eu esperava uma construção bem diferente do filme, mas confesso que me surpreendeu positivamente em vários momentos fiquei um pouco confusa e perdida, como se eu não tivesse prestando atenção o suficiente rs gostei muito das atuações e do elenco, a partir do momento em que me situei um pouco e "me ambientei" ao tempo do filme, a história ficou muito cativante pra mim, apesar de extremamente dolorida; recentemente eu li capitães de areia e esse filme me deu uma sensação parecida com quando li o livro: "meu deus, o que estão fazendo, é muita crueldade, são só meninos!" fiquei muito triste e desconfortável em vários momentos, cheguei até pausar de tanta aflição, mas é pra ser desconfortável mesmo! achei muito interessante o estilo da direção, a impressão que tive é a de que ele não se preocupou em fazer um filme redondinho em sua narrativa e estética, mas sim em proporcionar ao expectador de forma que fazia sentido pra ele, jogando literalmente os fatos na nossa cara (com fotos, vídeos, encartes de jornal), fiquei perdida em muitos momentos mas achei uma perspectiva muito única e interessante em alguns instantes eu achei um pouco demorado, mas por outro lado pensei que isso é bobagem, talvez até aproximou minimamente da sensação dos meninos de que lá o tempo parecia não passar nem se tornar mais gentil, pelo contrário fiquei confusa em muitos momentos, mas é uma experiência necessária e que vale a pena; não sei se teria estômago para rever, mas essa história precisa ser cada vez mais vista e contada
Achei muito bonito visualmente: simples, limpo, mas ainda assim grandioso. Mas confesso que, particularmente, foi um pouco difícil pra mim acompanhar, mesmo achando o roteiro excelente, achei complicadinho, mas acho que foi algo meu, da minha compreensão.
Acho que nunca vi um filme da Julianne Moore onde a personagem dela fosse plenamente feliz jkkkkkkkkkkkkk mas ela atua MUUUUITO Gostei muito do filme, não lembro de ter visto nenhum que falasse tão bem da meia-idade e suas crises, já que no geral praticamente só focam na juventude e no começo da vida adulta; acredito que a meia-idade é super importante de ser compreendida em suas complexidades e tudo o mais. Muito legal a forma como a protagonista é apresentada no começo.
Adoro todas as cenas dela dirigindo cantando e no final a coitada perdeu o brilho total na última cena no volante. Me marcou muito a fala do terrível Arnold, quando ele diz que, pras filhas dele, ele não é uma pessoa, é só um pai; e que a vida toda cuidou e se preocupou com elas, mas que ela nunca ligaram pra ele, e como isso é solitário. Acho que foi a maior verdade dita no filme. Lavou minha alma o momento em que a Glória chegou com a arma de paintball e atirou na casa dele e nele, QUE SABOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Fez valer 80% do perrengue que ela passou com essa criatura.
Ao longo do filme achei muito interessante e importante como foi mostrando a Vada conhecendo a Mia de verdade, é louco como às vezes a gente tem ideias equivocadas pré-concebidas sobre pessoas que a gente nem conhece direito e quando conhece a fundo, vê que são pessoas totalmente discrepantes da ideia inicial que a gente tinha.
Gostei muito da atuação da Jenna Ortega, acho que me vi em muitos momentos, quando ela achava que ser "tranquilo" pra não lidar com emoções é ok e menos desgastante, mas com o desenrolar das coisas vai vendo que ignorar as circunstâncias não é uma solução muito efetiva e que uma hora a conta chega. Acho que a personagem da Vada ilustrou muito bem o sentimento de escapismo.
Também pensei muito em como a companhia de alguém que sabe um pouco do que a gente tá passando em relação a um momento difícil, como foi o caso da Vada com a Mia e com o Quinto, mesmo que não seja pra falar sempre do que ocorreu, acho que é diferente a companhia de quem sente parecido, chega a ser algo não dito que "paira" no ar.
Acho que o filme flui bem dentro do tempo e gostei do final,
por não dar a falsa ideia de que uma hora você supera aquilo e tudo bem. Não, muito pelo contrário, achei realista quando mostrou a reação da Vada recebendo a notícia de um atentado em outra escola, porque é isso, pro bem e pro mal, os processos são cíclicos.
