Achei a temporada mais fraca. O casal de protagonistas não tem química nenhuma. Eu só gostei das histórias paralelas e desenvolvimento de outros personagens
Já dizia Beyoncé: “(…) 'Cause them Karens just turned into terrorists.”
As ‘Karens’ são terroristas e nunca deveriam ter permissão para ter uma arma, mas Os Estragos Unidos é celeiro de branko maluco, então elas vão continuar se multiplicando. Infelizmente.
Quando penso em ruptura, penso nos desafios éticos, morais e trabalhistas que a aplicação dessa premissa pode implicar. E o final desta temporada trouxe à tona exatamente o primeiro questionamento que me acompanhou desde o início da série: e se o interno tiver outros interesses?
A mente é “dividida” em duas. Vocês compartilham o mesmo corpo, mas têm personalidades diferentes, outros desejos, outras ações. O último episódio lançou luz sobre como essa dualidade é complexa, quase impossível de coexistir, e como cada parte vai lutar para vencer essa disputa.
Não tem como assistir a essa série sem pensar em filosofia, em ética, em arte. É o suprassumo da arte em forma de série.
Buscar respostas é importante, mas, às vezes, é preciso apenas aproveitar o caminho antes de chegar ao destino final. É uma surpresa — e é delicioso. Eu amo essa série!
A premissa da história é excelente, as atuações são ótimas, mas essa temporada foi muito mais fraca do que a primeira. Poderiam ter feito menos episódios com menos enrolação. As vezes qualidade é melhor do que quantidade.
O primeiro episódio é incrível e o último também. Virei pra caralho em DETERMINADA cena. Fora isso, MUITA coisa desnecessária.
Espero que a próxima temporada traga mais respostas e menos perguntas. Porque deixar uma trilha de questionamentos é muito fácil, respondê-los com inteligência e assertividade é outra coisa. Espero que não escorreguem porque tem um potencial imenso.
Leftovers foi uma das melhores jornadas em formato de série que acompanhei nos últimos tempos. Gostei que a série tem um começo e um fim bem definidos. Todas as sensações que ela me trouxe poderiam render um artigo, rs.
Terminei a última temporada ontem e ainda estou digerindo o tanto que chorei. Cada episódio era melhor que o anterior, despertando uma mistura de estranhamento, incômodo, alegria, tristeza, dor, amor e loucura.
Leftovers fala sobre o fim do mundo, mas não daquele tipo com o qual estamos acostumados. O "fim do mundo" aqui é, na verdade, o fim das pessoas, especialmente das pessoas que amamos. Não acho que a série tenha sido sobre aqueles que partiram, sobre para onde foram ou como estão. Quem passou a série inteira buscando essas respostas assistiu da maneira errada. A série é sobre o que resta daqueles que ficaram. Imagine ver desaparecer a pessoa que você ama logo após uma discussão? Ou alguém de quem você gosta, mas com quem acabou de perder a paciência por causa da bagunça na casa? Isso é a realidade da família. É ser humano. Amamos também aqueles que nos frustram, e não queremos que eles sumam, obviamente.
Acho que um excelente contraponto à série é quando a comparamos com a pandemia. Naquele momento, você não tinha respostas sobre o que estava acontecendo no mundo. As notícias eram assustadoras, ninguém sabia quando aquilo terminaria ou como havia começado, e você estava tentando sobreviver em um mundo que parecia estar acabando. E, em meio a tudo isso, ainda precisava ir trabalhar, fazer planilhas, escrever e-mails. É sobre o que fazemos diante do fim do mundo, em meio à morte. A série retrata exatamente isso.
Norma foi uma das personagens mais bem construídas e complexas que já vi em séries. Camadas e camadas revestiam uma mulher com um sorriso lindo e atitudes imprevisíveis. Ela nunca foi o que eu esperava, sempre me surpreendia. Matt Jamison, por outro lado, me irritava profundamente. Ele era bom demais em vários episódios, acreditava demais nas pessoas, na bondade, em "fazer o certo". Era sempre angustiante quando ele protagonizava um episódio. E, finalmente, Kevin. Kevin era complexo, mas acho que sua jornada sempre foi uma busca pela família. Ele tentava equilibrar sua vida entre querer a família por perto e ter medo de tê-los tão próximos.
