Só tenho uma coisa a dizer: Rachel McAdams é uma atriz de primeira linha. Acho que este é o seu “Momento Demi Moore”, uma atriz que desapareceu por anos da tela e volta com tudo.
"Us'" (2019) tinha potencial para ser um filme excepcional, mas sofre com uma identidade incerta, oscilando entre terror, suspense e comédia sem se comprometer plenamente com nenhum gênero.
O plot twist, embora intrigante, não traz nada de inovador.
O principal ponto fraco, no entanto, é a comédia forçada, que compromete a imersão e a tensão narrativa.
"Saw II" é um filme de terror de 2005, dirigido por Darren Lynn Bousman e escrito por Leigh Whannell e Bousman.
É a sequência direta de "Saw" (2004).
O elenco conta com Donnie Wahlberg, Franky G, Glenn Plummer, Beverley Mitchell, Dina Meyer, Emmanuelle Vaugier, Erik Knudsen, Shawnee Smith e Tobin Bell.
Na trama, acompanhamos um novo grupo de vítimas presas nas armadilhas de John Kramer, o Jigsaw. Todos têm algo em comum: são ex-presidiários que foram presos por Eric Matthews, um detetive que forjou provas contra eles. Para piorar, o filho de Eric também está entre as vítimas, o que o deixa desesperado.
Na parte investigativa, seguimos a Detetive Kerry, Rigg e Eric na tentativa de resgatar o grupo das armadilhas mortais. O filme expande a mitologia de John, mostrando sua visão distorcida sobre a valorização da vida. Amanda Young, sobrevivente do primeiro filme, também está no grupo, trazendo mais camadas à história.
A direção mantém o ritmo frenético, com mais gore e armadilhas ainda mais criativas — destaque para a infame cena das seringas. O plot twist final é ótimo, embora não supere o impacto do primeiro filme.
No geral, "Saw II" é uma boa adição à franquia, mas fica um pouco aquém do original. Falta algo que não consigo identificar, talvez um pouco da originalidade ou da tensão que o primeiro trouxe. Ainda assim, foi um sucesso de bilheteria, apesar de ter sido duramente criticado pela crítica.
Saw 3D é um filme de terror de 2010, dirigido por Kevin Greutert e escrito por Patrick Melton e Marcus Dunstan.
É estrelado por Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell, Sean Patrick Flanery e Cary Elwes.
O filme é, no mínimo, medíocre, especialmente após o ótimo filme anterior. Se não fosse pelo retorno de personagens legados e pela finalização de seus arcos, este filme seria muito pior. Os novos personagens não são interessantes, e as armadilhas são medíocres, com exceção daquelas envolvendo os racistas e a do "touro de bronze".
A direção frenética, marca registrada da franquia, está ausente aqui.
O sangue, por algum motivo, é rosa, e a linha investigativa é a única coisa positiva neste filme.
Quanto aos plot twists, apesar de bons, não têm o mesmo impacto dos anteriores.
Ao contrário do ótimo filme anterior, que ficou aquém das expectativas em relação à bilheteria, este foi um sucesso, arrecadando mais de 100 milhões, porém foi merecidamente massacrado pela crítica.
Saw 3D é um péssimo filme com algumas boas ideias e, definitivamente, o mais fraco da linha original, mas mesmo assim consegue ser divertido.
"Saw" é um filme estadunidense de 2004, do gênero terror, dirigido por James Wan e escrito por Leigh Whannell.
Estrelado por Leigh Whannell, Cary Elwes, Danny Glover, Monica Potter, Michael Emerson e Ken Leung, o filme se destaca como uma versão mais perversa e, de certa forma, mais inteligente de "Seven" (1995).
Na trama, acompanhamos dois homens que despertam presos em um banheiro abandonado, acorrentados pelos pés.
Após ouvirem uma gravação, descobrem que, para sobreviver, precisarão tomar uma decisão drástica: cortar o próprio pé.
Eles não estão ali por acaso, mas são as novas vítimas de Jigsaw, um assassino que cria jogos mortais para punir aqueles que, segundo ele, não valorizam suas vidas.
Paralelamente, o filme apresenta uma investigação policial sobre vítimas anteriores de Jigsaw e o depoimento de uma sobrevivente, Amanda Young.
O desfecho de "Saw" é surpreendente e imprevisível, consolidando o filme como um marco do terror na década de 2000 e dando origem à era do subgênero "torture porn".
As armadilhas são boas, mas na minha memorria elas eram melhores e mais sangrentas.
A direção frenética de James Wan, aliada a atuações sólidas, especialmente de Tobin Bell, Leigh Whannell e Cary Elwes, eleva a tensão e faz o filme se destacar.
O filme foi um sucesso de bilheteria, com um orçamento de 1 milhão, faturou 104.
Kim Basinger já tinha provado em L.A. Confidential (1997) que não era apenas um rosto bonito, tanto que ganhou um Óscar por esse filme e em I Dreamed of Africa provou novamente que é uma das maiores atrizes da sua geração.
No filme, acompanhamos Kuki Gallmann que, depois de um terrível acidente, decide partir com o seu recente namorado Paolo e o seu filho Emanuele para o Quénia, onde terá de enfrentar os perigos da bela e misteriosa África.
Perder o marido e o filho deve ser uma dor terrível, e Kim Basinger transmite essa dor de forma realista, provando o seu enorme talento
As belas paisagens também devem ser destacadas, assim como a trilha sonora, que complementa de forma magistral a narrativa. O filme, baseado em factos reais, adiciona uma camada de autenticidade à história.
Como disse anteriormente, o filme foi um fracasso, custou 50 milhões e só faturou 15 milhões, no entanto, a performance de Kim Basinger foi elogiada.
I Dreamed of Africa é um filme belo e emocionante que deve ser visto.