Adorei que, de certa forma, ver as dificuldades do Johnny em lidar com o sobrinho e quando ele conversava com a irmã sobre, me fez pensar como as pessoas só entendem uma fração dos tantos vieses da maternidade quando têm algum contato muito irrisório com ela (e ainda assim, nem chega perto do que de fato é); momentos como os que a irmã dele falava que as vezes não queria sequer estar no mesmo cômodo que o filho e que aquilo que incomodava o Johnny era o que ela vivia na pele, todos os dias.
Achei muito legal também o trabalho dele, nesse projeto de entrevistar as crianças sobre a visão de mundo delas, foram muitos depoimentos bonitos e tristes, que me deixaram pensativa ou super fizeram sentido pra mim, muito simples e complexos ao mesmo tempo.
Gostei muito de um momento específico em que o Johnny fala o porquê de gostar tanto de entrevistar as pessoas, porquê esquece da própria vida e fica invisível durantes o momento das entrevistas.
Muito bonito e delicado, me fez refletir bastante sobre a forma como a gente se relaciona com as crianças, que nem tudo é birra mas que há muita complexidade também. E a questão da maternidade, mesmo que mais sutil do que o tema central do filme, montou um triplex na minha cabeça (não sou mãe). Muito sensível, requer um pouquinho de paciência, mas é compensador.
20 minutos de filme e eu já tava chorando rs achei muito bonita a animação e como mostrou a cultura mexicana quanto ao día de los muertos, muito delicada a abordagem sobre o Alzheimer. Filme muito lindo sobre a lembrança, o esquecimento e a saudade.
Fui ver pelo Timothée, mas me encantei com a atuação da Elle Fanning. Super vivaz e espirituosa, ainda não tinha visto nenhum dela que eu gostasse, mas nesse ela brilhou
Impecável!!! Joaquin Phoenix me fez sentir toda a dor e o peso junto com ele. Não vi maldade na essência do Arthur, vi desespero, seguido de vingança. É muito perturbador sentir a carga que ele carrega.
Fiquei extremamente incomodada quando, antes de ele entrar no programa ao vivo, o apresentador do live show ridicularizou e o usou como chacota, para em seguida usá-lo para conseguir audiência. Mas ao mesmo tempo, quando ele entrou deslumbrante, senti um pouquinho de alegria por ele, aquele momento foi um certo prêmio de consolação por uns instantes, mas deu pra ver o semblante gracioso e artístico quando teve a chance de ir ao ar para um público. Não tava esperando o assassinato do apresentador, fiquei bem chocada. E, embora talvez os expectadores do programa não fossem o tipo de público que tem noção ou empatia pela dimensão e complexidade do contexto da cidade de Gotham e do descaso com que as pessoas com doenças mentais são tratadas, foi muito satisfatório pra mim, vendo o filme, ver o Arthur dizendo um recorte das mazelas e angústias de seu discurso. É muito interessante ver ao fundo como as atitudes dele, ainda que no anonimato, têm apoio popular dos cidadãos de Gotham que não detêm privilégios como os dos Wayne, os 3 jovens assassinados no metrô ou o apresentador Murray. O caos que se instaura na cidade, demonstrando a indignação e o descontentamento políticos da população, onde a figura de um palhaço justiceiro faz com que as pessoas possuam bem mais identificação do que com os grupos que detém o poder local. [Não tô defendendo que matar pessoas ricas é a solução para as desigualdades ou que seja correto, é só uma observação sobre esse recorte, achei peculiar]
Trilha sonora muito linda!!! Senti muita dor junto e a humilhação também na pele. Superou minhas expectativas, que já eram bem altas.
Eu gosto muito de filmes que trazem a juventude inconsequente e irresponsável. Trilha sonora massa, Tenho algumas considerações sobre ser meio problemático, mas fica pra depois. Gostei de algumas coisas do desfecho
Júlia sempre fabulosa; adorei terem abordado o constrangimento da exposição da intimidade, bem problemático; e como a indústria de entretenimento é cruel, sobretudo com as mulheres. Achei muito lindas as partes da amiga cadeirante do Will com o companheiro dela; muito linda e sutil a forma de mostrar que amor também é companheirismo. Trilha sonora impecável, essa música tema, aff <3
Eu achei um filme interessante e com potencial. Tem sacadas muito boas, como a do outdoor em frente à casa da moça. No entanto, se tornou extenso demais e sem essa necessidade; poderia ter ficado mais enxuto, ou ao menos ter intercalado a vida dos protagonistas pra tornar mais dinâmico.
Fiquei meio aflita de início por conta dos cachorros, mas segui firme. Meu maior medo é ir beber água de madrugada e encontrar o casal chamando o Richie na minha cozinha.
