O roteiro é um simulacro do primeiro filme. É divertido? Muito, porque o primeiro filme também é muito divertido. Todavia, a impressão que tive é que eu já havia visto tudo aquilo.
É claro que pensar uma história totalmente nova seria muito arriscado para a Fox / 20th. Poderia dar muito certo e muito errado. Então eles preferiram ir para o seguro, apostar no que já deu certo.
Bem divertido, embora seja bem mais mórbido e sombrio que o anterior. A química entre a Samara Weaving e a Kathryn Newton é ótima. O que deixa mais bizarro é que as duas sofrem, sofrem e sofrem, tem até pedaço de ferro atravessado no ombro, e na cena seguinte continuam lutando como se nada tivesse acontecido.
Todavia, espero que parem por aqui. Não vejo motivos para uma expansão do universo. Depois de enfrentarem as seis famílias mais poderosas do mundo, qual o próximo passo? Se não for o Sr. Le Bail, o desgaste da fórmula será óbvio e certeiro.
Ah, adorei a participação especialíssima do Cronenberg.
Por fim, uma pena que na versão brasileira não tenham mantido o subtítulo original, "aí vou eu", clássica fala da brincadeira de esconde-esconde, ou pique-esconde, brincadeira que é o mote dos dois filmes. Preferiram um genérico "a viúva".
É um filme bonito, não há como negar — mas ao mesmo tempo irritantemente chapa branca demais, alto astral demais, sorridente demais.
Entendo que quiseram deixar o longa mais "puro" possível, até porque crianças fazem parte do público-alvo (visto a classificação livre), mas ao final ficou parecendo um filme para coaches exibirem trechos em palestras motivacionais.
Para quem espera só desgraça e mente perturbada tipo os outros filmes do diretor (Réquiem para um Sonho, Cisne Negro, Mãe!, A Baleia etc.), digo que esse filme é bem diferente dos demais que ele já dirigiu. Uma mistura deliciosa de ação e humor negro. Ainda tem desgraceira e mente perturbada, mas de uma forma bem mais leve e diferente.
É o mesmo estilo de filmes tipo Trem Bala, Baby Driver etc. Para quem gosta do estilo, vale muito a pena.
o filme parece um mosaico, um caleidoscópio, um pot-pourri de cenas da amizade de Lisa e Joane, com suas andanças, seus diálogos, suas aventuras. é um filme aparentemente gravado em 16mm — o que traz aquela sensação de nostalgia, aquela granularidade, aqueles ecos de um passado não tão distante.
todavia, apesar de toda essa beleza — que se aplica às protagonistas; aquela cena da Lisa desenhando a Joane é um deleite — o filme não me disse muita coisa. talvez o Gabriel de dez anos atrás, recém saído da adolescência, tivesse gostado mais.
E assim se encerra a última das três grandes franquias de ação e espionagem do início do séc. XXI: Bourne, 007 (com Daniel Craig) e, por fim, Missão Impossível.
E fecha com chave de ouro. Foda-se se as cenas são mentirosas; é tudo tão grandioso, excitante e bem feito que não tem como não ficar tenso, mesmo tendo a certeza que tudo vai dar certo ao final. A cena do submarino é uma das mais fodas entre todos os oito filmes, e olha que o que não faltam são cenas memoráveis.
Uma bela homenagem aos 30 anos de sucesso da franquia.
entendo que os diálogos do filme são a transcrição fiel, ipsis litteris, do que aconteceu na realidade. mas, meu Deus, que agonia desses diálogos, desses agentes do FBI.
não sei como ela aguentou ficar mais de meia hora conversando com eles sem saber o motivo do porquê estar com um mandato de busca e do porquê estar sendo interrogada. no fim das contas, ela realmente devia saber, ou pelo menos ter uma ideia. mas pro espectador é bem complicado aguentar esses diálogos...
