É preciso sensibilidade para perceber as sutilezas de cada olhar, cada silêncio, cada reação dos corpos. Achei bonito, cativante, levou um pedacinho do meu coração com ele quando acabou.
Caio Sóh surpreende cada vez mais com esses roteiros sensacionais, sempre deixam pensando e sentindo (mais sentindo que pensando, no meu caso) depois. É de uma poesia que arranha na pele.
Não sei o que me cativou mais: a sensibilidade ou a fotografia. Portuga o ensinou o que era ternura com seis anos de idade e ele repassa, para pessoas de qualquer idade que seja. É doce, é gostoso.
Que fotografia sensacional. Dava pra sentir a poesia respirada em cada ângulo novo da câmera. Não achei exatamente triste, achei meio melancólico pela confusão na cabeça dela em comparação ao outro relacionamento, era como se ao mesmo tempo que ela quisesse algo novo, não quisesse se desfazer do passado e essa confusão a persegue o filme inteiro.
Tão delicado... Assisti no momento exato da minha vida, justo quando preciso desse "encontro", desse esbarrar... O filme me deu um rumo. Acho que é isso, que a vida é feita dessa paixão adoravelmente louca. Achei doce.
Ah, como doeu a sensibilidade desse filme. Não esperava que me partisse da forma que o fez, mas como poeta senti na pele várias das loucuras de Bishop... Glorinha foi maravilhosa no papel, as duas foram sensacionais. Achei ousado de uma forma sutil...
O Parque do Flamengo ganhou seu propósito, assim como a luz da Lua naqueles postes altíssimos. Ficou um pedaço do amor dela tanto pra gente, quanto pra poeta.
não ter sobrevivido, mas, de qualquer forma, Anne conseguiu aquilo que queria: não ter uma vida comum e se eternizar como escritora. Acho que no livro a relação dela com a mãe se expressa mais, apesar disso, num geral, o filme foi bem fiel.
Metade de mim enlouquecia com cada parte, sem reação, respirando cada uma das referências dos atores, respirando cada detalhezinho, a poesia, a percepção daquela época, dos jovens, da política (cousa ainda tão presente, mesmo que meio mascarada), mas quando a trilha soava, a outra metade de mim surgia, eu era simplesmente levada. O filme me invadiu, acabou me roubando e eu só fiz me entregar. Conheço Léo e Bia desde que eu me entendo por gente e é uma música incrível! Comecei o filme querendo estar na Brasília dos anos 70 e terminei querendo estar no Rio de Janeiro, aí lembrei que eu moro no Rio e a vontade era de sair beijando toda essa cidade.
Achei o filme com aquele gostinho amoroso na boca depois de terminar, onde a gente olha em volta e só ri, porque na adolescência tudo é assim mesmo. Gostei do tom de descontração e leveza em torno de problemas tão frequentes quando se é jovem.
Acabei de assistir o filme e ainda estou sob efeito do mesmo. A delicadeza dos corpos é fascinante, os detalhes, a visão do diretor, das atrizes e do próprio câmera em relação a tudo. A câmera foca bastante na sutileza, mexendo de uma forma excitante com cousas tão naturais. Mesmo que algumas cenas tenham realmente ficado meio no ar, a próxima sempre compensa, o que impede quem quer que esteja assistindo de deixar que o foco se desvie da cena. É preciso se entregar. Acho que os detalhes que a câmera captou, como a forma dela mover os lábios, os de mastigar e até mesmo de mexer co'a calça ou tocar em seu corpo fizeram a personagem se aproximar ainda mais de nós.
A explosão de poesia que esse filme me causou é impressionante. A poesia me estava travada na garganta e esse filme foi quase que um soluço, arranhando e fazendo cuspir os versos entalados. Ele me quebrou o bloqueio. A gente acaba se tornando um pouco cada um dos personagens, se percebe no meio de todas essas imposições que somos diariamente metidos e são as várias metidas, a poesia do corpo, a taxada de vulgaridade, que nos deixa hipnotizado pela forma que o filme trata desses assuntos. É uma sensibilidade desesperada.
Os olhares deles foram uma cousa extremamente marcante pra mim. A docilidade de cada toque, cada gesto. Encontrei nesse filme uma cousa que prezo um bocado em qualquer cousa nessa vida: sentimento. Dava pra sentir cada partezinha de tudo: os atores, a fotografia, a trilha.
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Havaí
3.7 198É preciso sensibilidade para perceber as sutilezas de cada olhar, cada silêncio, cada reação dos corpos. Achei bonito, cativante, levou um pedacinho do meu coração com ele quando acabou.
Minutos Atrás
3.8 26Caio Sóh surpreende cada vez mais com esses roteiros sensacionais, sempre deixam pensando e sentindo (mais sentindo que pensando, no meu caso) depois. É de uma poesia que arranha na pele.
