Um documentário bom, mas que para ser maravilhoso deveria ter entrado em outras questões sobre a personalidade de Amy Winehouse. A visão que esse documentário tanta passar é de uma Amy frágil além do normal e que muitas vezes é tratada como uma criança. Cercada pelos familiares e amigos são poucos que realmente se emprenharam em conversar e fazê-la mudar de hábitos. Amy não é nenhuma criança, ela sabia exatamente os riscos que corria pelo consumo excessivo de drogas e álcool, mas é essa a visão que o documentário tenta passar - Uma Amy inocente e que não sabia o que estava fazendo. Contudo, é como a própria mãe dela fala no filme: "Você não pode querer forçar alguém a se tratar, a pessoa que tem que tomar essa iniciativa".
Conhecer a podridão da indústria musical através de Amy foi fascinante. A artista sequer teve a liberdade de escolher se queria ou não fazer shows, eles marcavam sem o consentimento dela, e ela não tinha como cancelar. Como resposta, a mesma se embriagava e dava ao público o pão que eles tanto queriam, pois o circo já estava armado.
Um dos momentos mais revoltantes é quando ela está bêbada no palco e alguém na plateia grita: Cante ou devolva meu dinheiro! É como se estivessem em um bordel e quisessem que a prostituta dançasse - para não dizer outras coisas.
Quando dizem que NÓS, como público, também contribuíamos para a morte de Amy, eles nunca estiveram tão certos.
Amy Winehouse como artista ainda não tinha visto o seu auge, apesar de todo o sucesso do Back to Black e todos os prêmios que ela ganhou, acho que esse super grupo que ela queria montar seria o Thriller de sua efêmera carreira.
Entretanto, eu ainda espero outros documentários e filmes sobre Amy, acho que essa visão de tudo poderia ter tido outros contornos, mas vale muito a pena assistir. Um documentário bem produzido, com entrevistas interessantes e que mesmo com as falhas, te mostram uma versão limitada de Amy Winehouse, até porque a versão completa nós nunca vamos conhecer.
Faz dois dias que eu assisti esse filme novamente e a dor é a mesma de quando eu assisti pela primeira vez no cinema em 2012. Essa é uma das provas de que o filme conseguiu atingir seu objetivo, levando o telespectador para a realidade da narrativa e o fazendo se imaginar naquela situação apresentada.
Amour é angustiante, silencioso e arrastado.
Eu NUNCA acompanhei créditos de um filme até o final como fiz com Amour.
Depois que o filme acaba você fica parado olhando os créditos subirem enquanto você se remói todo por dentro e começa a pensar sobe a sua vida.
Nas sutilezas de um rabisco, viajamos por um mundo psicodélico de máquinas-bichos, onde o sentimento se transforma em música e um garotinho com saudades de seu pai vai descobrir que o mundo pode ser festa, mas também pode ser tristeza.
Em meio à críticas sociais vigentes, somos levados a refletir sobre nossas relações com o meio ambiente e principalmente a mecanização do trabalho.
Apesar de saber que Divertida Mente provavelmente levará o Oscar, o Menino e o Mundo é meu grande favorito. Um grande filme brasileiro .
Um bom filme nacional que merece ser assistido. Por vezes cansativo, porém sensível e cativante à medida que vão se passando os capítulos. Wagner Moura, Jesuíta e Clemens estão de parabéns pelo belo trabalho no filme.
Dessa vez não se trata da história de Pink - personagem fictício ao qual foi construída a narrativa do The Wall, mas sim da história de Roger Waters. A dor de ter perdido o pai e o avó nas duas grandes guerras ainda o assombra, e o fez reinventar um clássico conceitual dos anos 70 em pleno século XXI.
O que mais chama atenção no filme é a ousadia como ele mostra as cenas do sexo homossexual. O Irandhir e o Jesuíta se entregaram ao papel de uma forma espetacular e realmente mostraram o que é ser um ator e o que é atuar. A sensualidade é mostrada de uma forma peculiar, que chega a causar desconforto em quem não está acostumado com tais cenas. Críticas e diálogos bem construídos. E ainda há quem diga que o cinema nacional não tem bons filmes, angana-se quem acha isso. Tatuagem é um ótimo exemplo de filme nacional, com ênfase em Pernambucano. Mostrando que o nordeste pode sim produzir grandes filmes e grandes atores.
Assistir A Ponte requer cautela, pois você estará lidando com fatos verdadeiros, cenas fortes e às vezes isso pode gerar conclusões precipitadas. Depois de muito tempo com esse documentário em minha lista de quero ver, finalmente resolvi assisti-lo. Logo no início você já recebe a primeira bomba - e vai ter que ter cuidado com as outras no decorrer do documentário. Me senti completamente triste com algumas histórias e até me identifiquei com alguns dos suicidas. Esse documentário me fez refleti ainda mais sobre minha existência. É péssimo se senti preso dentro de você mesmo, e pior ainda quando essa sensação de prisão aumenta cada vez mais. Precisamos falar mais sobre o suicídio!
