Gostei. Antes de mais nada, para a fotografia vai um nota 10, impecável mesmo. A atuação está boa, principalmente a do Rafael Cardoso e da Leandra Leal, que são os protagonistas. O filme tem uma crítica boa ao nosso país um tanto realista, que, aliás, vem em bom tempo. Tem seus vários jump scares que, embora sejam frequentemente criticados e super utilizados, funcionam até hoje. O clima varia ora entre terror e suspense, e, embora o aspecto terror tenha me agradado, acho que o filme funcionou melhor como suspense, e teria sido mais interessante somente como tal. As reviravoltas propositalmente anticlimáticas são interessantes e com pequenas nuances que as tornam previsíveis em um bom nível. Eu achei muito bom e recomendo, parabéns ao estúdio que se arriscou a fazer um filme no estilo no Brasil, onde reina a comédia e o drama!
Resumo do filme: você pisca e a Alice caiu em 3 armadilhas, matou 2 monstros de tamanho grande, 6 monstros de tamanho médio e 15 zumbis, além de 20 seres humanos empregados da Umbrella, dentre os quais 5 utilizando 3 dos zumbis ainda vivos.
Fui ver por causa da Rosamund Pike, somente, porque virei fã dela desde Garota Exemplar, em que ela foi indicada ao Óscar. E a atuação dela é muito boa, porém o filme é bem ruim, mesmo. Bem fraco, não tem emoção alguma e falha em estabelecer qualquer suspense. Além disso, essa é a primeira vez que o título em português estraga a obra.
Depois de Deadpool, resolvi sair vendo alguns filmes com o Ryan Reynolds.
A impressão preconceituosa de ator ruim já se foi completamente. Antes de mais nada, tá de parabéns o Ryan pela atuação. Segurou o filme inteiro quase que literalmente sozinho. Os outros atores, que, em maioria, somente participam com a voz, também mandaram bem.
O filme é sobre um cara que é enterrado. A filmagem ocorre dentro de um caixão de madeira. Bem baixo orçamento.
Paro de falar por agora e apenas digo que o filme é bastante original, mas é daquele tipo "ame" ou "odeie". Talvez você se sinta envolvido ou entediado. Eu, pessoalmente, adorei e recomendo.
Fui ver com super preconceito por conta do Zac Efron, parecia um filme para teens, mas dada a boa qualificação no Netflix, fiquei curioso.
Acabei me surpreendendo positivamente. Fotografia muito boa, realimente. Trilha sonora é o foco - o filme fala sobre DJs e sobre algumas merdas que se pode fazer na vida. Quem curte música eletrônica, é uma boa. Filme bom de ver.
É um drama bem lento, porém eu gostaria de recomendar a todos simplesmente porque é um assunto pertinente que é tratado de maneira bastante realista.
Trata da superexposição na internet diante de desconhecidos. São várias histórias de pessoas que conhecem alguém na internet e, rapidamente, por se sentirem sozinhas, se abrem quase que completamente para elas. E, como é possível acontecer, muita coisa errada ocorre - de consequências trágicas.
Muito climático e didático o filme. Muito bem dirigido, filmado. Trilha sonora se encaixa super bem. Tem uma cena em câmera lenta que causa arrepios. Guardem um tempinho para ver este filme, pois vale a pena.
É um filme independente low-budget sobre 50 pessoas que acordam em um círculo sem recordações passadas. Se a pessoa sair do seu lugar, ela morre. A cada 2 minutos, há uma votação para que uma pessoa morra.
Dentre os atores envolvidos, apenas um eu conhecia, que era a Julie Benz, que fez a Rita de Dexter.
Eu pessoalmente achei o filme um pouco maçante, ambientado em um único cenário e tudo mais, porém gostei muito! Por terem a obrigatoriedade de matar uma das pessoas do grupo a cada 2 minutos, eles começam a determinar regras para decidir quem merece viver. E daí surgem vários questionamentos sociais modernos que nos fazem pensar bastante. A mensagem é muito boa e me prendeu do início ao fim!
Achei um pouco chato no começo, porém depois me prendeu a atenção. Comecei a ver antes da premiação e terminei de ver depois. O que eu particularmente acho cômico é que um filme que, em meio a suas diversas temáticas, critica descaradamente a "crítica especializada" tenha justamente ganhado o Óscar. É o ápice de metalinguagem, mesmo.
