É uma boa série, mas falta um pouco de drama, dava pra ser uma nota 4 se o pessoal conseguisse chorar quando algo horrível acontece CONSIGO mesmo ou os seus, mas qq eu sei, né. Enfim, o resto tá bom até.
Nem aí pra essa média ruim, eu amei, adoro esse rolê de soulmate, contudo já nem acredite, achei a protagonista o tipo de personagem problemático que a gnt se apega e a maldição até que ok [spoiler] mas e o Nick pq não morreu, não era na bloodline dele tbm? adorei ela virar a vigia, tinha certeza que eles não iam matar a menina, de qualquer forma, mas foi uma boa surpresa pq eu fui pesquisar uma musica da série e acabei vendo a cena da morte dela, então foi uma quase grata surpresa, rs [/]
Pra mim foi o episódio do date com a médica - em que ele defende que o que faz é arte - e é, mas, convenhamos, né, gente, que também não é, (zumbi com diarreia?) achei puro suco de Hollywood, ri demais, os dois últimos episódios foram muito true Seth Rogen, teve até o Franco, muito bom. P.s: eles deviam fazer um trailer do filme do Kool-aid na segunda temporada, rs
A cultura é a família da nossa família, como disse a Clarissa Pinkola - só que só uma dessas famílias a gente consegue tentar controlar, pra mim foi a parte em que eles dizem: ele estava no quarto o tempo todo, acreditávamos que ele estava seguro. Não é fácil lidar com crianças e adolescentes hoje e tenho poucas esperanças de que melhore. Mas é uma boa série e faz pensar, mesmo que não se aprofunde tanto.
Vejo pq meu cotidiano tem fome de fairy tales e pq é uma série publicitária de Paris que eu gosto de assistir enquanto faço outra coisa (o que ajuda a acalmar meu TDAH.
Assisti na pandemia e esqueci de marcar, lendo comentários aqui, a personagem que sobreviveu a prova do tempo, pra mim, foi a Haidée, queridíssima, em meio ao culto a juventude que é a sociedade, ver ela redescobrir a vida foi lindo.
Bora lá, primeiro, agora eu entendo melhor a Taylor Swift. Segundo: não sei o que é mais utópico o happy ending monogâmico e eternamente satisfatório ou a poligamia e a honestidade levando-se em conta o ser humano e seu ego do tamanho dos EUA. Terceira e última: achei super contemporânea: o casal millenial (milenar) tentando fazer algo funcionar dentro do caos do casamento e da vida e o casal geração z chegando pra tacar o fds e sair de desconstruidor. Mas adorei o final, que não gostaria de ter tudo?
Ah, não vou marcar spoiler pq ninguém vai ler e eu misturei muito spoiler com opinião. I’m a virgo – confesso que eu quase desisti quando vi que o protagonista era gigante, mas a atriz que fazia a mãe dele é a maravilhosa (nome) e pensei, vou ver mais um pouco – ainda bem. Que série, mds. Pra começar o menino gigante, Cootie foi criado escondido por seus pais por medo da reação das pessoas, mas ele é jovem e vai desobedecer, claro. Ele encontra três jovens e começa a sair com eles e, óbvio, todo mundo acha ele uma sensação. O sonho do garoto é comer um big bang burguer e a rebeldia começa quando ele descobre que seus pais comiam fast food mesmo dizendo que era veneno pra ele, enfim. E é na lanchonete que ele encontra a sua pisciana e enquanto ele cria coragem pra chamá-la pra sair, fica sem grana, óbvio, aí aparece um agente e ele começa a fazer trabalhos de modelo, anúncios publicitários (esse eixo da história meio que fica interrompido pela sequência de acontecimentos posterior, mas tem questionamentos muito pertinentes sobre como a sociedade que explora tudo o que é diferente e joga fora). Temos uma cena estranhíssima de sexo no terceiro ep, mas é, talvez um alívio cômico porque logo depois um dos grandes amigos dele sofre um acidente e não é atendido no hospital porque não tem convênio/dinheiro. E é quando a história ganha profundidade, Jones, um dos três amigos de Cootie, explica duas vezes com precisão analítica o sistema capitalista. Ela protesta e começa greves. Mas esqueço o vilão da série, aliás, o herói – Herói era um personagem de quadrinhos que saiu pra vida real se tornar o que um dos personagens chama ‘fantasma’ – ele usa toda tecnologia milionária de um Batman só que boring, um Batman meio Elon Musk - ele combate o crime, mas os pequenos crimes, traficantes, shoplifters, baderneiros, ninguém do povo gosta dele, mas Cootie gostava por ter crescido a ler os quadrinhos dele. Até serem confrontados e ele entender que Herói não é assim tão incrível, na verdade, ele vive na sua bolha bilionária e é um psicopata total. Mas tem muito mais pra história que isso – como gigante, ele ganha uma seita de adoradores que conta que ele foi profetizado muitos anos antes e precisa perder um olho pra se tornar o messias (sempre). E tem outros carinhas da vizinhança que encolhem, ficam bem/bem pequeninhos. E eles finalmente se unem como um grupo pra combater o Herói/o sistema/o capitalismo. I’m a virgo – foi a melhor série que eu já assisti por coincidência na história da vidinha inteira – sim, eu pesquisava a palavra-chave Virgo porque eu sou virgo de asc e lua. E o que falam dos virginianos (e piscianos, porque uma pisciana muito rápida quebra o estereótipo injusto de que somos lentos).
