Como dizem os mais jovens, "dropei" Big Love no meio dessa terceira temporada. É a primeira vez que abandono uma série no meio depois de muito tempo — acho que a última vez foi há uns cinco anos.
Enquanto as tramas paralelas à família (Juniper Creek, cassino, etc.) continuavam boas e empolgantes, peguei tanto asco do excesso de mimimi das três com a chegada da Ana que não aguentei mais. Sério, que mulheres insuportáveis.
Na medida em que nas duas primeiras temporadas senti aspectos mais filosóficos/teológicos, psicológicos e sociais nas tramas da família, nessa temporada ficou uma coisa comezinha, uma encheção de saco que chegou uma hora que eu desliguei a TV no meio do episódio de tanto que meu saco tava cheio dessas três.
A ficção científica, aqui, é apenas um plano de fundo para tratar de temas muito mais sensíveis e profundos. Episódios que até podem ser vistos de forma independente, mas que estão interconectados devido ao fio que liga os personagens a nós; fio este que é proporcionado pelo Loop, um centro de pesquisa de física experimental que parece afetar a vida de todos ao seu redor de alguma forma. É sobre a tristeza e a melancolia da vida, que, apesar de tudo, ainda é muito bela; é sobre o poder de nossas escolhas, e, talvez, sobre caminhos e futuros diferentes, e talvez possíveis; é, sobretudo, sobre o nosso papel no mundo enquanto seres humanos (ou não humanos).
Não é uma série que eu indique para todo mundo. É como poesia: não é todo mundo que curte, e é necessário certa sensibilidade para que a imersão possa ser amplificada (e tá tudo bem não curtir também).
Muito lenta, contemplativa e melancólica, é uma série para ser vista com calma, apreciada, degustada. A trilha sonora do maravilhoso Philip Glass é tão boa quanto os efeitos visuais da série, e serve para que não nos esqueçamos de que, por mais que estejamos sozinhos aqui, ainda existem pessoas que podem nos amar.
O TJ do Josh Groban é um fofo e a Vasquez é gatíssima, mas não dá. É MUITO fraco.
Entendo que é a ideia é fazer uma série policial family-friendly, mas acho que não precisava ser tudo tão bobo assim. Os casos policiais são risíveis, as piadas não funcionam muito bem, as histórias de cada episódio (que são praticamente independentes) não são nem um pouco envolventes...
E, com o passar do tempo, essa trilha baseada em piano e bateria foi me irritando dum tanto...
Enfim, o que se salva é o personagem Tony Caruso, o único personagem realmente cativante. Pena que a história da busca dele pelo assassino de sua esposa só foi deslanchar no final.
Animação belíssima, algumas boas soluções, mas tudo MUITO conveniente. Por exemplo:
Mizu metendo a espada na barriga de um soldado: mata o cara.
Mizu levando espadada na barriga, na perna, no ombro, pancada na cabeça, quebrando o pé: fica mal por alguns minutos, e três cenas depois já está pleníssima como se nada tivesse acontecido.
Do jeito que o Günther é uma das estrelas da série (o outro é o Ricciardo), não duvido nada de o chamarem para ser comentarista, como fizeram com a Claire Williams. Ajudaria a dar um tom cômico perante os comentários sóbrios de Claire Williams, os comentários lacônicos e superficiais de Dana Patrick e os comentários DRAMÁTICOS e teatrais de Will Buxton.
De resto, mais uma temporada fraca. A terceira foi a última realmente boa, com um leve respiro na quinta temporada.
Continuo assistindo Drive to Survive não mais pela qualidade da série, mas sim como um "esquenta" para cada novo ano de F1 que chega, ou seja, para relembrar a temporada anterior e "entrar no clima" da nova. Se fosse apenas pelo conteúdo da série, já teria largado na quarta temporada.
desprezado na época por aqueles que achavam que o cinema tinha que se elevar a um status de "arte" e não a algo meramente comercial e de entretenimento, hoje — curiosamente — o filme é considerado uma obra de arte, embora não seja lá um primor técnico, especialmente porque o roteiro foi escrito de forma bem superficial e muita coisa foi feita de improviso. é, no fim das contas, um filme incrível.
dica: assistam a um ou dois episódios por dia, no máximo. fica aquele gostinho de quero mais e a coisa toda não fica cansativa.
Black Mirror é uma das minhas séries preferidas. Poucas séries provocaram tanto impacto em mim quanto essa série. Gosto tanto que sei o nome de todos os episódios das primeira quatro temporadas, bem como consigo descrevê-los de uma forma um tanto fácil.