Eu não achei o filme exatamente ruim, pensei que seria pior, porque minhas expectativas já eram baixas. Foi falado muito que algumas cenas acabaram sendo romantizadas, mas daí eu percebi que o livro também é problemático e só percebi depois. Então, acabou que o filme foi bem fiel ao livro. Que é ruim, de modo geral.
O tema é sensível, mas eu também entendo que a autora não quis deixar essa ideia de a pessoa que agride ser aquela com chifres e uma calda. Não vem escrito na testa que ela vai ser uma filha da puta no futuro. O agressor age nas sutilezas, até se tornar insuportável. E no meio de tudo isso tem lá uma mulher apaixonada passando pano sem perceber. Não é uma equação certa, fácil.
Três estrelas por ter tocado cigarettes after sex.
Acho que a coisa mais estranha sobre essa série é que absolutamente TODOS os personagens são imprevisíveis. Você não sabe o que eles vão fazer na próxima cena. Eles te deixam com raiva com suas decisões. Coisas estranhas acontecem e você se emociona com a trilha sonora, o olhar, a confusão, o misto de sentimentos. É incrível.
O episódio 8 é uma das coisas mais bizarras e emocionantes que eu já vi em muito tempo. Gostaria de ter acompanhado essa série quando lançou e visto todas as teorias kkk
O Kevin passa a temporada inteira: sujo, suado, gostoso, quase morto, ferido, sonâmbulo e louco. Literalmente do céu ao inferno. E tudo se resume em família. Essa série inteira é sobre a família e o que fazemos com ela, por ela e sem ela. É enlouquecedor não saber e Leftovers vai isso de uma maneira tão crível que você se coloca em situações difíceis junto com os personagens.
Ontem, quando eu me sentei para assistir a esse filme, eu não imaginava até onde ele me levaria. Houve um momento que eu apenas abri a boca e me sentei na ponta da cadeira em puro estado de deleite e choque.
"Body horror" é uma categoria do terror que muitas pessoas não conseguem realmente gostar ou que não são realmente consideradas cinema por muitos. O que é uma pena, porque esse filme tem todos os elementos necessários para curtir cada segundo. A história não vai de 8 à 80 rapidamente, pelo contrário, é uma história construída com calma, com sabedoria. Existe um roteiro muito consistente. A cena do espelho da Demi Moore em que ela não fala nada e tudo acontece, é um show de atuação, digna de premiações, uma atriz que consegue perpassar pelo olhar toda uma camada de sentimentos conflitantes para o telespectador, sem falar uma única palavra. Eu fiquei em paralisada. Mordi o lábio em desconforto, rói a unha, estalei dedos, endireitei a coluna no lugar, senti cada pequeno frame de loucura.
A escolha da Demi Moore foi muito certeira, afinal em 2008 eu me lembro de ler uma noticia que citava que ela usou sanguessugas por questões estéticas e isto foi algo que voltou a minha memória sempre que a via. E neste filme, o papel parece ter caído como uma luva para ela. Afinal, ela também é uma atriz consagrada como o seu papel e também está envelhecendo para o mundo cinema. Não sabemos quais desafios com a idade ela possa ter enfrentado realmente, mas as noticias sobre sua carreira falam por si.
No cinema, o enquadramento do que se vê no canto, no que a trilha sonora e os closes querem te informar, o som alto demais, as luzes e as sensações sensoriais incomodas são sempre bem vindas. E esse filme tem exatamente esses elementos. É incomodo ver uma agulha, pele, cortes, sangue, dentes, deformidades no palco e a sanidade indo embora nos olhares. É incomodo ver closes demais em corpos irreais. E eu acho tudo isso o suprassumo da arte do cinema. Por que, o que é a arte se não for incomoda?
É curioso notar nos comentários, como muitas pessoas ainda não compreendem que o terror psicológico é muito superior e mais profundo que o jumpscare. É um outro segmento do terror que cresceu muito nos últimos anos. Não que esse filme não tenha jumpscare, mas não se apoia somente nisto para contar sua história. Infelizmente esse filme foi vendido errado em alguns trailers e comentários pela internet. Ele não funciona como "o filme mais assustador do ano", o hype deste tipo de comentário (quase) nunca funciona, mas talvez seja um dos mais impactantes filmes do ano, o que é diferente. Completamente diferente.