Amy
4.4 1,0K Assista AgoraUm documentário bom, mas que para ser maravilhoso deveria ter entrado em outras questões sobre a personalidade de Amy Winehouse. A visão que esse documentário tanta passar é de uma Amy frágil além do normal e que muitas vezes é tratada como uma criança. Cercada pelos familiares e amigos são poucos que realmente se emprenharam em conversar e fazê-la mudar de hábitos. Amy não é nenhuma criança, ela sabia exatamente os riscos que corria pelo consumo excessivo de drogas e álcool, mas é essa a visão que o documentário tenta passar - Uma Amy inocente e que não sabia o que estava fazendo. Contudo, é como a própria mãe dela fala no filme: "Você não pode querer forçar alguém a se tratar, a pessoa que tem que tomar essa iniciativa".
Conhecer a podridão da indústria musical através de Amy foi fascinante. A artista sequer teve a liberdade de escolher se queria ou não fazer shows, eles marcavam sem o consentimento dela, e ela não tinha como cancelar. Como resposta, a mesma se embriagava e dava ao público o pão que eles tanto queriam, pois o circo já estava armado.
Um dos momentos mais revoltantes é quando ela está bêbada no palco e alguém na plateia grita: Cante ou devolva meu dinheiro! É como se estivessem em um bordel e quisessem que a prostituta dançasse - para não dizer outras coisas.
Quando dizem que NÓS, como público, também contribuíamos para a morte de Amy, eles nunca estiveram tão certos.
Amy Winehouse como artista ainda não tinha visto o seu auge, apesar de todo o sucesso do Back to Black e todos os prêmios que ela ganhou, acho que esse super grupo que ela queria montar seria o Thriller de sua efêmera carreira.
Entretanto, eu ainda espero outros documentários e filmes sobre Amy, acho que essa visão de tudo poderia ter tido outros contornos, mas vale muito a pena assistir. Um documentário bem produzido, com entrevistas interessantes e que mesmo com as falhas, te mostram uma versão limitada de Amy Winehouse, até porque a versão completa nós nunca vamos conhecer.
Nota: 8,0.
Amor
4.2 2,2K Assista AgoraFaz dois dias que eu assisti esse filme novamente e a dor é a mesma de quando eu assisti pela primeira vez no cinema em 2012. Essa é uma das provas de que o filme conseguiu atingir seu objetivo, levando o telespectador para a realidade da narrativa e o fazendo se imaginar naquela situação apresentada.
Amour é angustiante, silencioso e arrastado.
Eu NUNCA acompanhei créditos de um filme até o final como fiz com Amour.
Depois que o filme acaba você fica parado olhando os créditos subirem enquanto você se remói todo por dentro e começa a pensar sobe a sua vida.
10/10.
O Menino e o Mundo
4.3 737 Assista AgoraNas sutilezas de um rabisco, viajamos por um mundo psicodélico de máquinas-bichos, onde o sentimento se transforma em música e um garotinho com saudades de seu pai vai descobrir que o mundo pode ser festa, mas também pode ser tristeza.
Em meio à críticas sociais vigentes, somos levados a refletir sobre nossas relações com o meio ambiente e principalmente a mecanização do trabalho.
Apesar de saber que Divertida Mente provavelmente levará o Oscar, o Menino e o Mundo é meu grande favorito. Um grande filme brasileiro .
Praia do Futuro
3.4 940 Assista AgoraUm bom filme nacional que merece ser assistido. Por vezes cansativo, porém sensível e cativante à medida que vão se passando os capítulos. Wagner Moura, Jesuíta e Clemens estão de parabéns pelo belo trabalho no filme.
Roger Waters - The Wall
4.7 65Dessa vez não se trata da história de Pink - personagem fictício ao qual foi construída a narrativa do The Wall, mas sim da história de Roger Waters. A dor de ter perdido o pai e o avó nas duas grandes guerras ainda o assombra, e o fez reinventar um clássico conceitual dos anos 70 em pleno século XXI.
TODOS VOCÊS PRECISAM ASSISTIR!
Tatuagem
4.2 924O que mais chama atenção no filme é a ousadia como ele mostra as cenas do sexo homossexual. O Irandhir e o Jesuíta se entregaram ao papel de uma forma espetacular e realmente mostraram o que é ser um ator e o que é atuar. A sensualidade é mostrada de uma forma peculiar, que chega a causar desconforto em quem não está acostumado com tais cenas. Críticas e diálogos bem construídos. E ainda há quem diga que o cinema nacional não tem bons filmes, angana-se quem acha isso. Tatuagem é um ótimo exemplo de filme nacional, com ênfase em Pernambucano. Mostrando que o nordeste pode sim produzir grandes filmes e grandes atores.
Irei ficar com a música do "tem cu tem cu tem cu" na cabeça pelo resto do mês.
A Ponte
4.0 307Assistir A Ponte requer cautela, pois você estará lidando com fatos verdadeiros, cenas fortes e às vezes isso pode gerar conclusões precipitadas. Depois de muito tempo com esse documentário em minha lista de quero ver, finalmente resolvi assisti-lo. Logo no início você já recebe a primeira bomba - e vai ter que ter cuidado com as outras no decorrer do documentário. Me senti completamente triste com algumas histórias e até me identifiquei com alguns dos suicidas.
Esse documentário me fez refleti ainda mais sobre minha existência. É péssimo se senti preso dentro de você mesmo, e pior ainda quando essa sensação de prisão aumenta cada vez mais. Precisamos falar mais sobre o suicídio!