Acho que Charlie Brooker conseguiu fazer das quatro primeiras temporadas algo louvável. Provocar impacto, reflexão, solidão... cada episódio foi marcante de seu próprio jeito. São episódios que chocam e encantam não só por seus enredos e plot twists, mas também pela própria forma como eles são contados. Como não se pegar pensando sobre o mundo em que vivemos durante as constantes avaliações de Nosedive? Como não ficar chocado com a brutalidade de White Bear? Como não admirar a genialidade de Hated in the Nation? Como não se sentir absurdamente mal assistindo Shut Up and Dance?
Dito isso, é com grande tristeza que assisti a sexta temporada. Depois de uma quinta temporada um tanto fraca, mas com alguns resquícios das temporadas anteriores, minha expectativa era que com a sexta temporada a série voltasse ao nível das quatro primeiras. Ledo engano. Deparei-me com episódios fracos e cansativos, com premissas até interessantes mas desenvolvimento bastante problemático — o que se tornou o episódio Mazey Day? parecia bastante promissor mas virou uma farofada.
É muito triste que uma série tão genial quanto Community foi na segunda e na terceira temporadas termine de uma forma tão melancólica. Me deixa triste, de verdade.
Assisti à quarta, quinta e sexta temporadas me arrastando, com muita força de vontade de terminar. Em vários momentos dessas três últimas temporadas tive vontade de largar. Ia assistir pensando sempre com alguma esperança de surgir algum lampejo do brilhantismo das temporadas anteriores. E até houve, mas foram episódios esparsos, um ou outro episódio, apenas. No fim, o fim foi um alívio.
A entrada de novos personagens no grupo a partir da quinta temporada só escancarou a decadência da série. Os novos personagens entraram e saíram de forma bem aleatória e não agregaram nada. Até o Abed perdeu sua magia.
Annie e Jeff foi um casal forçado e chato. Ele e a Britta tinham uma química forte, e, de repente, ele e a Annie simplesmente se apaixonam? Chato. Da mesma forma, Britta e Troy foi um casal nada a ver. De forma geral, os relacionamentos amorosos não funcionaram bem na série.
RESUMINDO: devia ter parado na terceira temporada. Fecharia com chave de ouro.
A série é divertida e é sempre muito bom revisitar esse universo que gosto tanto. Só acho que a série é muito nichada, feita quase que exclusivamente para os fãs do jogo.
Não tem nem uma introduçãozinha básica de 2 minutos contando sobre o universo do jogo, do lore, sobre os acontecimentos anteriores, além de ser cheia de referências que só quem já jogou os jogos vai entender. Imagino que quem não jogou os jogos ficará perdido, ou, ao menos, não apreciará tanto quanto poderia.
Só pecou pelo último episódio ser corrido demais. Parece que tudo, absolutamente tudo culminou naquele episódio final, o que fez ele ficar corrido, com tantos acontecimentos acontecendo em um curto espaço de tempo, o que deixou o tom superficial.
A série já tem, originalmente, um ritmo mais lento e contemplativo, o que foi excelente para imersão no mundo diegético da narrativa. Por que não ter desmembrado o último episódio em dois ou três?
Ademais, fica aqui uma sugestão ainda melhor de cena final:
O anime realmente merece todos os predicados e elogios que recebe desde sempre.
Todavia, o formato episódico deixa o anime MUITO cansativo. Eu não conseguia assistir mais de três ou quatros episódios por vez, porque todos os episódios seguem a mesma fórmula, uma mesma estrutura padrão, uma mesma receita de bolo.
Esse formato episódico era bom antigamente, quando as séries/animes passavam uma vez por semana na TV, e toda semana estreava um novo episódio. Aí fazia todo o sentido. Agora, no mundo dos streamings no qual vivemos hoje, esse formato acaba se tornando ultrapassado.
Amor Imenso (3ª Temporada)
4.1 14 Assista AgoraComo dizem os mais jovens, "dropei" Big Love no meio dessa terceira temporada. É a primeira vez que abandono uma série no meio depois de muito tempo — acho que a última vez foi há uns cinco anos.
Enquanto as tramas paralelas à família (Juniper Creek, cassino, etc.) continuavam boas e empolgantes, peguei tanto asco do excesso de mimimi das três com a chegada da Ana que não aguentei mais. Sério, que mulheres insuportáveis.
Na medida em que nas duas primeiras temporadas senti aspectos mais filosóficos/teológicos, psicológicos e sociais nas tramas da família, nessa temporada ficou uma coisa comezinha, uma encheção de saco que chegou uma hora que eu desliguei a TV no meio do episódio de tanto que meu saco tava cheio dessas três.