É um filme para se pensar, porém estejam avisados que é o típico filme de Oscar - lento e mais artístico do que entretenimento.
Em tempo, gostei muito da atuação da Emma Stone. Curioso ver como ela fez convincentemente um papel bastante diferente de outros que eu a vi fazer (especialmente quando comparada com a doce Gwen Stacy).
Esse é o tipo de filme que ganha por ser divertido e nada mais. Às vezes, ser divertido é mais do que o suficiente. Nada de drama. Nada de análise social em um ambiente pós-apocalíptico. Apenas um conjunto de regras extremamente educativas que nos ensinarão a sobreviver a um apocalipse zumbi, caso ele ocorra, representadas em uma grande sátira divertida - mas sem ser num nível de retardamento mental (que nem em filmes do Jason Friedberg e Aaron Seltzer), há qualidade aqui.
Disseram-me previamente que o filme foi filmado como se passasse em uma única tomada, e que o diretor Alfred Hitchcock usava de técnicas para passar essa ilusão, pois a tecnologia não permitia filmar uma hora e meia de uma vez só. E, por conta disso, eu notei os momentos de transição, que na maioria das vezes ocorriam quando a câmera focalizava na traseira do paletó de alguns personagens.
Pergunto-me se perceberia isso caso não tivesse sido anteriormente alertado. Em 1948, Hitchcock se mostrava, mesmo, um gênio.
Fui ver por recomendação de amigos e porque foi co-produzido pelo Quentin Tarantino.
Caraca, fiquei muito tenso com esse filme! Depois de uma quantidade significativa de cenas de sexo, filme com muito, muito, muito sangue. Cenas de tortura doentias. Me esforcei para não fechar os olhos... Nesse sentido - com a proposta de me deixar tenso e angustiado - esse filme atingiu o objetivo. Parabéns. :S
Que porcaria de filme, que porcaria de adaptação. Assisti um dia depois de ter lido o fantástico livro, e não consigo pensar em nada além do potencial fantástico do Arthur C. Clarke completamente desperdiçado nessa adaptação por conta de vários problemas.
1. Como assim 2001, que foi feito em 1968, possui efeitos visuais MELHORES do que esse filme, 2010, feito em 1984, 16 anos depois? Não, sério, que vergonha. QUE VERGONHA. A representação do Zagadka no filme foi o ponto mais baixo, chegou a ser anti-climático.
2. Que conjunto absurdo de atores ruins é esse mesmo? A sorte foi que a volta do Keir Dullea e do Douglas Rain (na voz do Hal-9000, muito bom, a propósito).
3. Algumas mudanças que eu não entendi a razão, como, por exemplo, a ausência total da nave chinesa Tsien que também estava indo em direção a Jupiter. No livro, a nave causa um mistério só! Não poderiam ter tirado isso!!
Poderia citar várias outras coisas, mas estou com preguiça. Só pra não parecer tão chato, vou só citar uma coisa que eu achei muito bacana:
Excelente filme ambientado no universo vampírico. Doses razoáveis de violência e significativas de drama podem ser encontradas aqui.
Uma coisa que me chamou a atenção foi justamente o título. Resgata uma regra de uma vertente da mitologia vampiresca que raramente tenho visto, que é: vampiros não podem entrar nas casas das pessoas a não ser que sejam expressa e verbalmente convidados. Mas o que os impede? Assista e veja!
A Chloë Grace Moretz tava uma graça nesse filme, e o Kodi Smit-McPee, que eu não conhecia, atuou super bem. Dois atores na época mirins interpretando um drama de maneira madura e digna!
Daqui a um tempo assisto a versão sueca, que é a original, e comento também sobre ela.
Gostei bastante do filme, porém passei o começo comparando o tempo todo com The Walking Dead. É impossível não ver as semelhanças. Logo com a cena inicial no hospital já se identifica isso. E a ambientação, trilha e atuação de filme britânico nessa época me faz ter uma sensação terrível de Dr. Who.. inclusive, achei super engraçado porque o Christopher Eccleston aparece no filme, haha!
Mas, daí, não tardou para que eu começasse a desconfiar que The Walking Dead veio depois. E, de fato, 28 Days Later veio antes. E percebi que, ainda que seja um filme com uma certa estética estranha e um tanto ultrapassada devido ao baixo orçamento do filme e devido ao estilo britânico de se fazer filme mesmo, foi um filme muito, muito influente. Diversos filmes e séries seguiram a mesma linha deste no que se refere às temáticas e à progressão da história, que tomam como ponto principal a sobrevivência, como a sociedade se molda ante situações de distopia extrema e como as pessoas se transformam quando submetidas a circunstâncias diferentes daquelas vividas durante toda a vida. Portanto, tenho de dar os méritos: filme massa!