A ficção científica, aqui, é apenas um plano de fundo para tratar de temas muito mais sensíveis e profundos. Episódios que até podem ser vistos de forma independente, mas que estão interconectados devido ao fio que liga os personagens a nós; fio este que é proporcionado pelo Loop, um centro de pesquisa de física experimental que parece afetar a vida de todos ao seu redor de alguma forma. É sobre a tristeza e a melancolia da vida, que, apesar de tudo, ainda é muito bela; é sobre o poder de nossas escolhas, e, talvez, sobre caminhos e futuros diferentes, e talvez possíveis; é, sobretudo, sobre o nosso papel no mundo enquanto seres humanos (ou não humanos).
Não é uma série que eu indique para todo mundo. É como poesia: não é todo mundo que curte, e é necessário certa sensibilidade para que a imersão possa ser amplificada (e tá tudo bem não curtir também).
Muito lenta, contemplativa e melancólica, é uma série para ser vista com calma, apreciada, degustada. A trilha sonora do maravilhoso Philip Glass é tão boa quanto os efeitos visuais da série, e serve para que não nos esqueçamos de que, por mais que estejamos sozinhos aqui, ainda existem pessoas que podem nos amar.
O TJ do Josh Groban é um fofo e a Vasquez é gatíssima, mas não dá. É MUITO fraco.
Entendo que é a ideia é fazer uma série policial family-friendly, mas acho que não precisava ser tudo tão bobo assim. Os casos policiais são risíveis, as piadas não funcionam muito bem, as histórias de cada episódio (que são praticamente independentes) não são nem um pouco envolventes...
E, com o passar do tempo, essa trilha baseada em piano e bateria foi me irritando dum tanto...
Enfim, o que se salva é o personagem Tony Caruso, o único personagem realmente cativante. Pena que a história da busca dele pelo assassino de sua esposa só foi deslanchar no final.
Animação belíssima, algumas boas soluções, mas tudo MUITO conveniente. Por exemplo:
Mizu metendo a espada na barriga de um soldado: mata o cara.
Mizu levando espadada na barriga, na perna, no ombro, pancada na cabeça, quebrando o pé: fica mal por alguns minutos, e três cenas depois já está pleníssima como se nada tivesse acontecido.
Bem fraco, mesmo considerando a época em que foi feito. Tirando a presença de Theda Bara, pouca coisa ou nada se salva aqui.
Roteiro confuso, montagem estranha, excesso de personagens, ambientações ruins...
Se não fosse pela Vamp de Theda Bara, certamente seria um filme esquecido pelo tempo. E confesso que mesmo ela não acho grande coisa — a Irma Vep de Musidora, outra vamp famosa, por exemplo, é bem superior.
Muito, muito ruim. Nem Gary Oldman consegue salvar o filme da mediocridade.
Como dito pelo colega abaixo, uma tentativa — falha — de reproduzir o estilo de Tarantino e Guy Ritchie. Os diálogos são péssimos e toda e qualquer tentativa de fazer humor é forçada e fracassada. E o que falar do excesso de plot twists, então? São tantas as reviravoltas, especialmente nos últimos 15 minutos, que fazem perder qualquer possível impacto, e, por conseguinte, qualquer sentido de existência.
Parece que o filme já nasceu velho, datado. Tem a vibe daqueles filmes ruins e desconhecidos que passavam na madrugada dos anos 90 em algum canal de tv por assinatura.
Do jeito que o Günther é uma das estrelas da série (o outro é o Ricciardo), não duvido nada de o chamarem para ser comentarista, como fizeram com a Claire Williams. Ajudaria a dar um tom cômico perante os comentários sóbrios de Claire Williams, os comentários lacônicos e superficiais de Dana Patrick e os comentários DRAMÁTICOS e teatrais de Will Buxton.
De resto, mais uma temporada fraca. A terceira foi a última realmente boa, com um leve respiro na quinta temporada.
Continuo assistindo Drive to Survive não mais pela qualidade da série, mas sim como um "esquenta" para cada novo ano de F1 que chega, ou seja, para relembrar a temporada anterior e "entrar no clima" da nova. Se fosse apenas pelo conteúdo da série, já teria largado na quarta temporada.
Imagens lindas, histórias incríveis — John Frum! — e uma sensibilidade poética que poucos saberiam transpor para a tela da mesma forma que Herzog. Achei o Clive Oppenheimer muito simpático também — definitivamente ajudou a tornar o documentário ainda melhor.