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2ª Temporada)
3.7 204 Assista AgoraCada vez que o núcleo da Nori / Estranho aparecia eu tinha vontade de desligar a tevê. Insuportáveis.
Contos do Loop (1ª Temporada)
4.2 228 Assista AgoraPoucas vezes uma série mexeu tanto comigo.
A ficção científica, aqui, é apenas um plano de fundo para tratar de temas muito mais sensíveis e profundos. Episódios que até podem ser vistos de forma independente, mas que estão interconectados devido ao fio que liga os personagens a nós; fio este que é proporcionado pelo Loop, um centro de pesquisa de física experimental que parece afetar a vida de todos ao seu redor de alguma forma. É sobre a tristeza e a melancolia da vida, que, apesar de tudo, ainda é muito bela; é sobre o poder de nossas escolhas, e, talvez, sobre caminhos e futuros diferentes, e talvez possíveis; é, sobretudo, sobre o nosso papel no mundo enquanto seres humanos (ou não humanos).
Não é uma série que eu indique para todo mundo. É como poesia: não é todo mundo que curte, e é necessário certa sensibilidade para que a imersão possa ser amplificada (e tá tudo bem não curtir também).
Muito lenta, contemplativa e melancólica, é uma série para ser vista com calma, apreciada, degustada. A trilha sonora do maravilhoso Philip Glass é tão boa quanto os efeitos visuais da série, e serve para que não nos esqueçamos de que, por mais que estejamos sozinhos aqui, ainda existem pessoas que podem nos amar.
Caso de Polícia (1ª Temporada)
3.5 19 Assista AgoraO TJ do Josh Groban é um fofo e a Vasquez é gatíssima, mas não dá. É MUITO fraco.
Entendo que é a ideia é fazer uma série policial family-friendly, mas acho que não precisava ser tudo tão bobo assim. Os casos policiais são risíveis, as piadas não funcionam muito bem, as histórias de cada episódio (que são praticamente independentes) não são nem um pouco envolventes...
E, com o passar do tempo, essa trilha baseada em piano e bateria foi me irritando dum tanto...
Enfim, o que se salva é o personagem Tony Caruso, o único personagem realmente cativante. Pena que a história da busca dele pelo assassino de sua esposa só foi deslanchar no final.
Samurai de Olhos Azuis (1ª Temporada)
4.4 140 Assista AgoraAnimação belíssima, algumas boas soluções, mas tudo MUITO conveniente. Por exemplo:
Mizu metendo a espada na barriga de um soldado: mata o cara.
Mizu levando espadada na barriga, na perna, no ombro, pancada na cabeça, quebrando o pé: fica mal por alguns minutos, e três cenas depois já está pleníssima como se nada tivesse acontecido.
F1: Dirigir Para Viver (6ª Temporada)
3.7 14Do jeito que o Günther é uma das estrelas da série (o outro é o Ricciardo), não duvido nada de o chamarem para ser comentarista, como fizeram com a Claire Williams. Ajudaria a dar um tom cômico perante os comentários sóbrios de Claire Williams, os comentários lacônicos e superficiais de Dana Patrick e os comentários DRAMÁTICOS e teatrais de Will Buxton.
De resto, mais uma temporada fraca. A terceira foi a última realmente boa, com um leve respiro na quinta temporada.
Continuo assistindo Drive to Survive não mais pela qualidade da série, mas sim como um "esquenta" para cada novo ano de F1 que chega, ou seja, para relembrar a temporada anterior e "entrar no clima" da nova. Se fosse apenas pelo conteúdo da série, já teria largado na quarta temporada.
Love, Death & Robots (Volume 1)
4.3 676 Assista AgoraZima Blue é magnífico, catártico
Os Vampiros
4.0 79desprezado na época por aqueles que achavam que o cinema tinha que se elevar a um status de "arte" e não a algo meramente comercial e de entretenimento, hoje — curiosamente — o filme é considerado uma obra de arte, embora não seja lá um primor técnico, especialmente porque o roteiro foi escrito de forma bem superficial e muita coisa foi feita de improviso. é, no fim das contas, um filme incrível.
dica: assistam a um ou dois episódios por dia, no máximo. fica aquele gostinho de quero mais e a coisa toda não fica cansativa.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 623 Assista AgoraBlack Mirror é uma das minhas séries preferidas. Poucas séries provocaram tanto impacto em mim quanto essa série. Gosto tanto que sei o nome de todos os episódios das primeira quatro temporadas, bem como consigo descrevê-los de uma forma um tanto fácil.