Apesar de contar com imensas mentiras sensacionalistas, principalmente a teoria de incesto (que efetivamente rolou na época do julgamento) a série conta com ótimas atuações e consegue ser macabra como a história real.
Mas como disse o que estraga está produção é exatamente as mentiras desnecessárias, se é para fazer isso nao coloquem como realidade.
Dirigido e roteirizado por Frank Darabont e inspirado no famoso livro de Stephen King, The Misty é lançado em 2007.
Logo após uma terrível tempestade, um nevoeiro encobre uma pequena cidade do Maine. David Drayton, seu filho Billy e mais uma dezena de pessoas acabam confinados num supermercado, quando descobrem que a espessa neblina esconde criaturas grotescas e sedentas de sangue. No entanto, o perigo não está apenas no nevoeiro. No interior do supermercado, escolhas ideológicas e religiosas colocarão todos em conflito. Manter a sanidade será essencial para sobreviver a batalha sangrenta que está por vir.
O filme tem uma ambientação sinistra e bastante tensa, os monstros em CGI servem ao seu propósito, mas na minha opinião o destaque são as pessoas do supermercado, especialmente a Sra. Carmody (Marcia Gay Harden tem uma ótima atuação se destacando dos demais) uma religiosa fanática que em meio ao caos que se instala no supermercado começa convencendo os outros que é uma mensageira de Deus.
Em meio ao Caos que Carmody promove, David, o seu filho Billy (Nathan Gamble), a professora Amanda (Laurie Holden), Professora Irene (Frances Sternhagen), Ollie (Toby Jones), Dan (Jeffrey DeMunn) e mais 2 pessoas tentam escapar do supermercado.
A fotografia, atuação e os restantes aspetos técnicos estao perfeitamente bem, não é nada excecional mas também longe de ser ruim.
O momento mais satisfatório do filme é sem duvida quando
Carmody tenta sacrificar Billy em nome de Deus, e é Brutalmente assassinada por Ollie.
O final é o mais imprevisível, doentio, triste que vi em todos os filmes da minha vida, é triste a forma como terminou, mas nem tudo termina com um final feliz.
O filme aborda vários temas, conspiração do Governo, Fanatismo, falta de fé do David e restantes rivalizando com a fé excessiva de Carmody.
Sem duvidas um dos melhores filmes que já vi e genuinamente não entendo a nota do filmow.
Por norma costumo fazer críticas maiores, explorando todos os aspetos no filme, mas este não merece isso, tudo é ruim, atuações péssimas, situações ilógicas, personagens burros, o de 2018 já não era muito bom, este conseguiu ainda ser pior.
Então vamos lá, apesar de Resident Evil- O Hospede Maldito ter sido massacrado pela critica, a verdade é que foi um tremendo sucesso de bilheteria.
Sendo assim com direção de Alexandre Witt e roteiro de Paulo W. S. Anderson, Resident Evil: Apocalypse é lançado em 2004.
O filme continua o que foi deixado no filme anterior, vemos a Alice (Milla Jovovich) fugir do Hospital de Raccon City e a trama passa a mostrar os eventos que aconteceram horas antes, lá Alice irá se unir a Jill Valentine e Carlos Oliveira com o objetivo de escapar da Raccon City completamente infetada e do temível Nêmesis.
Apocalypse não inova muito, mas mesmo assim é um ótimo filme, talvez o seu maior atrativo seja o facto da basta exploração da Raccon City e de como se espalhou o vírus culminado no fim do mundo que veríamos nas continuações.
O filme é cheio de clichês, um grupo se une a Alice e Jill e ambos vão morrendo um a um, até que no final sobre só um pequeno número de pessoas.
Os personagens são todos agradáveis, Alice mantem-se ainda melhor do que no filme anterior, aqui temos a inserção de 4 personagens dos jogos que são a Jill (Sienna Guillory), Carlos (Oded Fehr), Angela (Sophie Vavasseur) e Nêmesis, todos são ótimos mas o destaque vai para a Jill e Nêmesis.
Este é provavelmente o filme com mais referencias aos games.
As atuações continuam ótimas, a fotografia acho melhor em relação ao anterior, a maquilhagem dos Zombies estava boa, ambientação perfeita.
A inserção do Nêmesis é meio ao acaso, mas ela até que ajuda na ação do filme.
O facto de dar menos meia estrela em relação ao anterior, deve-se que apesar de Apocalypse mesclar cenas de ação (muito bem feitas) e tensas, o horror aqui já não existe, a verdade é que não nos sentimos intimidados a não ser quando aparece o Nêmesis.
Resident Evil: Apocalypse, foi um sucesso de bilheteria mas novamente foi massacrado pela critica, todavia é um bom filme e vale apena ser visto.
Então vamos lá avaliar um dos filmes maios odiados dos anos 2000.
Dirigido e roteirizado por Paul W. S. Anderson, Resident Evil- O Hospede Maldito é lançado em 2002.
Bem é caso para dizer que estou genuinamente impressionado, depois de tantos anos a ouvir falar mal deste filme, decidi dar uma oportunidade e ver, e não é que adorei.
Eu sou um grande fã dos jogos Resident Evil e até hoje jogo, e depois de terminar o filme percebi que as críticas são completamente ridiculas, tal como é claro desde do inicio este filme foi um adaptação dos jogos ou seja logicamente poderiam mudar todo o enredo.
O inicio só por si é cativante, a câmera, fotografia e trilha sonora também servem ao seu proposito, o filme logicamente dá-nos alguns easter-eggs que só quem jogou vai perceber.
O horror e ação são bem mesclados, ora temos situações que ficamos tensos e outras em que nos dá total adrenalina, eu achei os efeitos especiais também muito bons tendo em conta a época em que o filme foi feito.
Gostei de todos os personagens, achei carismáticos e a atuação do elenco também foi ótima, o destaque para mim foi a Milla Jovovich como Alice e a Michelle Rodriguez como a Rain Ocampo, aliás fiquei muito triste com a morte da Rain, os restantes personagens servem ao seu papel.