O ritmo é lento, talvez arrastado, e um tanto contemplativo — e isso é que torna essa jornada acerca de vulcões e lendas ao redor deles ainda melhor; acho que às vezes precisamos nos voltar a histórias simples, sem tanta profundidade, como essa.
ODIEI esse filme por estragar a Ária da Rainha da Noite para mim. é uma das peças musicais que mais gosto, e por algum tempo vou lembrar do filme quando ouvi-la
dito isso, ótimo filme. fiquei muito imerso e tenso. não pisquei o olho um segundo
filme gostosinho demais. a trama é tão simples que pode ser considerada ingênua. os personagens principais são bem bonitos — cada um a seu próprio modo — e aquelas cenas no parque-carnaval, mesmo sem acrescentar nada à história, são lindas e tem um quê de nostálgicas.
O Lenço Amarelo
3.3 280 Assista AgoraAcho esse poster do filme aqui do Filmow muito bonito, meio poético, meio melancólico.
Eu confio em pessoas tristes.
O Diabo Veste Prada 2
3.5 229O roteiro é um simulacro do primeiro filme. É divertido? Muito, porque o primeiro filme também é muito divertido. Todavia, a impressão que tive é que eu já havia visto tudo aquilo.
É claro que pensar uma história totalmente nova seria muito arriscado para a Fox / 20th. Poderia dar muito certo e muito errado. Então eles preferiram ir para o seguro, apostar no que já deu certo.
Novidades no Amor
3.3 642O filme é uma delicinha. Comédia romântica clássica dos anos 2000, mas que envelheceu bem demais.
E como tá linda a Zeta Jones. <3
Casamento Sangrento: A Viúva
3.3 109Bem divertido, embora seja bem mais mórbido e sombrio que o anterior. A química entre a Samara Weaving e a Kathryn Newton é ótima. O que deixa mais bizarro é que as duas sofrem, sofrem e sofrem, tem até pedaço de ferro atravessado no ombro, e na cena seguinte continuam lutando como se nada tivesse acontecido.
Todavia, espero que parem por aqui. Não vejo motivos para uma expansão do universo. Depois de enfrentarem as seis famílias mais poderosas do mundo, qual o próximo passo? Se não for o Sr. Le Bail, o desgaste da fórmula será óbvio e certeiro.
Ah, adorei a participação especialíssima do Cronenberg.
Por fim, uma pena que na versão brasileira não tenham mantido o subtítulo original, "aí vou eu", clássica fala da brincadeira de esconde-esconde, ou pique-esconde, brincadeira que é o mote dos dois filmes. Preferiram um genérico "a viúva".
Kill Bill: The Whole Bloody Affair
4.4 49 Assista AgoraDelicioso. Assisti no cinema, e, mesmo com o intervalo, as quatro horas e meia passaram como se fossem uma hora de filme apenas.
Mauricio de Sousa: O Filme
3.3 52 Assista AgoraÉ um filme bonito, não há como negar — mas ao mesmo tempo irritantemente chapa branca demais, alto astral demais, sorridente demais.
Entendo que quiseram deixar o longa mais "puro" possível, até porque crianças fazem parte do público-alvo (visto a classificação livre), mas ao final ficou parecendo um filme para coaches exibirem trechos em palestras motivacionais.
O Sobrevivente
3.0 161 Assista AgoraEdgar Wright sabe como fazer filmes divertidos. Não espero menos que isso.
Ladrões
3.4 215 Assista AgoraPara quem espera só desgraça e mente perturbada tipo os outros filmes do diretor (Réquiem para um Sonho, Cisne Negro, Mãe!, A Baleia etc.), digo que esse filme é bem diferente dos demais que ele já dirigiu. Uma mistura deliciosa de ação e humor negro. Ainda tem desgraceira e mente perturbada, mas de uma forma bem mais leve e diferente.
É o mesmo estilo de filmes tipo Trem Bala, Baby Driver etc. Para quem gosta do estilo, vale muito a pena.