É um bom filme, mas podia ter sido mais bem pensado e elaborado; não deixa de ter pequenas genialidades, apesar de avulso.
Antes de escrever o que eu tenho a dizer sobre esse filme, queria apenas deixar claro que, apesar de o contexto ser referente à quase meio século atrás, é erradíssimo sim um cara de mais de 35 se envolver com uma adolescente de 15. Por mais que a visão seja correspondente à da protagonista, não podemos nem devemos romantizar nem considerar como algo banal e imune à crítica. É isto.
Eu gostei muito de tudo se tratar sobre a Minnie. Sobre [erradíssimo!!!] o caso dela com um homem mais velho (considerando que ela tem 15), sobre como ela vê o mundo ao redor e à si mesma. Sobre todas as inseguranças, o complexo de inferioridade muitas vezes presente. Também é muito interessante a maneira como suas experiências são refletidas na arte que ela produz. O modo como as experiências pessoais dela conversam com o cenário no qual está inserida: de certa liberdade e lisergia. Eu amei a contextualização de espaço e tempo, a trilha sonora e o figurino. Amei o final, que mesmo com o que houve no decorrer, o desfecho ter transmitido libertação e empoderamento. Empoderamento e autoconhecimento.
Esperava bem mais. Achei incrível a fotografia. A escolha dos atores que interpretam o Chiron ao longo da vida foi excelente. Mas, mesmo que eu não acredite em Oscar, achei meio no sense ter ganho. O filme não é ruim, longe disso, mas passei o tempo todo procurando algo acontecer, mas foi tudo muito "normal". Achei incrível de o protagonista e todo o elenco serem negros; não acho que isso seja recorrente, quando é abordado restritamente com ênfase no racismo (sendo esse um tema de extrema relevância). Foram sugeridas temáticas muito boas e válidas, como o bullying, homofobia, tráfico de drogas e vício. Mas não vi nada ser explorado devidamente. Vi um potencial enorme, mas quando assisti, só concluí que é superestimado.
Adorei! A atuação do Timothee como Elio é ótima; ele faz tudo com tanta naturalidade e é tão espontâneo o filme todo, que sinto como se o Timothee fosse realmente o próprio Elio. O personagem, em si, é muito cativante, com sua intelectualidade e sensibilidade. Achei a Amira como mãe do Elio (Anella) ótima. A cena podia não ser focada nela, mas o modo como ela estava totalmente entregue ao que se passa é muito real, sempre atenta. Consegui ler nos olhos dela onisciência.
Só fiquei triste pela Marzia, achei lindíssima e parecia incrível. Mas é muito compreensível que Elio estava no fim da adolescência e certamente conflituoso sobre seus sentimentos em relação ao Oliver. Ele não quis magoá-la, acredito nisso, e quando eles se encontram é claro como não há ressentimentos por nenhuma das partes. Achei linda a relação do Elio com os pais, o modo como abraçam sua sensibilidade e inteligência como um todo. O diálogo final dele com o pai é lindo e tenho certeza que é o que muitos gostariam de ouvir, ter esse apoio e ser acolhidx.
Trilha sonora linda e super de acordo com o contexto. Achei a ambientação (de espaço e de tempo) maravilhosa e muito bem feita. Em momento algum me senti vendo algo produzido nos últimos anos. Escolha do elenco muito bem pensada.
O Reformatório Nickel
3.3 162eu esperava uma construção bem diferente do filme, mas confesso que me surpreendeu positivamente
em vários momentos fiquei um pouco confusa e perdida, como se eu não tivesse prestando atenção o suficiente rs
gostei muito das atuações e do elenco, a partir do momento em que me situei um pouco e "me ambientei" ao tempo do filme, a história ficou muito cativante pra mim, apesar de extremamente dolorida; recentemente eu li capitães de areia e esse filme me deu uma sensação parecida com quando li o livro: "meu deus, o que estão fazendo, é muita crueldade, são só meninos!"
fiquei muito triste e desconfortável em vários momentos, cheguei até pausar de tanta aflição, mas é pra ser desconfortável mesmo!