O filme já nos deixa com um gancho para a próxima sequencia.
Resident Evil- O Hospede Maldito foi um sucesso de bilheteria, porem foi massacrado pela critica, mas como deixei explícito acima foi uma surpresa agradável, e digo com toda a sinceridade é uma pena a Alice não ser inserida nos games, ela foi fantástica, agora irei ver a sequencia, de qualquer das formas vejam este filme que a diversão é garantida.
Só não dou 5 estrelas, porque pensei que teria mais gore e em filmes de zumbis isso conta muito para mim.
Eu estou a chorar, depois de vários anos a ouvir as pessoas a recomendar este clássico, decidi assistir, e estou encantado.
Dirigido por Garry Marshall e com roteiro de J. F. Lawton, Pretty Woman é lançado em 1990.
Poderia dizer que simplesmente é uma obra-prima, mas seria estranho porque este lindo conto de fadas ultrapassa isso, tudo é perfeito desde da ambientação, performances, trilha sonora e atuação.
Julia Roberts como Vivian é algo incrível e a sua química com o Edward (Richard Gere), é perfeita, ambos tem uma atuação deslumbrante, não é por acaso que foi este o filme que catapultou a Julia Roberts para umas das melhores e mais consagradas atrizes de Hollywood.
Edward também se destaca como o homem hetero, forte e frio, que aparenta ser um ser imbatível, mas que na realidade é um homem sensível a quem falta amor, o contexto feminino também é evidente, seja na Vivian ou na sua amiga sábia Kit (Laura San Giacomo), ambas fortes e determinadas, os restantes personagens servem ao seu proposito.
A doçura da Vivian é o que faz com que Edward demonstre o seu verdadeiro eu, ele sentiu-se há vontade para ser ele próprio, ele sabia que podia confiar nela, e isso é das coisas mais lindas que podemos presenciar.
Definitivamente aqui o show é da Julia e do Gere, ambos demonstram uma das suas melhores performances, o que tornou neste clássico considerado a melhor comedia romântica do mundo.
O subtexto da prostituição aqui não é aprofundado (o roteiro original seria muito mais sombrio, onde por exemplo terminava com Edward atirando a Vivian para fora do carro, e ela seguia com a sua amiga para a Disneyland...), mas também não foi necessário porque toda a magia carregada no filme deixa-nos felizes.
O filme logicamente foi um sucesso de bilheteria e critica, com um orçamento de 14 milhões, Pretty Woman faturou 463 407 268 milhões, o filme foi indicado a vários prêmios onde Julia Roberts ganhou o seu primeiro premio de melhor atriz.
Pretty Woman, é um clássico, uma obra-prima e um dos filmes mais lindos que tive o prazer de ver, recomendo e garanto que a emoção, tristeza e alegria farão parte desta incrível experiencia.
E lembre-se independente do que for ou quem seja, TODOS merecemos oportunidades, TODOS temos direito amar e ser amados, temos que lutar por aquilo que amamos.
Então vamos lá, quero deixar desde de já que a minha critica muito dificilmente será imparcial, tendo em conta que acho que Instinto fatal, é um dos maiores clássicos dos anos 90, e muito provavelmente o mais ousado e polémico daquela década.
Com direção do grande Paul Verhoeven, roteiro de Joe Eszterhas e com Michael Douglas, Sharon Stone e Jeanne Tripplehorn nos papeis principais, esta obra-prima é lançada em 1992.
Depois do brutal assassinato de uma estrela Rock, o perturbado detetive Nick (Michael Douglas) e a sua ex- namorada Beth (Jeanne Tripplehorn), que é psiquiatra forense são convocados para investigar o assassinato, eles percebem que os assassinatos estão acontecer como num dos livros de uma famosa escritora, a ousada, misteriosa Catherine Tramell (Sharon Stone).
A cena inicial desta obra-prima já faz o espetador querer ficar para saber o seu desfecho, a cena começa com um homem e uma mulher a fazer sexo, com ótima fotografia, trilha sonora que vai aumentando a tensão, o que seria um momento de prazer, torna-se num brutal assassinato, quando a mulher mata o homem com uma picareta de gelo, meus senhores e senhoras é simplesmente fantástica toda a construção.
O resto da trama é um thriller absolutamente fenomenal, mais assassinatos vão acontecendo, cheio de cenas eróticas, ótimos diálogos, mas o maior destaque vai para a Sharon Stone, que mulher, que atriz, o filme é totalmente dela, ela quando aparece entrega tudo o que se pode considerar uma boa atuação, ela é irônica, vulgar, linda, manipuladora e uma tarada sexual, além de ser uma terrível serial killer, que até os próprios pais assassinou.
A atuação do Michael Douglas como Nick, vejo muita gente a dizer que ele parecia estar a dormir em vez de atuar, eu discordo acho que se manteve no que era esperado.
A Jeanne Tripplehorn como Beth é o maior segundo destaque, cumpre o seu papel, é interessante e sempre teve razão no quão perigosa Catherine era.
O final é simplesmente o mais adequado, a Catherine como a mulher inteligente que é salva-se, todo mundo fica achar que a Beth era assassina, mesmo o Nick sabendo que não era ela.
E não, este filme não é só icônico por ser uma obra-prima e um clássico, deve-se também á famosa cena onde a Catherine cruza as pernas no depoimento que está a dar á policia, e conseguimos ver o clitóris dela, algo que prejudicou tanto a vida profissional e pessoal da Sharon Stone (inclusive perder a guarda dos filhos), anos mais tarde ela revelou que não autorizou que aquilo fosse no produto final e esbofeteou o Paul Verhoeven
Resumindo, é uma obra-prima, não tem defeitos e deve ser visto muitas vezes, garanto que não se vão arrepender.