Mercuriales
3.1 8o filme parece um mosaico, um caleidoscópio, um pot-pourri de cenas da amizade de Lisa e Joane, com suas andanças, seus diálogos, suas aventuras. é um filme aparentemente gravado em 16mm — o que traz aquela sensação de nostalgia, aquela granularidade, aqueles ecos de um passado não tão distante.
todavia, apesar de toda essa beleza — que se aplica às protagonistas; aquela cena da Lisa desenhando a Joane é um deleite — o filme não me disse muita coisa. talvez o Gabriel de dez anos atrás, recém saído da adolescência, tivesse gostado mais.
Missão: Impossível - O Acerto Final
3.6 265 Assista AgoraE assim se encerra a última das três grandes franquias de ação e espionagem do início do séc. XXI: Bourne, 007 (com Daniel Craig) e, por fim, Missão Impossível.
E fecha com chave de ouro. Foda-se se as cenas são mentirosas; é tudo tão grandioso, excitante e bem feito que não tem como não ficar tenso, mesmo tendo a certeza que tudo vai dar certo ao final. A cena do submarino é uma das mais fodas entre todos os oito filmes, e olha que o que não faltam são cenas memoráveis.
Uma bela homenagem aos 30 anos de sucesso da franquia.
Homem com H
4.2 520 Assista AgoraSe você não saiu do filme com vontade de ouvir toda a discografia do Ney, você assistiu errado. Incrível.
Reality
3.2 89 Assista Agoraentendo que os diálogos do filme são a transcrição fiel, ipsis litteris, do que aconteceu na realidade. mas, meu Deus, que agonia desses diálogos, desses agentes do FBI.
não sei como ela aguentou ficar mais de meia hora conversando com eles sem saber o motivo do porquê estar com um mandato de busca e do porquê estar sendo interrogada. no fim das contas, ela realmente devia saber, ou pelo menos ter uma ideia. mas pro espectador é bem complicado aguentar esses diálogos...
Todo Tempo Que Temos
3.4 171 Assista AgoraO tanto que a Florence e o Andrew estão bonitos aqui é um absurdo.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2ª Temporada)
3.7 203 Assista AgoraCada vez que o núcleo da Nori / Estranho aparecia eu tinha vontade de desligar a tevê. Insuportáveis.
Contos do Loop (1ª Temporada)
4.2 226 Assista AgoraPoucas vezes uma série mexeu tanto comigo.
A ficção científica, aqui, é apenas um plano de fundo para tratar de temas muito mais sensíveis e profundos. Episódios que até podem ser vistos de forma independente, mas que estão interconectados devido ao fio que liga os personagens a nós; fio este que é proporcionado pelo Loop, um centro de pesquisa de física experimental que parece afetar a vida de todos ao seu redor de alguma forma. É sobre a tristeza e a melancolia da vida, que, apesar de tudo, ainda é muito bela; é sobre o poder de nossas escolhas, e, talvez, sobre caminhos e futuros diferentes, e talvez possíveis; é, sobretudo, sobre o nosso papel no mundo enquanto seres humanos (ou não humanos).
Não é uma série que eu indique para todo mundo. É como poesia: não é todo mundo que curte, e é necessário certa sensibilidade para que a imersão possa ser amplificada (e tá tudo bem não curtir também).
Muito lenta, contemplativa e melancólica, é uma série para ser vista com calma, apreciada, degustada. A trilha sonora do maravilhoso Philip Glass é tão boa quanto os efeitos visuais da série, e serve para que não nos esqueçamos de que, por mais que estejamos sozinhos aqui, ainda existem pessoas que podem nos amar.
Caso de Polícia (1ª Temporada)
3.5 19 Assista AgoraO TJ do Josh Groban é um fofo e a Vasquez é gatíssima, mas não dá. É MUITO fraco.
Entendo que é a ideia é fazer uma série policial family-friendly, mas acho que não precisava ser tudo tão bobo assim. Os casos policiais são risíveis, as piadas não funcionam muito bem, as histórias de cada episódio (que são praticamente independentes) não são nem um pouco envolventes...
E, com o passar do tempo, essa trilha baseada em piano e bateria foi me irritando dum tanto...