Não entendi essa série não ser renovada e Only murders in the building (que nem tinha plot depois da primeira, continuar). Tinha um potencial nostálgico e, ao mesmo tempo, contemporâneo que era muito querido, bem guilty pleasure mesmo - adorei a Sophie ser streetphotographer, a Valentina é muito querida, um pouco Robyn até, o Jesse é tão sem sorte e sem jeito que é impossível não gostar dele e o que dizer o sotaque inglês maravilhoso do Charlie, o Sid é legal e a Ellen é o espereótipo da sapatão gente fina - tem muito mais diversidade que a original, ainda que não tenha nem de longe o apelo romântico de HIMYF. Damn bussiness world. YOU SUCK.
Disse a Greta Gerwig que esse é um dos filmes/séries que a inspiraram pra fazer o roteiro de Barbie e eu prevejo muitas várias crises existenciais/culturais e acho muito muito legal que algo assim possa, finalmente, ser mainstream. É uma ótima série, mas tem que prestar atenção porque são mesmo muitas camadas e talvez eu precise até rever um dia, mas o paralelo com a web é ainda mais interessante
quando a gente repara que quando foi feita, ainda não existiam esses jogos que fazem o pessoal se matar. E tem a diferença essencial entre the wire e the web que é, na wire você ainda é você, ainda que sem corpo, e na nossa realidade sem corpo você também some da web, as vezes a arte tenta prever o que nos é impossível inventar. Ou sei lá. Mas gostei.
Li que Anne with an E era INFP como eu - engraçado mesmo, lembrei da época que era importante dizer pras pessoas que meu nome era Gabriely com Y, essa coisa de criar mundos na cabeça pra realidade ser suportável, mas também porque as coisas são sempre mais bonitas imaginadas - Anne é um amor de ser humano - vi Anne with the green gables de 85 e fiquei bem contente que a série possa desenvolver bem mais o enredo e não fique tudo resolvido muito rápido e na superfície, aqui os dilemas dela se parecem muito com o das meninas de hoje (sim, ainda, várias coisas poderiam muito bem ter ficado pra trás como o estigma da menstruação etc) mas outras são universais e eternas e por isso acho que Anne vai viver muito tempo e ainda bem <3
Ah, eu curti, é criativa e não deixa de fazer graça dos preconceitos americanos quanto a coisas diferentes: eles tem costumes diferentes, será que são europeus, será que são amish? No mais, é engraçado como as pessoas continuam "explorando" os alienígenas e que, por mais que os recursos tecnológicos avancem, eles sempre são abordados da mesma forma: seres meio nonsense que são amigáveis e que - inteligentes demais ou muito burros - nunca nos entendem, Enfim, acredito que valha a pena conferir sim.
Continuum (1ª Temporada)
4.0 95 Assista AgoraEu amo viagem no tempo, mas não tem como eu torcer contra os revolucionários anti sistema corporativo em favor de uma policial, gnt, desculpa.
Mulheres Imperfeitas
3.2 29 Assista AgoraEu vejo essas séries e fico pensando, por isso eu prefiro morrer esquizofrênica e sozinha do que com homem.
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraÉ uma boa série, mas falta um pouco de drama, dava pra ser uma nota 4 se o pessoal conseguisse chorar quando algo horrível acontece CONSIGO mesmo ou os seus, mas qq eu sei, né. Enfim, o resto tá bom até.