Então vamos lá, depois do fracasso tanto critico com monetário de Friday 13th- Jason Takes N.Y., a Paramount novamente decidiu criar um capitulo final (tentaram o mesmo com a parte 4), com roteiro de Jay Huguely, Dean Loren, Jason Goes to Hell: The Final Friday é lançado em 1993.
Desconsiderando os eventos do filme anterior, esta 9ª incursão, começa com uma mulher em Cristal Lake, apresentando cenas de nudez completamente desnecessárias, ela é atacada por o temível Jason, mas logo somos apresentados ao fim do assassino, quando a jovem dá sinal, vários agentes do FBI aparecem numa cena caricata e acabavam de uma vez com o Jason.
Daqui para a frente só piora, Jason é mandado para o necrotério e lá o legista come o coração do assassino (?), e o resto do filme será o temível o espirito dele a passar de um corpo para o outro, genuinamente não me vou aprofundar muito mais, eu tive que ver este filme em 3 dias porque sinceramente é HORROROSO, não é que os anteriores fossem uma obra prima, mas este ultrapassa os limites de tão ridículo, eles tentaram unir a franquia a Evil Dead, que logicamente falharam.
Toda a historia do Jason, aqui é completamente renovada, obviamente o filme foi um fracasso tanto de critica como de bilheteria, que faz parecer o filme anterior uma obra prima, e ao contrario das minhas criticas anteriores, não, este filme não vale a pena ser visto.
Antes de iniciar a critica, quero deixar aqui uma ou duas questões...Jeffrey Dahmer, era o diabo na terra? Ou talvez um homem que não conseguiu suportar o sofrimento da solidão, e que consequentemente, também não conseguiu controlar os seus instintos animalescos? Vai da interpretação de cada um, mas pessoalmente eu fico com a segunda hipótese.
O documentário da Netflix, mantem-se no mesmo padrão dos anteriores desta série (Ted Bundy, John Wayne Gacy), ótima fotografia, uma ótima contextualização de todos os assassinatos, obviamente eles aqui optam por focar mais no Jeffrey no que nas vitimas, no entanto eu gostei mais desta 3ª temporada, talvez pelo facto de Dahmer ser talvez o serial killer, mais complexo da história da criminologia, segundo os relatórios finais, que decretaram a prisão do assassino, ele não sofria de psicopatia, e isso é mostrado várias vezes ao longo do documentário, Jeffrey efetivamente se arrependeu da monstruosidade que fez com as suas 17 vitimas, ele controlou-se durante 9 anos, até que tudo começou de novo e só parou quando o mesmo foi detido.
Ao longo do doc, é impossível não ter um resquício de empatia por Dahmer, ele várias vezes alertou que algo não estava bem, mas os seus pais negligentes ignoraram os "pedidos de ajuda" do ainda jovem Dahmer, a própria advogada acreditava que ele era um doente mental.
Ao longo dos anos, leio algumas críticas que parabenizam Christopher Scarver, o assassino de Dahmer, isso é uma hipocrisia, Dahmer já estava preso, estava a cumprir a sua sentença, o facto de Scarver o ter assassinado, não é um ato heroico e não deve ser glorificado, tendo em conta que o assassino de um dos maiores Serial Killers dos EUA, também estava condenado por um homicídio que tinha cometido anos antes.
Outro ponto positivo foi o facto do documentário não se ter aprofundado na questão racial, sou um grande defensor da comunidade negra, mas o método de seleção de Dahmer, NUNCA foi racial, já a ineficácia da polícia foi.
Tal como foi dito no final, é uma pena não terem usado Dahmer para estudos, porque efetivamente uma mente tão complexa, poderia resultar em grandes revelações.
Só me resta lamentar por todas as vitimas, e também por Dahmer, que tantas vezes clamou por ajuda, e foi completamente ignorado.
“Considerá-lo são [...] foi algo que me incomodou. Se um homem está ocupado transando com cadáveres, se um homem faz buracos na cabeça de seres humanos para tentar mantê-los em um estado de zumbi não tem um distúrbio psiquiátrico, então eu não sei o que é uma doença psiquiátrica. Quantas pessoas alguém precisa comer para acharem que você tem uma doença mental?”
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.2 288 Assista AgoraNão sei...eu gostei, mas fiquei o filme todo com a sensação de "falta algo para este filme atingir o seu ápice".
Vermelho, Branco e Sangue Azul
3.6 339 Assista AgoraGostei do filme, mas durante cerca de duas horas, só uma pergunta me surgia, "O que raios aconteceu a Uma Thurman"? A mulher envelheceu muito mal.
Vermelho, Branco e Sangue Azul
3.6 339 Assista AgoraGostei do filme, mas durante cerca de duas horas, só uma pergunta me surgia, "O que raios aconteceu a Uma Thurman"? A mulher envelheceu muito mal.
Socorro!
3.2 430 Assista AgoraSó tenho uma coisa a dizer: Rachel McAdams é uma atriz de primeira linha. Acho que este é o seu “Momento Demi Moore”, uma atriz que desapareceu por anos da tela e volta com tudo.
Patch Adams: O Amor É Contagioso
4.1 1,2KÉ...eu entendo todo o carinho e apreço pelo Robin Williams, mas ele aqui prova algo que eu já desconfiava, ele nunca foi um bom ator.
Beleza Americana
4.1 3,0K Assista AgoraUma biografia cruel mas realista de 99% dos conservadores.
Pregam valores, pregam moralidade, mas raramente o praticam.
Nós
3.8 2,4K Assista Agora"Us'" (2019) tinha potencial para ser um filme excepcional, mas sofre com uma identidade incerta, oscilando entre terror, suspense e comédia sem se comprometer plenamente com nenhum gênero.
O plot twist, embora intrigante, não traz nada de inovador.