Foi extremamente inteligente a respiração da protagonista em foco em determinadas cenas. É uma sufocante atmosfera em primeira pessoa de uma narrativa já suspensa no impensável, na esquina que nos aguarda e pode assustar. Sua constante tensão no olhar, na garganta respirando fundo, nos músculos travados da mandíbula, em suas falas tensionadas e bem pensadas. Acho que somente isto já foi um prato cheio, mas a trilha sonora certeira, a risada do Nicolas Cage, sua caracterização, seu personagem desenvolvido em segredo pela distribuição do filme, foi um marketing bem interessante e inteligente.
Ainda sim, não concordo que o filme lembre Silêncio dos Inocentes e sim Seven do David Fincher. É sempre assustador a vertente religiosa em filmes de terror. Crenças entre Deus, o diabo, céu, inferno, orações, maldições, bonecos de vodu (?). Existe algo mais assustador do que fanáticos? A hora inicial do filme é incrível na construção do cenário, da protagonista e do que poderemos ver pela frente. O terreno é bem preparado.
Embora se fale muito sobre o Nicolas Cage, acho importante destacarmos que Maika Monroe entrega tudo e mais um pouco. Ansiosa pelos próximos trabalhos dela!
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 57Achei a temporada mais fraca. O casal de protagonistas não tem química nenhuma. Eu só gostei das histórias paralelas e desenvolvimento de outros personagens
Sonhos de Trem
3.7 344 Assista AgoraMe lembrou muito Árvore da vida.
Filme muito sensível, muito bonito.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335Não faço ideia onde vai dar essa história, mas não consigo parar de assistir
A Vizinha Perfeita
3.5 209 Assista AgoraJá dizia Beyoncé: “(…) 'Cause them Karens just turned into terrorists.”
As ‘Karens’ são terroristas e nunca deveriam ter permissão para ter uma arma, mas Os Estragos Unidos é celeiro de branko maluco, então elas vão continuar se multiplicando. Infelizmente.
O Último Azul
3.7 214 Assista AgoraNinguém comentou sobre como esse filme tem a MESMA premissa do livro Velhos Demais Para Morrer?
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 734 Assista Agoracarai que filme ruim
Indomável (1ª Temporada)
3.5 92 Assista AgoraEu passei a série inteira pensando que ele serviria perfeitamente pra ser o Joel de The Last of us, né?
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraEsse filme não ser do Jordan Peele me surpreendeu, rs
Achei a cara dele!
O filme é uma metáfora sobre brankos serem sugadores de sangue (literalmente) e como o blues é foda pra caralhoooo!
K-Pax: O Caminho da Luz
3.8 407 Assista AgoraKevin spacey com seu sorrisinho irônico, sua calvice e seu passinho estranho realmente deram uma nova camada a esse filme. Eu adorei.
Succession (1ª Temporada)
4.2 277Que final de temporada foda! Que família infernal kkkk
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346Quando penso em ruptura, penso nos desafios éticos, morais e trabalhistas que a aplicação dessa premissa pode implicar. E o final desta temporada trouxe à tona exatamente o primeiro questionamento que me acompanhou desde o início da série: e se o interno tiver outros interesses?
A mente é “dividida” em duas. Vocês compartilham o mesmo corpo, mas têm personalidades diferentes, outros desejos, outras ações. O último episódio lançou luz sobre como essa dualidade é complexa, quase impossível de coexistir, e como cada parte vai lutar para vencer essa disputa.
Não tem como assistir a essa série sem pensar em filosofia, em ética, em arte. É o suprassumo da arte em forma de série.
Buscar respostas é importante, mas, às vezes, é preciso apenas aproveitar o caminho antes de chegar ao destino final. É uma surpresa — e é delicioso. Eu amo essa série!
Silo (2ª Temporada)
3.8 113 Assista AgoraA premissa da história é excelente, as atuações são ótimas, mas essa temporada foi muito mais fraca do que a primeira. Poderiam ter feito menos episódios com menos enrolação. As vezes qualidade é melhor do que quantidade.
O primeiro episódio é incrível e o último também. Virei pra caralho em DETERMINADA cena.
Fora isso, MUITA coisa desnecessária.
Espero que a próxima temporada traga mais respostas e menos perguntas. Porque deixar uma trilha de questionamentos é muito fácil, respondê-los com inteligência e assertividade é outra coisa. Espero que não escorreguem porque tem um potencial imenso.
A Festa
3.7 70Essa festa virou um enterro
Anjos Caídos
4.0 298 Assista AgoraContagem de fumantes
Dias Perfeitos
4.2 603 Assista AgoraQue filme incrível, lindo, lindo.
