Recebeu o primeiro Oscar de melhor curta-metragem de animação, consolidando a importância da cor como elemento narrativo e estético na linguagem da animação. Genial!
Paródia de "Steamboat Bill Jr.", do Buster Keaton. Sim, o Mickey era bem mais hardcore nessa época, ele literalmente tortura animais pelo filme todo! Ele só fica bonzinho lá nos anos 30 graças ao redesign do animador Fred Moore. O interessante desse filme é que o Walt tinha criado Oswald the Lucky Rabbit pra Universal, mas o estúdio roubou os direitos do personagem e contratou quase toda a equipe de animação dele, deixando Walt quebrado e desesperado. Ele e o animador Ub Iwerks (o verdadeiro gênio por trás do design do Mickey) criaram o ratinho como uma versão modificada do Oswald, garantindo dessa vez que eles teriam os direitos. E, bem... o resto já sabemos!
Winsor McCay (o mesmo gênio de Little Nemo) fez 10.000 desenhos à mão com seu assistente durante 6 meses, e aqui vem a loucura: ele redesenhou o cenário detalhado em cada quadro porque ainda não existiam técnicas como cel animation. O filme originalmente fazia parte do show de vaudeville do McCay, onde ele interagia ao vivo com Gertie projetada na tela, dando comandos pra ela fazer truques tipo um treinador de circo. O cara se recusou a patentear suas técnicas, dizendo algo tipo "qualquer idiota que quiser fazer milhares de desenhos pra 100 pés de filme tá convidado pro clube", kkkkkkkkk. Genius!
Isso aqui é uma obra-prima bizarra e genial que deixa a gente de queixo caído! O cara usou insetos mortos de verdade como marionetes articuladas de stop-motion pra contar uma história sobre traição e vingança digna de novela, tem noção? kkkkkkk Muito bom e fabuloso tecnicamente!
Chomón usou stop-motion de forma magistral pra criar todos esses efeitos, e deve ter levado uma eternidade pra filmar pq os atores tiveram que ficar horas parados enquanto os objetos eram movidos entre cada frame. Fico imaginando como a galera ficava maluca imaginando a vida com eletricidade pq nessa época só era usada pra iluminação urbana pública e bondes elétricos, a maioria das casas e fábricas ainda funcionava com vapor ou gás. Hotéis elétricos eram considerados alta tecnologia de ponta! Genial!
É onde a animação deu um salto gigante em termos de expressão e técnica! O cara fez 4000 desenhos em papel de arroz durante uns 4 anos e depois coloriu à mão cada frame do filme original em preto e branco. Genial é pouco!
Cara, Fantasmagorie é praticamente o avô de tudo que a gente conhece sobre animação hoje. Émile Cohl fez uns 700 desenhos à mão e filmou frame por frame, uma loucura para a época! A parada mais genial foi a técnica dele: Cohl desenhava com tinta nanquim no papel branco e depois usava o negativo do filme pra uma ilusão de giz no quadro negro. É surrealista antes do movimento surrealista existir oficialmente. Claro que é primitivo pelos padrões de hoje, mas foi ali que tudo começou. :D
Mais do que uma simples documentação do cangaço, captura a complexidade do mítico Lampião, que, ao lado de seu bando, desafia a narrativa oficial. Ao mesclar violência e momentos cotidianos, revela a humanidade por trás da lenda, tornando-se um marco na História do Brasil e no cinema nacional.
Me pergunto o poder da convicção ideológica dessas pessoas, capaz de conduzi-los a permanecerem vivos, suportando tamanhas dores e traumas. Fico angustiada com as cenas de demonstração das torturas, imagine passar por isso em carne e osso!! Que período triste de deplorável superamos! Que ele nunca mais volte!!! DITADURA NUNCA MAIS!!!!!!!
Sob domínio britânico (branco, cristão, capitalista, tecnológico, preconceituoso, classista e que controla através do poder político e da violência militar), Jean Rouch nos apresenta Accra, Costa do Ouro africana, através de um violento ritual dos haouka. Esse ritual religioso funciona numa dinâmica de apropriação dos signos que os colonizados têm em relação aos seus colonizadores (não são, portanto, práticas originárias das tradições africanas, mas nascentes do contato da África subdesenvolvida e miserável, com as potências que a explora). Os praticantes reencenam comportamentos e formas de interação social praticados pelos colonizadores e a maestria do Jean Rouch está em inverter a lógica do dominado como um "alienado", mostrando através das práticas ritualísticas, a estupidez do colonizador. Nunca deixará de ser uma relação controversa, já que sempre será o olhar de um europeu branco para uma África negra, mas Rouch superou o olhar do cinema colonial daquele tempo. Afinal de contas, era a África pós-colonial que lhe interessava. Ironias do destino à parte, o mesmo assunto da 1ª geração de cineastas africanos que o acusava de "africanista".
Flores e Árvores
4.2 45 Assista AgoraRecebeu o primeiro Oscar de melhor curta-metragem de animação, consolidando a importância da cor como elemento narrativo e estético na linguagem da animação. Genial!
O Vapor Willie
3.9 81 Assista AgoraParódia de "Steamboat Bill Jr.", do Buster Keaton. Sim, o Mickey era bem mais hardcore nessa época, ele literalmente tortura animais pelo filme todo! Ele só fica bonzinho lá nos anos 30 graças ao redesign do animador Fred Moore. O interessante desse filme é que o Walt tinha criado Oswald the Lucky Rabbit pra Universal, mas o estúdio roubou os direitos do personagem e contratou quase toda a equipe de animação dele, deixando Walt quebrado e desesperado. Ele e o animador Ub Iwerks (o verdadeiro gênio por trás do design do Mickey) criaram o ratinho como uma versão modificada do Oswald, garantindo dessa vez que eles teriam os direitos. E, bem... o resto já sabemos!