O principal ponto fraco, no entanto, é a comédia forçada, que compromete a imersão e a tensão narrativa.
Os Estranhos
3.1 1,3KAqui foi onde Liv Tyler provou que mais do que um rosto bonito, é uma excelente atriz.
Monstro (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 210 Assista AgoraLaurie Metcalf provando novamente o quão lendária e subestimada é, ela esta incrível como a perversa mãe de Ed Gein.
Charlie Hunnam que até então desconhecia também se saiu muito bem, apesar de ser um homem absurdamente lindo, coisa que Ed Gein nunca foi.
Jogos Mortais 2
3.4 865 Assista Agora"Saw II" é um filme de terror de 2005, dirigido por Darren Lynn Bousman e escrito por Leigh Whannell e Bousman.
É a sequência direta de "Saw" (2004).
O elenco conta com Donnie Wahlberg, Franky G, Glenn Plummer, Beverley Mitchell, Dina Meyer, Emmanuelle Vaugier, Erik Knudsen, Shawnee Smith e Tobin Bell.
Na trama, acompanhamos um novo grupo de vítimas presas nas armadilhas de John Kramer, o Jigsaw. Todos têm algo em comum: são ex-presidiários que foram presos por Eric Matthews, um detetive que forjou provas contra eles. Para piorar, o filho de Eric também está entre as vítimas, o que o deixa desesperado.
Na parte investigativa, seguimos a Detetive Kerry, Rigg e Eric na tentativa de resgatar o grupo das armadilhas mortais. O filme expande a mitologia de John, mostrando sua visão distorcida sobre a valorização da vida. Amanda Young, sobrevivente do primeiro filme, também está no grupo, trazendo mais camadas à história.
A direção mantém o ritmo frenético, com mais gore e armadilhas ainda mais criativas — destaque para a infame cena das seringas. O plot twist final é ótimo, embora não supere o impacto do primeiro filme.
No geral, "Saw II" é uma boa adição à franquia, mas fica um pouco aquém do original. Falta algo que não consigo identificar, talvez um pouco da originalidade ou da tensão que o primeiro trouxe. Ainda assim, foi um sucesso de bilheteria, apesar de ter sido duramente criticado pela crítica.
Jogos Mortais: O Final
3.2 1,5K Assista AgoraSaw 3D é um filme de terror de 2010, dirigido por Kevin Greutert e escrito por Patrick Melton e Marcus Dunstan.
É estrelado por Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell, Sean Patrick Flanery e Cary Elwes.
O filme é, no mínimo, medíocre, especialmente após o ótimo filme anterior. Se não fosse pelo retorno de personagens legados e pela finalização de seus arcos, este filme seria muito pior. Os novos personagens não são interessantes, e as armadilhas são medíocres, com exceção daquelas envolvendo os racistas e a do "touro de bronze".
A direção frenética, marca registrada da franquia, está ausente aqui.
O sangue, por algum motivo, é rosa, e a linha investigativa é a única coisa positiva neste filme.
Quanto aos plot twists, apesar de bons, não têm o mesmo impacto dos anteriores.
Muito triste o fim da Jill Tuck.
Ao contrário do ótimo filme anterior, que ficou aquém das expectativas em relação à bilheteria, este foi um sucesso, arrecadando mais de 100 milhões, porém foi merecidamente massacrado pela crítica.
Saw 3D é um péssimo filme com algumas boas ideias e, definitivamente, o mais fraco da linha original, mas mesmo assim consegue ser divertido.
Jogos Mortais
3.7 1,6K Assista Agora"Saw" é um filme estadunidense de 2004, do gênero terror, dirigido por James Wan e escrito por Leigh Whannell.
Estrelado por Leigh Whannell, Cary Elwes, Danny Glover, Monica Potter, Michael Emerson e Ken Leung, o filme se destaca como uma versão mais perversa e, de certa forma, mais inteligente de "Seven" (1995).
Na trama, acompanhamos dois homens que despertam presos em um banheiro abandonado, acorrentados pelos pés.
Após ouvirem uma gravação, descobrem que, para sobreviver, precisarão tomar uma decisão drástica: cortar o próprio pé.
Eles não estão ali por acaso, mas são as novas vítimas de Jigsaw, um assassino que cria jogos mortais para punir aqueles que, segundo ele, não valorizam suas vidas.
Paralelamente, o filme apresenta uma investigação policial sobre vítimas anteriores de Jigsaw e o depoimento de uma sobrevivente, Amanda Young.
O desfecho de "Saw" é surpreendente e imprevisível, consolidando o filme como um marco do terror na década de 2000 e dando origem à era do subgênero "torture porn".
As armadilhas são boas, mas na minha memorria elas eram melhores e mais sangrentas.
A direção frenética de James Wan, aliada a atuações sólidas, especialmente de Tobin Bell, Leigh Whannell e Cary Elwes, eleva a tensão e faz o filme se destacar.
O filme foi um sucesso de bilheteria, com um orçamento de 1 milhão, faturou 104.
Jogos Mortais 0.5
3.7 66Uma prévia da obra-prima que viria no ano seguinte, James Wan e Leigh Whannell são realmente talentosos.
É uma pena que Leigh Whannell não tenha se destacado como ator, porque ele demonstra muito talento.
Não há muito mais a dizer sobre este curta, ele é instigante e perturbador e nos deixa com vontade de ver mais.
África dos Meus Sonhos
3.3 44Kim Basinger já tinha provado em L.A. Confidential (1997) que não era apenas um rosto bonito, tanto que ganhou um Óscar por esse filme e em I Dreamed of Africa provou novamente que é uma das maiores atrizes da sua geração.
No filme, acompanhamos Kuki Gallmann que, depois de um terrível acidente, decide partir com o seu recente namorado Paolo e o seu filho Emanuele para o Quénia, onde terá de enfrentar os perigos da bela e misteriosa África.