Esse filme, ao meu ver, mostra exatamente o que aconteceria de fato com a humanidade no momento em que a engenharia genética se tornasse tão avançada a ponto de se poder determinar quais características genéticas os filhos teriam. Em uma distopia, a sociedade passaria a ser moldada preconizando não o que o indivíduo desenvolve por fatores externos, mas, sim, meramente os seus genes. Qualquer falha - seja doença genética ou atributo inferior - seria motivo para reduzir uma pessoa a um nada. E conceber um filho da maneira tradicional seria automaticamente gerar um inválido para a sociedade.
Excelente filme que trata tudo isso com um bom drama de ficcção científica e com ótimas atuações do Ethan Hawke e da Uma Thurman. Recomendadíssimo!
Eu acho que fui o único aqui do Filmow praticamente, pois quase todo mundo detestou profundamente pelo visto, mas eu realmente gostei do filme! E, por ter gostado, resolvi escrever algo maior e mais bem elaborado para sustentar isso.
Achei que realmente teve uma ideia original - um futuro em que 95% da população se tornou vampira e passou a ter um sério problema: falta de humanos para deles sugar sangue. Também achei que se desenvolveu de uma maneira diferente. Em um momento inicial, é mais lento e mais dramático, além de trazer uma reflexão moral: vale a pena ser imortal se, nessa condição, é necessário passar pela maldição de precisar alimentar-se de sangue humano? Partindo-se dessa premissa, redireciona-se para outra: qual é a melhor forma de resolver o problema? Desenvolvendo-se um sangue sintético ou se criando uma cura? De um lado, mantém-se a imortalidade e acaba-se com a caça a humanos com um produto que talvez não tenha o mesmo efeito em termos de prazer; do outro, elimina-se o mal pela raiz, ainda que com o fim da imortalidade.
Em tempo, os vampiros aqui apresentados precisam de sangue, caso contrário se transformam em monstros. Além disso, são frágeis e morrem à exposição do sol ou quando perfurados no coração. E morrem explodindo.
Daí surgem dois aspectos que meio que acabam com o filme. A primeira é essa parte de "morrerem explodindo", que é provavelmente a pior coisa do filme. Faz com que ele, que é sério, fique com um aspecto incrivelmente trash e ridículo, e da vontade de rir.. :P Por outro lado, a "cura" não consegue convencer muito bem, porém eu acho que atinge bem na suspensão de descrença porque vampiro, por si só, jamais será uma obra de ficção científica com alguma explicação científica que faça sentido... mas, sim, puramente, fantasia. Portanto, qualquer explicação acerca de qualquer fato toma apenas dimensão fantasiosa e dispensa qualquer explicação científica, seja ela precisa ou geral.
O que eu insisto em dizer às pessoas é que eu gosto muito da temática de vampiros e não acho que exista UM TIPO DE VAMPIRO que seja o "vampiro de verdade" - muito pelo contrário, a mitologia vampírica é vasta, cada autor possui a sua visão. O importante é que suguem sangue, não envelheçam e não morram de causas naturais.
Fui ver o filme com a expectativa tão, mas tão baixa, que eu acabei gostando XD No começo, o filme foi se arrastando, mas da metade para o final ficou interessante e eu tive de continuar até o final (eu iria continuar de qualquer maneira, mas enfim).
Achei a trama bem desenvolvida. Os twists são difíceis de se prever. O filme brinca com suas suposições do início ao fim. Anthony Perkins foi muito bem como Norman Bates, de novo. A volta de personagens do primeiro filme foi bem vinda. Também há muitas referências ao clássico de 1960. Só faltou aquele climão de filme antigo. Acho que poderia ter sido em preto e branco. Talvez surgisse a atmosfera do primeiro de volta.
Excelente filme. Subverte conceitos que a própria Disney desenvolveu ao longo dos anos, mas que, com o tempo, se mostraram arcaicos. Mostra-se emocionante e envolve o espectador acerca de um tema presente no dia-a-dia de nossas vidas, que é o amor, muito comumente abordado, mas dificilmente de maneira tão convincente. Demonstra que o vilão assim é chamado, por vezes, por decorrência de uma mera questão de perspectiva. E faz tudo isso colocando no papel principal a Angelina Jolie - ainda excelente atriz e, claro, linda.