Meu Pé de Laranja Lima
3.9 355Não sei o que me cativou mais: a sensibilidade ou a fotografia. Portuga o ensinou o que era ternura com seis anos de idade e ele repassa, para pessoas de qualquer idade que seja. É doce, é gostoso.
Como Esquecer
3.6 655 Assista AgoraQue fotografia sensacional. Dava pra sentir a poesia respirada em cada ângulo novo da câmera. Não achei exatamente triste, achei meio melancólico pela confusão na cabeça dela em comparação ao outro relacionamento, era como se ao mesmo tempo que ela quisesse algo novo, não quisesse se desfazer do passado e essa confusão a persegue o filme inteiro.
La Robe du soir
3.7 12Alguém tem o link?
Elena Undone
3.5 277Tão delicado... Assisti no momento exato da minha vida, justo quando preciso desse "encontro", desse esbarrar... O filme me deu um rumo. Acho que é isso, que a vida é feita dessa paixão adoravelmente louca. Achei doce.
Flores Raras
3.8 570 Assista AgoraAh, como doeu a sensibilidade desse filme. Não esperava que me partisse da forma que o fez, mas como poeta senti na pele várias das loucuras de Bishop... Glorinha foi maravilhosa no papel, as duas foram sensacionais.
Achei ousado de uma forma sutil...
O Parque do Flamengo ganhou seu propósito, assim como a luz da Lua naqueles postes altíssimos. Ficou um pedaço do amor dela tanto pra gente, quanto pra poeta.
A Menina que Roubava Livros
4.0 3,4K Assista AgoraAchei tão bom quanto livro! Me emocionei com ambos e achei as atuações muito boas. Achei bem fiel e de um tom muito doce.
O Diário de Anne Frank
4.2 123O filme é ótimo! Emociona e dói na alma ela
não ter sobrevivido, mas, de qualquer forma, Anne conseguiu aquilo que queria: não ter uma vida comum e se eternizar como escritora. Acho que no livro a relação dela com a mãe se expressa mais, apesar disso, num geral, o filme foi bem fiel.
Léo e Bia
4.2 148Metade de mim enlouquecia com cada parte, sem reação, respirando cada uma das referências dos atores, respirando cada detalhezinho, a poesia, a percepção daquela época, dos jovens, da política (cousa ainda tão presente, mesmo que meio mascarada), mas quando a trilha soava, a outra metade de mim surgia, eu era simplesmente levada. O filme me invadiu, acabou me roubando e eu só fiz me entregar. Conheço Léo e Bia desde que eu me entendo por gente e é uma música incrível!
Comecei o filme querendo estar na Brasília dos anos 70 e terminei querendo estar no Rio de Janeiro, aí lembrei que eu moro no Rio e a vontade era de sair beijando toda essa cidade.
Confissões de Adolescente
3.3 656Achei o filme com aquele gostinho amoroso na boca depois de terminar, onde a gente olha em volta e só ri, porque na adolescência tudo é assim mesmo. Gostei do tom de descontração e leveza em torno de problemas tão frequentes quando se é jovem.
Azul é a Cor Mais Quente
3.7 4,3K Assista AgoraAcabei de assistir o filme e ainda estou sob efeito do mesmo. A delicadeza dos corpos é fascinante, os detalhes, a visão do diretor, das atrizes e do próprio câmera em relação a tudo. A câmera foca bastante na sutileza, mexendo de uma forma excitante com cousas tão naturais. Mesmo que algumas cenas tenham realmente ficado meio no ar, a próxima sempre compensa, o que impede quem quer que esteja assistindo de deixar que o foco se desvie da cena. É preciso se entregar. Acho que os detalhes que a câmera captou, como a forma dela mover os lábios, os de mastigar e até mesmo de mexer co'a calça ou tocar em seu corpo fizeram a personagem se aproximar ainda mais de nós.
Febre do Rato
4.0 656A explosão de poesia que esse filme me causou é impressionante. A poesia me estava travada na garganta e esse filme foi quase que um soluço, arranhando e fazendo cuspir os versos entalados.
Ele me quebrou o bloqueio. A gente acaba se tornando um pouco cada um dos personagens, se percebe no meio de todas essas imposições que somos diariamente metidos e são as várias metidas, a poesia do corpo, a taxada de vulgaridade, que nos deixa hipnotizado pela forma que o filme trata desses assuntos. É uma sensibilidade desesperada.
Ensina-me a Viver
4.3 880 Assista AgoraOs olhares deles foram uma cousa extremamente marcante pra mim. A docilidade de cada toque, cada gesto. Encontrei nesse filme uma cousa que prezo um bocado em qualquer cousa nessa vida: sentimento. Dava pra sentir cada partezinha de tudo: os atores, a fotografia, a trilha.