Perder o marido e o filho deve ser uma dor terrível, e Kim Basinger transmite essa dor de forma realista, provando o seu enorme talento
As belas paisagens também devem ser destacadas, assim como a trilha sonora, que complementa de forma magistral a narrativa. O filme, baseado em factos reais, adiciona uma camada de autenticidade à história.
Como disse anteriormente, o filme foi um fracasso, custou 50 milhões e só faturou 15 milhões, no entanto, a performance de Kim Basinger foi elogiada.
I Dreamed of Africa é um filme belo e emocionante que deve ser visto.
Terrifier 3
3.1 297 Assista AgoraPerfeito, entrega tudo o que eu pedi, roteiro inexistente, atuações boas, e muito mas muito gore, o melhor da trilogia.
Fiquei muito triste pelo fim da Tia Jess.
Monstros (2ª Temporada) - Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais
3.7 197 Assista AgoraApesar de contar com imensas mentiras sensacionalistas, principalmente a teoria de incesto (que efetivamente rolou na época do julgamento) a série conta com ótimas atuações e consegue ser macabra como a história real.
Mas como disse o que estraga está produção é exatamente as mentiras desnecessárias, se é para fazer isso nao coloquem como realidade.
O Nevoeiro
3.5 2,6K Assista AgoraDirigido e roteirizado por Frank Darabont e inspirado no famoso livro de Stephen King, The Misty é lançado em 2007.
Logo após uma terrível tempestade, um nevoeiro encobre uma pequena cidade do Maine. David Drayton, seu filho Billy e mais uma dezena de pessoas acabam confinados num supermercado, quando descobrem que a espessa neblina esconde criaturas grotescas e sedentas de sangue. No entanto, o perigo não está apenas no nevoeiro. No interior do supermercado, escolhas ideológicas e religiosas colocarão todos em conflito. Manter a sanidade será essencial para sobreviver a batalha sangrenta que está por vir.
O filme tem uma ambientação sinistra e bastante tensa, os monstros em CGI servem ao seu propósito, mas na minha opinião o destaque são as pessoas do supermercado, especialmente a Sra. Carmody (Marcia Gay Harden tem uma ótima atuação se destacando dos demais) uma religiosa fanática que em meio ao caos que se instala no supermercado começa convencendo os outros que é uma mensageira de Deus.
Em meio ao Caos que Carmody promove, David, o seu filho Billy (Nathan Gamble), a professora Amanda (Laurie Holden), Professora Irene (Frances Sternhagen), Ollie (Toby Jones), Dan (Jeffrey DeMunn) e mais 2 pessoas tentam escapar do supermercado.
A fotografia, atuação e os restantes aspetos técnicos estao perfeitamente bem, não é nada excecional mas também longe de ser ruim.
O momento mais satisfatório do filme é sem duvida quando
Carmody tenta sacrificar Billy em nome de Deus, e é Brutalmente assassinada por Ollie.
O final é o mais imprevisível, doentio, triste que vi em todos os filmes da minha vida, é triste a forma como terminou, mas nem tudo termina com um final feliz.
O filme aborda vários temas, conspiração do Governo, Fanatismo, falta de fé do David e restantes rivalizando com a fé excessiva de Carmody.
Sem duvidas um dos melhores filmes que já vi e genuinamente não entendo a nota do filmow.
Os Estranhos: Capítulo 1
2.1 248Por norma costumo fazer críticas maiores, explorando todos os aspetos no filme, mas este não merece isso, tudo é ruim, atuações péssimas, situações ilógicas, personagens burros, o de 2018 já não era muito bom, este conseguiu ainda ser pior.
Resident Evil 2: Apocalipse
3.3 841 Assista AgoraEntão vamos lá, apesar de Resident Evil- O Hospede Maldito ter sido massacrado pela critica, a verdade é que foi um tremendo sucesso de bilheteria.
Sendo assim com direção de Alexandre Witt e roteiro de Paulo W. S. Anderson, Resident Evil: Apocalypse é lançado em 2004.
O filme continua o que foi deixado no filme anterior, vemos a Alice (Milla Jovovich) fugir do Hospital de Raccon City e a trama passa a mostrar os eventos que aconteceram horas antes, lá Alice irá se unir a Jill Valentine e Carlos Oliveira com o objetivo de escapar da Raccon City completamente infetada e do temível Nêmesis.
Apocalypse não inova muito, mas mesmo assim é um ótimo filme, talvez o seu maior atrativo seja o facto da basta exploração da Raccon City e de como se espalhou o vírus culminado no fim do mundo que veríamos nas continuações.
O filme é cheio de clichês, um grupo se une a Alice e Jill e ambos vão morrendo um a um, até que no final sobre só um pequeno número de pessoas.
Os personagens são todos agradáveis, Alice mantem-se ainda melhor do que no filme anterior, aqui temos a inserção de 4 personagens dos jogos que são a Jill (Sienna Guillory), Carlos (Oded Fehr), Angela (Sophie Vavasseur) e Nêmesis, todos são ótimos mas o destaque vai para a Jill e Nêmesis.
Este é provavelmente o filme com mais referencias aos games.
As atuações continuam ótimas, a fotografia acho melhor em relação ao anterior, a maquilhagem dos Zombies estava boa, ambientação perfeita.
A inserção do Nêmesis é meio ao acaso, mas ela até que ajuda na ação do filme.
O facto de dar menos meia estrela em relação ao anterior, deve-se que apesar de Apocalypse mesclar cenas de ação (muito bem feitas) e tensas, o horror aqui já não existe, a verdade é que não nos sentimos intimidados a não ser quando aparece o Nêmesis.
Resident Evil: Apocalypse, foi um sucesso de bilheteria mas novamente foi massacrado pela critica, todavia é um bom filme e vale apena ser visto.
Resident Evil: O Hóspede Maldito
3.4 1,1K Assista AgoraEntão vamos lá avaliar um dos filmes maios odiados dos anos 2000.
