.4 37 Assista AgoraMerecia mais reconhecimento. Mesmo em meio a um monte de cena boba e clichês, ela diverte, entretém e às vezes surpreende. Não haverá uma segunda temporada, mas ao menos a história se fechou aqui. Série bacana.
Herege
3.4 692 Assista AgoraUm filme tão bom e esperto se deixar estragar num ato final besta desses…
Y2K: O Bug do Milênio
2.2 66 Assista AgoraEu cresci nos anos 90 e posso confirmar que o bug do milênio foi exatamente assim, eu lembro bem.
Mr. Robot (4ª Temporada)
4.6 370Eu ouvi tanto comentário ruim sobre essa última temporada que estava com medo de que a série fosse pra algum lugar absurdo e se estragasse. Não foi. Eu adorei essa e todas as outras temporadas. Algumas coisas me incomodaram, mas é tudo tão criativo, diferente, único, bem atuado, bem filmado, bem editado, etc, que eu dou um bom desconto.
A morte da Angela pode parecer abrupta e desnecessária, mas pra mim foi impactante e enfatizou como tudo é frágil e pode mudar de um instante pra outro, principalmente pra quem queira brincar de deus. Além disso deixou claro mais uma vez que o Dark Army não se importa com a vida alheia.
O desfecho do Tyrell foi interessante também, sinto que ele não tinha mais pra onde ir depois da busca constante por grandiosidade e eventual vazio na vida dele.
A Dom finalmente vai conseguir viver um pouco algo fora daquele mundo onde ficou presa por tanto tempo e relaxar.
Porém eu tô me perguntando ainda como que a Dom conseguiu fazer aquele acordo pra salvar a família dela sem o Dark Army perceber, sendo que eles sabiam absolutamente tudo que tava acontecendo com ela o tempo todo. Eu tô me perguntando também como o Leon se desvinculou tão facilmente do Dark Army.
Enfim, considerando o quanto eles referenciaram, da terceira temporada pra cá, viagens no tempo e trazer pessoas de volta à vida, eu tava preocupado com o rumo que as coisas iriam tomar. Embora eu acreditasse que se tudo de repente virasse uma fantasia sci-fi, seria provavelmente interessante também, eu fico contente que não tenham seguido pra esse lado.
As experimentações que essa série faz são tão incríveis, desde estruturar um episódio como uma peça de teatro, ou fazer um episódio sem diálogo algum a partir do momento em que a Darlene fala “we don’t have to talk”, ou fingir brevemente que é uma comédia romântica em cenas finais em aeroporto, até pequenas brincadeiras com o corte abrupto da trilha sonora. Tudo muito criativo.
Acompanhar essas quatro temporadas foi uma experiência singular. Fico muito feliz por essa série existir.
A Primeira Profecia
3.4 409 Assista AgoraHistoria “nhé”, todo o resto muito bom. Ótima atuação, ótimo uso de luz e câmera, visuais marcantes, bom filme.
Seu Amigo, Nate Bargatze
3.2 3 Assista AgoraGostei mais do que do anterior, mas eu não sei por que insistir nesses palcos centrais circulares. Primeiro, não combina com o estilo de humor dele, que é super parado e deadpan, e segundo, ele e as câmeras precisam ficar girando o tempo todo. A platéia barulhenta também, excesso de luzes e essa aparência de "espetáculo" destoam muito. Pra mim isso afeta o material, sem dúvida.
O Corvo
2.4 301O filme é legal, não sei por que estão reclamando tanto. É bem feito e com boas cenas de ação e gore. O original tem uma atmosfera gótica, uma pegada diferente (embora os dois compartilhem elementos cafonas, rs) e ainda existe pra quem quiser assistir
Hereditário
3.8 3,1K Assista AgoraFilmaço, quase perfeito. Só tenho que descontar 4,9 estrelas pelo efeito das mosquinhas
Mr. Robot (2ª Temporada)
4.4 522Puta merda, essa temporada é incrível
Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo
2.3 132 Assista AgoraNão é um filme tão ruim. Quero dizer, não tem personalidade, tem um ritmo esquisito, o timing cômico é quase inexistente, não explora os personagens, não estrutura as piadas, tem uma cara barata e CGI ruinzinho, e eu não consigo entender por que todo personagem adulto tem mais de 55 anos de idade num filme de tiroteio e explosão, mas de forma direta, não é um filme tão ruim assim. É só mais um filme descartável, mas não é chato de assistir. Só que a escolha dos atores é bizarra mesmo, não faz sentido pra mim. Não gostei das caracterizações e atuações, principalmente da Tina. E Borderlands nunca foi conhecido pela história, então nessa parte nem tinha muito o que esperar. Enfim, é um filme genérico, mas dei uma risadinha aqui e ali e não detestei por completo. Amanhã esquecerei que ele existe.
Animais Noturnos
4.0 2,2KÉ bacana a pessoa que você ama
te abandonar de repente, ficar com outro cara e abortar um filho teu? Acho que não. Mas eu não sei se eu iria remoer isso pro resto da vida a ponto de escrever um livro baseado no que essas coisas me fizeram sentir e ainda o dedicaria a essa pessoa. E por fim a deixaria me esperando sozinha num restaurante, rs. Não que os paralelos entre o livro e a relação do Edward com a Susan não sejam interessantes. E a conversa que eles têm onde a Susan diz que os livros não deveriam ser só sobre ele, é um detalhezinho a mais pra sustentar essa ideia dentro da “vingança” do Edward. Mas no geral, essa parte toda me soa meio patética. E falando nisso, a cena em que ele descobre que ela está com outro cara é ridícula demais, com direito a expressão triste em meio às sombras embaixo da chuva. Agora, toda a parte do livro é sensacional, e aquela cena do início da história, onde o carro é parado na estrada, é muito boa, extremamente tensa e bem dirigida.
Pink Skies Ahead
3.5 3Filme muito bacana, merecia mais reconhecimento
Eu Vi o Brilho da TV
2.8 168 Assista AgoraUm filme muito bonito.
O Pink Opaque, na minha opinião, não é só uma fuga pros personagens, onde podem se identificar com quem está na série ou com os acontecimentos nela, mas é uma representação de quem eles são. Tanto a Maddie como o Owen não sabem ou não admitem suas reais identidades no mundo real, por diversas razões, mas se conectam com a série a ponto da Maddie “existir” lá. O Owen se distancia, a Maddie some, a série é cancelada, a mãe dele morre e ele se vê seguindo a vida adulta ainda sem permitir que, seja lá o que ele esteja suprimindo interiormente, se manifeste. As memórias da infância se misturam com terror, nostalgia e sentimentos confusos e de repente a série começa a parecer real. Quem ele é, internamente, de repente começa a fazer mais sentido e se manifestar, ao ponto de no final ele não aguentar, explodir e gritar e se abrir pra enxergar o que há lá dentro. É o brilho da televisão, a estática, as cores, lembranças, tudo que foi suprimido. A essência de quem ele é. Serve como uma metáfora pra quem não se identifica com o próprio corpo, mas sinto que serve também pra quem não se identifica com quem é hoje em qualquer área da vida.
Os Estranhos: Capítulo 1
2.1 240Minha expectativa era baixíssima e ainda conseguiu me decepcionar. Impressionante.
O Último Capítulo
2.0 345 Assista AgoraAtmosfera bem construída, visual e composição das cenas interessantes. Todo enquadramento me fazia passar o olho em cada canto da tela. Bom filme.