Resolvi ver Psicose porque, sim, eu adoro filmes de suspense e eu acho que era minha obrigação ver este clássico de 1960 de Alfred Hitchcock.
Eu chego à conclusão de que gosto de ver obras de suspense dessa época (pelo menos a julgar por este filme aqui e a série The Twilight Zone). Claro, dificilmente elas me deixam tenso, pois, aos meus olhos modernos, são bastante primárias. Contudo, são extremamente originais. Foram feitas em um tempo em que as coisas surgiam do nada e ainda se era possível definir um gênero e influenciar todas as gerações seguintes.
É o caso de Psicose. A famosa cena do chuveiro botou medo em muita gente na época e deixou traumas que perduram até hoje. A trilha é inesquecível mesmo para aqueles que nunca viram o filme. O história certamente era imprevisível. Os ângulos de câmera ainda são referência. Nota-se claramente a ousadia do roteiro e da cinematografia ao retratar violência e sutil nudez juntas e ao não ter pena do destino dos personagens.
Achei realmente interessante ver o trabalho dessa época. Ver como era a estética e entender como ainda pode ser entretenimento. Recomendado a todos que curtem suspense.
Suspense bem normalzinho. Nada excepcional, mas também não é ruim. Mais uma vez vi por causa da Jennifer Lawrence (ainda vou ver todos os filmes que essa menina protagoniza, hahaha).
Não me pegou muito de início, porém os últimos 15 minutos foram interessantes e tensos e valeram a pena. Daí, no fim das contas eu gostei :P
Depois de ler alguns comentários aqui embaixo, vi que muitos dizem ser o roteiro muito parecido com o de Psicose. Acho que me é uma boa oportunidade de ir ver o clássico do Hitchcock!
Resolvi ver porque.. né, o filme que deu óscar para a Jennifer Lawrence.
Em termos de história, é um romance um pouco acima da média, por ser razoavelmente maduro e ao mesmo tempo leve e sem muitas besteiras (eu cheguei até o final por pura e espontânea vontade, então tem mérito aí...). Agora, realmente me cativou justamente a atuação não só da Jennifer Lawrence como também a do Bradley Cooper - primeiro filme que vejo dele e já tenho ótima impressão (a Jennifer eu já sabia que tinha o porquê de ser tão queridinha graças a Jogos Vorazes e X-Men). Acho que os dois arrasaram, e tudo ao som de uma trilha sonora bem gostosa.
Agora, o mais importante de tudo é que.. eu adorei a cena da dança. Porque sim.
Mais um horror found footage. Acho engraçado que, mesmo depois de 15 anos após The Blair Witch Project (A Bruxa de Blair), ainda surgem filmes no gênero que possuem alguma coisinha totalmente nova que eu nunca vi. Este aqui é parecido com Chronicle (Poder Sem Limites), só que possui um twist interessante na perspectiva da filmagem. E é um spoiler, então não tenho como contar, mas é bastante bacana.
Muito bom o filme. Roteiro ótimo, cenas de ação ótimas, alívio cômico na medida certa, excelentes interpretações, cenas memoráveis. Não consigo enumerar defeitos nesse aqui. Melhor filme do Aranha até o momento.
O Rastro
2.7 211Gostei. Antes de mais nada, para a fotografia vai um nota 10, impecável mesmo. A atuação está boa, principalmente a do Rafael Cardoso e da Leandra Leal, que são os protagonistas. O filme tem uma crítica boa ao nosso país um tanto realista, que, aliás, vem em bom tempo. Tem seus vários jump scares que, embora sejam frequentemente criticados e super utilizados, funcionam até hoje. O clima varia ora entre terror e suspense, e, embora o aspecto terror tenha me agradado, acho que o filme funcionou melhor como suspense, e teria sido mais interessante somente como tal. As reviravoltas propositalmente anticlimáticas são interessantes e com pequenas nuances que as tornam previsíveis em um bom nível. Eu achei muito bom e recomendo, parabéns ao estúdio que se arriscou a fazer um filme no estilo no Brasil, onde reina a comédia e o drama!