achei muito interessante o estilo da direção, a impressão que tive é a de que ele não se preocupou em fazer um filme redondinho em sua narrativa e estética, mas sim em proporcionar ao expectador de forma que fazia sentido pra ele, jogando literalmente os fatos na nossa cara (com fotos, vídeos, encartes de jornal), fiquei perdida em muitos momentos mas achei uma perspectiva muito única e interessante
em alguns instantes eu achei um pouco demorado, mas por outro lado pensei que isso é bobagem, talvez até aproximou minimamente da sensação dos meninos de que lá o tempo parecia não passar nem se tornar mais gentil, pelo contrário
fiquei confusa em muitos momentos, mas é uma experiência necessária e que vale a pena; não sei se teria estômago para rever, mas essa história precisa ser cada vez mais vista e contada
Caminhos Tortos
3.0 17protagonista insuportável
Joika: Uma Americana no Bolshoi
3.5 19 Assista Agoraachei a atuação da atriz que faz a protagonista excelente
A Substância
3.9 1,9K Assista Agoraquero muito ver mas tô com medo de não aguentar
Amor à Flor da Pele
4.3 536 Assista Agoraamei a trilha sonora e o semblante dos protagonistas
aulassss
A Tragédia de Macbeth
3.7 198 Assista AgoraAchei muito bonito visualmente: simples, limpo, mas ainda assim grandioso.
Mas confesso que, particularmente, foi um pouco difícil pra mim acompanhar, mesmo achando o roteiro excelente, achei complicadinho, mas acho que foi algo meu, da minha compreensão.
Gloria Bell
3.4 118 Assista AgoraAcho que nunca vi um filme da Julianne Moore onde a personagem dela fosse plenamente feliz jkkkkkkkkkkkkk mas ela atua MUUUUITO
Gostei muito do filme, não lembro de ter visto nenhum que falasse tão bem da meia-idade e suas crises, já que no geral praticamente só focam na juventude e no começo da vida adulta; acredito que a meia-idade é super importante de ser compreendida em suas complexidades e tudo o mais. Muito legal a forma como a protagonista é apresentada no começo.
Adoro todas as cenas dela dirigindo cantando e no final a coitada perdeu o brilho total na última cena no volante. Me marcou muito a fala do terrível Arnold, quando ele diz que, pras filhas dele, ele não é uma pessoa, é só um pai; e que a vida toda cuidou e se preocupou com elas, mas que ela nunca ligaram pra ele, e como isso é solitário. Acho que foi a maior verdade dita no filme.
Lavou minha alma o momento em que a Glória chegou com a arma de paintball e atirou na casa dele e nele, QUE SABOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Fez valer 80% do perrengue que ela passou com essa criatura.
A Vida Depois
3.4 174 Assista AgoraA cena do incidente me deu arrepios, aflição, agonia, medo.
Ao longo do filme achei muito interessante e importante como foi mostrando a Vada conhecendo a Mia de verdade, é louco como às vezes a gente tem ideias equivocadas pré-concebidas sobre pessoas que a gente nem conhece direito e quando conhece a fundo, vê que são pessoas totalmente discrepantes da ideia inicial que a gente tinha.
Gostei muito da atuação da Jenna Ortega, acho que me vi em muitos momentos, quando ela achava que ser "tranquilo" pra não lidar com emoções é ok e menos desgastante, mas com o desenrolar das coisas vai vendo que ignorar as circunstâncias não é uma solução muito efetiva e que uma hora a conta chega. Acho que a personagem da Vada ilustrou muito bem o sentimento de escapismo.
Também pensei muito em como a companhia de alguém que sabe um pouco do que a gente tá passando em relação a um momento difícil, como foi o caso da Vada com a Mia e com o Quinto, mesmo que não seja pra falar sempre do que ocorreu, acho que é diferente a companhia de quem sente parecido, chega a ser algo não dito que "paira" no ar.
Acho que o filme flui bem dentro do tempo e gostei do final,
por não dar a falsa ideia de que uma hora você supera aquilo e tudo bem. Não, muito pelo contrário, achei realista quando mostrou a reação da Vada recebendo a notícia de um atentado em outra escola, porque é isso, pro bem e pro mal, os processos são cíclicos.
Sempre em Frente
3.9 170Nossa, gostei muito de várias coisas nesse filme.
Muito boa a atuação do Woody Norman, muito genuíno e espontâneo.
Adorei que, de certa forma, ver as dificuldades do Johnny em lidar com o sobrinho e quando ele conversava com a irmã sobre, me fez pensar como as pessoas só entendem uma fração dos tantos vieses da maternidade quando têm algum contato muito irrisório com ela (e ainda assim, nem chega perto do que de fato é); momentos como os que a irmã dele falava que as vezes não queria sequer estar no mesmo cômodo que o filho e que aquilo que incomodava o Johnny era o que ela vivia na pele, todos os dias.