Algo Horrível Vai Acontecer
3.3 113 Assista AgoraNem aí pra essa média ruim, eu amei, adoro esse rolê de soulmate, contudo já nem acredite, achei a protagonista o tipo de personagem problemático que a gnt se apega e a maldição até que ok
[spoiler] mas e o Nick pq não morreu, não era na bloodline dele tbm? adorei ela virar a vigia, tinha certeza que eles não iam matar a menina, de qualquer forma, mas foi uma boa surpresa pq eu fui pesquisar uma musica da série e acabei vendo a cena da morte dela, então foi uma quase grata surpresa, rs [/]
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 112 Assista AgoraPra mim foi o episódio do date com a médica - em que ele defende que o que faz é arte - e é, mas, convenhamos, né, gente, que também não é, (zumbi com diarreia?) achei puro suco de Hollywood, ri demais, os dois últimos episódios foram muito true Seth Rogen, teve até o Franco, muito bom.
P.s: eles deviam fazer um trailer do filme do Kool-aid na segunda temporada, rs
Adolescência
4.0 615 Assista AgoraA cultura é a família da nossa família, como disse a Clarissa Pinkola - só que só uma dessas famílias a gente consegue tentar controlar, pra mim foi a parte em que eles dizem: ele estava no quarto o tempo todo, acreditávamos que ele estava seguro. Não é fácil lidar com crianças e adolescentes hoje e tenho poucas esperanças de que melhore. Mas é uma boa série e faz pensar, mesmo que não se aprofunde tanto.
Cassandra
3.4 181 Assista AgoraA gente fica meio assim do pessoal
ter tanto medo de um robô
mas é uma série que te prende do início ao fim, sem falar que essa temática tecnologia encontra masculinidade tóxica tá o máximo.
Emily em Paris (2ª Temporada)
3.4 175 Assista AgoraVejo pq meu cotidiano tem fome de fairy tales e pq é uma série publicitária de Paris que eu gosto de assistir enquanto faço outra coisa (o que ajuda a acalmar meu TDAH.
Sessão de Terapia (4ª Temporada)
4.4 29Assisti na pandemia e esqueci de marcar, lendo comentários aqui, a personagem que sobreviveu a prova do tempo, pra mim, foi a Haidée, queridíssima, em meio ao culto a juventude que é a sociedade, ver ela redescobrir a vida foi lindo.
Conversas entre amigos (1ª Temporada)
3.7 27Bora lá, primeiro, agora eu entendo melhor a Taylor Swift. Segundo: não sei o que é mais utópico o happy ending monogâmico e eternamente satisfatório ou a poligamia e a honestidade levando-se em conta o ser humano e seu ego do tamanho dos EUA. Terceira e última: achei super contemporânea: o casal millenial (milenar) tentando fazer algo funcionar dentro do caos do casamento e da vida e o casal geração z chegando pra tacar o fds e sair de desconstruidor. Mas adorei o final, que não gostaria de ter tudo?
Sou de Virgem (1ª Temporada)
3.8 11 Assista AgoraAh, não vou marcar spoiler pq ninguém vai ler e eu misturei muito spoiler com opinião.
I’m a virgo – confesso que eu quase desisti quando vi que o protagonista era gigante, mas a atriz que fazia a mãe dele é a maravilhosa (nome) e pensei, vou ver mais um pouco – ainda bem. Que série, mds. Pra começar o menino gigante, Cootie foi criado escondido por seus pais por medo da reação das pessoas, mas ele é jovem e vai desobedecer, claro. Ele encontra três jovens e começa a sair com eles e, óbvio, todo mundo acha ele uma sensação. O sonho do garoto é comer um big bang burguer e a rebeldia começa quando ele descobre que seus pais comiam fast food mesmo dizendo que era veneno pra ele, enfim. E é na lanchonete que ele encontra a sua pisciana e enquanto ele cria coragem pra chamá-la pra sair, fica sem grana, óbvio, aí aparece um agente e ele começa a fazer trabalhos de modelo, anúncios publicitários (esse eixo da história meio que fica interrompido pela sequência de acontecimentos posterior, mas tem questionamentos muito pertinentes sobre como a sociedade que explora tudo o que é diferente e joga fora). Temos uma cena estranhíssima de sexo no terceiro ep, mas é, talvez um alívio cômico porque logo depois um dos grandes amigos dele sofre um acidente e não é atendido no hospital porque não tem convênio/dinheiro. E é quando a história ganha profundidade, Jones, um dos três amigos de Cootie, explica duas vezes com precisão analítica o sistema capitalista. Ela protesta e começa greves. Mas esqueço o vilão da série, aliás, o herói – Herói era um personagem de quadrinhos que saiu pra vida real se tornar o que um dos personagens chama ‘fantasma’ – ele usa toda tecnologia milionária de um Batman só que boring, um Batman meio Elon Musk - ele combate o crime, mas os pequenos crimes, traficantes, shoplifters, baderneiros, ninguém do povo gosta dele, mas Cootie gostava por ter crescido a ler os quadrinhos dele. Até serem confrontados e ele entender que Herói não é assim tão incrível, na verdade, ele vive na sua bolha bilionária e é um psicopata total. Mas tem muito mais pra história que isso – como gigante, ele ganha uma seita de adoradores que conta que ele foi profetizado muitos anos antes e precisa perder um olho pra se tornar o messias (sempre). E tem outros carinhas da vizinhança que encolhem, ficam bem/bem pequeninhos. E eles finalmente se unem como um grupo pra combater o Herói/o sistema/o capitalismo.