Resident Evil 6: O Capítulo Final
3.0 950 Assista AgoraResumo do filme: você pisca e a Alice caiu em 3 armadilhas, matou 2 monstros de tamanho grande, 6 monstros de tamanho médio e 15 zumbis, além de 20 seres humanos empregados da Umbrella, dentre os quais 5 utilizando 3 dos zumbis ainda vivos.
Sede de Vingança
2.2 356 Assista AgoraFui ver por causa da Rosamund Pike, somente, porque virei fã dela desde Garota Exemplar, em que ela foi indicada ao Óscar. E a atuação dela é muito boa, porém o filme é bem ruim, mesmo. Bem fraco, não tem emoção alguma e falha em estabelecer qualquer suspense. Além disso, essa é a primeira vez que o título em português estraga a obra.
Enterrado Vivo
3.1 1,6KDepois de Deadpool, resolvi sair vendo alguns filmes com o Ryan Reynolds.
A impressão preconceituosa de ator ruim já se foi completamente. Antes de mais nada, tá de parabéns o Ryan pela atuação. Segurou o filme inteiro quase que literalmente sozinho. Os outros atores, que, em maioria, somente participam com a voz, também mandaram bem.
O filme é sobre um cara que é enterrado. A filmagem ocorre dentro de um caixão de madeira. Bem baixo orçamento.
Paro de falar por agora e apenas digo que o filme é bastante original, mas é daquele tipo "ame" ou "odeie". Talvez você se sinta envolvido ou entediado. Eu, pessoalmente, adorei e recomendo.
Música, Amigos e Festa
3.3 255 Assista AgoraFui ver com super preconceito por conta do Zac Efron, parecia um filme para teens, mas dada a boa qualificação no Netflix, fiquei curioso.
Acabei me surpreendendo positivamente. Fotografia muito boa, realimente. Trilha sonora é o foco - o filme fala sobre DJs e sobre algumas merdas que se pode fazer na vida. Quem curte música eletrônica, é uma boa. Filme bom de ver.
Os Desconectados
3.9 441 Assista AgoraÉ um drama bem lento, porém eu gostaria de recomendar a todos simplesmente porque é um assunto pertinente que é tratado de maneira bastante realista.
Trata da superexposição na internet diante de desconhecidos. São várias histórias de pessoas que conhecem alguém na internet e, rapidamente, por se sentirem sozinhas, se abrem quase que completamente para elas. E, como é possível acontecer, muita coisa errada ocorre - de consequências trágicas.
Muito climático e didático o filme. Muito bem dirigido, filmado. Trilha sonora se encaixa super bem. Tem uma cena em câmera lenta que causa arrepios. Guardem um tempinho para ver este filme, pois vale a pena.
Circle
3.0 683É um filme independente low-budget sobre 50 pessoas que acordam em um círculo sem recordações passadas. Se a pessoa sair do seu lugar, ela morre. A cada 2 minutos, há uma votação para que uma pessoa morra.
Dentre os atores envolvidos, apenas um eu conhecia, que era a Julie Benz, que fez a Rita de Dexter.
Eu pessoalmente achei o filme um pouco maçante, ambientado em um único cenário e tudo mais, porém gostei muito! Por terem a obrigatoriedade de matar uma das pessoas do grupo a cada 2 minutos, eles começam a determinar regras para decidir quem merece viver. E daí surgem vários questionamentos sociais modernos que nos fazem pensar bastante. A mensagem é muito boa e me prendeu do início ao fim!
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
3.8 3,4K Assista AgoraAchei um pouco chato no começo, porém depois me prendeu a atenção. Comecei a ver antes da premiação e terminei de ver depois. O que eu particularmente acho cômico é que um filme que, em meio a suas diversas temáticas, critica descaradamente a "crítica especializada" tenha justamente ganhado o Óscar. É o ápice de metalinguagem, mesmo.
É um filme para se pensar, porém estejam avisados que é o típico filme de Oscar - lento e mais artístico do que entretenimento.
Em tempo, gostei muito da atuação da Emma Stone. Curioso ver como ela fez convincentemente um papel bastante diferente de outros que eu a vi fazer (especialmente quando comparada com a doce Gwen Stacy).