Acho que sou meio contemplativa sobre as pequenas coisas da vida também. E as vezes isso me salva tantas vezes.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraFernanda Torres - Oscar Winner e ponto final.
O tanto que eu chorei com esse filme, não foi brincadeira, viu.
The Leftovers (3ª Temporada)
4.5 442 Assista AgoraLeftovers foi uma das melhores jornadas em formato de série que acompanhei nos últimos tempos. Gostei que a série tem um começo e um fim bem definidos. Todas as sensações que ela me trouxe poderiam render um artigo, rs.
Terminei a última temporada ontem e ainda estou digerindo o tanto que chorei. Cada episódio era melhor que o anterior, despertando uma mistura de estranhamento, incômodo, alegria, tristeza, dor, amor e loucura.
Leftovers fala sobre o fim do mundo, mas não daquele tipo com o qual estamos acostumados. O "fim do mundo" aqui é, na verdade, o fim das pessoas, especialmente das pessoas que amamos. Não acho que a série tenha sido sobre aqueles que partiram, sobre para onde foram ou como estão. Quem passou a série inteira buscando essas respostas assistiu da maneira errada. A série é sobre o que resta daqueles que ficaram. Imagine ver desaparecer a pessoa que você ama logo após uma discussão? Ou alguém de quem você gosta, mas com quem acabou de perder a paciência por causa da bagunça na casa? Isso é a realidade da família. É ser humano. Amamos também aqueles que nos frustram, e não queremos que eles sumam, obviamente.
Acho que um excelente contraponto à série é quando a comparamos com a pandemia. Naquele momento, você não tinha respostas sobre o que estava acontecendo no mundo. As notícias eram assustadoras, ninguém sabia quando aquilo terminaria ou como havia começado, e você estava tentando sobreviver em um mundo que parecia estar acabando. E, em meio a tudo isso, ainda precisava ir trabalhar, fazer planilhas, escrever e-mails. É sobre o que fazemos diante do fim do mundo, em meio à morte. A série retrata exatamente isso.
Norma foi uma das personagens mais bem construídas e complexas que já vi em séries. Camadas e camadas revestiam uma mulher com um sorriso lindo e atitudes imprevisíveis. Ela nunca foi o que eu esperava, sempre me surpreendia. Matt Jamison, por outro lado, me irritava profundamente. Ele era bom demais em vários episódios, acreditava demais nas pessoas, na bondade, em "fazer o certo". Era sempre angustiante quando ele protagonizava um episódio. E, finalmente, Kevin. Kevin era complexo, mas acho que sua jornada sempre foi uma busca pela família. Ele tentava equilibrar sua vida entre querer a família por perto e ter medo de tê-los tão próximos.
Vou sentir falta de todos eles.
É Assim Que Acaba
3.2 394 Assista AgoraEu não achei o filme exatamente ruim, pensei que seria pior, porque minhas expectativas já eram baixas. Foi falado muito que algumas cenas acabaram sendo romantizadas, mas daí eu percebi que o livro também é problemático e só percebi depois. Então, acabou que o filme foi bem fiel ao livro. Que é ruim, de modo geral.
O tema é sensível, mas eu também entendo que a autora não quis deixar essa ideia de a pessoa que agride ser aquela com chifres e uma calda. Não vem escrito na testa que ela vai ser uma filha da puta no futuro. O agressor age nas sutilezas, até se tornar insuportável. E no meio de tudo isso tem lá uma mulher apaixonada passando pano sem perceber. Não é uma equação certa, fácil.
Três estrelas por ter tocado cigarettes after sex.
The Leftovers (2ª Temporada)
4.5 437 Assista AgoraAcho que a coisa mais estranha sobre essa série é que absolutamente TODOS os personagens são imprevisíveis. Você não sabe o que eles vão fazer na próxima cena. Eles te deixam com raiva com suas decisões. Coisas estranhas acontecem e você se emociona com a trilha sonora, o olhar, a confusão, o misto de sentimentos. É incrível.
O episódio 8 é uma das coisas mais bizarras e emocionantes que eu já vi em muito tempo. Gostaria de ter acompanhado essa série quando lançou e visto todas as teorias kkk
O Kevin passa a temporada inteira: sujo, suado, gostoso, quase morto, ferido, sonâmbulo e louco. Literalmente do céu ao inferno. E tudo se resume em família. Essa série inteira é sobre a família e o que fazemos com ela, por ela e sem ela. É enlouquecedor não saber e Leftovers vai isso de uma maneira tão crível que você se coloca em situações difíceis junto com os personagens.