Dirigido e roteirizado por Paul W. S. Anderson, Resident Evil- O Hospede Maldito é lançado em 2002.
Bem é caso para dizer que estou genuinamente impressionado, depois de tantos anos a ouvir falar mal deste filme, decidi dar uma oportunidade e ver, e não é que adorei.
Eu sou um grande fã dos jogos Resident Evil e até hoje jogo, e depois de terminar o filme percebi que as críticas são completamente ridiculas, tal como é claro desde do inicio este filme foi um adaptação dos jogos ou seja logicamente poderiam mudar todo o enredo.
O inicio só por si é cativante, a câmera, fotografia e trilha sonora também servem ao seu proposito, o filme logicamente dá-nos alguns easter-eggs que só quem jogou vai perceber.
O horror e ação são bem mesclados, ora temos situações que ficamos tensos e outras em que nos dá total adrenalina, eu achei os efeitos especiais também muito bons tendo em conta a época em que o filme foi feito.
Gostei de todos os personagens, achei carismáticos e a atuação do elenco também foi ótima, o destaque para mim foi a Milla Jovovich como Alice e a Michelle Rodriguez como a Rain Ocampo, aliás fiquei muito triste com a morte da Rain, os restantes personagens servem ao seu papel.
O filme já nos deixa com um gancho para a próxima sequencia.
Resident Evil- O Hospede Maldito foi um sucesso de bilheteria, porem foi massacrado pela critica, mas como deixei explícito acima foi uma surpresa agradável, e digo com toda a sinceridade é uma pena a Alice não ser inserida nos games, ela foi fantástica, agora irei ver a sequencia, de qualquer das formas vejam este filme que a diversão é garantida.
Só não dou 5 estrelas, porque pensei que teria mais gore e em filmes de zumbis isso conta muito para mim.
Uma Linda Mulher
3.8 1,6K Assista AgoraEu estou a chorar, depois de vários anos a ouvir as pessoas a recomendar este clássico, decidi assistir, e estou encantado.
Dirigido por Garry Marshall e com roteiro de J. F. Lawton, Pretty Woman é lançado em 1990.
Poderia dizer que simplesmente é uma obra-prima, mas seria estranho porque este lindo conto de fadas ultrapassa isso, tudo é perfeito desde da ambientação, performances, trilha sonora e atuação.
Julia Roberts como Vivian é algo incrível e a sua química com o Edward (Richard Gere), é perfeita, ambos tem uma atuação deslumbrante, não é por acaso que foi este o filme que catapultou a Julia Roberts para umas das melhores e mais consagradas atrizes de Hollywood.
Edward também se destaca como o homem hetero, forte e frio, que aparenta ser um ser imbatível, mas que na realidade é um homem sensível a quem falta amor, o contexto feminino também é evidente, seja na Vivian ou na sua amiga sábia Kit (Laura San Giacomo), ambas fortes e determinadas, os restantes personagens servem ao seu proposito.
A doçura da Vivian é o que faz com que Edward demonstre o seu verdadeiro eu, ele sentiu-se há vontade para ser ele próprio, ele sabia que podia confiar nela, e isso é das coisas mais lindas que podemos presenciar.
Definitivamente aqui o show é da Julia e do Gere, ambos demonstram uma das suas melhores performances, o que tornou neste clássico considerado a melhor comedia romântica do mundo.
O subtexto da prostituição aqui não é aprofundado (o roteiro original seria muito mais sombrio, onde por exemplo terminava com Edward atirando a Vivian para fora do carro, e ela seguia com a sua amiga para a Disneyland...), mas também não foi necessário porque toda a magia carregada no filme deixa-nos felizes.
O filme logicamente foi um sucesso de bilheteria e critica, com um orçamento de 14 milhões, Pretty Woman faturou 463 407 268 milhões, o filme foi indicado a vários prêmios onde Julia Roberts ganhou o seu primeiro premio de melhor atriz.
Pretty Woman, é um clássico, uma obra-prima e um dos filmes mais lindos que tive o prazer de ver, recomendo e garanto que a emoção, tristeza e alegria farão parte desta incrível experiencia.
E lembre-se independente do que for ou quem seja, TODOS merecemos oportunidades, TODOS temos direito amar e ser amados, temos que lutar por aquilo que amamos.
"Todos temos qualidades", Vivian, 1990.
Instinto Selvagem
3.6 590 Assista AgoraEntão vamos lá, quero deixar desde de já que a minha critica muito dificilmente será imparcial, tendo em conta que acho que Instinto fatal, é um dos maiores clássicos dos anos 90, e muito provavelmente o mais ousado e polémico daquela década.
Com direção do grande Paul Verhoeven, roteiro de Joe Eszterhas e com Michael Douglas, Sharon Stone e Jeanne Tripplehorn nos papeis principais, esta obra-prima é lançada em 1992.
Depois do brutal assassinato de uma estrela Rock, o perturbado detetive Nick (Michael Douglas) e a sua ex- namorada Beth (Jeanne Tripplehorn), que é psiquiatra forense são convocados para investigar o assassinato, eles percebem que os assassinatos estão acontecer como num dos livros de uma famosa escritora, a ousada, misteriosa Catherine Tramell (Sharon Stone).
A cena inicial desta obra-prima já faz o espetador querer ficar para saber o seu desfecho, a cena começa com um homem e uma mulher a fazer sexo, com ótima fotografia, trilha sonora que vai aumentando a tensão, o que seria um momento de prazer, torna-se num brutal assassinato, quando a mulher mata o homem com uma picareta de gelo, meus senhores e senhoras é simplesmente fantástica toda a construção.