Achei muito legal também o trabalho dele, nesse projeto de entrevistar as crianças sobre a visão de mundo delas, foram muitos depoimentos bonitos e tristes, que me deixaram pensativa ou super fizeram sentido pra mim, muito simples e complexos ao mesmo tempo.
Gostei muito de um momento específico em que o Johnny fala o porquê de gostar tanto de entrevistar as pessoas, porquê esquece da própria vida e fica invisível durantes o momento das entrevistas.
Muito bonito e delicado, me fez refletir bastante sobre a forma como a gente se relaciona com as crianças, que nem tudo é birra mas que há muita complexidade também. E a questão da maternidade, mesmo que mais sutil do que o tema central do filme, montou um triplex na minha cabeça (não sou mãe).
Muito sensível, requer um pouquinho de paciência, mas é compensador.
Viva: A Vida é Uma Festa
4.5 2,6K Assista Agora20 minutos de filme e eu já tava chorando rs
achei muito bonita a animação e como mostrou a cultura mexicana quanto ao día de los muertos, muito delicada a abordagem sobre o Alzheimer.
Filme muito lindo sobre a lembrança, o esquecimento e a saudade.
A Noite de 12 Anos
4.3 302Essencial!!! Leiam Eduardo Galeano
XXY
3.8 510mexeu demais comigo
Um Dia de Chuva em Nova York
3.2 308Fui ver pelo Timothée, mas me encantei com a atuação da Elle Fanning. Super vivaz e espirituosa, ainda não tinha visto nenhum dela que eu gostasse, mas nesse ela brilhou
Coringa
4.4 4,1K Assista AgoraImpecável!!!
Joaquin Phoenix me fez sentir toda a dor e o peso junto com ele. Não vi maldade na essência do Arthur, vi desespero, seguido de vingança. É muito perturbador sentir a carga que ele carrega.
Fiquei extremamente incomodada quando, antes de ele entrar no programa ao vivo, o apresentador do live show ridicularizou e o usou como chacota, para em seguida usá-lo para conseguir audiência. Mas ao mesmo tempo, quando ele entrou deslumbrante, senti um pouquinho de alegria por ele, aquele momento foi um certo prêmio de consolação por uns instantes, mas deu pra ver o semblante gracioso e artístico quando teve a chance de ir ao ar para um público. Não tava esperando o assassinato do apresentador, fiquei bem chocada. E, embora talvez os expectadores do programa não fossem o tipo de público que tem noção ou empatia pela dimensão e complexidade do contexto da cidade de Gotham e do descaso com que as pessoas com doenças mentais são tratadas, foi muito satisfatório pra mim, vendo o filme, ver o Arthur dizendo um recorte das mazelas e angústias de seu discurso.
É muito interessante ver ao fundo como as atitudes dele, ainda que no anonimato, têm apoio popular dos cidadãos de Gotham que não detêm privilégios como os dos Wayne, os 3 jovens assassinados no metrô ou o apresentador Murray. O caos que se instaura na cidade, demonstrando a indignação e o descontentamento políticos da população, onde a figura de um palhaço justiceiro faz com que as pessoas possuam bem mais identificação do que com os grupos que detém o poder local. [Não tô defendendo que matar pessoas ricas é a solução para as desigualdades ou que seja correto, é só uma observação sobre esse recorte, achei peculiar]
Trilha sonora muito linda!!!
Senti muita dor junto e a humilhação também na pele.
Superou minhas expectativas, que já eram bem altas.
Fidelio - A Odisséia de Alice
3.3 14 Assista Agoraalguém sabe onde encontro pra baixar?
Aquele Sentimento de Verão
3.6 9alguém sabe onde baixo? quero ver faz tempo
Segundas Intenções
3.6 1,1KEu gosto muito de filmes que trazem a juventude inconsequente e irresponsável. Trilha sonora massa, Tenho algumas considerações sobre ser meio problemático, mas fica pra depois. Gostei de algumas coisas do desfecho
Um Lugar Chamado Notting Hill
3.6 1,4K Assista AgoraJúlia sempre fabulosa; adorei terem abordado o constrangimento da exposição da intimidade, bem problemático; e como a indústria de entretenimento é cruel, sobretudo com as mulheres. Achei muito lindas as partes da amiga cadeirante do Will com o companheiro dela; muito linda e sutil a forma de mostrar que amor também é companheirismo.
