Eu não entendo a necessidade de um diretor querer mostrar incessamente seus desejos reprimidos, como acontece nesse filme. Não me interessa oq ue ele faz na sua intimidade, mas me interessa se o que ele produz enquanto cinema tem validade. Este filme, com o intuito de querer mostrar uma crítica ás grandes autoridades, na verdade, só serve para o diretor mesmo guardar no seu acervo de filmes eróticos bizarros para se masturbar. Este filme sequer tem uma história fluida, apenas fragmentos porno-bizarros que fazem chocar mas não fazem o espectador refletir. Pode ser um diretor decente que filmou "O evangelho segundo São Mateus", mas 120 dias é uma perda de tempo, e apesar de não ser uma boa argumentação, acho of ilme moralmente repreensível ao co,ocar o espectador nuam situação que só preza ao diretor ou àqueles que coadunam com aquelas práticas. Nehum filme tem o direito de se impor diante da nossa sexualdiade como esse filme faz. Tratamento no Pasolini!!!!
Sinceramente, eu gostaria de entender o que faz um diretor (tá, é tipo cult) emendar várias histórias para simplesmente não dizer nada. De que adianta um ator bom ou um ator ruim fazendo o pratagonista (ou protagonistas) se temos que engolir na verdade um sonho egoístico do referido diretor. Não seria melhor fazer um clubinho em casa e chamar os amigos para brincarem de teatrinho ao invés de levar para as telas do cinema essa tolice? "Ahh, mas é tudo linguagem de cinema pós-moderno, é interessante e levanta questões como o próprio cinema e a desesperança da vida moderna". Agora isso virou é piada!! Basta um diretor fazer um filme baseado nas conversas filosóficas e inócuas de um bar burguês francês para fazer uma obra-prima.
Para quem não viu reparem nas cenas finais. Em nehum momento o filme cria uma fluidez para chegar nele. E qual é o sentido exato, qual é a crítica em percorrer vários personagens? A Limosine que carrega o(s) personagem (s) do filme quer se fazer de símbolo a que? Para mim é apenas uma ostentação de uma riqueza infantil.
Um filme que não gera o mínimo de empatia, confunde o espectador porque quer ser confuso para agradar não sei a quem.
Cinema é expressão da arte de nos fazer florir a emoção er não para servir de papagaiada de uma historinha medíocre que poderia ter sido muito bem contada no barzinho particular de Leo Corax. Mas apenas para seus amiguinhos.
Não me levou ás lágrimas. Me levou ao enjoo. Filme-Máquina para manipular o espectador e falta de algo mais criativo para se chegar ao final. Esses tipos de filme deveriam estar em extinção.
Se este filme é neo-realista então deve ser porque se baseou nos filmes da década de 90 ou mesmo 2000. Pois possui todos os elementos hollywoodianos de qualquer bobagem escrita por um diretor ruim.basta atentar para a interpretação do pai e e do garoto que parecem mais que saíram de uma novela. Gosto até da direção, não acho ruim não. Mas essa pompa toda em cima do filme. Então vou começar a ir na locadora e assistir filmes de histórias lindas. Não é assim que um filme se segura.
Concordo bastante com o comentário de Robson. E diria também que o diretor, que tb é o roteirista do filme, manipula o tempo inteiro o espectador com uma trilha sonora repetitiva e querendo fazer crer que tudo o que acontece é absolutamente normal. O esforço foi bom, principalmente pela fotografia. Os atores tentam, mas fica difícil diante de tanta incompetência. Acho que nas mãos de Lars Von Trier seria melhor.