Incrível, incrível.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraOntem, quando eu me sentei para assistir a esse filme, eu não imaginava até onde ele me levaria. Houve um momento que eu apenas abri a boca e me sentei na ponta da cadeira em puro estado de deleite e choque.
"Body horror" é uma categoria do terror que muitas pessoas não conseguem realmente gostar ou que não são realmente consideradas cinema por muitos. O que é uma pena, porque esse filme tem todos os elementos necessários para curtir cada segundo. A história não vai de 8 à 80 rapidamente, pelo contrário, é uma história construída com calma, com sabedoria. Existe um roteiro muito consistente. A cena do espelho da Demi Moore em que ela não fala nada e tudo acontece, é um show de atuação, digna de premiações, uma atriz que consegue perpassar pelo olhar toda uma camada de sentimentos conflitantes para o telespectador, sem falar uma única palavra. Eu fiquei em paralisada. Mordi o lábio em desconforto, rói a unha, estalei dedos, endireitei a coluna no lugar, senti cada pequeno frame de loucura.
A escolha da Demi Moore foi muito certeira, afinal em 2008 eu me lembro de ler uma noticia que citava que ela usou sanguessugas por questões estéticas e isto foi algo que voltou a minha memória sempre que a via. E neste filme, o papel parece ter caído como uma luva para ela. Afinal, ela também é uma atriz consagrada como o seu papel e também está envelhecendo para o mundo cinema. Não sabemos quais desafios com a idade ela possa ter enfrentado realmente, mas as noticias sobre sua carreira falam por si.
No cinema, o enquadramento do que se vê no canto, no que a trilha sonora e os closes querem te informar, o som alto demais, as luzes e as sensações sensoriais incomodas são sempre bem vindas. E esse filme tem exatamente esses elementos. É incomodo ver uma agulha, pele, cortes, sangue, dentes, deformidades no palco e a sanidade indo embora nos olhares. É incomodo ver closes demais em corpos irreais. E eu acho tudo isso o suprassumo da arte do cinema. Por que, o que é a arte se não for incomoda?
De Volta aos 15 (3ª Temporada)
3.5 50 Assista Agoratodo mundo atua melhor que a Maísa 😭
a prima é uma querida, mas para ser atriz...
Armadilha
2.7 870 Assista Agorarealmente uma trap.
trap assistir essa bomba.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 938 Assista AgoraÉ curioso notar nos comentários, como muitas pessoas ainda não compreendem que o terror psicológico é muito superior e mais profundo que o jumpscare. É um outro segmento do terror que cresceu muito nos últimos anos. Não que esse filme não tenha jumpscare, mas não se apoia somente nisto para contar sua história. Infelizmente esse filme foi vendido errado em alguns trailers e comentários pela internet. Ele não funciona como "o filme mais assustador do ano", o hype deste tipo de comentário (quase) nunca funciona, mas talvez seja um dos mais impactantes filmes do ano, o que é diferente. Completamente diferente.
Foi extremamente inteligente a respiração da protagonista em foco em determinadas cenas. É uma sufocante atmosfera em primeira pessoa de uma narrativa já suspensa no impensável, na esquina que nos aguarda e pode assustar. Sua constante tensão no olhar, na garganta respirando fundo, nos músculos travados da mandíbula, em suas falas tensionadas e bem pensadas. Acho que somente isto já foi um prato cheio, mas a trilha sonora certeira, a risada do Nicolas Cage, sua caracterização, seu personagem desenvolvido em segredo pela distribuição do filme, foi um marketing bem interessante e inteligente.
Ainda sim, não concordo que o filme lembre Silêncio dos Inocentes e sim Seven do David Fincher. É sempre assustador a vertente religiosa em filmes de terror. Crenças entre Deus, o diabo, céu, inferno, orações, maldições, bonecos de vodu (?). Existe algo mais assustador do que fanáticos? A hora inicial do filme é incrível na construção do cenário, da protagonista e do que poderemos ver pela frente. O terreno é bem preparado.
Embora se fale muito sobre o Nicolas Cage, acho importante destacarmos que Maika Monroe entrega tudo e mais um pouco. Ansiosa pelos próximos trabalhos dela!
The Leftovers (1ª Temporada)
4.2 597 Assista AgoraTia lydia sempre líder de seitas.