I’m a virgo – foi a melhor série que eu já assisti por coincidência na história da vidinha inteira – sim, eu pesquisava a palavra-chave Virgo porque eu sou virgo de asc e lua. E o que falam dos virginianos (e piscianos, porque uma pisciana muito rápida quebra o estereótipo injusto de que somos lentos).
Como Eu Conheci Seu Pai (1ª Temporada)
3.4 55Não entendi essa série não ser renovada e Only murders in the building (que nem tinha plot depois da primeira, continuar). Tinha um potencial nostálgico e, ao mesmo tempo, contemporâneo que era muito querido, bem guilty pleasure mesmo - adorei a Sophie ser streetphotographer, a Valentina é muito querida, um pouco Robyn até, o Jesse é tão sem sorte e sem jeito que é impossível não gostar dele e o que dizer o sotaque inglês maravilhoso do Charlie, o Sid é legal e a Ellen é o espereótipo da sapatão gente fina - tem muito mais diversidade que a original, ainda que não tenha nem de longe o apelo romântico de HIMYF. Damn bussiness world. YOU SUCK.
Serial Experiments Lain
4.4 160Disse a Greta Gerwig que esse é um dos filmes/séries que a inspiraram pra fazer o roteiro de Barbie e eu prevejo muitas várias crises existenciais/culturais e acho muito muito legal que algo assim possa, finalmente, ser mainstream.
É uma ótima série, mas tem que prestar atenção porque são mesmo muitas camadas e talvez eu precise até rever um dia, mas o paralelo com a web é ainda mais interessante
quando a gente repara que quando foi feita, ainda não existiam esses jogos que fazem o pessoal se matar. E tem a diferença essencial entre the wire e the web que é, na wire você ainda é você, ainda que sem corpo, e na nossa realidade sem corpo você também some da web, as vezes a arte tenta prever o que nos é impossível inventar. Ou sei lá. Mas gostei.
Anne com um E (1ª Temporada)
4.6 763 Assista AgoraLi que Anne with an E era INFP como eu - engraçado mesmo, lembrei da época que era importante dizer pras pessoas que meu nome era Gabriely com Y, essa coisa de criar mundos na cabeça pra realidade ser suportável, mas também porque as coisas são sempre mais bonitas imaginadas - Anne é um amor de ser humano - vi Anne with the green gables de 85 e fiquei bem contente que a série possa desenvolver bem mais o enredo e não fique tudo resolvido muito rápido e na superfície, aqui os dilemas dela se parecem muito com o das meninas de hoje (sim, ainda, várias coisas poderiam muito bem ter ficado pra trás como o estigma da menstruação etc) mas outras são universais e eternas e por isso acho que Anne vai viver muito tempo e ainda bem <3
Daria (1ª Temporada)
4.6 106Podiam cadastrar as outras temporadas // to maratonando e amando e logo serei obrigada a fazer, rs
The Neighbors (1ª Temporada)
3.7 30Ah, eu curti, é criativa e não deixa de fazer graça dos preconceitos americanos quanto a coisas diferentes: eles tem costumes diferentes, será que são europeus, será que são amish? No mais, é engraçado como as pessoas continuam "explorando" os alienígenas e que, por mais que os recursos tecnológicos avancem, eles sempre são abordados da mesma forma: seres meio nonsense que são amigáveis e que - inteligentes demais ou muito burros - nunca nos entendem, Enfim, acredito que valha a pena conferir sim.
Glee (4ª Temporada)
3.6 650 Assista AgoraQue linda essa Marley, inside and out *-*
Go On (1ª Temporada)
3.9 141Eu torço tanto pra que o Chandler não tenha sido o papel da vida do Perry, ainda assim, acho que por enquanto não existe competição.
Os Mistérios de Miss Fisher (1º Temporada)
4.4 34Claro que qualquer coisa ambientada nos anos 20 ficaria um charme. Muito boa. :)
The Real L Word (1ª Temporada)
3.7 73Relacionamentos são complicados até mesmo pra pessoas do mesmo sexo. Que coisa.