Acompanhei alguns filmes do bergman, como "gritos e sussurros", "Sorrisos de uma noite de amor" e "O sétimo selo" e vejo nesses filmes uma estrutura de roteiro sólida e capaz de nos contar uma história rica em sentimentos. A hora do lobo é um engodo, uma forma de fazer sofrer o personagem durante o filme todo (e são apenas 81 minutos). É claro que nos filmes citados acima também há o sofrimento, porém há um conto. Neste filme, a história se perde em grandes falas com o foco no rosto dos personagens que parecem estar mais ali para desenvolver uma espécie de satisfação egoística do diretor. Na cena onde aparece uma criança por exemplo fica evidente que o que se quer mostrar é esta necessidade do diretor externar suas próprias dores. Tal cena, que eu não posso falar, seria spoiler, também é moralmente repreensível. Quem ver o filme vai entender. Também foi muito infeliz a mudança de linguagem do diretor quebrando do naturalismo levemente caído num absurdo para o surrealismo mal compreendido. Surrealismo não implica necessariamente em jogar elementos aleatórios para confundir o espectador, mas é para expressar um sentimento real dos personagens dentro do contexto apresentado. A Cena do jantar, por exemplo, quando a câmera começa a rodar pelos personagens, mostra, com efeito, a incapacidade do diretor definir exatamente quem são essas pessoas. É uma pena que Bergman, ao construir tão bem os elementos de "gritos e sussuros", acaba literalmente colocando tudo a perder em a hora do lobo. Observo também que alguns recursos de imagens como sombras e outros coisas deveriam ter sido deixados de lado, uma vez que devemos nos limitar à capacidade tecnológica e estética da época em que foi filmada. Assim não incorreria nesse desastre de sons e imagens pelas quais passam este expurgo.
Teoria, crítica, política, palhaços, a reinvenção do cinema está nisso tudo e blow-up expressa isso. Audacidade na camera, movimento lentos ou rápidos. É vazio, mas de um vazio cheio. Cheio de vontade de fazer nada. Nada este que nos entorpece. Antonioni = gênio.
**** - Riquíssimos nas emoções que quer passar. Interpretações magistrais, principalmente da moça doente. O grito se mistura com os sussurros. Nem sempre a relação com a câmera é interessante, muitas vezes, alguns closes soam superficiais e sem muita justificativa. Mas ainda assim, um belo filme.
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Salò, ou os 120 Dias de Sodoma
3.2 1,0KEu não entendo a necessidade de um diretor querer mostrar incessamente seus desejos reprimidos, como acontece nesse filme. Não me interessa oq ue ele faz na sua intimidade, mas me interessa se o que ele produz enquanto cinema tem validade. Este filme, com o intuito de querer mostrar uma crítica ás grandes autoridades, na verdade, só serve para o diretor mesmo guardar no seu acervo de filmes eróticos bizarros para se masturbar. Este filme sequer tem uma história fluida, apenas fragmentos porno-bizarros que fazem chocar mas não fazem o espectador refletir. Pode ser um diretor decente que filmou "O evangelho segundo São Mateus", mas 120 dias é uma perda de tempo, e apesar de não ser uma boa argumentação, acho of ilme moralmente repreensível ao co,ocar o espectador nuam situação que só preza ao diretor ou àqueles que coadunam com aquelas práticas. Nehum filme tem o direito de se impor diante da nossa sexualdiade como esse filme faz. Tratamento no Pasolini!!!!
Holy Motors
3.9 658 Assista AgoraSinceramente, eu gostaria de entender o que faz um diretor (tá, é tipo cult) emendar várias histórias para simplesmente não dizer nada. De que adianta um ator bom ou um ator ruim fazendo o pratagonista (ou protagonistas) se temos que engolir na verdade um sonho egoístico do referido diretor. Não seria melhor fazer um clubinho em casa e chamar os amigos para brincarem de teatrinho ao invés de levar para as telas do cinema essa tolice? "Ahh, mas é tudo linguagem de cinema pós-moderno, é interessante e levanta questões como o próprio cinema e a desesperança da vida moderna". Agora isso virou é piada!! Basta um diretor fazer um filme baseado nas conversas filosóficas e inócuas de um bar burguês francês para fazer uma obra-prima.
Para quem não viu reparem nas cenas finais. Em nehum momento o filme cria uma fluidez para chegar nele. E qual é o sentido exato, qual é a crítica em percorrer vários personagens? A Limosine que carrega o(s) personagem (s) do filme quer se fazer de símbolo a que? Para mim é apenas uma ostentação de uma riqueza infantil.
Um filme que não gera o mínimo de empatia, confunde o espectador porque quer ser confuso para agradar não sei a quem.
Cinema é expressão da arte de nos fazer florir a emoção er não para servir de papagaiada de uma historinha medíocre que poderia ter sido muito bem contada no barzinho particular de Leo Corax. Mas apenas para seus amiguinhos.
O Menino do Pijama Listrado
4.2 3,7KNão me levou ás lágrimas. Me levou ao enjoo. Filme-Máquina para manipular o espectador e falta de algo mais criativo para se chegar ao final. Esses tipos de filme deveriam estar em extinção.