Acho que Charlie Brooker conseguiu fazer das quatro primeiras temporadas algo louvável. Provocar impacto, reflexão, solidão... cada episódio foi marcante de seu próprio jeito. São episódios que chocam e encantam não só por seus enredos e plot twists, mas também pela própria forma como eles são contados. Como não se pegar pensando sobre o mundo em que vivemos durante as constantes avaliações de Nosedive? Como não ficar chocado com a brutalidade de White Bear? Como não admirar a genialidade de Hated in the Nation? Como não se sentir absurdamente mal assistindo Shut Up and Dance?
Dito isso, é com grande tristeza que assisti a sexta temporada. Depois de uma quinta temporada um tanto fraca, mas com alguns resquícios das temporadas anteriores, minha expectativa era que com a sexta temporada a série voltasse ao nível das quatro primeiras. Ledo engano. Deparei-me com episódios fracos e cansativos, com premissas até interessantes mas desenvolvimento bastante problemático — o que se tornou o episódio Mazey Day? parecia bastante promissor mas virou uma farofada.
Será que o ChatGPT escreveria roteiros melhores?
Community (6ª Temporada)
3.7 136É muito triste que uma série tão genial quanto Community foi na segunda e na terceira temporadas termine de uma forma tão melancólica. Me deixa triste, de verdade.
Assisti à quarta, quinta e sexta temporadas me arrastando, com muita força de vontade de terminar. Em vários momentos dessas três últimas temporadas tive vontade de largar. Ia assistir pensando sempre com alguma esperança de surgir algum lampejo do brilhantismo das temporadas anteriores. E até houve, mas foram episódios esparsos, um ou outro episódio, apenas. No fim, o fim foi um alívio.
A entrada de novos personagens no grupo a partir da quinta temporada só escancarou a decadência da série. Os novos personagens entraram e saíram de forma bem aleatória e não agregaram nada. Até o Abed perdeu sua magia.
Annie e Jeff foi um casal forçado e chato. Ele e a Britta tinham uma química forte, e, de repente, ele e a Annie simplesmente se apaixonam? Chato. Da mesma forma, Britta e Troy foi um casal nada a ver. De forma geral, os relacionamentos amorosos não funcionaram bem na série.
RESUMINDO: devia ter parado na terceira temporada. Fecharia com chave de ouro.
Dragon Age: Absolvição (1ª Temporada)
3.3 20 Assista AgoraA série é divertida e é sempre muito bom revisitar esse universo que gosto tanto. Só acho que a série é muito nichada, feita quase que exclusivamente para os fãs do jogo.
Não tem nem uma introduçãozinha básica de 2 minutos contando sobre o universo do jogo, do lore, sobre os acontecimentos anteriores, além de ser cheia de referências que só quem já jogou os jogos vai entender. Imagino que quem não jogou os jogos ficará perdido, ou, ao menos, não apreciará tanto quanto poderia.
Espero que tenha uma segunda temporada.
Por Trás de Seus Olhos
3.7 631 Assista AgoraExcelente.
Só pecou pelo último episódio ser corrido demais. Parece que tudo, absolutamente tudo culminou naquele episódio final, o que fez ele ficar corrido, com tantos acontecimentos acontecendo em um curto espaço de tempo, o que deixou o tom superficial.
A série já tem, originalmente, um ritmo mais lento e contemplativo, o que foi excelente para imersão no mundo diegético da narrativa. Por que não ter desmembrado o último episódio em dois ou três?
Ademais, fica aqui uma sugestão ainda melhor de cena final:
O David poderia se afeiçoar ao Adam, e a "Louise" olharia feio para o Adam, como se ficasse sugerido que ele seria a próxima vítima.
Cowboy Bebop
4.6 274 Assista AgoraO anime realmente merece todos os predicados e elogios que recebe desde sempre.
Todavia, o formato episódico deixa o anime MUITO cansativo. Eu não conseguia assistir mais de três ou quatros episódios por vez, porque todos os episódios seguem a mesma fórmula, uma mesma estrutura padrão, uma mesma receita de bolo.
Esse formato episódico era bom antigamente, quando as séries/animes passavam uma vez por semana na TV, e toda semana estreava um novo episódio. Aí fazia todo o sentido. Agora, no mundo dos streamings no qual vivemos hoje, esse formato acaba se tornando ultrapassado.
A Cura
3.9 168Segunda temporada já era, né. Pelo jeito vai ficar só na primeira. Que pena. Eu adorava essa série
Os Padrinhos Mágicos (1ª Temporada)
4.0 39além de séries estão colocando desenhos aqui também? falta mais o que? novelas?
Capitu
4.5 631Tudo nessa série é lindo.
Som e Fúria
4.4 102demais!