Zumbilândia
3.7 2,5K Assista AgoraEsse é o tipo de filme que ganha por ser divertido e nada mais. Às vezes, ser divertido é mais do que o suficiente. Nada de drama. Nada de análise social em um ambiente pós-apocalíptico. Apenas um conjunto de regras extremamente educativas que nos ensinarão a sobreviver a um apocalipse zumbi, caso ele ocorra, representadas em uma grande sátira divertida - mas sem ser num nível de retardamento mental (que nem em filmes do Jason Friedberg e Aaron Seltzer), há qualidade aqui.
Obs.: todos atores foram perfeitos nesse filme.
Festim Diabólico
4.3 904 Assista AgoraDisseram-me previamente que o filme foi filmado como se passasse em uma única tomada, e que o diretor Alfred Hitchcock usava de técnicas para passar essa ilusão, pois a tecnologia não permitia filmar uma hora e meia de uma vez só. E, por conta disso, eu notei os momentos de transição, que na maioria das vezes ocorriam quando a câmera focalizava na traseira do paletó de alguns personagens.
Pergunto-me se perceberia isso caso não tivesse sido anteriormente alertado. Em 1948, Hitchcock se mostrava, mesmo, um gênio.
O Albergue
3.0 1,2K Assista AgoraFui ver por recomendação de amigos e porque foi co-produzido pelo Quentin Tarantino.
Caraca, fiquei muito tenso com esse filme! Depois de uma quantidade significativa de cenas de sexo, filme com muito, muito, muito sangue. Cenas de tortura doentias. Me esforcei para não fechar os olhos... Nesse sentido - com a proposta de me deixar tenso e angustiado - esse filme atingiu o objetivo. Parabéns. :S
2010: O Ano Em Que Faremos Contato
3.2 150 Assista AgoraQue porcaria de filme, que porcaria de adaptação. Assisti um dia depois de ter lido o fantástico livro, e não consigo pensar em nada além do potencial fantástico do Arthur C. Clarke completamente desperdiçado nessa adaptação por conta de vários problemas.
1. Como assim 2001, que foi feito em 1968, possui efeitos visuais MELHORES do que esse filme, 2010, feito em 1984, 16 anos depois? Não, sério, que vergonha. QUE VERGONHA. A representação do Zagadka no filme foi o ponto mais baixo, chegou a ser anti-climático.
2. Que conjunto absurdo de atores ruins é esse mesmo? A sorte foi que a volta do Keir Dullea e do Douglas Rain (na voz do Hal-9000, muito bom, a propósito).
3. Algumas mudanças que eu não entendi a razão, como, por exemplo, a ausência total da nave chinesa Tsien que também estava indo em direção a Jupiter. No livro, a nave causa um mistério só! Não poderiam ter tirado isso!!
Poderia citar várias outras coisas, mas estou com preguiça. Só pra não parecer tão chato, vou só citar uma coisa que eu achei muito bacana:
a conversa final entre o Dr. Chandra e o Hal ficou boa
Deixe-me Entrar
3.4 1,9K Assista AgoraExcelente filme ambientado no universo vampírico. Doses razoáveis de violência e significativas de drama podem ser encontradas aqui.
Uma coisa que me chamou a atenção foi justamente o título. Resgata uma regra de uma vertente da mitologia vampiresca que raramente tenho visto, que é: vampiros não podem entrar nas casas das pessoas a não ser que sejam expressa e verbalmente convidados. Mas o que os impede? Assista e veja!
A Chloë Grace Moretz tava uma graça nesse filme, e o Kodi Smit-McPee, que eu não conhecia, atuou super bem. Dois atores na época mirins interpretando um drama de maneira madura e digna!
Daqui a um tempo assisto a versão sueca, que é a original, e comento também sobre ela.
Extermínio
3.7 1,1K Assista AgoraGostei bastante do filme, porém passei o começo comparando o tempo todo com The Walking Dead. É impossível não ver as semelhanças. Logo com a cena inicial no hospital já se identifica isso. E a ambientação, trilha e atuação de filme britânico nessa época me faz ter uma sensação terrível de Dr. Who.. inclusive, achei super engraçado porque o Christopher Eccleston aparece no filme, haha!
Mas, daí, não tardou para que eu começasse a desconfiar que The Walking Dead veio depois. E, de fato, 28 Days Later veio antes. E percebi que, ainda que seja um filme com uma certa estética estranha e um tanto ultrapassada devido ao baixo orçamento do filme e devido ao estilo britânico de se fazer filme mesmo, foi um filme muito, muito influente. Diversos filmes e séries seguiram a mesma linha deste no que se refere às temáticas e à progressão da história, que tomam como ponto principal a sobrevivência, como a sociedade se molda ante situações de distopia extrema e como as pessoas se transformam quando submetidas a circunstâncias diferentes daquelas vividas durante toda a vida. Portanto, tenho de dar os méritos: filme massa!