O resto da trama é um thriller absolutamente fenomenal, mais assassinatos vão acontecendo, cheio de cenas eróticas, ótimos diálogos, mas o maior destaque vai para a Sharon Stone, que mulher, que atriz, o filme é totalmente dela, ela quando aparece entrega tudo o que se pode considerar uma boa atuação, ela é irônica, vulgar, linda, manipuladora e uma tarada sexual, além de ser uma terrível serial killer, que até os próprios pais assassinou.
A atuação do Michael Douglas como Nick, vejo muita gente a dizer que ele parecia estar a dormir em vez de atuar, eu discordo acho que se manteve no que era esperado.
A Jeanne Tripplehorn como Beth é o maior segundo destaque, cumpre o seu papel, é interessante e sempre teve razão no quão perigosa Catherine era.
O final é simplesmente o mais adequado, a Catherine como a mulher inteligente que é salva-se, todo mundo fica achar que a Beth era assassina, mesmo o Nick sabendo que não era ela.
E não, este filme não é só icônico por ser uma obra-prima e um clássico, deve-se também á famosa cena onde a Catherine cruza as pernas no depoimento que está a dar á policia, e conseguimos ver o clitóris dela, algo que prejudicou tanto a vida profissional e pessoal da Sharon Stone (inclusive perder a guarda dos filhos), anos mais tarde ela revelou que não autorizou que aquilo fosse no produto final e esbofeteou o Paul Verhoeven
Resumindo, é uma obra-prima, não tem defeitos e deve ser visto muitas vezes, garanto que não se vão arrepender.
Jason Vai Para o Inferno: A Última Sexta-Feira
2.3 370Então vamos lá, depois do fracasso tanto critico com monetário de Friday 13th- Jason Takes N.Y., a Paramount novamente decidiu criar um capitulo final (tentaram o mesmo com a parte 4), com roteiro de Jay Huguely, Dean Loren, Jason Goes to Hell: The Final Friday é lançado em 1993.
Desconsiderando os eventos do filme anterior, esta 9ª incursão, começa com uma mulher em Cristal Lake, apresentando cenas de nudez completamente desnecessárias, ela é atacada por o temível Jason, mas logo somos apresentados ao fim do assassino, quando a jovem dá sinal, vários agentes do FBI aparecem numa cena caricata e acabavam de uma vez com o Jason.
Daqui para a frente só piora, Jason é mandado para o necrotério e lá o legista come o coração do assassino (?), e o resto do filme será o temível o espirito dele a passar de um corpo para o outro, genuinamente não me vou aprofundar muito mais, eu tive que ver este filme em 3 dias porque sinceramente é HORROROSO, não é que os anteriores fossem uma obra prima, mas este ultrapassa os limites de tão ridículo, eles tentaram unir a franquia a Evil Dead, que logicamente falharam.
Toda a historia do Jason, aqui é completamente renovada, obviamente o filme foi um fracasso tanto de critica como de bilheteria, que faz parecer o filme anterior uma obra prima, e ao contrario das minhas criticas anteriores, não, este filme não vale a pena ser visto.
Conversando Com Um Serial Killer: O Canibal de Milwaukee
4.0 68 Assista AgoraAntes de iniciar a critica, quero deixar aqui uma ou duas questões...Jeffrey Dahmer, era o diabo na terra? Ou talvez um homem que não conseguiu suportar o sofrimento da solidão, e que consequentemente, também não conseguiu controlar os seus instintos animalescos? Vai da interpretação de cada um, mas pessoalmente eu fico com a segunda hipótese.
O documentário da Netflix, mantem-se no mesmo padrão dos anteriores desta série (Ted Bundy, John Wayne Gacy), ótima fotografia, uma ótima contextualização de todos os assassinatos, obviamente eles aqui optam por focar mais no Jeffrey no que nas vitimas, no entanto eu gostei mais desta 3ª temporada, talvez pelo facto de Dahmer ser talvez o serial killer, mais complexo da história da criminologia, segundo os relatórios finais, que decretaram a prisão do assassino, ele não sofria de psicopatia, e isso é mostrado várias vezes ao longo do documentário, Jeffrey efetivamente se arrependeu da monstruosidade que fez com as suas 17 vitimas, ele controlou-se durante 9 anos, até que tudo começou de novo e só parou quando o mesmo foi detido.
Ao longo do doc, é impossível não ter um resquício de empatia por Dahmer, ele várias vezes alertou que algo não estava bem, mas os seus pais negligentes ignoraram os "pedidos de ajuda" do ainda jovem Dahmer, a própria advogada acreditava que ele era um doente mental.
Ao longo dos anos, leio algumas críticas que parabenizam Christopher Scarver, o assassino de Dahmer, isso é uma hipocrisia, Dahmer já estava preso, estava a cumprir a sua sentença, o facto de Scarver o ter assassinado, não é um ato heroico e não deve ser glorificado, tendo em conta que o assassino de um dos maiores Serial Killers dos EUA, também estava condenado por um homicídio que tinha cometido anos antes.
Outro ponto positivo foi o facto do documentário não se ter aprofundado na questão racial, sou um grande defensor da comunidade negra, mas o método de seleção de Dahmer, NUNCA foi racial, já a ineficácia da polícia foi.
Tal como foi dito no final, é uma pena não terem usado Dahmer para estudos, porque efetivamente uma mente tão complexa, poderia resultar em grandes revelações.
Só me resta lamentar por todas as vitimas, e também por Dahmer, que tantas vezes clamou por ajuda, e foi completamente ignorado.
“Considerá-lo são [...] foi algo que me incomodou. Se um homem está ocupado transando com cadáveres, se um homem faz buracos na cabeça de seres humanos para tentar mantê-los em um estado de zumbi não tem um distúrbio psiquiátrico, então eu não sei o que é uma doença psiquiátrica. Quantas pessoas alguém precisa comer para acharem que você tem uma doença mental?”
Dr. Fred Berlin, Psiquiatra Forense
Mais um excelente doc da Netflix, 10/10.