Gertie the Dinosaur
4.1 18Winsor McCay (o mesmo gênio de Little Nemo) fez 10.000 desenhos à mão com seu assistente durante 6 meses, e aqui vem a loucura: ele redesenhou o cenário detalhado em cada quadro porque ainda não existiam técnicas como cel animation. O filme originalmente fazia parte do show de vaudeville do McCay, onde ele interagia ao vivo com Gertie projetada na tela, dando comandos pra ela fazer truques tipo um treinador de circo. O cara se recusou a patentear suas técnicas, dizendo algo tipo "qualquer idiota que quiser fazer milhares de desenhos pra 100 pés de filme tá convidado pro clube", kkkkkkkkk. Genius!
A Vingança do Cameraman
4.3 22Isso aqui é uma obra-prima bizarra e genial que deixa a gente de queixo caído! O cara usou insetos mortos de verdade como marionetes articuladas de stop-motion pra contar uma história sobre traição e vingança digna de novela, tem noção? kkkkkkk Muito bom e fabuloso tecnicamente!
El Hotel eléctrico
4.0 11Chomón usou stop-motion de forma magistral pra criar todos esses efeitos, e deve ter levado uma eternidade pra filmar pq os atores tiveram que ficar horas parados enquanto os objetos eram movidos entre cada frame. Fico imaginando como a galera ficava maluca imaginando a vida com eletricidade pq nessa época só era usada pra iluminação urbana pública e bondes elétricos, a maioria das casas e fábricas ainda funcionava com vapor ou gás. Hotéis elétricos eram considerados alta tecnologia de ponta! Genial!
Little Nemo
4.0 3É onde a animação deu um salto gigante em termos de expressão e técnica! O cara fez 4000 desenhos em papel de arroz durante uns 4 anos e depois coloriu à mão cada frame do filme original em preto e branco. Genial é pouco!
Fantasmagorie
4.0 32Cara, Fantasmagorie é praticamente o avô de tudo que a gente conhece sobre animação hoje. Émile Cohl fez uns 700 desenhos à mão e filmou frame por frame, uma loucura para a época! A parada mais genial foi a técnica dele: Cohl desenhava com tinta nanquim no papel branco e depois usava o negativo do filme pra uma ilusão de giz no quadro negro. É surrealista antes do movimento surrealista existir oficialmente. Claro que é primitivo pelos padrões de hoje, mas foi ali que tudo começou. :D
O Desenho Encantado
4.1 16Incrível a inventividade naquela época!
Lampião, o Rei do Cangaço
4.2 8Mais do que uma simples documentação do cangaço, captura a complexidade do mítico Lampião, que, ao lado de seu bando, desafia a narrativa oficial. Ao mesclar violência e momentos cotidianos, revela a humanidade por trás da lenda, tornando-se um marco na História do Brasil e no cinema nacional.
Muito além do chuveiro
3.1 12Perdi tudo com a Letruxxx hahaha, muito bom!!
Wichita
4.4 1Assisti no Filme Filme, achei sensacional!
Não é Hora de Chorar
4.5 2Me pergunto o poder da convicção ideológica dessas pessoas, capaz de conduzi-los a permanecerem vivos, suportando tamanhas dores e traumas. Fico angustiada com as cenas de demonstração das torturas, imagine passar por isso em carne e osso!! Que período triste de deplorável superamos! Que ele nunca mais volte!!! DITADURA NUNCA MAIS!!!!!!!
Nunca é Noite no Mapa
4.5 13Genial!
Ela que Veste a Chuva
3.5 1É sobre estar ali. Simplesmente estar...!
Agora como resolver o meu crush com a Amaryllis Tremblay que eu não sei...
Adelaide, aqui não há segunda vez para o erro
3.4 2Excelente alternativa narrativa, muito inventivo!
Leaf
4.0 2Lindo... essa jovem animadora vai longe!
Dossiê Rê Bordosa
4.1 75Genialíssimo!!!
Menarca
3.4 5Muito boa a metáfora! Somos todas piranhas: sexualmente livres e empoderadas!
Os Mestres Loucos
3.8 32Sob domínio britânico (branco, cristão, capitalista, tecnológico, preconceituoso, classista e que controla através do poder político e da violência militar), Jean Rouch nos apresenta Accra, Costa do Ouro africana, através de um violento ritual dos haouka.
Esse ritual religioso funciona numa dinâmica de apropriação dos signos que os colonizados têm em relação aos seus colonizadores (não são, portanto, práticas originárias das tradições africanas, mas nascentes do contato da África subdesenvolvida e miserável, com as potências que a explora). Os praticantes reencenam comportamentos e formas de interação social praticados pelos colonizadores e a maestria do Jean Rouch está em inverter a lógica do dominado como um "alienado", mostrando através das práticas ritualísticas, a estupidez do colonizador. Nunca deixará de ser uma relação controversa, já que sempre será o olhar de um europeu branco para uma África negra, mas Rouch superou o olhar do cinema colonial daquele tempo. Afinal de contas, era a África pós-colonial que lhe interessava. Ironias do destino à parte, o mesmo assunto da 1ª geração de cineastas africanos que o acusava de "africanista".
Ethereality
4.1 2Excelente metáfora!
Zombies
4.5 4Uau!!!
Este Foi para o Mercado
4.3 2Fantástica ironia sobre o esvaziamento de discursos!
Hello, Rain
4.0 2T-U-D-O-H
Torre
4.2 7Excelente! Me lembrou o estilo de desenho/montagem/construção sonora de "Chris, o Suíço"...