Gattaca, uma Experiência Genética
3.9 681 Assista AgoraEsse filme, ao meu ver, mostra exatamente o que aconteceria de fato com a humanidade no momento em que a engenharia genética se tornasse tão avançada a ponto de se poder determinar quais características genéticas os filhos teriam. Em uma distopia, a sociedade passaria a ser moldada preconizando não o que o indivíduo desenvolve por fatores externos, mas, sim, meramente os seus genes. Qualquer falha - seja doença genética ou atributo inferior - seria motivo para reduzir uma pessoa a um nada. E conceber um filho da maneira tradicional seria automaticamente gerar um inválido para a sociedade.
Excelente filme que trata tudo isso com um bom drama de ficcção científica e com ótimas atuações do Ethan Hawke e da Uma Thurman. Recomendadíssimo!
2019: O Ano da Extinção
3.0 816 Assista AgoraEu acho que fui o único aqui do Filmow praticamente, pois quase todo mundo detestou profundamente pelo visto, mas eu realmente gostei do filme! E, por ter gostado, resolvi escrever algo maior e mais bem elaborado para sustentar isso.
Achei que realmente teve uma ideia original - um futuro em que 95% da população se tornou vampira e passou a ter um sério problema: falta de humanos para deles sugar sangue. Também achei que se desenvolveu de uma maneira diferente. Em um momento inicial, é mais lento e mais dramático, além de trazer uma reflexão moral: vale a pena ser imortal se, nessa condição, é necessário passar pela maldição de precisar alimentar-se de sangue humano? Partindo-se dessa premissa, redireciona-se para outra: qual é a melhor forma de resolver o problema? Desenvolvendo-se um sangue sintético ou se criando uma cura? De um lado, mantém-se a imortalidade e acaba-se com a caça a humanos com um produto que talvez não tenha o mesmo efeito em termos de prazer; do outro, elimina-se o mal pela raiz, ainda que com o fim da imortalidade.
Em tempo, os vampiros aqui apresentados precisam de sangue, caso contrário se transformam em monstros. Além disso, são frágeis e morrem à exposição do sol ou quando perfurados no coração. E morrem explodindo.
Daí surgem dois aspectos que meio que acabam com o filme. A primeira é essa parte de "morrerem explodindo", que é provavelmente a pior coisa do filme. Faz com que ele, que é sério, fique com um aspecto incrivelmente trash e ridículo, e da vontade de rir.. :P Por outro lado, a "cura" não consegue convencer muito bem, porém eu acho que atinge bem na suspensão de descrença porque vampiro, por si só, jamais será uma obra de ficção científica com alguma explicação científica que faça sentido... mas, sim, puramente, fantasia. Portanto, qualquer explicação acerca de qualquer fato toma apenas dimensão fantasiosa e dispensa qualquer explicação científica, seja ela precisa ou geral.
O que eu insisto em dizer às pessoas é que eu gosto muito da temática de vampiros e não acho que exista UM TIPO DE VAMPIRO que seja o "vampiro de verdade" - muito pelo contrário, a mitologia vampírica é vasta, cada autor possui a sua visão. O importante é que suguem sangue, não envelheçam e não morram de causas naturais.
Enfim, com algumas ressalvas, eu gostei bastante.
Ah, e tem o Willem Dafoe.
Psicose 2
3.3 220 Assista AgoraFui ver o filme com a expectativa tão, mas tão baixa, que eu acabei gostando XD No começo, o filme foi se arrastando, mas da metade para o final ficou interessante e eu tive de continuar até o final (eu iria continuar de qualquer maneira, mas enfim).
Achei a trama bem desenvolvida. Os twists são difíceis de se prever. O filme brinca com suas suposições do início ao fim. Anthony Perkins foi muito bem como Norman Bates, de novo. A volta de personagens do primeiro filme foi bem vinda. Também há muitas referências ao clássico de 1960. Só faltou aquele climão de filme antigo. Acho que poderia ter sido em preto e branco. Talvez surgisse a atmosfera do primeiro de volta.
Enfim, fiquei positivamente surpreso.