Trilha sonora impecável, essa música tema, aff <3
Sr. Ninguém
4.3 2,7K Assista Agora"fantástico" é a palavra
Vício Inerente
3.5 568Eu achei mó engraçado, só tem uma coisa: não entendi nada
Amores Brutos
4.2 838 Assista AgoraEu achei um filme interessante e com potencial. Tem sacadas muito boas, como a do outdoor em frente à casa da moça. No entanto, se tornou extenso demais e sem essa necessidade; poderia ter ficado mais enxuto, ou ao menos ter intercalado a vida dos protagonistas pra tornar mais dinâmico.
Fiquei meio aflita de início por conta dos cachorros, mas segui firme.
Meu maior medo é ir beber água de madrugada e encontrar o casal chamando o Richie na minha cozinha.
É um bom filme, mas podia ter sido mais bem pensado e elaborado; não deixa de ter pequenas genialidades, apesar de avulso.
O Diário de uma Adolescente
3.6 159 Assista AgoraAntes de escrever o que eu tenho a dizer sobre esse filme, queria apenas deixar claro que, apesar de o contexto ser referente à quase meio século atrás, é erradíssimo sim um cara de mais de 35 se envolver com uma adolescente de 15. Por mais que a visão seja correspondente à da protagonista, não podemos nem devemos romantizar nem considerar como algo banal e imune à crítica.
É isto.
Eu gostei muito de tudo se tratar sobre a Minnie. Sobre [erradíssimo!!!] o caso dela com um homem mais velho (considerando que ela tem 15), sobre como ela vê o mundo ao redor e à si mesma. Sobre todas as inseguranças, o complexo de inferioridade muitas vezes presente. Também é muito interessante a maneira como suas experiências são refletidas na arte que ela produz. O modo como as experiências pessoais dela conversam com o cenário no qual está inserida: de certa liberdade e lisergia.
Eu amei a contextualização de espaço e tempo, a trilha sonora e o figurino.
Amei o final, que mesmo com o que houve no decorrer, o desfecho ter transmitido libertação e empoderamento. Empoderamento e autoconhecimento.
Moonlight: Sob a Luz do Luar
4.1 2,4K Assista AgoraEsperava bem mais.
Achei incrível a fotografia. A escolha dos atores que interpretam o Chiron ao longo da vida foi excelente.
Mas, mesmo que eu não acredite em Oscar, achei meio no sense ter ganho. O filme não é ruim, longe disso, mas passei o tempo todo procurando algo acontecer, mas foi tudo muito "normal".
Achei incrível de o protagonista e todo o elenco serem negros; não acho que isso seja recorrente, quando é abordado restritamente com ênfase no racismo (sendo esse um tema de extrema relevância). Foram sugeridas temáticas muito boas e válidas, como o bullying, homofobia, tráfico de drogas e vício. Mas não vi nada ser explorado devidamente. Vi um potencial enorme, mas quando assisti, só concluí que é superestimado.
(Queria dar os créditos merecidos da cena da primeira vez dele na praia, achei linda e sensível)
Me Chame Pelo Seu Nome
4.1 2,6KAdorei!
A atuação do Timothee como Elio é ótima; ele faz tudo com tanta naturalidade e é tão espontâneo o filme todo, que sinto como se o Timothee fosse realmente o próprio Elio. O personagem, em si, é muito cativante, com sua intelectualidade e sensibilidade.
Achei a Amira como mãe do Elio (Anella) ótima. A cena podia não ser focada nela, mas o modo como ela estava totalmente entregue ao que se passa é muito real, sempre atenta. Consegui ler nos olhos dela onisciência.
Só fiquei triste pela Marzia, achei lindíssima e parecia incrível. Mas é muito compreensível que Elio estava no fim da adolescência e certamente conflituoso sobre seus sentimentos em relação ao Oliver. Ele não quis magoá-la, acredito nisso, e quando eles se encontram é claro como não há ressentimentos por nenhuma das partes.
Achei linda a relação do Elio com os pais, o modo como abraçam sua sensibilidade e inteligência como um todo. O diálogo final dele com o pai é lindo e tenho certeza que é o que muitos gostariam de ouvir, ter esse apoio e ser acolhidx.
Trilha sonora linda e super de acordo com o contexto. Achei a ambientação (de espaço e de tempo) maravilhosa e muito bem feita. Em momento algum me senti vendo algo produzido nos últimos anos. Escolha do elenco muito bem pensada.