Enfim, o que se salva é o personagem Tony Caruso, o único personagem realmente cativante. Pena que a história da busca dele pelo assassino de sua esposa só foi deslanchar no final.
Samurai de Olhos Azuis (1ª Temporada)
4.4 139 Assista AgoraAnimação belíssima, algumas boas soluções, mas tudo MUITO conveniente. Por exemplo:
Mizu metendo a espada na barriga de um soldado: mata o cara.
Mizu levando espadada na barriga, na perna, no ombro, pancada na cabeça, quebrando o pé: fica mal por alguns minutos, e três cenas depois já está pleníssima como se nada tivesse acontecido.
Escravo de uma Paixão
3.3 16 Assista AgoraBem fraco, mesmo considerando a época em que foi feito. Tirando a presença de Theda Bara, pouca coisa ou nada se salva aqui.
Roteiro confuso, montagem estranha, excesso de personagens, ambientações ruins...
Se não fosse pela Vamp de Theda Bara, certamente seria um filme esquecido pelo tempo. E confesso que mesmo ela não acho grande coisa — a Irma Vep de Musidora, outra vamp famosa, por exemplo, é bem superior.
Tiros, Garotas e Trapaças
2.7 35 Assista AgoraMuito, muito ruim. Nem Gary Oldman consegue salvar o filme da mediocridade.
Como dito pelo colega abaixo, uma tentativa — falha — de reproduzir o estilo de Tarantino e Guy Ritchie. Os diálogos são péssimos e toda e qualquer tentativa de fazer humor é forçada e fracassada. E o que falar do excesso de plot twists, então? São tantas as reviravoltas, especialmente nos últimos 15 minutos, que fazem perder qualquer possível impacto, e, por conseguinte, qualquer sentido de existência.
Parece que o filme já nasceu velho, datado. Tem a vibe daqueles filmes ruins e desconhecidos que passavam na madrugada dos anos 90 em algum canal de tv por assinatura.
F1: Dirigir Para Viver (6ª Temporada)
3.7 14Do jeito que o Günther é uma das estrelas da série (o outro é o Ricciardo), não duvido nada de o chamarem para ser comentarista, como fizeram com a Claire Williams. Ajudaria a dar um tom cômico perante os comentários sóbrios de Claire Williams, os comentários lacônicos e superficiais de Dana Patrick e os comentários DRAMÁTICOS e teatrais de Will Buxton.
De resto, mais uma temporada fraca. A terceira foi a última realmente boa, com um leve respiro na quinta temporada.
Continuo assistindo Drive to Survive não mais pela qualidade da série, mas sim como um "esquenta" para cada novo ano de F1 que chega, ou seja, para relembrar a temporada anterior e "entrar no clima" da nova. Se fosse apenas pelo conteúdo da série, já teria largado na quarta temporada.
Visita ao Inferno
4.0 39 Assista AgoraAchei do caralho.
Imagens lindas, histórias incríveis — John Frum! — e uma sensibilidade poética que poucos saberiam transpor para a tela da mesma forma que Herzog. Achei o Clive Oppenheimer muito simpático também — definitivamente ajudou a tornar o documentário ainda melhor.
O ritmo é lento, talvez arrastado, e um tanto contemplativo — e isso é que torna essa jornada acerca de vulcões e lendas ao redor deles ainda melhor; acho que às vezes precisamos nos voltar a histórias simples, sem tanta profundidade, como essa.
À Procura
2.8 291 Assista AgoraODIEI esse filme por estragar a Ária da Rainha da Noite para mim. é uma das peças musicais que mais gosto, e por algum tempo vou lembrar do filme quando ouvi-la
dito isso, ótimo filme. fiquei muito imerso e tenso. não pisquei o olho um segundo
Love, Death & Robots (Volume 1)
4.3 678 Assista AgoraZima Blue é magnífico, catártico
A Mala e os Errantes
3.1 48 Assista Agorafilme gostosinho demais. a trama é tão simples que pode ser considerada ingênua. os personagens principais são bem bonitos — cada um a seu próprio modo — e aquelas cenas no parque-carnaval, mesmo sem acrescentar nada à história, são lindas e tem um quê de nostálgicas.