A Rede Social
3.6 3,1K Assista AgoraProlixidez desnecessáriia. Bastava um pouco mais de sensibilidade para compor o personagem principal. Filme fraco de David Fincher.
Kung-Fusão
3.3 479 Assista AgoraExpressivdade autêntica de um filme de ação e comédia. Obra-prima deliciosa do riso.
O Predador
3.8 870 Assista AgoraReferência para filmes de ação e terror. Para se guardar com muito sangue.
Lincoln
3.5 1,5KSó gostaria de dizer uma coisa: Spilberg alcançou o auge de sua carreira: Obra Prima perfeita. Em tudo. Sem mais.
Ladrões de Bicicleta
4.4 552 Assista AgoraSe este filme é neo-realista então deve ser porque se baseou nos filmes da década de 90 ou mesmo 2000. Pois possui todos os elementos hollywoodianos de qualquer bobagem escrita por um diretor ruim.basta atentar para a interpretação do pai e e do garoto que parecem mais que saíram de uma novela. Gosto até da direção, não acho ruim não. Mas essa pompa toda em cima do filme. Então vou começar a ir na locadora e assistir filmes de histórias lindas. Não é assim que um filme se segura.
O Abrigo
3.6 740 Assista AgoraConcordo bastante com o comentário de Robson. E diria também que o diretor, que tb é o roteirista do filme, manipula o tempo inteiro o espectador com uma trilha sonora repetitiva e querendo fazer crer que tudo o que acontece é absolutamente normal. O esforço foi bom, principalmente pela fotografia. Os atores tentam, mas fica difícil diante de tanta incompetência. Acho que nas mãos de Lars Von Trier seria melhor.
A Hora do Lobo
4.1 314Acompanhei alguns filmes do bergman, como "gritos e sussurros", "Sorrisos de uma noite de amor" e "O sétimo selo" e vejo nesses filmes uma estrutura de roteiro sólida e capaz de nos contar uma história rica em sentimentos. A hora do lobo é um engodo, uma forma de fazer sofrer o personagem durante o filme todo (e são apenas 81 minutos). É claro que nos filmes citados acima também há o sofrimento, porém há um conto. Neste filme, a história se perde em grandes falas com o foco no rosto dos personagens que parecem estar mais ali para desenvolver uma espécie de satisfação egoística do diretor. Na cena onde aparece uma criança por exemplo fica evidente que o que se quer mostrar é esta necessidade do diretor externar suas próprias dores. Tal cena, que eu não posso falar, seria spoiler, também é moralmente repreensível. Quem ver o filme vai entender.
Também foi muito infeliz a mudança de linguagem do diretor quebrando do naturalismo levemente caído num absurdo para o surrealismo mal compreendido. Surrealismo não implica necessariamente em jogar elementos aleatórios para confundir o espectador, mas é para expressar um sentimento real dos personagens dentro do contexto apresentado. A Cena do jantar, por exemplo, quando a câmera começa a rodar pelos personagens, mostra, com efeito, a incapacidade do diretor definir exatamente quem são essas pessoas. É uma pena que Bergman, ao construir tão bem os elementos de "gritos e sussuros", acaba literalmente colocando tudo a perder em a hora do lobo.
Observo também que alguns recursos de imagens como sombras e outros coisas deveriam ter sido deixados de lado, uma vez que devemos nos limitar à capacidade tecnológica e estética da época em que foi filmada. Assim não incorreria nesse desastre de sons e imagens pelas quais passam este expurgo.
Blow-Up: Depois Daquele Beijo
3.9 380Teoria, crítica, política, palhaços, a reinvenção do cinema está nisso tudo e blow-up expressa isso. Audacidade na camera, movimento lentos ou rápidos. É vazio, mas de um vazio cheio. Cheio de vontade de fazer nada. Nada este que nos entorpece. Antonioni = gênio.
Gritos e Sussurros
4.3 479 Assista Agora**** - Riquíssimos nas emoções que quer passar. Interpretações magistrais, principalmente da moça doente. O grito se mistura com os sussurros. Nem sempre a relação com a câmera é interessante, muitas vezes, alguns closes soam superficiais e sem muita justificativa. Mas ainda assim, um belo filme.