Malévola
3.7 3,8K Assista AgoraExcelente filme. Subverte conceitos que a própria Disney desenvolveu ao longo dos anos, mas que, com o tempo, se mostraram arcaicos. Mostra-se emocionante e envolve o espectador acerca de um tema presente no dia-a-dia de nossas vidas, que é o amor, muito comumente abordado, mas dificilmente de maneira tão convincente. Demonstra que o vilão assim é chamado, por vezes, por decorrência de uma mera questão de perspectiva. E faz tudo isso colocando no papel principal a Angelina Jolie - ainda excelente atriz e, claro, linda.
Psicose
4.4 2,5K Assista AgoraResolvi ver Psicose porque, sim, eu adoro filmes de suspense e eu acho que era minha obrigação ver este clássico de 1960 de Alfred Hitchcock.
Eu chego à conclusão de que gosto de ver obras de suspense dessa época (pelo menos a julgar por este filme aqui e a série The Twilight Zone). Claro, dificilmente elas me deixam tenso, pois, aos meus olhos modernos, são bastante primárias. Contudo, são extremamente originais. Foram feitas em um tempo em que as coisas surgiam do nada e ainda se era possível definir um gênero e influenciar todas as gerações seguintes.
É o caso de Psicose. A famosa cena do chuveiro botou medo em muita gente na época e deixou traumas que perduram até hoje. A trilha é inesquecível mesmo para aqueles que nunca viram o filme. O história certamente era imprevisível. Os ângulos de câmera ainda são referência. Nota-se claramente a ousadia do roteiro e da cinematografia ao retratar violência e sutil nudez juntas e ao não ter pena do destino dos personagens.
Achei realmente interessante ver o trabalho dessa época. Ver como era a estética e entender como ainda pode ser entretenimento. Recomendado a todos que curtem suspense.
A Última Casa da Rua
3.0 1,6K Assista AgoraSuspense bem normalzinho. Nada excepcional, mas também não é ruim. Mais uma vez vi por causa da Jennifer Lawrence (ainda vou ver todos os filmes que essa menina protagoniza, hahaha).
Não me pegou muito de início, porém os últimos 15 minutos foram interessantes e tensos e valeram a pena. Daí, no fim das contas eu gostei :P
Depois de ler alguns comentários aqui embaixo, vi que muitos dizem ser o roteiro muito parecido com o de Psicose. Acho que me é uma boa oportunidade de ir ver o clássico do Hitchcock!
O Lado Bom da Vida
3.7 4,7K Assista AgoraResolvi ver porque.. né, o filme que deu óscar para a Jennifer Lawrence.
Em termos de história, é um romance um pouco acima da média, por ser razoavelmente maduro e ao mesmo tempo leve e sem muitas besteiras (eu cheguei até o final por pura e espontânea vontade, então tem mérito aí...). Agora, realmente me cativou justamente a atuação não só da Jennifer Lawrence como também a do Bradley Cooper - primeiro filme que vejo dele e já tenho ótima impressão (a Jennifer eu já sabia que tinha o porquê de ser tão queridinha graças a Jogos Vorazes e X-Men). Acho que os dois arrasaram, e tudo ao som de uma trilha sonora bem gostosa.
Agora, o mais importante de tudo é que.. eu adorei a cena da dança. Porque sim.
Os Suspeitos
4.1 2,7K Assista AgoraCA-RA-CA. Que filme excelente! Hugh Jackman no seu melhor! Suspense de altíssima qualidade! 2h30min que valem a pena.
Eu fiquei muito encabulado. Tenso, agonizante. Esse filme vai me deixar apreensivo, encabulado e angustiado ainda por um bom tempo :P
Nada mais a falar.
Infectado
3.0 246 Assista AgoraMais um horror found footage. Acho engraçado que, mesmo depois de 15 anos após The Blair Witch Project (A Bruxa de Blair), ainda surgem filmes no gênero que possuem alguma coisinha totalmente nova que eu nunca vi. Este aqui é parecido com Chronicle (Poder Sem Limites), só que possui um twist interessante na perspectiva da filmagem. E é um spoiler, então não tenho como contar, mas é bastante bacana.
Eu gostei.
O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro
3.5 2,6KMuito bom o filme. Roteiro ótimo, cenas de ação ótimas, alívio cômico na medida certa, excelentes interpretações, cenas memoráveis. Não consigo enumerar defeitos nesse aqui. Melhor filme do Aranha até o momento.